Quarta, 27 Maio 2015 10:52

Senge-ES lança novo site

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) inaugura novas plataformas de comunicação com os engenheiros, agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas e afins. O site http://senge-es.org.br foi totalmente atualizado. Além disso, o Sindicato agora também está inserido nas redes sociais: www.facebook.com/pages/Senge-ES.
O ambiente virtual é importante espaço de trocas entre organizações e sociedade. A modernização das plataformas de comunicação objetiva aperfeiçoar o relacionamento com a rotina e trajetória profissional dos trabalhadores. Todo o conteúdo pode ser acessado via computador e dispositivos móveis: tablet e celular (smartphone).

 

Senge-ES lança novo site

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Os municípios paranaenses correm o risco de perder recursos federais destinados a novos projetos de mobilidade urbana devido a falta de apresentação de planos para a área, é o que aponta a reportagem da gazeta do Povo, publicada neste domingo (24). Segundo o jornal, desde abril o plano de mobilidade passou a ser obrigatório para a liberação de verbas via Orçamento Geral da União (OGU).

A falta do plano em parte é reforçada pelo déficit de engenheiros civis nos quadros municipais. Conforme o levantamento do Senge-PR e Dieese, presente da reportagem, 46% das cidades tem apenas um ou nenhum engenheiro no serviço público.

Outro agravante com a falta de profissionais de engenharia é a utilização de planos contratados de assessorias externas que não são adequados à necessidade do município. “É importante que todos tenham planos. Mas precisa de gente para cuidar do assunto. não podemos ter pranchas padrão onde só mudam o nome da cidade. Precisa ser algo sério”, alerta o presidente do Ippuc, Sérgio Pires, na reportagem da Gazeta do Povo.

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado de Sergipe (Senge-SE) alcançou mais uma conquista para os trabalhadores da categoria. Por meio do seu presidente, Rosivaldo Ribeiro, o Senge-SE conseguiu garantir em Brasília, perante o Tribunal Superior do Trabalho, o pagamento do Salário Mínimo Profissional (SMP) dos engenheiros admitidos na Companhia de Água e Esgoto (DESO), através do último concurso público realizado em abril de 2013.  “Foi uma luta bastante árdua, porque desde o início do certame, apesar de nossa ingerência junto à administração para a fixação do piso inicial dos profissionais da engenharia fosse dentro da lei, o Edital publicado pela DESO trazia como salário base, a quantia de R$ 3.256,10 para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, quando a Lei Federal 4.950-A/66, estabelece seis salários mínimos iniciais, ou seja, naquela época, o piso inicial para as 40 horas semanais deveria ser de R$ 5.763,00”, observou o nosso Presidente.


Para garantir o direito dos trabalhadores, Rosivaldo Ribeiro teve que entrar com um Mandado de Segurança na Justiça do Trabalho em Sergipe. Segundo o Presidente do Senge, a derrota na primeira e segunda instância não fez com que o Sindicato desistisse, foi então que ele, junto aos advogados, resolveu ir até Brasília para obter essa conquista. “Essa vitória nos deixa bastante satisfeitos, ela valoriza o profissional da engenharia que presta serviços relevantes a sociedade e tem uma responsabilidade muito grande na atividade que exerce.”, ressaltou.
Com mais essa conquista, o Senge só firma o seu compromisso com a classe e com a valorização do seu trabalho.

 

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Os engenheiros que trabalham na Copasa definiram a pauta de reivindicações da campanha salarial 2015/2016 em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), realizada na terça-feira, 31 de março. Uma das reivindicações diz respeito à tabela salarial específica e piso salarial dentro do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), de forma a viabilizar o pagamento do piso salarial, previsto na Lei 4.950ª/66, no salário base nível da carreira. Os engenheiros pedem também que a GDI incida sobre o salário base, considerando o Salário Mínimo Profissional (SMP) dos engenheiros.

Outra reivindicação diz respeito ao adicional de insalubridade ou periculosidade, na qual os engenheiros pedem que a Copasa se comprometa a regularizar o pagamento do adicional de insalubridade ou periculosidade aos profissionais que exercem atividades desta natureza.

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Até 12/3, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) irá disponibilizar uma pesquisa virtual sobre a opinião dos engenheiros e das engenheiras na campanha salarial do setor elétrico neste ano. Formulada pelo Coletivo de Negociação da Fisenge e pela economista e técnica do Dieese/Senge-RJ, Cristiane Garrido, a pesquisa tem o objetivo de contemplar as revindicações da categoria e contribuir para a formulação da pauta nacional do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). De acordo com o diretor de negociação coletiva da Fisenge, Ulisses Kaniak, o objetivo é reunir, a partir das demandas da categoria, informações específicas da engenharia. "Alguns dos pontos que mais atingem os engenheiros e as engenheiras são o descumprimento do Salário Mínimo Profissional e a descaracterização da engenharia na função dos cargos", afirmou Ulisses.

Clique AQUI para acessar a pesquisa

Ou acesse em: https://docs.google.com/forms/d/1oUHkbN2rceZLvAeDAW-YfKytsqKgyfp8DnloiQ4-kxE/viewform?c=0&w=1

Engenheiros podem participar de pesquisa para campanha salarial do setor elétrico

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O Senge-PR está unido ao Fórum de Entidades Sindicais (FES) -, que congrega 14 sindicatos que representam servidores públicos do Estado do Paraná, na manifestação contra ao ‘pacotaço’ do governo Richa que prejudica diversas categorias do funcionalismo público. O Sindicato dos Engenheiros, por intermédio do seu presidente, de integrantes da diretoria e associados, participa ativamente, nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, da mobilização realizada em frente à Assembleia Legislativa do Paraná. “Com essas medidas o governo não prejudica apenas os trabalhadores, mas também toda a população. Ao agir contra o funcionalismo público o governo desmonta a educação e desmotiva professores e demais servidores que anseiam por um trabalho digno. O Sindicato dos Engenheiros está mobilizado e se soma a todos os sindicatos em defesa dos trabalhadores do serviço público. Já enviamos correspondências, em que nos manifestamos contra as medidas do governo, ao governador, à vice-governadora, aos secretários de Estado e a todos os deputados estaduais. Essa luta é de todos. Vamos continuar com mobilizados, porque só com mobilização é que conseguiremos a vitória contra este pacotaço”, afirma o presidente do Senge-PR, Carlos Roberto Bittencourt.

Senge-PR participa de ato em defesa dos servidores públicos

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O recém-empossado Ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, recebeu representantes sindicais do setor elétrico, no dia 29/1, em Brasília. Entre os assuntos em pauta, a Plataforma Operária e Camponesa de Energia, a gestão do Sistema Eletrobras, a renovação das concessões e o pagamento da Participação dos Lucros e Remuneração (PLR). De acordo com o diretor de negociação coletiva da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Ulisses Kaniak, o ministro demonstrou conhecimento das pautas apresentadas e disposição para debater as revindicações dos movimentos. "Pedimos a retomada da agenda da Mesa de Energia com a participação do Ministério e também questionamos as terceirizações, privatizações e seus impactos na vida dos trabalhadores. Esperamos que esse diálogo seja permanente para que possamos fortalecer um setor elétrico comprometido com a sociedade brasileira", afirmou Kaniak. A Fisenge integra o CNE/FNU (Coletivo Nacional dos Eletricitários da Federação Nacional dos Urbanitários).

Fisenge participa de audiência com Ministro de Minas e Energia

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Os valores para o cálculo do Salário Mínimo Profissional (SMP) dos Engenheiros e das Engenheiras mudaram, de acordo com novo salário mínimo brasileiro no valor de R$788. O SMP é regido pela Lei 4950-A/1966, que estabelece os pisos para os profissionais de Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geologia e as demais modalidades profissionais de nível superior regulamentadas pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.


Salário Mínimo Profissional 2015
Jornada de 6 horas – 6 X R$ 788,00 = R$ 4.728,00
Jornada de 8 horas – 9 X 788,00 = R$ 7.092,00

Confira novos valores do Salário Mínimo Profissional dos Engenheiros e das Engenheiras

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Segunda, 15 Dezembro 2014 15:51

A DOR DE QUEM VIU A PETROBRAS NASCER

 

Luis Turiba

Uma aula de história cai como chuva para quem deseja realmente se inteirar. Melhor ainda se for contata por quem a viveu nas entranhas do poder, com riquezas de detalhes, alguns até sórdidos.

Convidado para uma exposição sobre o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva no Sindicato dos Engenheiros, me vejo, de repente, sentado à frente do histórico ex-ministro do governo Jango Goulart, o eterno deputado trabalhista Almino Affonso, uma espécie de arquivo vivo da política brasileira dos últimos 60 anos.

Elegante, terno bem cortado, bem falante, olhos vivos, memória afinadíssima, Almino Affonso está beirando às nove décadas, mas ainda muito altivo. Orgulha-se da sua existência política e da sua memória. Aproveitou a micro-plateia formada por jornalistas e deu sua aula-show emocionando a todos.

De cara corrigiu uma informação histórica: o golpe militar de 64 não ocorreu no dia 1 de março, conforme consta nos livros; mas sim na madrugada do dia 2, exatamente por volta das 2h30min, quando o presidente do Congresso Nacional, senador Auro Moura Andrade declarou vago o cargo de presidente da República e nomeou o presidente da Câmara, deputado Ranieri Mazzilli como presidente do Brasil, dando legalidade ao golpe de Estado que rolava nos quartéis. Jango havia partido num vôo da FAB para Porto Alegre.

Ao perceber que a Constituição havia sido rasgada, o também deputado-ministro Tancredo Neves dirigiu-se rapidamente até o senador Moura Andrade e, olho no olho com o dedo apontando para o seu nariz, verbalizou: “Canalha! Canalha! Canalha!”. Outro parlamentar, cujo nome fugiu a memória de Almino Affonso, fez pior: deu uma cusparada no rosto do oficializador do golpe de 64.

Almino Affonso vai contando sem atropelar os fatos. Dá gosto ouvi-lo. Se formou em Direito pela Faculdade 11 de agosto em SP. Entrou na política em 1959 eleito deputado pelo Amazonas. De imediato, tornou-se líder do PTB.

Construção de Brasília; Lei de Diretrizes e Bases, reforma agrária e Ligas Camponesas, PCB de Luiz Carlos Prestes, oposição de Carlos Lacerda, o fatídico encontro das tropas do Exército de Minas Gerais e do Rio de Janeiro nas imediações de Juiz de Fora, quando o I Exército aderiu ao movimento sem resistência; à luta pelo petróleo que ele participou ainda estudante de Direito em São Paulo. Sessenta anos de fatos, todos fortes

“Só não me peçam pra falar do rolo da Petrobras”, avisa o ex-ministro do Trabalho de Jango no início da entrevista-aula. Em seguida começa a relatar detalhes da campanha “O Petróleo é nosso” e da criação da Petrobras no final do governo Getúlio Vargas, fatos marcantes na sua vida.

Seus olhos então se enchem de emoção. Ele já não enxerga as duas jornalistas morenas à sua frente, tão elogiadas no início. O olhar se perde no passado e sua fala parece antevê algo muito grave. “A desgraça está passando a nossa frente, só não vê quem não quer."

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