Informativo n. 2 | 02 de Setembro de 2014

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Congresso elege nova diretoria da Fisenge

 

 

 

A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros elegeu neste sábado, durante o 10º Consenge, a nova diretoria para o triênio 2014/17.  No comando da instituição está o engenheiro civil, Clóvis Nascimento Filho, do Senge-RJ e que foi secretário-geral da Fisenge na gestão anterior. “Um dos nossos mais sagrados compromissos é o desenvolvimento do Brasil . Não abrimos mão das questões corporativas, mas temos um compromisso maior: contribuir com propostas para o desenvolvimento do nosso país em busca de uma sociedade igualitária, fraterna e solidária”, afirmou engenheiro civil Clovis Nascimento Filho em seu primeiro discurso à frente da Federação.

 

Confira a composição completa da chapa AQUI

 

Ex-presidentes da Fisenge defendem proposta de projeto de Nação

 

No último dia (30/8) do 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros, os ex-presidentes da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) foram aclamados pelo plenário. Luiz Carlos Soares (Paraná); Paulo Bubach (Espírito Santo); Olímpio Alves dos Santos (Rio de Janeiro) ao lado do ex-presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt (Paraná) subiram ao palco e afirmaram a importância da engenharia na construção de um projeto de nação. “Se completamos 20 anos de luta e história, é nossa tarefa alimentar nossas esperanças para a construção coletiva de uma sociedade justa e igualitária. Vamos, juntos e juntas, com a coragem para aprofundar as mudanças necessárias”, afirmou o ex-presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt.

 

Abertura do 10º Consenge reúne engenheiros de todo Brasil

Delegações de doze estados brasileiros participaram da solenidade de abertura do 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), realizada em Búzios (RJ) nessa quarta-feira (27). É a maior edição da história da Federação. Na ocasião, foi lançado o livro “Fisenge 20 anos: duas décadas de lutas e esperanças” e feita homenagem ao engenheiro e político brasileiro assassinado pelo regime militar, Rubens Paiva. O 10º Consegue é organizado pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), que sedia o evento. O presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos deu boas-vindas aos cerca de 400 presentes e chamou atenção para a importância do resgate de memória da luta dos engenheiros. “Nenhum país pode ir adiante se não tiver conhecimento de seu passado. Não se pode planejar o futuro se não conhecemos nossa história”, ressaltou. Já o presidente da Fisenge, Carlos Roberto Bittencourt, afirmou a socialização da política. Discorreu pela necessidade de inclusão de mulheres e jovens nos quadros do movimento sindical e pela necessária reforma política.  “É preciso dar voz à diversidade e estabelecer consensos nas bases de uma democracia participativa. A reforma do sistema político vai além das bancadas do parlamento. As verdadeiras transformações virão com a democratização dos meios de comunicação, a taxação das grandes fortunas, o cumprimento da função social da terra e da propriedade e, principalmente, com soberania popular”, disse.

O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, fez a palestra magna sobre o tema “Um projeto de nação para o Brasil”. O professor e sindicalista fez uma análise de conjuntura, da postura do Estado Brasileiro, bem como do papel da engenharia no desenvolvimento brasileiro. “A engenharia é fundamental para planejarmos o futuro”, defendeu. Dulci defende que a luta não se restringe a interesses, mas também à disputa de valores. “A questão é o sentido das escolhas que os partidos e sindicatos fazem. Se isso interessa para todos, ou apenas para uma parte”, apontou. Dulci também destacou que a temática escolhida pelo 10º Consenge debate as questões dos engenheiros em diálogo com os pontos cruciais da economia, política e sociedade brasileira. “Trata-se de uma proposta que combina a defesa dos setores corporativos com os gerais. E inserir no processo da sociedade os interesses dos engenheiros é sinal de consciência política elevada”, finaliza.

Presidente da Fisenge emociona plenário com discurso

 

O primeiro dia do 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) foi marcado pela emoção do discurso do presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Carlos Roberto Bittencourt. “As jornadas de junho do ano passado foram fundamentais para legitimar as reivindicações do povo brasileiro pelo aprofundamento das transformações sociais. Embora as ruas tenham ecoado, equivocadamente, esse discurso de negação de partidos e sindicatos, precisamos ter a compreensão exata do processo histórico e identificar os atores sociais. A conjuntura é muito mais complexa do que um discurso amparado pela negação. Por isso, é fundamental que afirmemos as nossas organizações dentro do movimento sindical”, trecho do discurso de Bittencourt.

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Engenheiro Rubens Paiva é homenageado no 10º Consenge

 

“Engenheiro Rubens Paiva, Presente!” é o nome da exposição, de curadoria do jornalista Vladimir Sachetta. Ao todo, foram 18 painéis que remontaram a história do engenheiro e político brasileiro, Rubens Paiva, homenageado no 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros. Logo em seguida, na solenidade de abertura, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) promoveram uma homenagem à família de Rubens Paiva, representada por sua filha, Vera Paiva. O então presidente da Fisenge e do Senge-PR, Carlos Roberto Bittencourt destacou a iniciativa de resgatar a memória de Rubens Paiva. “Nos 50 anos dessa fase triste do Brasil, o golpe civil-militar, quando muitos foram mortos e torturados, homenageamos este engenheiro e a sua família para que as atrocidades cometidas pela ditadura não sejam esquecidas e cometidas novamente. Resgatar a memória é dever de um povo comprometido com sua história”. Vera Paiva ressaltou a importância do resgate da verdade, embora o Brasil seja um dos países mais recuados em relação aos casos de violações de direitos humanos. “Todo mundo sabe que o resgate da memória e da verdade no Brasil aconteceu tardiamente. Uma delas foi a voz dele, que fazia anos que não ouvia. Após 44 anos, por conta do movimento da memória foi recuperada uma fita da Rádio Nacional com o discurso do meu pai conclamando a juventude e o povo brasileiro a lutar pela democracia e a liberdade do povo brasileiro. Ouvir a voz do nosso pai foi uma emoção inacreditável”, contou.

A próxima homenagem acontecerá, no dia 12/9, com a inauguração do busto de Rubens Paiva em uma praça em frente ao DOI-CODI, no Rio de Janeiro.

 

Confira a homenagem a Rubens Paiva proferida pela diretora licenciada da Fisenge, Giucélia Figueiredo

 

“Hoje e muito menos amanhã, não consentiremos o silêncio. Os 50 anos do golpe civil-militar deixaram marcas profundas na sociedade brasileira. Perdemos para os horrores da ditadura o engenheiro e político brasileiro, Rubens Paiva, que foi barbaramente torturado e assassinado. Um lutador pela democracia brasileira, que ainda estudante de engenharia civil no Mackenzie, se mostrou um combativo jovem militante na luta “Pelo petróleo é nosso”. Ajudou a organizar o IV Congresso da União Estadual dos Estudantes em São Paulo, em março de 51. Nessa época, Rubens conheceu o advogado Almino Affonso, autor da lei do Salário Mínimo Profissional. No ano seguinte, Rubens ajudou a organizar a Semana de Energia Elétrica, também promovida pela União Estadual dos Estudantes. Energia era o tema do momento e o jovem militante, engajado no movimento estudantil, já defendia o monopólio estatal brasileiro, com a compreensão de que as riquezas estratégicas deveriam ser controladas pelo Estado. Mesmo depois de formado e já com sua empresa de engenharia, a inquietação política jamais deixou de fervilhar na alma de Rubens. Nas eleições de 62, foi eleito deputado federal. Na Câmara, Rubens conduziu os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre as tentativas de golpe do Instituto Brasileiro de Ação Democrática, o Ibad. Também foi Rubens Paiva que sugeriu ao colega de parlamento, Almino Affonso, a criação de uma lei que instituísse o nosso Salário Mínimo Profissional: a lei 4.950-A, de 1966, que foi aprovada quando Almino estava no exílio”.

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Congresso debate papel do Estado brasileiro

Na manhã desta quinta-feira (28/8), o 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) debateu o tema “O papel do Estado brasileiro no desenvolvimento nacional”. Com a coordenação do secretário-geral da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Nascimento e da diretora do Senge-RO, Celma Viana, integrante do Coletivo de Mulheres da Federação, o debate contou com a presença de Ricardo Bielshowsky, ex-diretor da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Maurício Muniz, secretário nacional do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Confira as palestrasAQUI

Mesa “O Papel do Estado Brasileiro no Desenvolvimento Social” faz um panorama da experiência brasileira

A manhã do segundo dia do 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) foi uma preparação para tarde. A quinta-feira (28) é o dia em que os Grupos de Trabalho são abertos. Esses fóruns irão debater os eixos temáticos já discutidos por engenheiros de todo o país. A mesa “O Papel do Estado Brasileiro no Desenvolvimento Social” atualizou os delegados sobre as grandes questões do Brasil. O conteúdo prepara as discussões temáticas que tomam a segunda etapa dos trabalhos do dia. O intuito é afinar as propostas que serão levadas aos candidatos a presidente da República que enfrentam as urnas em pouco mais de um mês. Com o tema “Um Projeto de Nação para o Brasil”, o 10º Consenge debate questões de tecnologia, infraestrutura, sociedade e do mundo do trabalho. A mesa da manhã dessa quarta apresentou um panorama do Brasil aos cerca de 400 presentes. O ex-diretor da Cepal e professor da UFRJ, Ricardo Bielshowsky, e o Secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Ministério do Planejamento, Mauricio Muniz Carvalho; teceram um histórico dos projetos nacionais de desenvolvimento econômico e social brasileiros. As experiências republicanas foram focadas por Bielshowsky com enfoque na economia. Já Muniz trouxe dados detalhados dos programas de desenvolvimento social. De acordo com Ricardo, o essencial é a universalização de direitos. Já Maurício deixou claro que há uma mudança clara de gestão, uma vez que os balanços do PAC, por exemplo, são feitos abertamente à toda a sociedade, afirmando princípios de transparência e diálogo com a sociedade.

 

Renovação sindical e inclusão das mulheres são fundamentais para avanço do movimento sindical

Mudança na linguagem e entendimento das demandas da juventude são estratégias necessárias para que os sindicatos incluam os trabalhadores do futuro. “O sindicato precisa acolher a juventude”. “A linguagem que o movimento sindical utiliza hoje é defasada, não atrai os jovens. O que a juventude quer é agilidade e objetividade”. “Quando o mundo do trabalho se tornar parte da vida dos jovens eles irão ao sindicato, mas é necessário criar mecanismos de atração”. Renovar, reciclar, reinventar foram as palavras de ordem na plenária da manhã desta sexta-feira, 29, do 10º Consenge, que abordou o “O Papel do Movimento Sindical Frente às Modificações do Mundo do Trabalho”. As afirmações do início deste texto, feitas pelos palestrantes no encontro, confirmam que mudar o foco na rotina sindical mais que uma tendência é uma necessidade urgente. “Escutamos que o sindicalismo está em crise, mas os números de greve e mobilizações aumentaram, principalmente de 2006 a 2012. De acordo com Dieese, mais de 80% das negociações foram eficientes na reposição da inflação”, apontou o paradoxo Adalberto. Mesmo diante deste quadro, o número de filiados vem caindo, isso porque o mercado de trabalho sofre intensas mudanças, como a alta rotatividade e má remuneração. “É necessário, mais do nunca, afirmar a solidariedade de classe”, disse Adalberto. Já Pascoal Carneiro trouxe à tona as tentativas de desregulamentação do trabalho, como o PL 4330. “No Brasil, o ideal seriam os contratos coletivos por ramos, por meio de um projeto global ampliaríamos a capacidade de mobilização. Também é fundamental recuperarmos a capacidade de formulação teórica do movimento sindical”, apontou Pascoal. A sindicalista Junéia Batista colocou dois importantes desafios ao movimento sindical: renovação sindical e inclusão das mulheres. “O recorte de gênero é fundamental nas negociações coletivas, como a garantia de creches, por exemplo. Estas são pautas específicas das mulheres e nós precisamos ocupar o espaço. Isso não significa disputar, mas sim compartilhar”, finalizou Junéia.

Fórum de estudantes delibera propostas

 

 

“Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética, já dizia Che Guevara. Nós não caímos nesta contradição”, disse o estudante de engenharia da computação, Clécio Santos, da Bahia, no último dia (30/8) do 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). Ao lado da estudante de engenharia elétrica, Thaynnara Queiroz, de Pernambuco, Clécio destacou que é necessário estreitar os laços com a juventude, sobretudo aquela organizada no movimento estudantil de engenharia. “Defendemos a expansão do ensino superior público, gratuito, de qualidade e laico. Incentivamos a participação de todas e todos, independentemente de gênero, cor, raça, religião e orientação sexual nos Senge Estudante e Senge Jovem”, ele afirmou.

Estudantes dos sindicatos filiados à Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) estiveram reunidos no Fórum de Estudantes. Ao final, o grupo aprovou propostas com o objetivo de contribuir para uma política de renovação sindical nas entidades. “Dividimos nossas propostas em três eixos: linha política, organização e formação profissional. Compreendemos como elementos centrais a formação política; a organicidade dos estudantes dentro da direção dos sindicatos e a participação de mulheres”, apontou Thaynnara.

 

Engenheira é homenageada na plenária final do 10º Consenge

 

“Nossa homenageada tem uma vida que nos leva a refletir sobre a história da mulher. É uma história de busca pela autonomia, de luta pela inclusão, por respeito e dignidade”, iniciou o vice-presidente da Fisenge, Roberto Freire, ao proferir texto em homenagem à engenharia Maria Elisabeth Marinho. A homenagem é uma iniciativa do Coletivo de Mulheres da Fisenge. Maria Elisabeth, conhecida como Beta, foi a primeira mulher a se formar em engenharia na Paraíba e combativa lutadora durante os tempos da ditadura militar, abrigando companheiros e apoiando Miguel Arraes, em Pernambuco, cidade onde vive. “Esta homenagem afirma o exemplo de luta de uma mulher que acredita e batalha pela democracia, liberdade do povo brasileiro e autonomia das mulheres”, disse a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía. Maria Elisabeth, bastante emocionada, agradeceu a homenagem e reforçou a importância da luta das mulheres por igualdade de oportunidades.

Confira o vídeo AQUI

Presidentes de sindicatos de engenheiros dizem o que esperam do novo governo

Investimento no planejamento de longo prazo, valorização profissional, respeito ao piso salarial e garantia da qualidade do ensino superior técnico são as principais demandas que profissionais de engenharia e agronomia de 12 estados brasileiros esperam que sejam cumpridas pelo futuro governo do Brasil. Profissionais de engenharia e agronomia defendem que o futuro governo invista no planejamento de longo prazo, valorize os quadros técnicos e respeite o salário mínimo profissional, sem perder de vista o cuidado com a qualidade do ensino técnico superior nas esferas público e privadas. Estas são algumas das prioridades apontadas por presidentes de sindicatos de engenheiros de todo o Brasil no 10º Consenge, em Búzios, Rio de Janeiro, evento que reuniu entre os dias de 27 a 30 de agosto, perto de 400 profissionais em debates sobre o futuro do País. Questões, diretamente ligadas à defesa do interesse público e a setores estratégicos de desenvolvimento que têm a participação direta dos profissionais representados pelas entidades sindicais, integram a Carta do Rio de Janeiro que será encaminhada a cada um dos candidatos à Presidência da República. O presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) e ex-presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) , Carlos Roberto Bittencourt, defende que o governo eleito esteja atento à recomposição dos quadros de engenharia nas escalas federal, estadual e municipal. “A valorização profissional é necessária. Hoje há a falta de engenheiros principalmente nos governos municipais. Sem engenheiros não há projetos e faltando projetos os municípios têm dificuldades para angariar recursos. É possível promover convênios com os estados e o governo federal para ter mais engenheiros nas prefeituras”.

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Carta de engenheiros a candidatos à presidência defende investimento nos quadros técnicos, compromisso social e reformas política e tributária

 

 

 

Resultado de debates realizados 10º Consenge, com base em um projeto de Nação para o Brasil, Carta do Rio de Janeiro resume propostas de sindicatos de engenharia de 12 estados brasileiros ao futuro governo. A Carta do Rio de Janeiro e um conjunto de propostas para o desenvolvimento nacional são o resultado do 10º Consenge (Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros) que reuniu desde quarta-feira, 27, até este sábado, 30, em Búzios (RJ), perto de 400 pessoas, entre profissionais e estudantes de engenharia e agronomia de 12 estados brasileiros. O documento será encaminhado aos candidatos à Presidência da República como contribuição das engenharias a um Projeto de Nação para o Brasil. Na maior edição do Consenge já realizada, foram traçadas as metas em defesa da engenharia nacional e orientações para uma nova matriz de desenvolvimento econômico para o Brasil, pautadas na distribuição de renda e justiça social. No evento, houve a eleição da nova diretoria da Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) para o triênio 2014-2017.

 

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Rede de comunicação da Fisenge é consolidada em Congresso

 

A comunicação não é feita por um indivíduo, mas sim pela interação entre os diversos. Se, hoje, as redes sociais promovem o imediatismo e até o avanço da superficialidade dos fatos, veículos alternativos dos movimentos social e sindical têm sido fundamentais na disputa pela forma de comunicação. Isso porque a internet ainda é um canal aberto à publicação de informações diversas e plurais. Se estamos derradeiros aos tempos da prensa móvel de Gutenberg? Apenas a história nos dirá. É preciso entender a comunicação como estratégica na disputa de hegemonia da sociedade. Com esta compreensão, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) já promoveu cinco encontros de jornalistas dos sindicatos, com o objetivo de transversalizar a necessária democratização dos meios de comunicação e efetivar uma rede ampla de troca de informações entre os sindicatos. A construção coletiva desta rede foi consolidada durante o 10º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). Uma equipe de sete jornalistas das entidades ao lado de repórteres fotográficos e cinematográficos concretizaram o exercício da cobertura compartilhada. Fizeram parte da grupo os jornalistas: Camila Marins (Fisenge); Carolina Guimarães (Senge-BA); Caroline Diamante (Senge-MG); Dejanine Araújo (Senge-PE); Flávio Borgneth (Senge-ES); João Pedro Amorim (Senge-PR); e Katarine Flor (Senge-RJ).  Ao longo do congresso, foram alimentados simultaneamente o hotsite do evento, as redes sociais (Facebook e Twitter) e o canal da Fisenge no YouTube; além de assessoria de imprensa. Após o V Encontro de Jornalistas da Fisenge e dos sindicatos, este foi um dos primeiros passos para a consolidação de uma política de comunicação integrada entre as entidades.

A cobertura de vídeos pode ser conferida AQUI ou no canal da Fisenge no YouTube: www.youtube.com/CanalFisenge

Textos de: Camila Marins (Fisenge),Katarine Flor (Senge-RJ), Dejanine Araújo(Senge-PE), Caroline Diamante (Senge-MG), Carolina Guimarães (Senge-BA); João Pedro Amorim (Senge-PR) e Flavio Borgneth (Senge-ES)

 

 

 

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Mais informações: consenge.org

E-mail: [email protected]

Tel.: (21) 2533-0836

Edição: Camila Marins (MTB: 47.474-SP)

Textos de: Textos de: Camila Marins (Fisenge),Katarine Flor (Senge-RJ), Dejanine Araújo(Senge-PE), Caroline Diamante (Senge-MG), Carolina Guimarães (Senge-BA); João Pedro Amorim (Senge-PR) e Flavio Borgneth (Senge-ES)

Projeto gráfico: Evlen Lauer