nº 22 :: 20 de Março / 2013

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nº 22 :: 20 de Março / 2013

20 anos de fundação da Fisenge

Dando continuidade à série 20 anos de fundação da Fisenge, publicamos nesta edição o depoimento de Luiz Carlos Soares, que foi coordenador da Coordenação Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge).

 

A partir dos avanços ocorridos na ação e organização sindical da década de 1970, os trabalhadores brasileiros foram incentivados a se organizarem de modo mais forte e consistente na busca de melhores salários, oportunidades e condições de trabalho. Assim, o movimento sindical dos engenheiros também foi influenciado, até porque passou a ocorrer um significativo crescimento no número de engenheiros que passaram à categoria de assalariados. A Federação Nacional de Engenheiros (FNE), congregava os sindicatos de engenheiros e realizava encontros nacionais a cada dois anos, o Encontro Nacional de Sindicatos de Engenheiros (ENSE). Era uma entidade na qual predominava o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), sigla vigorante até hoje, de modo diferenciado dos demais, os Senges. Nos anos 1980, muitas direções sindicais de engenheiros, até então mais voltadas para questões empresariais e para os profissionais autônomos, passaram a ser substituídas por direções mais voltadas para a defesa dos seus representados no que se refere às relações de trabalho.

 

Leia o texto completo AQUI

 

 


Fisenge lança documento pela radicalização da democracia brasileira

 

Historicamente, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) sempre esteve à frente das principais lutas deste país e, como integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), contribui para a mobilização popular contra a corrupção e por uma reforma do sistema político. No dia 08 de março, a Fisenge e os seus sindicatos filiados estiveram reunidos no seminário “A reforma política no Brasil”, em Aracaju, Sergipe. A nossa Constituição, de 1988, surgiu a partir de um amplo movimento progressista, num momento de redemocratização do país. Hoje, um dos maiores problemas do Brasil é a mercantilização da política e precisamos aprofundar os alicerces da democracia brasileira. Isso significa pensar sobre o Estado que queremos: o Estado público e democratizado com exercício pleno de cidadania pela transformação da sociedade. A reforma do sistema político ultrapassa os muros do Congresso e da vida partidária, tendo como protagonista central a soberania popular. Este Estado público e democratizado só é possível por meio de participação cidadã, mobilização popular e controle social. Entendemos que é preciso ir além da reforma do sistema eleitoral brasileiro e refletir sobre o controle popular do Estado e a efetivação do artigo 14 de nossa Constituição, que versa sobre a soberania popular, por meio da realização de plebiscitos, referendos e iniciativa popular. A radicalização da democracia se dá com o aprofundamento e aperfeiçoamento da democracia direta. Neste contexto, também é fundamental a democratização dos meios de comunicação e da informação, uma vez que apenas nove famílias controlam a mídia no Brasil, configurando o oligopólio da comunicação. A concentração de propriedade desses veículos vai na contramão da democracia e dificulta a capacidade de formulação crítica da sociedade, por meio da manipulação casuística da informação.

 

Leia o documento completo AQUI

 


Eugênia ganha mobilização na rede

Desde o lançamento da primeira tirinha em quadrinhos da série “Histórias de Eugênia: mulher, mãe e engenheira”, a Fisenge vem recebendo inúmeras manifestações e comentários sobre a peça. A tirinha foi publicada nos sites: CUT; Crea-RJ, Crea-SE, Núcleo Piratininga de Comunicação, entre outros. A tirinha tem a finalidade de alertar e combater as práticas de assédio moral, conforme agenda política do Coletivo de Mulheres da Fisenge.

Para solicitar o arquivo, em alta resolução, basta enviar um e-mail para [email protected] ou [email protected] A publicação é livre, desde que citada a fonte.

 


Manifestação contra a privatização da água e do saneamento acontece hoje em Brasília

Acontecerá hoje, dia 20, em Brasília, uma manifestação para alertar a sociedade sobre os riscos da mercantilização da água. Entidades e movimentos sociais se uniram pelo Dia Nacional de Luta Contra a Privatização da Água, do Saneamento e a Parceria Público-Privada (PPP). No Brasil, estão acontecendo diversos casos de privatização, por meio de PPP, no setores de lixo e saneamento. “Nossa defesa é pelo saneamento público com mais investimentos e controle social”.

Participam da mobilização: a Plataforma Operária e Camponesa pela Energia, da qual a Fisenge faz parte; a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU/CUT), a Frente Nacional pelo Saneamento Ambiental (FNSA), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), dentre outras.


Termina amanhã eleição para diretoria do Senge-RJ

Termina amanhã, dia 21, o processo eleitoral da diretoria do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), para o triênio 2013-2016. A chapa “Construir e Avançar” foi a única inscrita. Os sócios do Senge-RJ poderão votar pela internet por meio do sistema VotaSenge. Caso o eleitor não tenha e-mail ou deseje usar o sistema tradicional de votação em cédula de papel, também poderá fazê-lo. Neste caso, o voto será computado, exclusivamente, em separado na urna instalada na sede do sindicato, das 9h às 18h. O Senge-RJ fica na Avenida Rio Branco, 277, 17º andar, no Centro do Rio.  

Conheça as propostas da chapaAQUI


Seagro-SC participa do 3º Encontro de Entidades de Classe

Dois integrantes do Seagro-SC participaram do 3º Encontro de Presidentes de Entidades de Classe e do 5º Seminário Estadual de Inspetores (SEINSP), promovidos pelo CREA-SC, na quinta-feira, dia 14.03, no auditório da ACE, em Florianópolis. Vlademir Gazoni, presidente do Seagro-SC e Jorge Dotti Cesa, representante do CEDER na Comissão Permanente de Convênios do CREA-SC estavam no evento, que integrou as comemorações do aniversário de 55 anos de história do Conselho e teve como objetivo debater a fiscalização do exercício profissional. Uma das metas foi a de ampliar a participação das entidades de classe e dos inspetores regionais nas ações de fiscalização em cada região do Estado. No período da manhã foram ministradas duas palestras: “A arte de fazer as pessoas experimentarem seu máximo”, por Eduardo Tevah; e “Relação CREA x CAU”, pelo engenheiro eletricista e advogado. Claude Pauster Farias, procurador Geral do CREA-SC. Também foram apresentados os planos de trabalhos das Câmaras Especializadas na área da fiscalização pelos respectivos coordenadores das câmaras. No período da tarde, os inspetores e presidentes de entidades tiveram atividades distintas. Divididos em grupos de trabalho eles tiveram a oportunidade de apresentar suas propostas para melhorar e aprimorar os procedimentos de fiscalização em cada região do estado.


Depoimento resgata a luta pelos direitos das engenheiras em Minas Gerais

A luta das mulheres engenheiras pelo reconhecimento como profissionais, a organização do setor de Engenharia Consultiva e a fundação da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) foram alguns dos momentos marcantes resgatados durante o depoimento da ex-presidente do Sindicato de Engenheiros, Maria Cristina de Sá Oliveira Matos Brito, que ficou à frente da entidade no período de 1990 a 1995. Maria Cristina e outros ex-diretores do Sindicato deram seus depoimentos durante evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, realizado pelo Senge-MG, no dia 15 de março. As ex-diretoras Maria Helena Barbosa, Aline Almeida Guerra e Marta de Freitas também participaram do evento e, lembraram, junto com Maria Cristina, das dificuldades enfrentadas como mulheres engenheiras e das mudanças das quais foram testemunhas.

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Diretor do Senge-PR debate a função social das obras da Copa

Obras financiadas com recursos públicos transferidos à inciativa privada, flexibilização de leis e regras de licitação e desapropriações de terrenos próximos a estádios de futebol em construção. Tudo em nome da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, um projeto que, para ser justificado, é afirmado como de interesse nacional. O verdadeiro legado das obras para os jogos da FIFA 2014 nas cidades-sede do mundial foi tema de debate apoiado pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná, na noite de segunda-feira (18), na Universidade Positivo. Duzentos estudantes dos cursos de Direito, Arquitetura e Engenharia assistiram ao evento “As Cidades na Copa II: em torno da Arena”, que teve como palestrantes o engenheiro civil e diretor do Senge-PR, José Ricardo Vargas de Faria e arquiteto e urbanista, professor da UP e fundador do Instituto Ambiens, Alexandre Pedrozo.

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Setor elétrico começa planejamento da campanha nacional

Começou ontem, dia 19, a reunião o Seminário de Planejamento da Campanha Nacional com o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE), no Rio de Janeiro. O objetivo do encontro, que vai até dia 21, é planejar a campanha salarial para o Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2014. Além deste ponto, os trabalhadores também irão debater as recentes mudanças no setor elétrico com a lei nº 12.783 e a importância do debate sobre a gestão e o modelo de empresa.


Senge-BA promove amanhãseminário sobre resíduos sólidos  

O Sindicato dos Engenheiros no Estado da Bahia (Senge-BA), o Ministério do Meio Ambiente e o IBAMA, com apoio do Ministério Público do Estado da Bahia, do CREA-BA e demais entidades da sociedade civil, irão promover, nos dias 21 e 22 de março, o Seminário de Resíduos Sólidos – Reciclando Ideias, na Escola Politécnica da UFBA. “O debate é de grande importância, pois a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu como um dos compromissos a erradicação dos lixões até o ano de 2014, além de outras metas que afetam diretamente a qualidade de vida nas cidades”, disse Célio Costa Pinto, superintendente do IBAMA na Bahia. “O tema será abordado na IV Conferência Nacional de Meio Ambiente, que será realizada em outubro deste ano, em Brasília-DF. Portanto, precisamos conhecer as novas ideias e propostas regionalmente”, lembrou o presidente do Senge-BA, Ubiratan Félix.

 

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Trabalhadores do ONS continuam sem melhorias

Passados mais de seis meses de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013, sem nenhum sucesso, os trabalhadores do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reuniram-se, mais uma vez, com o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Pernambuco (Senge-PE), Fernando Freitas, na manhã do dia 14. O presidente do Senge-PE informou que está marcada para a próxima semana uma reunião com a Procuradoria Geral do Ministério Público do Trabalho (MPT) para mediação do impasse, com participação de representante jurídico da Intersindical ONS para questionar a legitimidade dos cortes. Os trabalhadores deliberaram a realização de uma assembleia após a reunião com MPT.  


Carta Capital revela o desmonte da Embrapa em favor das multinacionais do agronegócio

Reportagem da revista Carta Capital, intitulada “Um tesouro dilapidado”, revela o desmonte da Embrapa para favorecer as multinacionais do agronegócio. Atuação do SINPAF, afirma o texto, ajudou o governo a descobrir irregularidades e afastar o ex-presidente. A matéria, publicada na edição dessa semana e assinada pelo repórter André Barrocal, mostra como a Embrapa tem perdido espaço para multinacionais como Monsanto (Estados Unidos) e Basf (Alemanha) no comércio de mudas e sementes, um negócio que beira os R$ 10 bilhões anuais. A redução desse papel estratégico da empresa trouxe duas consequências graves: produtores, pequenos ou grandes, cada vez mais dependentes das empresas estrangeiras e falta de regulação nos preços dos alimentos, que pode afetar a soberania alimentar da população. Na matéria, o próprio presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, reconhece a situação. “O problema é sair completamente do mercado e permitir a concentração nas multinacionais”, admite.

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Charge: Pelo financiamento público de campanha!

 


Filme “O Som ao Redor” aponta as contradições da sociedade

O filme “O Som ao Redor”, do cineasta Kléber Mendonça, retrata as contradições da classe média brasileira. A vida numa rua de classe média na zona sul do Recife toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia, que oferece a “paz de espírito” da segurança particular. A presença desses homens traz tranquilidade para alguns, e tensão para outros, numa comunidade que parece temer muita coisa. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho. Uma crônica brasileira, uma reflexão sobre história, violência e barulho. O filme está em cartaz em algumas salas de cinema em todo o Brasil.

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