Boletim Coletivo de Mulheres – 17 de dezembro

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Boletim Coletivo de Mulheres – 17 de dezembro

Engenheira Eugênia participa de amigo oculto no trabalho

Final de ano e as confraternizações são comuns nos locais de trabalho e nas casas de todos e de todas. Não diferente, o trabalho da Engenheira Eugênia promoveu um amigo oculto na empresa.  E nestas ocasiões são comuns situações machistas, sexistas e homofóbicas. Acompanhe a última tirinha da Engenheira Eugênia deste ano.

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: [email protected] ou para [email protected]

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

CONFIRA A DÉCIMA TIRINHA DA SÉRIE:

 

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Coletivo de Mulheres: um balanço de 2013

 

Dez tirinhas da série de histórias da Engenheira Eugênia foram lançadas ao longo deste ano. As peças tiveram repercussão nacional e internacional, reproduzidas não apenas nos setores ligados à engenharia, como em toda a sociedade. Lançada em no dia internacional da mulher, 8 de março, a série tem o objetivo de denunciar práticas de violência contra a mulher, especialmente, o assédio moral. “Definimos, para 2013, durante nosso encontro em Salvador, o assédio moral como agenda política do Coletivo, principalmente, após o recebimento de inúmeras denúncias feitas aos sindicatos. O assédio moral pode ser velado e silencioso e denunciar é a melhor e mais eficaz forma de combate a esta prática”, explicou a diretora da mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Simone Baía, que também é coordenadora do Coletivo de Mulheres da Federação.

A experiência do Coletivo de Mulheres foi levada à frente. A diretora Simone Baía foi convidada para I Encontro Nacional de Petroleiras Fupistas. O encontro teve como tema “O empoderamento da mulher petroleira no ambiente de trabalho, nos sindicatos, organizações públicas e demais esferas da sociedade” e contou com uma palestra de Simone sobre a organização e a história das mulheres engenheiras da Fisenge.

 

“Acreditávamos que o Brasil era da gente”, engenheira Maria Elisabeth Marinho durante a juventude na ditadura militar

 


Em homenagem ao dia da engenheira e do engenheiro (11/12), entrevistamos a engenheira civil Maria Elisabeth Marinho, de 76 anos. Beta, como é conhecida, foi a única mulher de seu curso de engenharia em 1962, resistiu à ditadura militar, contribuiu para o enfrentamento da seca no Nordeste, foi conselheira do Crea-PE e integrou a primeira Comissão de Mulheres do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea). Hoje, ela, aposentada da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), é diretora do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Pernambuco (Senge-PE) e ainda trabalha na Câmara Municipal, fazendo trabalho de mobilização com engenheiros. Sua história é de luta e combate às opressões. Confira no link abaixo.

 

Diretora da mulher da Fisenge é homenageada pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo

Crédito Foto: Fábio Vicentini

O Crea-ES e a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo (Ales) realizaram na noite de quarta-feira (11/12), às 19 horas, uma sessão solene para homenagear os profissionais da Engenharia que receberam placas, diplomas e a Comenda Engenheiro Wilmar dos Santos Barroso. O evento foi realizado no plenário Dirceu Cardoso da Ales. A diretora da mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e engenheira química, Simone Baía, foi homenageada com uma placa por sua trajetória de luta pela valorização profissional e pela construção de uma sociedade igualitária e justa.

Fizeram parte da mesa solene de abertura, o Dep. Estadual proponente da Sessão José Esmeraldo (PMDB); presidente do Crea-ES Eng. Agrônomo Helder Carnielli; secretário chefe da Casa Civil Tyago Roffmann, representando o governador do Estado Eng. Florestal Renato Casagrande; conselheiro do Crea-ES Eng. Eletricista e Segurança do Trabalho, Áureo Buzatto, representando o Corpo de Bombeiros do Espírito Santo (CBMES); Dep. Estadual Esmael de Almeida (PMDB); Dep. Estadual Roberto Carlos (PT) e Dep. Estadual Janete de Sá (PMN).

 

11 de dezembro: dia da engenheira e do engenheiro

Para celebrar o dia da engenheira e do engenheiro, resgatamos a história de Enedina, a primeira mulher a ser engenheira no Paraná. Enedina Alves Marques venceu todas essas barreiras. Nascida em Curitiba, no dia 5 de janeiro de 1913, fez de tudo um pouco para tornar real o sonho de chegar à universidade. Filha de família pobre, viu os cinco irmãos mais velhos se dispersarem após a separação dos pais. Trabalhou como babá e teve apoio da família com quem residia para seguir no estudo. Em 1931 concluiu a escola normal secundária. Como professora, Enedina atuou no Grupo escolar de São Mateus do Sul, em escolas de Cerro Azul e Rio Negro; Passaúna e Juvevê, em Curitiba.

 

 

 

Campanha pelo fim da violência contra a mulher da Fisenge ganha audiência nas redes sociais

 

O Coletivo de Mulheres da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) lançou nesta quinta-feira (21/11) uma campanha pelo fim da violência contra a mulher. Ao todo são cinco peças, com o objetivo de sensibilizar a sociedade pelo 25/11, dia internacional de luta pelo fim da violência contra a mulher. A campanha, popularizada nas redes sociais, contou com mais de 6.000 visualizações.”Mesmo com um instrumento importante de coibição da violência doméstica e familiar, que é a Lei Maria da Penha, muitas mulheres ainda têm medo ou vergonha de denunciar. Esta campanha tem a finalidade de alertar sobre a importância da denúncia e da visibilidade dos casos, para dar fim à impunidade e à naturalização da violência contra a mulher”, destacou a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía. No Brasil, uma mulher é agredida a cada cinco minutos e quatro mil assassinadas por ano, de acordo com dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal. O Disque 180 funciona desde 2006 recebendo denúncias anônimas de violência doméstica. Desde então, foram registrados mais de 4 milhões de denúncias.

25 de novembro

O Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, 25 de novembro, traz a memória de três irmãs ativistas políticas latino-americanas (Pátria, Minerva e Maria Teresa Mirabal), que, em 1961, foram brutalmente assassinadas pela ditadura de Leonidas Trujillo, na República Dominica. A data é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1999. Com o objetivo de denunciar a dimensão do feminicídio e toda forma de violência, será realizada a campanha mundial 16 dias de ativismo pela não violência contra a mulher, do dia 25 de novembro até 10 de dezembro (dia internacional dos direitos humanos).

 

 

Coletivo de Mulheres da Fisenge define agenda política de 2014


Em reunião realizada, no dia 23/11, no Rio de Janeiro, o Coletivo de Mulheres da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) definiu sua agenda política para o próximo ano. “Assédio moral e a ocupação dos espaços de poder pela mulher” foi o tema definido por todas as engenheiras do sindicatos filiados à Fisenge. De acordo com a diretora da mulher, Simone Baía, 2014 é um ano estratégico para o país. “No próximo ano, o país contará com as eleições e a realização de megaeventos. A ocupação dos espaços de poder por mulheres é uma luta central para que possamos avançar na igualdade de direitos e oportunidades, além de debatermos direitos humanos com Copa e Olimpíadas”, destacou. Simone lembrou que os megaeventos atingem diretamente as mulheres com as remoções, a exploração sexual, entre outras questões. O Coletivo ainda programa uma ampla campanha para o 8 de março do ano que vem.

Coletivo de Mulheres do Senge-PB e Crea-PB promovem I Caminhada Ecológica do Dia do Engenheiro e da Engenheira

 

O Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Engenheiros no Estado da Paraíba (Senge-PB) e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (Crea-PB) promoveram no dia 7/12 a I Caminhada Ecológica do Dia do Engenheira e da Engenheira, em João Pessoa. O evento – parte das comemorações do dia do engenheiro e da engenheira – contou com o apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon) e da SERVIC. Os profissionais e seus familiares se reuniram às 6 horas da manhã, no busto de Tamandaré (praia de Cabo Branco), onde foram recepcionados com um café da manhã. Antes de seguirem para a caminhada, os engenheiros  e as engenheiras tiveram ainda a assistência de profissionais da saúde, com os quais puderam medir o peso, aferir a pressão  e ainda serem acompanhados por um profissional de educação física durante o trajeto de 4 km da caminhada.

Senge-PR homenageia associadas remidas em Jantar do Dia do Engenheiro

 

Duas associadas remidas do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) foram as primeiras homenageadas no jantar em comemoração ao Dia do Engenheiro. A engenheira Civil, Regina Maria dos Santos, funcionária aposentada da Sanepar, e a geógrafa Cecilia Schlichta Giusti, da Paraná Previdência, receberam os certificados das mãos das engenheiras agrônomas, diretoras do Senge e integrantes do Coletivo de Mulheres da Fisenge, Mary Stela Bichof e Sandra Cristina Lins dos Santos. O evento de confraternização, realizado na sexta-feira, 13 de dezembro, reuniu perto de 300 associados do sindicato no 3 Marias Clube de Campo, em Curitiba. O respeito às mulheres e a valorização da carreira de engenharia, independentemente do gênero, é uma defesa permanente do sindicato.

Senge-ES adia seminário sobre assédio moral para março

Devido à chuva torrencial no dia 25 de novembro, no Espírito Santo, foi adiado para março de 2014 o Seminário sobre “A Legislação trabalhista aplicada às atividades de profissionais da Engenharia – um olhar sobre o assédio moral”.  Promovido pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES), a atividade tem o objetivo de alertar sobre as práticas de assédio moral. O evento conta com o apoio do Crea-ES, da Mútua e da Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros (Fisenge). “Embora em muitos casos passe silenciosamente pelo nosso cotidiano, o assédio moral também é violência e, por isso, a escolha do dia 25, que marca a luta pelo fim da violência contra a mulher, data instituída pela ONU”, disse a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, uma das coordenadoras do seminário ao lado da diretora do Senge-ES, Patrícia Brunow. Para as palestras, foram convidadas: a procuradora federal Ivone Villanova, e a economista, psicóloga e diretora do Sindicato dos Bancários, Bernadete Martins.  Outro ponto destacado por Simone é o prejuízo do assédio moral para a saúde da mulher. “Este tipo de violência psicológica e moral ocorre nos espaços públicos e privados e causam depressão profunda, problemas emocionais, estresse e enfermidades crônicas. A violência atinge e dificulta o exercício da cidadania das mulheres na construção de uma sociedade diversa, plural, igualitária e solidária”, afirmou Simone.

Senge-SE realiza sarau sobre assédio moral

 

Aconteceu no dia 21/11, no Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (Senge-SE), um sarau contra o assédio moral. A atividade foi realizada pela diretoria da mulher do sindicato com a finalidade de discutir, identificar e combater este tipo de violência. De acordo com a diretora da mulher do Senge-SE, Marina Bezerra, o assédio moral atinge as mulheres dentro e fora de seu ambiente de trabalho. “O assédio moral é ainda pior no caso das engenharias, pois ele representa um segmento que, historicamente, é hegemonizado por homens”, destaca. Marina realça que o tema tem a ver com um recente caso de assédio moral que aconteceu com uma mulher engenheira de Sergipe. “Tivemos um caso concreto de violação dos direitos dos trabalhadores aqui, que o sindicato vem acompanhando. Estamos combatendo esta forma de opressão, que muita das vezes se efetiva de forma silenciosa e invisível”, ressalta. O evento contou com a participação do Coletivo de Mulheres de Aracaju e teve apresentação de músicas, poesias e sorteios de brindes.

Renovação e participação das mulheres são marca da nova diretoria do Senge-MG  

O Senge Notícias mostra, nesta edição, quais são as macroestratégias da nova gestão do Senge-MG traçadas durante a primeira reunião do Conselho Deliberativo, entre elas estão a intensificação da interiorização e as políticas ligadas ao gênero. O webjornal traz, ainda, o balanço das Negociações Coletivas e a polêmica envolvendo a declaração do ministro da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Moreira Franco, de responsabilizar os engenheiros pelo atraso das obras nos aeroportos. O Senge-MG repudia a afirmativa.

 

1º de dezembro: dia mundial de luta contra a Aids

O Ministério da Saúde divulgou o novo boletim sobre a Aids no Brasil. Em cerimônia no Rio de Janeiro, o ministro Alexandre Padilha afirmou que, no País, são estimados 718 mil portadores de HIV, dos quais cerca de 150 mil ainda não sabem de sua condição. “São quase três Maracanãs lotados de pessoas que estão perdendo a chance de tratamento, de melhor qualidade de vida e de não transmitir o vírus a outras pessoas”, declarou o ministro, ressaltando a importância da realização de exames clínicos para diagnóstico precoce da doença. Durante o evento, Padilha anunciou três novas medidas do Ministério, parte do novo Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e AIDS: possibilidade de tratamento logo após o diagnóstico de HIV, mesmo que o paciente não tenha imunidade baixa; um projeto para oferecer às pessoas vulneráveis ao vírus – como profissionais de Saúde – a oportunidade de se medicar preventivamente, como forma de evitar contágio; e a experiência do modelo “3 em 1” em relação ao coquetel para a AIDS (três comprimidos em uma cápsula). O teste das pílulas “3 em 1” será realizado inicialmente no Rio Grande do Sul e no Amazonas.

 

 

Futebol brasileiro e cantor Fagner aderem à iniciativa da ONU ‘O Valente não é Violento’

 

 

Flamengo, Cruzeiro, Fluminense, Bahia e Atlético Paranaense são os primeiros times do futebol brasileiro a apoiar a iniciativa “O Valente não é Violento” (www.ovalentenaoeviolento.org.br), projeto da Organização das Nações Unidas pelo fim da violência contra as mulheres. No próximo fim de semana, durante os jogos da 38ª rodada do campeonato brasileiro, os times entrarão em campo com uma faixa com os dizeres: “O valente não é violento com as mulheres”. Durante o fim de semana será lançado ainda o vídeo oficial da iniciativa, cuja versão em português conta com a música “Guerreiro Menino (Um homem também chora)” do compositor Gonzaguinha, gravada pelo cantor Fagner.

 

 

Brasil reduz mortalidade infantil, mas enfrenta desafio da mortalidade materna

 

 

O Brasil conseguiu atingir, cinco anos antes da meta, o objetivo, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, de reduzir em 75%, até 2015, a mortalidade infantil. Porém, o País enfrenta dificuldades para atingir o mesmo objetivo no caso da mortalidade materna. A meta de redução em 75% das mortalidades infantil e materna consta entre os oito Objetivos do Milênio, firmados em 2000 pela ONU, como as ações necessárias para garantir o desenvolvimento. O assunto foi discutido no 1º seminário de parlamentares da América Latina e Caribe para debater a saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil, promovido nesta quarta-feira (4) pelas comissões de Seguridade Social e Família, e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. O deputado João Ananias (PCdoB-CE), presidente da subcomissão especial destinada a tratar do fortalecimento da informação e prestação de contas sobre a saúde das mulheres e das crianças, ressaltou que outros países da América Latina e do Caribe que também enfrentam dificuldades para atingir as metas estabelecidas pela ONU. “Precisamos agir de forma integrada”, disse o deputado, que solicitou a realização do seminário.

 

 

 

 

Ex-presa política conta como foi torturada durante ditadura

 

 

Ela foi babysitter, tradutora, garçonete, cantora de MPB em bar, professora de teatro, coreógrafa, desenhista de moda, jardineira e até trapezista de circo em suas andanças pela América do Sul, após ter fugido do Brasil. Na Guatemala, envolveu-se com a guerrilha. Mas foi em 1964, em Pernambuco, que Sylvia Montarroyos, então com 17 anos, conheceu os porões da ditadura, onde foi torturada e sexualmente seviciada. Sylvia deu seu depoimento ontem, em audiência pública, na Comissão da Memória e da Verdade Dom Hélder Câmara. Sylvia contou que os maus-tratos foram tantos que passou a ter alucinações e foi internada num manicômio público, onde chegou com apenas 23 quilos, “só pele e osso”. A ex-presa política contou tudo que passou no livro “Réquiem por Tatiana”, o primeiro de uma trilogia em que relata a trajetória da menina pernambucana que acabou no exílio. Na primeira vez em que foi presa, contou, conseguiu fugir, sem disfarce, pela porta da frente da Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco, onde funcionava o Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Quase uma menina, passou despercebida pela portaria. Sua fuga foi notícia no “Le Monde” (França), “Pravda” (União Soviética), “El Pais” (Uruguai) e na Rádio “La Habana” (Cuba).

 

 

Homens, vamos conversar: campanha sensibiliza homens pelo fim da violência contra a mulher

 

O vídeo “Men, Let’s talk” já sensibilizou milhares de pessoas de todo o mundo pelo fim da violência contra a mulher. Assista ao vídeo

 

 

 

Mulheres são maioria entre jovens que não estudam nem trabalham, afirma pesquisa do IBGE

Um em cada cinco jovens brasileiros de 15 a 29 anos não trabalhava nem frequentava a escola em 2012, sendo que cerca de 70% eram mulheres. Os números são resultado da Síntese de Indicadores Sociais – Uma Análise das Condições de Vida dos Brasileiros, divulgada  nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O grupo, chamado de nem-nem, reúne 9,6 milhões de pessoas e era maior entre os jovens de 18 a 24 anos de idade (23,4%). No subgrupo de 15 a 17 anos, a proporção foi 9,4%. Entre as mulheres nem-nem, 58,4% tinham pelo menos um filho. A proporção cresce com a idade: 30% das meninas com idade entre 15 e 17 anos, 51,6% entre 18 a 24 anos e 74,1% do grupo entre 25 e 29 anos.

 

 

Vídeo viral incentiva meninas a serem engenheiras

 

Quem disse que garotas têm de usar cor-de-rosa e brincar de boneca, principalmente quando podem construir uma máquina de Rube Goldberg em vez disso? Essa é a mensagem de um vídeo que se tornou viral desde que foi postado no YouTube nesta semana —um anúncio da GoldieBlox, start-up de brinquedos infantis que vende jogos e livros para encorajar garotas a se tornarem engenheiras. No vídeo, três meninas estão entediadas assistindo a princesas cor-de-rosa na TV. Então elas pegam uma caixa de ferramentas, óculos de proteção, um capacete e começam a construir uma máquina de Rube Goldberg, que manda para os ares xícaras rosas e bonecas, usando guarda-chuvas, escadas e, claro, brinquedos da GoldieBlox.

 

65 anos da Declaração dos Direitos Humanos

 

 

Mandela: um legado de luta e solidariedade