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Sexta, 21 Dezembro 2018 15:03

7 motivos para contratar um engenheiro

• PLANEJAMENTO: o engenheiro planeja, organiza e supervisiona a obra, com o objetivo de prever e prevenir eventuais acidentes. O profissional da engenharia também é responsável pela concepção, desenvolvimento, dimensionamento, melhoramento e aplicação dos processos e produtos, operação de plantas químicas e aplicação das tecnologias e processos ligados às produções agrícola e pecuária;

• REDUÇÃO DE CUSTOS: o trabalho deste profissional pode diminuir consideravelmente os custos, desde a escolha de materiais de qualidade, gerenciamento de mão de obra, cumprimento de prazo e revisão de especificações técnicas. Desta forma, o engenheiro evita que obras sejam paralisadas ou reiniciadas por erros técnicos;

• SEGURANÇA E CONFORTO: um imóvel bem projetado garante uma estrutura confiável para você, sua moradia e/ou o seu negócio. O engenheiro também é responsável por garantir alimentos seguros e saudáveis;

• FORMAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA: o engenheiro é responsável legal, por meio da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), pela execução da obra, respondendo, inclusive, a penalidades;

• GERENCIAMENTO: o engenheiro gerencia os trabalhadores que atuam no projeto, os fornecedores, o controle de custos e, principalmente, a execução correta da obra e dos processos;

• ORGANIZAÇÃO: o engenheiro atua desde o planejamento, elaboração e cumprimento do cronograma até a divisão de tarefas;

• SOLUÇÃO: o engenheiro dá vida e forma às necessidades de sua obra, produto ou processo, gerando soluções com eficiência.

Fonte: Comunicação Fisenge

7 motivos para contratar um engenheiro

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11 de dezembro: dia nacional do engenheiro e da engenheira. Confira a homenagem da Fisenge para os profissionais que contribuem todos os dias para a qualidade de vida da população.

11 de dezembro: dia nacional do engenheiro e da engenheira

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A Procuradoria Jurídica do Confea protocolou na última sexta-feira (18/5), junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de ingresso como Amicus Curiae na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra dispositivos da Lei 12.378/2010 – que regulamenta o exercício da profissão de arquitetos e urbanistas – e da Resolução 51/2013, ambos do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR).

“No pedido, ressaltamos que um Conselho Profissional não pode definir áreas de atuação privativa de determinado grupo profissional. Para o Confea, os artigos da Lei e da Resolução ofendem os princípios constitucionais da reserva legal e da liberdade do exercício profissionais em detrimento da atividade desenvolvida por profissionais vinculados ao Sistema Confea/Crea e mesmo de outros conselhos profissionais. Esperamos que o STF aceite o nosso pedido para que a Procuradoria Jurídica possa se manifestar democraticamente no processo”, defende o presidente do Confea, eng. civ. Joel Krüger.

Para o procurador do Confea, Igor Tadeu Garcia, a intervenção na ADI tem como finalidade reafirmar as atribuições constitucionais e legais dos profissionais do Sistema. Segundo ele, a Lei 12.378/2010 e a Resolução 51/2013, do CAU/BR, “não resistem em muitos pontos ao filtro da Constituição de 1988, merecendo naquilo que contrariam o texto constitucional e as disposições da Lei 5.194/1966 ser expressamente invalidadas pela Corte Constitucional”. O procurador afirma ainda que será feito amplo trabalho técnico-jurídico para subsidiar o STF na tomada de decisão. “Vamos acompanhar o processo e tomar todas as medidas necessárias para que as prerrogativas profissionais dos jurisdicionados ao Sistema Confea/Crea sejam preservadas”, garante o procurador jurídico.

Equipe de Comunicação do Confea

Confea defende atribuições profissionais no STF

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O Sindicato dos Engenheiros da Bahia começa hoje (6) sua jornada pela valorização profissional. A campanha será composta por uma série de publicações nas redes sociais do Sindicato que irão destacar a importância dos profissionais da Engenharia e suas áreas de trabalho.

A iniciativa também tem como objetivo abordar os problemas enfrentados pelos profissionais da Engenharia, que são um reflexo da crise econômica e política instaurada no Brasil. Por isso, o Senge-BA visa fortalecer o mercado da Engenharia, em sua ampla área de atuação, incentivando a busca por investimentos em projetos que necessitem da contratação de profissionais qualificados.

Segundo o Presidente do Senge-BA, Eng° Civil Ubiratan Félix, o Brasil passa por uma grande contradição no setor da Engenharia, uma vez que a quantidade de demanda do povo brasileiro sobrepõe os profissionais atuantes. Para ele, isso ocorre devido ao fato do Estado não investir na tecnologia nacional e no mercado interno. “A Engenharia depende de uma política de Estado”, completou.

“Nós vivemos num país que tem muita coisa a ser feita. Temos 12 milhões de pessoas sem moradia, 70% das pessoas não tem tratamento de esgoto, 250 mil quilômetros de rodovias que precisam ser asfaltadas e pavimentadas. Precisamos triplicar a quantidade de portos e de energia e precisamos não só aumentar a produtividade do setor de alimentos, mas escoar a produção. São demandas fundamentais para o povo brasileiro que precisam do profissional de Engenharia” explicou ele.

Além dos profissionais, a campanha vem com a proposta de alertar a população, de forma geral, sobre o poder da Engenharia no aumento da qualidade de vida das pessoas. E também, de chamar atenção de que só será possível atender todas as demandas se houver um Estado nacional organizado, com um projeto que inclua todos os brasileiros.

por Giovana Marques (Ascom Senge-BA) 

Senge-BA inicia campanha de valorização profissional

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Nas últimas décadas, a engenharia brasileira passou por inúmeras crises políticas e econômicas. Passamos pelo período de hiperinflação, troca de moedas e a desindustrialização dos anos 90. Os engenheiros quase viraram suco, mas resistimos. A partir de 2003, colhemos frutos com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), as obras de infraestrutura, os programas de financiamento da casa própria e de agricultura familiar, a descoberta do pré-sal e a reestruturação da indústria naval. A engenharia era um dos cursos mais disputados nos vestibulares. Tempos auspiciosos para a engenharia brasileira com o fortalecimento de empresas, geração de empregos, investimentos em infraestrutura e competitividade internacional. Agora, em 2016, vivemos uma atmosfera de instabilidade política e econômica, que devasta as nossas profissões.

Em um quadro de recessão econômica, os primeiros cortes são os investimentos em infraestrutura, justamente o setor que poderia reverter o atual cenário. Quando há aceleração da economia, a demanda por engenheiros é maior. Somos mais de um milhão de profissionais registrados no Sistema Confea/Creas. A engenharia é uma atividade intelectual e prática que contribui para a produção de um sentido útil na coletividade e para a formulação de soluções. Em uma pesquisa realizada pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), as preocupações evidentes dos engenheiros e das engenheiras são a defesa do Salário Mínimo Profissional, a atuação em questões nacionais e a defesa da engenharia. Foram ouvidos 725 profissionais numa média de 3.200 participantes, durante a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, realizada em Foz do Iguaçu, em setembro.

No mesmo ano que comemoramos os 50 anos do Salário Mínimo Profissional (lei 4.950-A/66), nossa categoria enfrenta tempos sombrios de desaceleração econômica. Contudo, sabemos que a saída da crise também é política. A institucionalidade alarga seus flancos, onerando ainda mais o processo democrático. Dentro de uma perspectiva histórica, a saída política é a disputa de narrativa pelo fortalecimento do setor público. O corte não pode ser feito em investimentos, sob o argumento de gasto. É inadiável o debate sobre a auditoria da dívida pública, bem como uma reforma tributária.

Em um exercício de cooperação, poderemos recuperar as empresas nacionais, restaurar a capacidade de arrecadação e promover uma política de redução dos juros. A retomada do círculo virtuoso da engenharia é por meio da recuperação da capacidade de investimento do setor público e os acordos de leniência com as empresas nacionais. Com a inteligência técnica da engenharia e vontade política, podemos retomar a construção de um projeto de nação comprometido com a igualdade de oportunidades, a justiça social e solidariedade.

Mais do que comemorar, 11 de dezembro é uma data para resistirmos. Resistir em defesa da engenharia e da soberania nacional.

Clovis Nascimento é engenheiro civil e sanitarista e presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)

11 de dezembro: resistir em defesa da engenharia e da soberania nacional

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Este é um momento festivo, mas também de reflexão. Se eu fosse advogado, talvez eu falasse a importância da Justiça e não apenas do cumprimento da lei. Se fosse médico, talvez falasse das dificuldades do médico em conciliar o progresso científico com os limites éticos que garanta o respeito à vida, as crenças e a cultura de cada ser humano. Mas como sou engenheiro, vou falar da importância do Engenharia para o desenvolvimento do Brasil.

O Brasil é o terceiro maior exportador de alimentos do planeta, atrás apenas dos Estados Unidos e da União Européia. Apenas para exemplificar, somos o primeiro exportador de carne bovina, de carne de frango, de café, suco de laranja e açúcar; o segundo maior exportador de soja e milho e um grande exportador de amêndoas de cacau e carne suína. Em outra frente, somos o maior exportador de minérios de ferro e de diversos outros produtos não elaborados que os economistas classificam como commodites.

Infelizmente não somos grandes exportadores de produtos finais e elaborados. O Brasil exporta amêndoas de cacau e consome chocolate suíço, que com agregação da tecnologia (o saber fazer) dos suíços tem valor de mercado 150 vezes maior do que o produto não elaborado exportado pelo Brasil (amêndoa de cacau). Logo, para consumir 200 gramas de um bom chocolate suíço, temos de exportar 30 quilos de amêndoas. Quanto mais tecnologia agregada a um produto, maior é o seu preço e mais empregos são gerados na sua fabricação. 

Os chineses, europeus, americanos e indianos sabem disso, e por este motivo investem na formação de engenheiros, na pesquisa científica e tecnológica. Eles nos vendem uma placa de computador que pesa 100g por US$ 400 e para importarmos esta mesma plaquinha eletrônica precisamos exportar cinco toneladas de minério de ferro.

Para mudarmos este quadro, precisamos de conhecimento e tecnologia, já que temos abundância de recursos naturais e energia. E quem desenvolve tecnologia somos nós, os engenheiros, nas suas diversas modalidades. É importante compreendermos que os países “donos” do conhecimento científico e tecnológico são os detentores das decisões econômicas, do dinheiro, do poderio militar e das riquezas do mundo.

A Coréia do Sul é um exemplo emblemático. Nos últimos 50 anos o país se desenvolveu e se transformou num player da economia mundial. Sua população, de 49 milhões de habitantes é quatro vezes menor que a do Brasil. Porém, este país asiático forma duas vezes e meia mais engenheiros do que nós. Enquanto formamos um engenheiro para cada 6,3 mil habitantes, os coreanos formam 1 para cada 612,5 habitantes. Os Estados Unidos formam o dobro de engenheiros do Brasil. A China forma por ano 400 mil engenheiros, enquanto que a India forma 250 mil. Em termos de investimentos em pesquisa e tecnologia, o Brasil investe 1,11% do PIB (2008). Já os Estados Unidos investem 2,68%.

As Escolas de Engenharia no Brasil, com todas as suas possíveis deficiências, formam engenheiros capazes de desenvolver tecnologias. Infelizmente, o mercado nacional nem sempre aproveita todo esse potencial científico dos nossos engenheiros. O engenheiro brasileiro tem uma grande capacidade de adaptação, criatividade e “improvisação“, no bom sentido da palavra, pois mesmo em face das dificuldades que encontramos em nossas instituições de ensino, no mercado de trabalho e na falta de recursos para desenvolvimento cientifico e tecnológico etc, ainda assim nossos profissionais conseguem ser “Mestres e Doutores“ na superação de obstáculos e dificuldades.

Finalmente, gostaria de parabenizar todos os profissionais de Engenharia pela contribuição positiva que oferecem à nossa sociedade no desenvolvimento técnico, cientifico social e econômico, pois neste dia importante de reconhecimento da nossa profissão, é fundamental reafirmamos o nosso Compromisso Com A Engenharia e Com o Brasil.


Engenheiro Civil Ubiratan Félix Pereira dos Santos, Presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia e Professor do IFBA

11 de dezembro: Dia do Engenheiro Construtor do Desenvolvimento Nacional

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A valorização dos profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua e um projeto de nação foram os temas centrais da palestra proferida nesta quinta (01) pelo engenheiro civil Joel Krüger, representando o presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Francisco Nascimento Filho, durante a 73ª Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (Soea), em Foz do Iguaçu (PR). Intitulada “A engenharia, a agronomia e as geociências a serviço do desenvolvimento sustentável: uma nova visão”, a palestra apresentou indicadores que demonstram a importância do setor. “O grande salto da economia brasileira nos últimos anos é fruto de um trabalho conjunto, mas que sempre tem algo em comum: a forte presença dos profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua na força produtiva. Um contingente de 1,3 milhão de profissionais que participam decisivamente na composição do PIB brasileiro”, destacou.

Segundo Krüger, o fortalecimento da engenharia e da agronomia passa por questões como a defesa de grandes empresas estatais, através da valorização e gestão responsável, e o incentivo à educação, considerada um alicerce básico de qualquer país desenvolvido, em especial no ensino tecnológico. É essencial também valorizar e incentivar os jovens profissionais, pois o país investe muito na formação e depois alguns destes profissionais acabam trabalhando em empresas ou universidades no exterior. “Somos um dos mais importantes propulsores da economia brasileira. Por isso, estamos comprometidos com o desenvolvimento sustentável e temos muito a contribuir para o pleno crescimento do país, que deve ser retomado em breve”, assegurou. Ele destacou a importância do desenvolvimento de um projeto de nação a longo prazo para que o Brasil se torne um país desenvolvido. “O projeto de desenvolvimento do Brasil é de décadas, temos que olhar para 2050, 2100 e não somente para os próximos anos, e esse planejamento passa inteiramente pelo trabalho da engenharia”, diz o engenheiro civil. O cumprimento da legislação do salário mínimo profissional também precisa ser discutido, como apontou Joel Krüger. “Entendo ser necessário garantir o cumprimento em todo o país, tanto em empresas privadas quanto órgãos públicos, para fortalecermos a engenharia e a agronomia no Brasil”, finaliza.

Fonte: Crea-PR

Valorização profissional marca palestra na 73ª SOEA

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O Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de Santa Catarina – SEAGRO-SC, o SIMVET/SC – Sindicato dos Médicos Veterinários de Santa Catarina e o SENGE – Sindicato dos Engenheiros de Santa Catarina; entidades que juntas representam cerca de mil profissionais da Epagri e Cidasc, negociam diretamente com o Governo o Acordo Coletivo, com data base, 1º de maio, isto porque o Governo insiste na proposta de não conceder se quer a inflação medida pelo INPC

Como as negociações com o Governo não avançam as entidades decidiram por lançar uma Campanha Pública pela mídias sociais e outdoors, inicialmente distribuídos na Grande Florianópolis, e até não se descarta numa segunda etapa o uso de rádio e até de televisão, ampliando a manifestação e alertando a sociedade sobre o descaso do Governo e da falta de apoio e incentivos à pesquisa, extensão rural e defesa sanitária para o agronegócio e agricultura familiar catarinense. “A atividade representa 1/3 do PIB e 62% das exportações brasileiras, com forte participação da agricultura familiar, é o segmento que mais cresce (agronegócio) e não há contrapartida das autoridades”, esclarece Eduardo Piazera, presidente do SEAGRO.

Piazera alerta que sem a reposição da inflação, volta a ocorrer e de maneira ainda mais intensa, a compressão da tabela salarial para as categorias abrigadas pela Lei do Salário Mínimo Profissional (SMP) e pelas conquistas no ano passado com a implantação do Plano de Cargos e Salários, assim a proposta do governo penaliza os funcionários mais antigos e retira-lhes conquistas já adquiridas.

“Caso não ocorram avanços imediatos na proposta, as categorias não descartam uma paralização, já que há uma forte mobilização nas bases. Estamos mais conscientizados, no momento aguardamos o julgamento do dissídio na justiça e, paralelamente, estamos nos mobilizando no interior do Estado”, comenta Piazera.

Os engenheiros e médicos veterinários pedem mais atenção do Governo ao serviço público agrícola catarinense, responsável pelo patamar de excelência alcançado nas últimas décadas pelo setor agropecuário. Sucessivos planos de demissão incentivada já esvaziaram os quadros de fiscalização das empresas Cidasc e Epagri, colocando em risco o status de único estado livre da febre aftosa sem vacinação.

“Os sindicatos pretendem, com a Campanha, chamar a atenção dos políticos e alertar a sociedade para que ela se sensibilize pela causa”, finaliza Piazera.

 

Fonte: Ascom/Seagro-SC

Seagro-SC inicia campanha contra índice zero de reposição salarial e em prol da agricultura catarinense

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O movimento de mobilização dos engenheiros, geólogos e arquitetos servidores do estado continua forte em defesa da valorização profissional e contra a política da indiferença do Governo. Na manhã de sexta feira (23/10), os profissionais do DER interromperam o trânsito na Avenida dos Andradas em protesto contra a enrolação nas negociações por parte do Governo. No mesmo dia, a Secretaria de Estado de Planejamento (Seplag) anunciou, em nota à imprensa, que participaria de reunião de negociação com engenheiros e arquitetos na tarde de hoje (26/10).

Hoje, cerca de 80 engenheiros e arquitetos do DER, se juntaram aos colegas de vários órgãos num visível fortalecimento do movimento na Cidade Administrativa. Agora, não só engenheiros e arquitetos da Setop, Deop e DER estão mobilizados, mas também profissionais de outros órgãos como Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, Secretaria de Defesa Social, Secretaria de Estado de Esportes, Fundação Hospitalar e Polícia Civil chegam para participar da luta por mais valorização profissional.

Veja também: Engenheiros e arquitetos fazem manifestação na Av. dos Andradas por reconhecimento profissional

A concentração de engenheiros, geólogos e arquitetos durou desde o final da manhã até o encerramento da reunião entre os sindicatos Senge-MG, Sinarq-MG e Singeo-MG, Setop e a subsecretária de Gestão de Pessoas da Seplag, Warlene Rezende, por volta das 17 horas. Na reunião, o Governo se comprometeu oficializar a criação de uma comissão paritária com os profissionais, para discussão da Carreira de Engenheiro, Geólogo e Arquiteto no Estado.

Durante a reunião, discutiu-se também, o salário base dessas categorias. Em alguns departamentos e secretarias existem formas diferenciadas de gratificações e em algumas sequer existem gratificações. No entanto, está sendo estudada pela Setop a criação de um Projeto de Lei que garanta uma gratificação que remunere todos os profissionais engenheiros, geólogos e arquitetos que exercem efetivamente as atividades técnicas, o que ajudará a uniformizar estas atividades no Estado.

Para o Senge-MG, a criação das carreiras visa regularizar as atividades efetivamente desenvolvidas por estes profissionais.

Senge-MG: continua forte a mobilização de servidores do estado por valorização profissional

 Fonte: Senge-MG

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