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O Senge/Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro reunirá, no dia 4 de agosto de 2017, na Av. Rio Branco, 277/17° andar, às 18h, um grupo de historiadores e cientistas sociais para debater e apresentar sua mais recente produção. Na ocasião, os professores João Pitillo, Ricardo Quiroga Vinhas, Roberto Santana e Francisco Carlos Teixeira da Silva – historiadores da UERJ, UFRRJ e UFRJ – farão um breve balanço das "batalhas decisivas" da Segunda Guerra Mundial e da memória do conflito mais trágico do século XX que, ainda hoje, infelizmente, marca a política e a sociedade europeia e mundial.

O cientista político e advogado, militante dos direitos civis, Jorge Folena, da UCAM, fará – através dos seus livros "A Constituição Rasgada" e "Intervenção Judicial" – uma análise da atual situação política e institucional do Brasil e das perspectivas do sistema político nacional. Por fim, os professores Mauricio Parada, da PUC, e Francisco Teixeira, CPDA/UFRRJ/UFRJ, apresentarão a coleção "Políticas Educacionais e Traumas Coletivos", (volumes 1 e 2), voltada para a análise (volume 1) das políticas educacionais nos regimes autoritários e, (volume 2), o ensino da história e dos  traumas coletivos.

Após as breves exposições dos conteúdos das obras, que estarão ao dispor do público, será oferecido um pequeno ´vin d´honneur´. Será um prazer recebê-los nesta noite para relevante debate sobre pontos tão sensíveis de nossa atualidade.

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro fica na Av. Rio Branco, 277, 17º andar. 

Lançamento coletivo, noite de autógrafos e debates no Senge-RJ

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Curitiba recebeu, nesta sexta-feira (14/7), o IV Simpósio SOS Brasil Soberano, com mais de 150 participantes. Com o tema “Brasil 2035: um país justo e soberano”, o evento reuniu engenheiros, estudantes, ativistas, intelectuais e políticos. Participaram da mesa de abertura o engenheiro e presidente da Fisenge, Clovis Nascimento; o engenheiro e presidente do Senge-PR, Carlos Roberto Bittencourt; o engenheiro presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos; o presidente do CREA-PR, Joel Krüger; e o presidente Sindicato dos trabalhadores em educação pública do Paraná (APP Sindicato), Hermes Leão.

"O Brasil vive uma crise política sem precedentes na História. A mídia e os setores conservadores tentam tirar o foco da Reforma Trabalhista, que foi aprovada e representa uma das propostas mais destruidoras para os trabalhadores. Nem Margaret Thatcher [ex-primeira ministra britânica] nem Pinochet [ditador chileno que derrubou o governo de Allende] fizeram propostas tão cruéis e perversas. Nós vamos para as ruas construir e fortalecer a resistência. A nossa resposta é nas ruas e na luta", presidente da Fisenge, Clovis Nascimento.

Na mesa de abertura do encontro, o presidente do Senge-PR, Carlos Bittencourt, deu as boas-vindas e falou sobre a cidade aos participantes vindos de outros estados e frisou as recentes mobilizações ocorrida na capital paranaense. “Curitiba tem muita resistência. O Brasil todo acompanhou a luta dos professores e funcionários do estado, professores e servidores do município. Foi uma forte resistência, até contra a repressão policial com violência. Curitiba também teve o maior número de ocupações das escolas contra a reforma do ensino médio”, relatou o presidente.

Bittencourt destacou o retrocesso nos direitos dos trabalhadores aprovado pelo Senado: “É uma semana muito difícil para todos nós por conta da aprovação da Reforma Trabalhista. É um golpe nos direitos de todos os trabalhadores”.

A história ensina

Mais 21 mil pessoas foram assassinadas durante a Guerra do Contestado, que aconteceu entre 1912 e 1916 nos estados de Santa Catarina e do Paraná. O fato histórico foi lembrado pelo professor Hermes Leão, presidente da APP Sindicato, para fazer uma relação com o momento em que o Brasil vive atualmente. Segundo ele, a pauta não mudou: a tentativa de entrega das riquezas nacionais para o capital estrangeiro.

“Esse governo de Michel Temer poderia ser o retrato do grupo que protagonizou a tragédia da Guerra do Contestado. É o retrato da entrega, da criminalização do povo. A história nos ensina a luta necessária. O golpismo ainda é uma marca muito forte nessa nação”, explicou Hermes.

Oligarquias

O presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos, destacou o período político e econômico que o país vive e defendeu a importância entender este momento para ter a capacidade de se organizar e lutar. “No Brasil, ainda não conseguimos derrotar uma oligarquia que impede que possamos nos tornar uma nação soberana. Temos este desafio pela frente”, defendeu o presidente.

Origem do projeto

“É preciso uma compreensão mais macro do que estava acontecendo no país durante. Não se tratava apenas de tirar uma presidenta sem crime. Se tratava de mudar a condição de país. Transformaram o estatuto desse país, que vinha se colocando como uma das grandes potências do mundo, em uma nação subalterna. Demoliram os setores estratégicos. O Brasil é um país onde os CNPJs são destruídos e os CPFs são preservados”, afirmou o coordenador do SOS Brasil Soberano e o professor de História, Francisco Teixeira.

Com informações do Senge-RJ (Marcelle Pacheco) | Fotos de Giorgia Prates

 

 

“A nossa resposta é nas ruas e na luta”, afirmou o presidente da Fisenge, na abertura do Simpósio SOS Brasil Soberano

 

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A Frente Parlamentar Mista de Defesa da Soberania Nacional, lançada na quarta-feira (21), no Congresso, foi saudada pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), Olímpio dos Santos, como “da maior importância, neste momento que há claramente um ataque à soberania do país”. Segundo ele, “a Frente é muito oportuna, mas é fundamental que se estenda para além do parlamento e busque articulação com os movimentos sociais engajados nessa causa.”

Senge-RJ defende integração dos movimentos sociais à frente parlamentar pela soberania

O presidente do Senge-RJ, que também é vice-presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), vai oferecer à Frente o apoio das duas entidades sindicais e convidar seus integrantes a participarem das ações de mobilização do projeto SOS Brasil Soberano, que busca afirmar a soberania do país e construir um programa nacional de longo prazo voltado ao desenvolvimento e à expansão dos direitos sociais. “Desde as primeiras conversas para estruturação do projeto SOS Brasil Soberano, em meados de 2016, o Senge-RJ e a Fisenge já defendiam a criação de uma frente em defesa da soberania, porque as ameaças ao país estão muito evidentes”, observa Olímpio.

Ele cita, por exemplo, a venda dos ativos da Petrobras, a criminalização das empresas — em vez da dos seus executivos –, os projetos de lei para permitir a venda de terras a estrangeiros, a retomada das negociações para cessão aos EUA da base de lançamento de foguetes de Alcântara, e também as reformas que vão suprimir direitos dos cidadãos. “As pessoas sem direitos perdem o sentido de identidade e de pertencimento ao país”, diz. “As reformas regressivas reforçam o contexto de exclusão. Como ocorre nas periferias, onde as pessoas já vivem em estado de exceção.”

Na mesma direção, durante o lançamento da Frente, seu presidente, o senador Roberto Requião (PMDB-PR), afirmou que a corrupção está sendo transformada em “fachada” para a desnacionalização do país, “com a entrega da Petrobras, da Cedae, dos aeroportos, dos satélites.” Para ele, “o projeto de nação, de soberania, e a defesa do trabalhador e do empresário estão desaparecendo”.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Naional reúne 201 deputados federais e 18 senadores – além de Requião na presidência, estão lá o deputado Patrus Ananias (PT-MG), secretário geral, e, na executiva do colegiado, a senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM), os deputados Glauber Braga (Psol-RJ), Celso Pansera (PMDB-RJ), Odorico Monteiro (PSB-CE) e Afonso Motta (PDT-RS). Tem oito eixos de ação: defender a exploração eficiente dos recursos naturais, entre eles o petróleo; garantir uma infraestrutura capaz de promover o desenvolvimento; fortalecer a agricultura nas exportações, mas também na alimentação dos brasileiros; estimular o crédito e o capital produtivo nacional; defender o emprego e o salário; garantir um sistema tributário mais justo; consolidar as Forças Armadas na defesa da soberania; e assegurar uma política externa independente. Entre as propostas defendidas pelos parlamentares está a antecipação de eleições diretas no caso de queda do presidente Michel Temer, e o uso do Exército para manutenção da integridade do território.

“É muito importante a aliança de parlamentares e movimentos sociais preocupados com a soberania com os setores militares nacionalistas, que também a defendem”, avalia Olímpio, do Senge-RJ. “Devemos superar o trauma de 64 e construir de novo um projeto de nação.” Para isso, destaca, a sociedade organizada pecisa resistir às tentativas de desnacionalização que vêm, pricipalmente, das corporações transnacionais e do capital financeiro.

Os luzias, de novo
O presidente do Senge-RJ lembra que o “entreguismo” de segmentos da elite brasileira é histórico: “Vem do Império; os luzias aqui sempre foram entreguistas, enquanto os saquaremas eram mais nacionalistas.” Luzias eram os liberais, a burguesia urbana formada principalmente por bacharéis e comerciantes, a favor do esvaziamento do poder do Estado; e os saquaremas, os conservadores, em geral de base agrária. Os luzias ganharam esse nome em referência à Vila de Santa Luzia (em Minas Gerais), porque foi lá que eles sofreram uma grande derrota, em 1842, dos saquaremas, apelido inspirado na cidade de Saquarema, no Rio, onde um dos seus líderes, o visconde de Itaboraí, tinha fazenda e o grupo costumava se reunir.

Para o senador Roberto Requião, “a maior ameaça à soberania brasileira vem da financeirização da economia”. Segundo ele, “o sistema financeiro tornou-se um meio de escravização do nosso povo através de juros escorchantes e de escassez de crédito de longo prazo”. No discurso de lançamento da frente, afirmou que “a abertura indiscriminada ao capital estrangeiro e o estrangulamento da própria economia nos tornou uma área de caça de grande interesse para o capital vadio, cujo fluxo de entrada no país é festejado como se a desnacionalização acelerada fosse uma grande vantagem para o Brasil. Estamos destruindo empresas e empregos em detrimento da sociedade.” Aparente âncora da economia, o agronegócio e a exportação de commodities, na avaliação do senador, oferecem “risco tremendo para a economia, que fica à mercê de grandes cartéis de comercialização e de financeirização global”.

O risco torna-se maior, na opinião de Olímpio, porque, além de termos forças internas interessadas nessas operações com o capital estrangeiro, a economia brasileira é extremamente internacionalizada, praticamente sem grandes empresas nacionais no setor industrial. Nesse contexto, a aliança dos setores populares com segmentos das Forças Armadas ganha maior relevância na construção de um projeto de nação.

Por: Verônica Couto

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O presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos, apresentou o projeto SOS Brasil Soberano durante a realização do III simpósio, na manhã desta quinta-feira (08/6), em Belo Horizonte (MG).

Olímpio destacou que o projeto tem como objetivo formular alternativas para o momento em que o Brasil vive. A primeira contribuição foi o Programa de Emergência, elaborado com os resultados da discussão do I Simpósio, no Rio de Janeiro, e ao lado da Frente Brasil Popular. O vídeo está disponível na página do SOS Brasil Soberano no Facebook.

Presidente do Senge-RJ apresenta SOS Brasil Soberano

“Nós temos que discutir reformas e não contrarreformas, como está sendo feito nesse momento. Essas propostas do governo golpista dissolvem a ideia de nação. Não podemos ter um povo sem direitos. Como um povo sem direitos pode ter ideia de nação?”, criticou Olímpio.

Para ele, o povo é fundamental nesse processo.

“Nossa tarefa é participar e ajudar na discussão da organização política e social do nosso povo para ter o programa e levar o programa adiante, sem ilusões de conciliação. A nossa oligarquia não tem o menor interesse no povo”, afirmou. “Essa travessia não é tranquila e fácil. Teremos que construí-la com muita vontade, muito empenho e muita dor também.”

O SOS Brasil Soberano é uma iniciativa do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (SENGE-RJ), ao lado da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge). Esse é o terceiro simpósio do projeto. O primeiro foi realizado no Rio de Janeiro, no dia 31 de março. O segundo, em Salvador, no dia 27 de abril. A quarta edição está marcada para Curitiba, ainda sem data definida. O SENGE-RJ é uma das entidades integrantes da Frente Brasil Popular, organização social que tem como objetivo defender os direitos dos trabalhadores, ampliar a democracia e a participação popular, promover reformas estruturais para um projeto nacional de desenvolvimento democrático e popular, e defender a soberania nacional.

Redação: Marcelle Pacheco (Senge-RJ)

Foto: Alessandro Carvalho

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (SENGE Rio) realizou, nos dias 16 e 23 de maio, a etapa estadual do 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). Na ocasião, foram eleitos os 42 delegados que representarão o sindicato e elaboradas seis propostas, que serão encaminhadas para o debate no congresso.

O Consenge traz este ano o tema: “Resistir! Em defesa da engenharia e da Soberania Nacional”. Coube ao SENGE Rio o tema (analisar o... – para não repetir “tema”) “Desenvolvimento e a Soberania Nacional”. Olímpio Alves dos Santos, presidente do Sindicato, destacou a relevância do assunto frente a atual situação política do Brasil.

“Estamos assistindo, neste momento, a dilapidação do patrimônio do nosso país. Nós temos que acumular forças e ter clareza do embate que temos que fazer. É fundamental que tenhamos compreensão e capacidade de sermos donos do nosso destino. É fundamental fazermos do Brasil uma nação soberana”, avalia Olímpio.

Senge-RJ conclui etapa estadual do 11º CONSENGE

Para Clovis Nascimento, presidente da Fisenge e vice-presidente do SENGE Rio, “o momento é de Resistir! Vamos levar para Curitiba a bandeira da defesa da soberania”.

Paulo Jager, técnico do Dieese, foi o palestrante do primeiro dia (16/05) da etapa estadual. Jager destacou a relevância do tema para o atual momento político em que vive o Brasil.

O técnico do Dieese analisou também a relação intrínseca entre a promoção tanto do desenvolvimento quanto da soberania por via de um Estado atuante. Jager apresentou um “retrato” da privatização em curso, que traz como consequência a redução do Estado. Segundo ele, “o que está acontecendo agora vai além da alienação do patrimônio público. São inúmeras iniciativas que tem como objetivo geral a diminuição do Estado.

O segundo dia de debate (23/05) teve como tema “O ensino da engenharia, mercantilização, EAD e excesso de oferta”. O professor Nival Nunes de Almeida, que presidiu a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge), foi o palestrante da noite. Nunes apresentou o olhar da academia a respeito da formação dos profissionais de engenharia.

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O SENGE-RJ realiza o lançamento da 4º COPA SENGE DE FUTEBOL SOCIETY no dia 25 de maio, a partir das 18h. Durante o evento, também será realizado o sorteio dos times.

Na edição deste ano, estão inscritos 13 times masculinos e 3 times femininos. Será a primeira edição com a disputa feminina. No ano passado, participaram dois times formados por engenheiras: “Integradas” e “Derivadas”.

O lançamento da 4ª COPA SENGE será realizado no auditório do SENGE-RJ, na Avenida Rio Branco, 277 – 17º andar – Centro.

SENGE-RJ prepara lançamento da 4ª COPA SENGE

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Capacitação técnica TUBULAÇÕES E EQUIPAMENTOS - Nível 1

Local: Av. Rio Branco, 277, 17° andar - Auditório

 Descrição

Conhecimento de materiais e especificações aplicados a tubulações, suportes, e equipamentos aplicados à indústria do petróleo e à indústria em geral, suas aplicações e critérios de escolha.

Estudo dos equipamentos utilizados na indústria do petróleo nas etapas de tratamento primário (OFF-SHORE) e refino (ON-SHORE), incluindo a indústria em geral.

 Público-alvo:  projetistas, engenheiros, técnicos especializados e demais profissionais que atuem na área de tubulações, além de iniciantes na área de projetos que desejem preparação para atuar na área de projetos em petróleo.

 Investimento

Sócios: R$ 200,00

Não sócios: R$ 400,00 (Profissionais que pagam regularmente a contribuição sindical, mas não a contribuição mensal de filiado, não são associados do sindicato.)

Pagamento em até 10x no cartão de crédito ou à vista por meio de boleto bancário.

 

Material didático: Especificação técnica padronizada da Petrobras e normas internacionais.

Instrutor: José Américo Moura da Silva

Formação superior e técnica industrial em Petróleo, com 40 anos de atuação em grandes projetos de engenharia no segmento de petróleo e indústria no Brasil e exterior, em empresas como Petrobras, Eletronuclear, Eletrosul e Engevix Engenharia. Professor no ensino técnico industrial. Pós-graduado em “Docência e Gestão do Ensino Superior”, MBA em Petróleo e Energia, pela Universidade Estácio/RJ.

 

- As vagas são limitadas.
- O participante receberá um certificado ao final da atividade.
- A realização do curso está sujeita à quantidade mínima de matrículas.
- Bolsas de Estudos e descontos: uma vez que as atividades oferecidas pelo Senge-RJ são autofinanciadas, não é possível conceder bolsas de estudo ou descontos, a não ser os já oferecidos para associados e estudantes. Para mais informações, consulte Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro de convoca para a eleição de representantes sindicais que serão realizadas nos dias 26 e 27 de abril de 2017. Confira o edital abaixo: 

Eleição de Representantes Sindicais

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro - SENGE-RJ, convoca seus associados, da empresa AMPLA, em dia com suas Contribuições Sociais para participarem da eleição de Representante Sindical, para o mandato 2016/2019. A eleição do(s) Representante(s) Sindical(is), em cada empresa onde exista(m) candidato(s), serão realizadas nos dias 26 e 27 de abril de 2017, utilizando o Sistema VotaSenge, via Web, e em urna que fica instalada na Sede do Senge-RJ, situada à Av. Rio Branco, 277/17º andar, sala 1704 - Centro - Rio de Janeiro - RJ. O período da votação via web iniciará à 0h00min do dia 26 de abril de 2017 e encerra às 23h59min do dia 27 de abril de 2017. A urna fixa funcionará nos mesmos dias (26 e 27 de Abril de 2017) das 10h até às 17h. Somente poderão ser candidatos os associados que atendam às seguintes exigências estatutárias: a) Ser sócio do Senge-RJ há, pelo menos, 6 (seis) meses, apurados até o dia 20 de abril de 2017 e estar em dia com suas obrigações sociais ou quitá-las no ato da inscrição; b) Exercer suas atividades profissionais, na empresa em que trabalha, como engenheiro, agrônomo, geólogo, meteorologista, geógrafo ou outra profissão correlata ou conexa à engenharia, conforme definido no art. 1º do estatuto da entidade. Para se candidatar, o interessado deverá requerer sua inscrição, preenchendo formulário próprio, disponibilizado no site do Sindicato e remeter para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou na sede do Sindicato, situada à Av. Rio Branco, 277/17º andar - sala 1704 - Centro - Rio de Janeiro - RJ, a partir da publicação deste edital e até às 18h do dia 20 de abril de 2017.

 

Rio de Janeiro, 10 de abril de 2017.

 

Olímpio Alves dos Santos
Presidente

Para baixar a ficha de inscrição, clique aqui

SENGE-RJ convoca para eleição de representante sindical 

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O presidente do SENGE-RJ, Olímpio Alves dos Santos abriu, na manhã desta sexta-feira (31), o I Simpósio SOS Brasil Soberano. O evento busca soluções práticas para a crise que ocorre no país. Para Olímpio, o principal objetivo é construir uma discussão de projeto de nação. “Precisamos de um projeto de emergência e formular ações que contribuam para a construção de um projeto de Nação. O debate é fundamental para fortalecermos a nossa resistência diante do atual desmonte do Estado”, criticou.

Por Marcelle Pacheco (Senge-RJ)

O presidente da Fisenge e vice-presidente do SENGE-RJ, Clovis Nascimento afirmou que o Brasil vive uma crise sem precedentes na História do país. “É uma crise institucional e política, que partiu de um golpe muito bem engendrado, que traz prejuízos inestimáveis para a sociedade. Nosso objetivo é aprofundar a discussão e formular ações para melhorar as condições de vida da população, defender a engenharia brasileira e a soberania nacional. Esta é mais uma frente de resistência na atual conjuntura”, defende Clovis.

"A jornada de hoje é parte integrante do dia nacional de luta (31/3) contra as reformas e retrocessos", disse um dos coordenadores do projeto, o professor Francisco Teixeira, que também lembrou da menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, que morreu vítima de bala perdida dentro da própria escola, na Pavuna, no Rio de Janeiro. 

Também participaram da mesa de abertura Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia, Newton Augusto Cardoso de Oliveira, coordenador geral da pós-graduação da Faculdade Presbiteriana Mackenzie, e Duda Quiroga, secretária de comunicação da CUT-Rio.

I Seminário do SOS Brasil Soberano começa no Rio de Janeiro

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