.:. Informativo nº 119 :: 04 de fevereiro / 2016 .:.

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Governo mantém intransigência e afirma privatização da Celg

Em reunião nesta segunda-feira (1/2), o governo federal – representado por assessores de ministros – afirmou a privatização da Celg, distribuidora de Goiás. O Coletivo Nacional dos Eletricitários, a Fisenge, o MST, o MAB, centrais sindicais e demais sindicatos e organizações participaram da reunião. Durante a audiência, a deputada Érika Kokai (PT-DF) e Rubens Ottoni (PT-GO) reivindicaram a suspensão do processo de privatização da Celg por 60 dias. Isso porque está marcada uma audiência pública do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), no dia 3/2, sobre a privatização da empresa, em Goiás. O Secretário-Executivo Luiz Azevedo, da Secretaria de Governo, pediu um prazo até hoje (2/2) às 17h, para responder sobre esta demanda.

 

De acordo com o diretor de negociação coletiva da Fisenge, Ulisses Kaniak, os interlocutores do governo federal apresentaram argumentos tecnocratas, em vez de políticos. “Os sucessivos equívocos na política do setor elétrico têm causado aumentos astronômicos de tarifas, contrariando o mote da ‘modicidade tarifária’, que a presidenta Dilma defendia desde que fora Ministra de Minas e Energia; o que, na prática, serve pra remunerar os lucros das empresas privadas do setor”, disse Ulisses, que é trabalhador da Copel, e ainda ressaltou que há quinze anos os movimentos com a população estiveram nas ruas defendendo a Copel como empresa pública. Hoje, a empresa continua pública e é considerada uma das melhores distribuidoras da América Latina.

 

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Contra a privatizações no setor elétrico, Diretor da Fisenge se reúne com ministros em Brasília

Não à privatização do setor elétrico. Esta foi a principal reivindicação dos movimentos social e sindical durante a reunião com os ministros Jacques Wagner, da Casa Civil, e Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo, realizada no dia 19/1, em Brasília. De acordo com o diretor de negociação coletiva da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Ulisses Kaniak, um dos representantes do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) na reunião, os ministros se comprometeram a apresentar a pauta à presidenta Dilma Rousseff. “Esta foi uma importante abertura de diálogo entre o governo e as entidades, graças à mobilização dos trabalhadores”, afirmou Ulisses. As manifestações populares ocorrem desde o ano passado com o anúncio da venda da distribuidora Celg, em Goiás, com leilão previsto para março, além de indicativo da Eletrobrás para venda de outras seis distribuidoras federalizadas. Saiba mais

 

 

Veja também: Planalto adia reunião e movimentos sociais mantêm manifestação contra a privatização

No dia 27/01, data marcada para uma segunda reunião sobre o tema, o secretário da Presidência da República, Vagner Caetano, adiou o encontro para o dia 3 de fevereiro. Manifestações foram mantidas e ocorreram em diversas cidades do país; em Brasília, movimentos populares chegaram a ocupar o Ministério da Fazenda contra as privatizações. Saiba mais

 

Veja também: Luta pela Celg nacionaliza defesa do setor elétrico

Na segunda-feira (1/2), ministros Berzoini e Jaques Wagner voltam a debater as privatizações com os movimentos sindical e social. Saiba mais

 

Rio de Janeiro, 01 de fevereiro de 2015.

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)

 


 

“Avançar para novas conquistas”: nova diretoria do Senge-SE toma posse

O Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (Senge-SE) realizou, no dia 29/1, na Associação de Engenheiros Agrônomos do estado (AEASE), a posse festiva da nova direção da entidade. A diretoria, intitulada “Avançar para Novas Conquistas”, é agora presidida pelo Engenheiro Mecânico Carlos Antônio de Magalhães, conhecido como Magal, e ficará à frente do Sindicato no período 2016 a 2018. Os novos dirigentes foram eleitos em novembro do ano passado com compromisso de definir um planejamento estratégico para o Senge-SE, com especial atenção à comunicação com a categoria, além de investir na formação sindical e mobilização. O Presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, esteve presente ao lado das diretoras Simone Baía, Silvana Palmeira, o presidente do Senge-MG, Raul Otávio e integrantes do Coletivo de Mulheres da Federação. “Enfrentaremos uma luta muito grande no próximo período e precisamos estar juntos para combater as forças conservadoras. Agradeço a contribuição do companheiro Rosivaldo [ex-presidente] e desejo uma gestão profícua para a próxima diretoria, que conta com apoio irrestrito da Fisenge”, disse Clovis Nascimento.

 

Eleita como vice-presidenta, a engenheira civil Elaine Santana contou que uma das diretrizes para o planejamento estratégico será a ampliação da participação de mulheres nas atividades sindicais. “A importância é mais que a ocupação de vagas, é nos fazer representar como maioria que somos e trazer à tona todas as problemáticas e demandas que nós, mulheres, enfrentamos no dia a dia. A igualdade de direitos e oportunidades só será conseguida quando nós ocuparmos os espaços que nos foram negados durantes séculos”, disse.  A diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía congratulou a posse da nova diretoria. “O Senge-SE, por meio de sua diretoria da mulher, faz um importante trabalho no debate de gênero e presta uma importante contribuição à Fisenge e ao Coletivo”, afirmou Simone. Uma das principais dificuldades para a baixa participação das mulheres nos espaços políticos é o acúmulo de jornada, problemática histórica no movimento de mulheres. “Já conhecemos a maioria dos problemas, normalmente relacionados à tripla jornada e filhos. Teremos que encontrar mecanismos que ajudem as companheiras a se aproximarem do sindicato. Uma das ideias para aumentar o contingente feminino do sindicato é nos aproximarmos das escolas de engenharia e fazer formação de base nas faculdades”, concluiu Elaine.

 


 

Coletivo de Mulheres da Fisenge define agenda política de 2016

Em reunião no dia 30/1, o Coletivo de Mulheres da Fisenge definiu o tema “Equilíbrio entre trabalho e família” como a agenda política deste ano. Realizada em Aracaju (SE), a reunião contou com representantes dos sindicatos filiados à Federação. De acordo com a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía o mote advém de um acúmulo coletivo. “Durante as oficinas de gênero realizadas ao longo do ano passado, acumulamos processos históricos e vivências. Ainda percebemos o acúmulo de jornadas como um grande problema das mulheres que precisam trabalhar, estudar, cuidar das tarefas domésticas e familiares”, disse Simone ressaltando que este é um contexto histórico baseado num sistema patriarcal. “As mulheres já são maioria na sociedade brasileira e vítimas da exploração do capital, pois ainda ganhamos menos e nossos direitos são diariamente atacados”, afirmou Simone. Além das histórias em quadrinhos da Engenheira Eugênia, o Coletivo de Mulheres irá promover campanhas específicas sobre o tema em 2016.

 

O início do encontro contou com a palestra de Linda Brasil, mulher trans, militante LGBT e estudante de Letras da Universidade Federal de Sergipe (UFS). “Também percebemos a importância do feminismo interseccional. Isso significa considerar questões de gênero, raça e classe e pensar o feminismo como a luta por igualdade de direitos para todas as pessoas, sem isolar pessoas trans e travestis, por exemplo”, concluiu Simone.

 


 

Fórum Social Mundial aponta a unidade como elemento estratégico

15 anos depois, o que mudou? Esta foi uma das principais reflexões provocadas no Fórum Social Mundial (FSM), realizado entre os dias 19 e 23/1, em Porto Alegre (RS). O professor português Boaventura de Sousa Santos fez um resgate histórico dos fóruns. “Em 2001, a palavra de ordem era o socialismo e hoje é a defesa da democracia. Precisamos aumentar a integração entre os movimentos sindical, social, popular, mulheres, ambiental, indígena e sem terra para ocupar as ruas e derrotar a direita”, apontou Boaventura. No dia 23/1, foi realizada a leitura da carta do Fórum, cujo principal eixo foi a unidade dos setores populares. O presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge-BA), Ubiratan Félix, representou a Fisenge. Saiba mais

 

 

 


 

Engenheira tem direito às férias violado

A lei é clara: “Somente em casos excepcionais serão as férias concedidas em dois períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 (dez) dias corridos”. A engenheira Arlete foi obrigada pela empresa a fracionar seus 30 dias de férias. Ela fazia planos para coincidir seu recesso junto com as férias escolares de seus filhos. “Infelizmente, esta é uma realidade em diversas empresas e homens e mulheres são obrigados a fracionar um direito garantido em lei, que são as férias. Os prejuízos são enormes para a saúde dos trabalhadores”, afirmou a diretora da Mulher da Fisenge, Simone Baía.

 

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia:[email protected] ou para [email protected]

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

 


 

Última edição de 2015 da revista “Em Movimento” destaca ano de lutas na Engenharia

 

Leia online clicando aqui! Confira os destaques:

 

>> Entrevista com ex-ministro Celso Amorim: “É preciso derrotar o Estado Islâmico” (p. 6)

 

>> ENEDS: Por uma engenharia popular e solidária! (p. 9)

 

>> Saúde: Carne processada aumenta o risco de câncer (p. 10)

 

>> E mais: Notícias dos sindicatos, do Coletivo de Mulheres e especial em comemoração ao Dia da Engenheira e do Engenheiro

 

 


 

Sindicato dos Engenheiros Agrônomos retoma vagas no Conselho Regional

No dia 13/1, o Sindicato dos Engenheiros Agrônomos do Rio Grande do Norte (SEA-RN) realizou assembleia para eleger os conselheiros estaduais no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do estado (CREA-RN). Foram eleitos titulares: Lindalva Dantas Barreto Nobre e Manoel Pereira Neto, ao lado dos suplentes Elisângela Custódio Maia de Lima e Antônio Evandir de Sousa. De acordo com o presidente do SEA-RN, Joseraldo do Vale, houve a preocupação com a ocupação de 50% das vagas por mulheres. “Esta é uma conquista fundamental para a retomada da atuação nos espaços no Conselho, além de contribuir nas discussões da categoria, de gênero e lutar pela valorização profissional”, disse Joseraldo.

 

 

 


 

Engenheiros agrônomos assumem novas funções junto ao CREA-SC

 

Durante dos dias 27, 28 e 29 de janeiro foi realizado o 10º Seminário Estadual de Conselheiros, evento destinado à capacitação e integração dos novos conselheiros das câmaras especializadas do CREA-SC, na sede da entidade, em Florianópolis. (…) Nesta oportunidade, engenheiros agrônomos assumem novas funções junto ao Conselho. Para a 1ª vice-presidência tomou posse o agrônomo Jorge Dotti Cesa, representante do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de SC – Seagro-SC. (…) Segundo Jorge, “a função de conselheiro é fundamental para o CREA-SC e para a sociedade, pois atuam nas diretrizes da fiscalização do exercício profissional nas obras e serviços da área da engenharia e da agronomia, inibindo a atuação de leigos e dando mais segurança para a população”. Durante a primeira reunião plenária e de câmaras especializadas foram eleitos os coordenadores e definida a composição das comissões permanentes e especiais, além da nova diretoria do CREA-SC para a gestão 2016. Saiba mais

 

 

 

 


 

Senge-PR: engenheiros unificados com mais 20 sindicatos para acordo coletivo da Sanepar

 

O Senge e mais 20 sindicatos que representam os trabalhadores da Sanepar se reuniram no dia 27/01 em Curitiba para discutir a unificação das pautas de reivindicações dos funcionários da empresa para negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/17. As reivindicações dos mais de 400 profissionais de engenharia, geologia e geografia da Sanepar, reunidas em assembleias realizadas no início deste ano pelo Senge em Curitiba e nas regionais da entidade espalhadas pelo estados, integrarão o documento contendo os pleitos dos 8 mil funcionários da empresa.

 


 

Vídeo: Senge-VR contra as demissões em massa na CSN

O presidente do Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda (Senge-VR) esteve presente no Ato Contra as Demissões da CSN na Praça Juarez Antunes, no dia 14/01. O sindicato já vinha denunciando as demissões em massa na Companhia Siderúrgica Nacional desde o início de janeiro (relembre aqui), quando 300 metalúrgicos foram dispensados, em processo que poderia atingir até 3 mil trabalhadores. Para João Thomaz, presidente do Senge-VR, as demissões, que até agora atingiram 700 trabalhadores, são “predadoras”. “Esta demissão não tem sentido. 700 demissões na CSN reduzem o custo de produção em menos de 1%. Este é um olhar predador”, criticou ele. Assista ao vídeo

 


 

Senge-MG: Cartilha aborda normas de acessibilidade e segurança em edificações residenciais

O Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) lançou, no final de dezembro de 2015, a cartilha “Edificações Residenciais – Segurança e Acessibilidade”. O objetivo do novo material é servir como fonte de pesquisa e de informações sobre as normas que regem a segurança e acessibilidade em edificações residenciais, além de apresentar as melhores práticas em cada um destes aspectos. Faça o download

 


 

No Piauí, lei prevê que obras públicas empreguem, no mínimo, 5% de mulheres

As mulheres do Piauí contam desde 2014 com a Lei nº 6.480, que autoriza o Governo do Estado a fazer constar em todos os editais de licitação e contratos diretos sem licitação a exigência de reserva de, no mínimo, 5% das vagas de emprego para mulheres na área de construção de obras públicas. A coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Haldaci Regina, disse que a lei tem como objetivo a inserção das mulheres nesta área, e que o cumprimento da mesma deve ser fiscalizado pelo Conselho Estadual de Políticas para as Mulheres (Foto: Lorena Costa). Saiba mais

 


 

ARTIGO: O mercado das águas do Brasil, por Bete Santos e Renata Rossi

 

No segundo domingo de novembro passado, o jornal Folha de São Paulo publicou matéria na qual a Agência Nacional de Águas-ANA propõe a criação de um mercado das águas no país. São várias as possibilidades de constituição desse mercado, nesse caso específico, isso significa que um ente privado pode comprar de outro a licença para captação de água. Atualmente, é o Estado que concede a outorga ou o direito de uso da água, e ela é intransferível. O pressuposto da proposta é o de que o mercado seria capaz de regular o seu uso. Com isso, pretende-se trazer para o Brasil a experiência de mercado das águas já existente em vários países, a exemplo da Espanha e Austrália. Saiba mais

 


 

Do ENEDS ao Fórum Social Mundial: ergue-se a bandeira por uma engenharia popular e solidária

Quando um grupo de estudantes e professores da UFRJ decidiu realizar um Encontro de Engenharia e Desenvolvimento Social, em 2004, talvez não tenham imaginado que aquele encontro acadêmico se tornaria nacional no ano seguinte, ganharia edições regionais a partir de 2011, chegaria à sua décima segunda edição nacional em 2015, realizada em Salvador-BA, com cerca de 700 participantes, maior público do evento até hoje, e teria como fruto do acúmulo de seus debates e de sua mobilização a realização de um debate sobre a engenharia popular e solidária que queremos durante o Fórum Social Mundial (FSM), realizado em Porto Alegre, de 19 a 23 de janeiro de 2016. Saiba mais

 


 

CUT: Venda da Transpetro é ruim para economia e desenvolvimento

“Os dutos que levam o petróleo ou derivados aos terminais e refinarias para a distribuição final estão sob responsabilidade da Transpetro. Caso seja vendida, a Petrobrás ficaria refém de uma empresa privada para fazer algo que hoje está sob seu comando e não teria mais o controle sobre o preço da operação. A outra opção é transportar por caminhão, mas é muito perigoso e mais custoso”, explica Cibele Vieira, Coordenadora do Sindicato Unificado dos Petroleiros de São Paulo (Sindipetro) e secretária de Juventude da CUT-SP. Saiba mais

 


 

IPEA disponibiliza livro sobre gestão pública, infraestrutura e políticas nacionais

A publicação apresenta uma reflexão sobre a importância da reforma do Estado, buscando não só uma reestruturação administrativa, mas uma nova visão, ancorando práticas de governança compartilhada. Este volume é a última edição do ano e conta com 13 artigos que envolvem temas associados à ação governamental, à estrutura produtiva brasileira, à infraestrutura e às políticas sociais, sobretudo no tema da educação. Saiba mais

 


 

Trabalhadores vão ao Senado e às ruas para defender estatais

 

Grande parte do Congresso Nacional vem tentando, a todo custo, mudar o modelo de Estado implementado desde 2003, que rompeu com a ideia de Estado mínimo e valorização da iniciativa privada, adotada por Fernando Henrique Cardoso. Um dos exemplos mais claros dessa tentativa é o PLS 555/2015, que tem grande chance de ser votado pelo Plenário do Senado logo após o retorno do recesso parlamentar, no dia 2 de fevereiro. Para barrar a proposta, que pretende diminuir a atuação do governo federal sobre as estatais e abrir o capital para empresas privadas, a CUT e outras centrais sindicais, com trabalhadores de diversos setores, realizarão o Dia Nacional de Luta em Defesa das Empresas Públicas, agendado para 3 de fevereiro. A ação foi deliberada no Seminário sobre o PLS 555, no último dia 27, em Brasília. Saiba mais

 


 

Aposentados que ganham acima do salário mínimo terão reajuste de 11,28%

 

Aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios com valor acima de um salário mínimo, de R$ 880, terão seus benefícios reajustados em 11,28% em 2016, segundo portaria dos ministérios da Fazenda e da Previdência Social publicada no início de janeiro. O valor refere-se à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano passado, divulgado na sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ele serve de referência para a correção dos benefícios previdenciários. Com isso, o teto da Previdência Social para 2016 fica em R$ 5.189,82. No ano passado, o reajuste dos benefícios havia sido de 6,23%. Os benefícios acima do mínimo não tiveram reajuste real neste ano, ou seja, acima do INPC de 2015. Já para quem ganha o benefício equivalente a um salário mínimo o reajuste foi um pouco maior, de 11,6%, que é o percentual de aumento do salário mínimo neste ano (R$ 880). Saiba mais

 


 

CUT: 10 projetos no Congresso que atacam direitos e a democracia

 

Deputados federais e senadores retomam os trabalhos em fevereiro, logo após o Carnaval, e terão na agenda um pacote com ao menos 10 projetos muito polêmicos. A lista faz de 2016 um ano essencial na atuação dos movimentos sindical e sociais em defesa da democracia, da manutenção de direitos e contra o conservadorismo. (…) Alguns dos projetos em trâmite: Lei Antiterrorismo, Criminalização da vítima de violência sexual, Estatuto do desarmamento, Estatuto da Família e Redução da Maioridade Penal. Saiba mais