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O Plano de Participação nos Resultados (PPR) da Sanepar cresceu 139% nos últimos cinco anos. É o que aponta levantamento feito pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR). O valor deste ano, R$ 13,7 mil por empregado, é resultado da distribuição de R$ 96 milhões aos trabalhadores por conta das metas atingidas. O montante será pago no dia 15 de agosto de 2019, após a assinatura do acordo dos sindicatos com a Sanepar.

O PPR de 2019 é referente aos resultados de 2018 e tem como critério “o limite máximo de 25% (vinte e cinco por cento) dos dividendos obrigatórios e de até 25% (vinte e cinco por cento) dos dividendos adicionais, concedidos aos acionistas, observando a política de distribuição de dividendos da Empresa”.

A evolução do compartilhamento dos lucros reflete a qualidade do serviço prestado pelos funcionários da empresa e as negociações promovidas pelo sindicato. Em 2015, por exemplo, a Sanepar distribuiu R$ 39,9 milhões aos funcionários, totalizando R$ 5478 por empregado. No ano seguinte, o valor atingiu R$ R$ 5.697,74 por empregado.

Em 2017 houve um salto no PPR dos funcionários. A Sanepar distribuiu R$ 66 milhões para todos os trabalhadores, sendo R$ 9.158,27 por empregado. O crescimento se manteve em 2018, quando a empresa compartilhou R$ 81,4 milhões entre os trabalhadores, totalizando R$ 11.179,24 por empregado.

Resultados da negociação

Na avaliação do sindicato, esse crescimento não é aleatório. Ele parte do comprometimento dos funcionários com a empresa e do trabalho da entidade nas mesas de negociação para que o aumento do lucro seja repassado aos funcionários.

O relatório da Fitch Ratings, por exemplo, aponta para o aumento dos ganhos da estatal. Saltando de R$ 3,8 bilhões de receita líquida em 2017 para R$ 4,5 bilhões em 2019, o que influenciará o PPR de 2020.
Esses números demonstram o potencial da Sanepar e os desafios a serem atingidos. Para o Senge-PR, no entanto, as metas não podem ficam em um patamar inatingível em que os engenheiros e demais empregados dediquem seus esforços e não sejam corretamente contemplados.

PPR em 5 anos

2019
R$ 13.744,21 por empregado
A Sanepar distribuiu R$ 96.173.976,92 entre os trabalhadores

2018
R$ 11.179,24 por empregado
A Sanepar distribuiu R$ 81,4 milhões entre os trabalhadores

2017
R$ 9.158,27 por empregado
A Sanepar distribuiu R$ 66 milhões entre os trabalhadores

2016
R$ 5.697,74 por empregado

2015
R$ 5478 por empregado
A Sanepar distribuiu R$ 39,9 milhões entre os trabalhadores

Fonte: Senge-PR

 

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Servidores não aceitam retirada de direitos

Senge-PR: Governo do Paraná deve apresentar nova proposta antes do ato unificado

Foto: Leandro Taques

O governo do Paraná deve apresentar uma nova proposta na segunda-feira (8) referente a data-base do funcionalismo público. A data foi confirmada em um encontro dos representantes dos trabalhadores com na Casa Civil e que contou com a presença de deputados. A nova proposta ocorre um dia antes do 2o ato unificado dos servidores públicos, marcado para o dia 9 de julho. A primeira sugestão apresentada pelo governador foi rejeitada e a greve segue mantida.

Na conversa com o governo, as lideranças do Fórum das Entidades Sindicais FES e de associações e sindicatos das polícias civil e militar confirmaram que os servidores não aceitam os 0,5% a partir de outubro, anunciados pelo governador à imprensa na última terça (2). As lideranças enfatizaram que aguardam uma “proposta decente” e que também não negociam retirada de direitos.

A proposta do governo foi feita assim:

0,5 % pra esse ano
1,5 % pra 2020
1,5 % pra 2021 condicionado a crescimento de 6,5% da RCL
1,5 % pra 2022 condicionado a crescimento de 7% da RCL

De acordo com o DIEESE, a  Receita Corrente Líquida de 2019 apresentou um incremento de 1,71% no acumulado do ano (até abril) em relação ao mesmo período de 2018, já no acumulado dos últimos 12 meses (maio/2018 a abril/2019) em relação ao mesmo período anterior (maio/2017 a abril/2018) a Receita Corrente Líquida cresceu 4,88%.

 

Fonte: Senge-PR

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Sindicato tem participado de mesas de negociação em todos os ramos.

Nenhuma descrição de foto disponível.

NEGOCIAÇÕES

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) participa de pelo menos 40 acordos coletivos de trabalho. Esses acordos envolvem engenheiros empregados em órgãos públicos e iniciativa privada. As negociações ocorrem diretamente entre Senge-PR e empregador ou com o sindicato participando de mesas com outras entidades. Confira um balanço das mais recentes negociações que o Senge-PR participa.

Trabalhadores da Compagas querem mesa de negociação com a empresa
Foi apresentada contraproposta de reajuste à direção da Compagas após os trabalhadores rejeitarem os itens apresentados pela Companhia. A empresa queria congelar salários, derrubar o abono e encerrar o auxílio educação de dependentes. A rejeição e contraproposta foi feita em uma assembleia geral no dia 7 de junho. Na pauta, a categoria reivindicou quatro pontos. O pedido de renovação do acordo coletivo de trabalho, autorização para que os dirigentes sindicais possam representar os trabalhadores em mesa de negociação e juridicamente, se for necessário. Outro ponto presente na pauta é a possibilidade de ajuizamento de ação caso a empresa descumpra o Plano de Cargos e Salários. E, por fim, apresentação e deliberação sobre o plano de participação nos lucros. Agora, a categoria aguarda uma mesa de negociação com a companhia.

Sindicatos agendam debate sobre pauta da Cohapar
Foi realizada a assembleia no dia 6 de junho para a formação de pauta com os trabalhadores. A reunião com a diretoria da Cohapar está pré-agenda para o próximo dia 18 de junho. Na ocasião, o Senge-PR e demais sindicatos apresentam os itens solicitados pelos trabalhadores. Caso o acordo não seja aceito, os sindicatos estão autorizados a buscar a valorização dos trabalhadores com ação judicial pelo dissídio coletivo.

Sanepar encaminha pauta unificada a sindica
Os sindicatos e a comissão de negociação da Sanepar já reuniram diversas vezes para discutir o acordo coletivo de trabalho. O último encontro ocorreu no dia 6 de junho. Nessa data, a comissão de negociação da empresa alegou a suspensão do abono. A comissão encaminhou um recurso para o CCEE ainda no dia 6 de junho. Os demais itens da pauta foram aprovados. Entre eles têm cláusulas ligadas a gratificação de férias, vale alimentação e lanche e outros benefícios. Antes de uma nova negociação, a comissão da Sanepar reuniu todos os pedidos realizados pelos diversos sindicatos que negociam em nome dos trabalhadores para formarem uma pauta unificada. Esse texto unificado foi encaminhado às entidades sindicais.

Copel negocia com funcionários após lucro bilionário
Os sindicatos têm se reunido com a comissão de negociação da Copel para discutir o PLR. As reuniões realizadas até aqui discutiram cláusulas financeiras, abonos, saúde do trabalhador, entre outras. Um impasse é relacionado ao banco de horas. A empresa quer aplicar a clausula 23, impedindo que os trabalhadores acionem a justiça em caso de descumprimento. Os sindicatos não concordam e querem a retirada do item para fechar o acordo. Ainda em relação ao plano de participação nas receitas, os indicadores foram aceitas e se aguarda a minuta que deve ser entregue pela comissão de negociação da Copel. Nos debates ainda se aborda a venda da Copel Telecom.

Com greve geral marcada para 25 de março, Estatutários aguardam proposta do governador
Os funcionalismo público do Paraná aguarda uma proposta de reajuste salarial do governo do estado. A categoria está com três anos de salários congelados, contabilizando 17% de perdas. Recentemente, em audiência na Assembleia Legislativa, os estatutários tiveram a comprovação de que o governador Ratinho Júnior, que sinalizou para um novo congelamento, tem condições de repor a inflação dos últimos 12 meses. Esses trabalhadores, representados pelo FES, ao qual o Senge-PR faz parte, tentam uma nova reunião para o dia 14 de junho, data da greve geral.

Sindicato e direção da Cohab devem debater pauta nessa semana
A assembleia que definiu a pauta dos trabalhadores ocorreu no dia 17 de maio. O texto já foi protocolado na empresa e existe uma reunião agendada entre sindicatos e diretoria para o dia 18 de junho, às 14h30. Nesse dia se discutem os pontos pleiteados pela categoria.

CREA-PR fecha negociação com engenheiros
Os engenheiros e demais funcionários do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) aprovaram a última proposta feita com relação ao acordo coletivo de trabalho 2019/2020. A assembleia foi realizada no último dia 4 de junho e a votação eletrônica ocorreu nos dias 4 e 5 de junho. Foram 185 votos a favor, 75 contra e duas abstenções. A aprovação da proposta ocorreu após duas assembleias seguidas rejeitarem a pauta apresentada pelo Conselho. O acordo coletivo é retroativo a abril de 2019 e deve ser protocolado em breve no MTE.

Paraná Educação sinaliza pagamento de piso mínimo
O Senge-PR se reuniu no dia 12 de junho com superintende do Paraná Educação e as diretorias financeira, jurídica e de recursos humanos. Na mesa de negociação está o primeiro acordo coletivo de trabalho. Uma das demandas é a regulamentação do salário com um piso mínimo. O tema está sendo avaliado pela comissão das estatais. As promoções e progressões também foram discutidas. A princípio, elas ficarão para o orçamento de 2020. Outro item debatido é a redução do horário de almoço para 30 minutos para quem fizer essa opção, Possibilidade aberta com a reforma trabalhista. A pauta deve ser colocada no acordo coletivo para ser regularizada.

 
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No último sábado (6), o Senge-PR promoveu a etapa estadual da Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade. Representantes das regionais do Senge-PR de Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Sudoeste se reuniram em Curitiba para apreciar e aprovar as contas e o relatório de atividades de 2018 do Sindicato.

Na mesma ocasião, que coincidiu com o aniversário de 84 anos da entidade, aconteceu uma reunião ordinária do Conselho Deliberativo (CD), durante a qual o Prof. Fabiano Dalto, da Universidade Federal do Paraná (UFPR) ministrou a palestra “Mitos Sobre Déficit, Dívida e Taxa de Juros”.

O Conselho Deliberativo contou também com uma visita do presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Francisco do Nascimento Filho. Em sua fala, Nascimento destacou a importância da atuação do Senge Jovem como instrumento de aproximação dos novos profissionais da vida sindical e da atuação em prol de temas que afetam a sociedade como um todo. O Senge Jovem também foi tema de debate no CD e na AGO.

Os relatórios financeiro e de atividades, aprovados por unanimidade, passam agora por revisão final, e em breve serão publicados no site do Senge-PR.

:: Confira as fotos da AGO

Fotos: Luciana Santos, jornalista do Senge-PR

Em Curitiba, presidente da Fisenge participa de reunião do Conselho Deliberativo do Senge-PR

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Em ofício no dia 2 de abril, o Conselho garantiu o respeito ao Acordo Coletivo enquanto durar as negociações.

Senge-PR: Giro das regionais - Palestras, eleição, formação sindical e negociações

O SengePR e o Sindifisc-PR se reuniram com o CREA Paraná no último dia 3 de abril para debater a pauta do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020. A pauta havia sido protocolada no dia 8 de março. O Conselho ficou de fazer uma contraproposta sobre a pauta apresentada. A próxima reunião acontece no dia 16 de abril. Na oportunidade, o sindicato segue lutando pela manutenção das conquistas anteriores e também poder avançar nas cláusulas financeiras e sociais e de direitos dos engenheiros e engenheiras.

 A pauta de reivindicações estipula a abrangência do acordo coletivo de trabalho entre 1º de abril de 2019 a 31 de março de 2020. A data-base da categoria é 1o de abril. O CREA enviou ofício um dia antes da reunião garantindo a data-base, o pagamento retroativo dos itens a virem ser acordados e o cumprimento das cláusulas compactuadas no ACT 2018/2019.

Contudo, o CREA quer congelar o adicional por tempo de serviço previsto na cláusula décima primeira: “Pagamento do valor equivalente a 1% (um por cento) sobre a remuneração fixa mensal do integrante da categoria profissional a título de ATS, por ano de atividade, a contar da data de admissão no CREA-PR, limitado a 35% (trinta e cinco por cento)”.

 O Conselho também quer rediscutir as ausência legais que são tratadas na cláusula trigésima segunda, ficando, no momento, valendo o artigo 143 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que define os afastamentos em caso de falecimentos, casamento, nascimentos, doação de sangue, entre outros.

REIVINDICAÇÕES

A pauta de reivindicações desse ano destaca aumento real de R$ 250 mais abono de R$ 1,5 mil em parcela única. Ainda nas cláusulas financeiras, se reivindica pagamento de R$ 55 de vale alimentação ou refeição ao longo dos doze meses, incluindo o 13o salário. As cláusulas sociais reforçam reajustes no auxílio creche, auxílio educação para filhos e funcionários, vacina contra gripe e auxílio medicamento e saúde, com o Crea custeando um dependente por funcionário.

REPRESENTAÇÕES

O Senge foi representado pelo presidente Carlos Bittencourt, pelo diretor da entidade e funcionário do CREA, Ricardo Marafrão, e pelo advogado Guilherme Silva Bednarczuk. Pelo SindifiscPR participou o presidente Antônio Marsengo. A representação do CREA teve o 2º Vice-presidente, José Fernando Garla, 1º Diretor Financeiro, Gerson Luiz Boldrini, e o chefe de Recursos Humanos, Ricardo Bittencourt.

Clique aqui e confira a pauta de reivindicações

Fonte: Senge-PR
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Sessões acontecerão na próxima segunda-feira (11), na sede e nas regionais da entidade.

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Na próxima segunda-feira (11), o Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (Senge-PR) realizará a primeira etapa da Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade. As sessões acontecerão na sede do Sindicato, em Curitiba, e nas regionais, em Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, e Sudoeste às 18h30 em primeira e às 19h em segunda convocação.

Na pauta estão a apreciação e aprovação das contas da entidade e do relatório de atividades de 2018, e a eleição de representantes para a segunda etapa da AGO.

O edital da AGO foi publicado em jornal impresso (Folha de Londrina), conforme prevê a legislação.

 

Confira abaixo o edital na íntegra:

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

O Diretor Presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná – Senge-PR – convoca os associados ao sindicato para comparecerem à Assembleia Geral Ordinária – AGO da categoria, a ser realizada em conformidade com os artigos 10 e seguintes do Estatuto do Senge-PR, em duas etapas: sessões regionais e sessão estadual.

A primeira etapa – sessões regionais – realizar-se-á no dia 11 de março de 2019, na sede do SENGE em Curitiba – PR, na Rua Marechal Deodoro, 630, 22º Andar, Centro, e nas sedes das Diretorias Regionais do Senge em Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Londrina, Maringá, Francisco Beltrão e Ponta Grossa, às 18h30 em primeira e às 19h em segunda convocação.

A segunda etapa da Assembleia Ordinária – sessão estadual, somente com os representantes eleitos na primeira etapa – será no dia 06 de de abril de 2019, às 13h30 em primeira e às 14h em segunda convocação, na sede do SENGE em Curitiba, no endereço acima citado.

A Assembleia Geral Ordinária discutirá e deliberará sobre a seguinte ordem do dia:

1) Apreciar e aprovar as contas realizadas no exercício de 2018;

2) Apreciar e aprovar os relatórios de atividades de 2018;

3) Eleição dos representantes para segunda etapa da AGO.

Curitiba-PR, 01 de março de 2019

Engº Agr. CARLOS ROBERTO BITTENCOURT

Diretor Presidente do Senge-PR

 

Confira os endereços da sede e das regionais:

Sede do Senge-PR – Curitiba – Endereço: Rua Marechal Deodoro, 630, 22º Andar, Centro – Telefone: (41) 3224-7536 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional de Cascavel – Endereço: Rua Paraná, 3056, sala 703, Centro – Telefone: (45) 3223-5325 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional de Foz do Iguaçu – Endereço: Rua Almirante Barroso, 1293, loja 9, Centro – Telefone: (45) 3031-2028 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional de Londrina – Endereço: Rua Senador Souza Naves, 282, sala 1001, Centro – Telefone: (43) 3324-4736 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional de Maringá – Endereço: Travessa Guilherme de Almeida, 36, Conjunto 1304, Centro – Telefone: (44) 3227-5150 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional de Campo Mourão – Endereço: Avenida Capitão Índio Bandeira, 1400, sala 607, Centro – Telefone: (44) 3523-7386 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional de Ponta Grossa – Endereço: Rua Júlia Vanderlei, 1376 – Telefone: (42) 3222-6309 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Regional Sudoeste – Endereço: Av. Júlio Assis Cavalheiro, 390, sala 18 – Shopping Center Aquárius – Centro – Telefone: (46) 3035-1505 – E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: Senge-PR

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O projeto está aberto a participação de estudantes de Engenharia e Arquitetura.

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Imagem do levantamento aerofotogramétrico, realizado no final de janeiro pelo Engenheiro Cartógrafo Leonardo Ercolin Filho, professor do Departamento de Geomática da UFPR. 

As imagens aéreas do Assentamento Contestado dão pistas da vida que se leva naqueles quase três mil hectares de terras, localizadas no município da Lapa, a 70 quilômetros de Curitiba (PR). Uma área rural que conjuga produção diversificada e preservação da mata, barracões, moradias, e, como não poderia faltar, um campo de futebol. Depois de 20 anos vivendo e produzindo na área, as famílias assentadas querem concretizar um sonho antigo: a construção de um Centro de Convivência para a realização de atividades culturais, sociais e de comercialização da produção local.

Antes dos próprios assentados colocarem a “mão na massa” para erguer a obra, diretores e sócios do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR) e do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Paraná (Sindarq) trabalham para criar o projeto arquitetônico e complementar do Centro. “Iniciamos o projeto no segundo semestre de 2018, quando começamos as conversas com as famílias, para entender as demandas”, explica Luiz Calhau, Engenheiro Civil e diretor do Senge-PR que integra a ação. “Nossa intenção é envolver estudantes que buscam formação profissional para além da universidade, a partir da interação com movimentos sociais”, completa.

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Reuniões de integrantes do Senge e do Sindarq com famílias assentadas (Foto: Arquivo)

O objetivo da comunidade é amplo, conforme explica Nei Orzekovski, morador da área há 20 anos e integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): “Nossa meta é que caibam umas 600 pessoas. Queremos que sirva para a nossa comunidade e para os movimentos sociais, sindicatos e entidades urbanas também. É para ser muito bonito, para festas, casamentos, sala de artesanato, salão de beleza, academia. Tudo que movimenta a comunidade”. Atualmente, 160 famílias moram na área, sendo 108 assentadas e outras 52 que compartilham o espaço, entre filhos e parentes dos assentados.

A expectativa é de que o Centro tenha cerca de 1.200 m2 de área coberta, além de uma praça linear com espaços de lazer e recreação. O levantamento aerofotogramétrico, uma das etapas iniciais do projeto, ficou pronto no final de janeiro. A medição foi realizada pelo professor do Departamento de Geomática da UFPR, Engenheiro Cartógrafo Leonardo Ercolin Filho, e gerou uma nuvem de pontos cartográficos e uma imagem da área em 3D.

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O levantamento aerofotogramétrico foi executado com a tecnologia VANT e gerou uma nuvem de pontos cartográficos e uma imagem da área em 3D (Foto: Arquivo) 

“Para nós é uma parceria excelente. Faz anos que falamos dessa ideia. Senão fosse a disponibilidade dos engenheiros e arquitetos dos Sindicatos, não teríamos como montar um projeto desse tamanho. É muito caro”, explica Orzekovski, que faz parte da coordenação do assentamento. Os recursos para erguer o Centro de Convivência são da própria comunidade. A previsão é ter o projeto técnico pronto até julho, para iniciar a obra em agosto.

Engenharia para o interesse coletivo

E não é a primeira vez que integrantes do Senge e do Sindarq integram projetos de melhorias no Contestado. Em 2009, diretores e mais de 20 estudantes ligados ao Senge Jovem foram responsáveis pela elaboração dos projetos de reforma de 110 casas na comunidade.

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O projeto está aberto a participação de estudantes de Engenharia e Arquitetura (Foto: Arquivo)

José Carlos Gomes Filho conheceu o Contestado durante o projeto de 2009, quando cursava Engenharia Civil na UFPR. Dez anos depois, agora como engenheiro sócio do Senge, ele está entre os profissionais que desenvolve o projeto do Centro de Convivência. Para o engenheiro civil, trabalhar junto ao assentado da reforma agrária tem sido uma tarefa bastante prazerosa e agregadora.

“A grande diferença entre desenvolver um trabalho deste porte é que na maioria das vezes um projeto técnico de engenharia se envolve com interesses particulares e alheios ao desenvolvimento coletivo, o que mascara a real importância da engenharia: servir como vetor de mudança da sociedade e não como ferramenta de acúmulo para interesses individuais. Nossa intenção é expandir essa vivência, integrando principalmente estudantes, para conhecerem a realidade do pequeno produtor rural, desmistificarem o que a grande mídia expõe sobre o movimento e se envolverem diretamente com um projeto multidisciplinar que abrange várias áreas da engenharia”, relata José Carlos.

Produção, estudo e convivência comunitária

A construção do Centro de Convivência vai compor um conjunto de equipamentos comunitários e públicos já erguidos e conquistados pelos assentados ao longo de 20 anos. Além das moradias e áreas de produção, o Assentamento dá espaço para a Escola Latino Americana de Agroecologia (ELAA), um colégio estadual, uma escola municipal, uma creche (chamada pelos assentados de Ciranda Infantil), uma Unidade Básica de Saúde e um Casarão Cultural, que realiza sessões de cinema semanalmente, entre outras apresentações culturais.

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A Escola Municipal e o Colégio Estadual atendem cerca de 120 crianças e adolescentes (Foto: Michele Torinelli) 

Quando o assunto é produção, a comunidade se destaca pelo cultivo coletivo e pela utilização da agroecologia. A cooperativa Terra Livre, criada pelo assentamento, organiza e escoa a produção de 210 sócios – agricultores da própria comunidade e também de Campo Largo, Lapa, Antônio Olinto, São Mateus do Sul, Palmeira, Teixeira Soares e Antonina. Toda semana são entregues 12 toneladas de verduras, frutas e legumes agroecológicos em 104 escolas, para a merenda escolar.

Antes de servir como território de vida e moradia para mais de 530 pessoas, a área estava improdutiva e acumulava dívidas com a União. As terras foram desapropriadas e destinadas à reforma agrária em 1999, após terem sido ocupadas por famílias integrantes do MST.

Dos 3.100 hectares da área,  1.240 são de áreas de proteção ambiental – como reserva legal ou preservação permanente. Todo o território integra os limites da Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana.

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Nei Orzekovski cultiva hortaliças, legumes e frutas agroecológicas em seu lote (Foto: Leandro Taques/Porém.net) 

“A prova de que a reforma agrária dá certo é que as pessoas estão bem. Não tem ninguém analfabeto, ninguém desnutrido, com fome. Todo mundo tem uma casa pra morar. Nunca teve um homicídio no assentamento. É só ter as oportunidades e vestir a camisa”, garante Nei Orzekovski.

 

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Fonte: Senge-PR / Texto: Ednubia Ghisi, jornalista do Senge/PR

 
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Nova parceria com o UniBrasil garante mensalidade reduzida para sócios e dependentes.

SENGE-PR

Área em constante movimento, a Engenharia exige que seus profissionais se mantenham atualizados com as mais recentes mudanças e inovações de seus setores. Para ajudar o engenheiro e a engenheira em sua formação continuada, o Senge-PR firmou parceria com o UniBrasil Centro Universitário, garantindo 20% de desconto para associados e seus dependentes na especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho.

O curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho visa fornecer subsídios teóricos e práticos para que os futuros profissionais possam atuar nos diversos tipos de indústrias e/ou instituições, aplicando as legislações pertinentes nas áreas de saúde e segurança do trabalho (NR – Normas Regulamentadoras e demais normas afins).

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Fonte: Senge-PR
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A indicação de Slaviero foge à reivindicação histórica do Senge e dos trabalhadores da empresa, que cobram a nomeação de técnicos reconhecidos do próprio quadro da Copel.

O Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR) recebeu com preocupação a notícia do nome de Daniel Pimentel Slaviero, executivo do SBT, como o indicado pelo futuro governador Ratinho Júnior (PSD) para assumir a presidência da Copel. A indicação de Slaviero foge à reivindicação histórica do Senge e dos trabalhadores da empresa, que cobram a nomeação de técnicos reconhecidos do próprio quadro da Copel.

A informação sobre o nome que pode ocupar o cargo mais alto da maior empresa pública do Paraná circulou, primeiramente, na editoria “TV e Famosos”, do site UOL, assinada pelo colunista Flávio Ricco. Isso porque Slaviero, administrador de empresas, 38 anos, tem a carreira marcada pela atuação em empresas de comunicação.

Atuou no Grupo Paulo Pimentel, de propriedade de seu avô, e como diretor-executivo da Rede Massa, afiliada do SBT e de propriedade do apresentador Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho, pai do futuro governador. O cargo que Slaviero deixa para assumir a presidência da Copel é o de diretor de rede do SBT. O executivo também foi presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) por quatro gestões.

Daniel Pimentel Slaviero é irmão de Eduardo Pimentel, vice-prefeito de Curitiba e secretário de Obras da Prefeitura. A assessoria de imprensa da pasta confirmou, na tarde desta segunda-feira (10), que o secretário negocia a exoneração do cargo. Caso isso não ocorra, a nomeação de Daniel poderá ser classificada como nepotismo, por desrespeitar a Lei de Governança das Estatais (13.303 de 2016).

O setor elétrico se vê diante de grandes ameaças, com o ascenso de pautas como as desregulamentações, privatizações e uma aparente despreocupação com o papel social e econômico estratégico da energia e telecomunicações para o desenvolvimento soberano do país. Neste contexto, é importantíssimo que uma empresa como a Copel, um dos maiores patrimônios do povo do Paraná, seja dirigida – tanto na presidência quanto nas demais diretorias e cargos de confiança -, por profissionais profundamente identificados com o legado e a missão que nossa empresa representa.

Por fim, o Senge-PR manifesta profunda preocupação com relação à nomeação de Slaviero para este cargo, de importância estratégica para o Paraná, pedindo a reconsideração da indicação, como forma de valorizar o trabalho contínuo realizado pelo corpo técnico que tornou a Copel a referência que ela é hoje, na geração, transmissão e distribuição de energia e telecomunicações.

 Nota do Senge-PR sobre a indicação de Daniel Pimentel Slaviero para a presidência da Copel

Fonte: Senge-PR

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Eleição aconteceu logo após Assembleia Geral Ordinária da entidade.

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Neste sábado (1), o Conselho Deliberativo do Senge-PR se reuniu para eleger os conselheiros da entidade nas Câmaras Especializadas do Crea. Cinco vagas foram preenchidas: três para a Câmara de Engenharia Mecânica e duas para a Câmara de Engenharia Elétrica. Eleitos por aclamação, os novos conselheiros assumirão os cargos a partir de 23 de janeiro, após solenidade de posse na primeira reunião da sessão plenária do Crea, em Curitiba.

Junto às câmaras especializadas, que são órgãos decisórios dentro do Conselho, os conselheiros desempenham, dentre outras atribuições, a função de deliberar questões relacionadas à fiscalização do exercício profissional, além de apontar e sugerir medidas de aperfeiçoamento das atividades do Conselho.

Confira abaixo os conselheiros eleitos e um breve currículo de cada profissional.

CÂMARA ELÉTRICA

Titular Eng.º Eletric. Sérgio Inácio Gomes

Engenheiro Eletricista (FEJ/UDESC, 1983), Mestre e Doutor em Engenharia Química, aposentado da COPEL, professor de Engenharia Elétrica, atualmente Diretor Regional de Maringá do Senge-PR.

Suplente Eng.º Eletric. Frank Toshioka

Engenheiro Eletricista pela UFSC (2004) e Mestre em Desenvolvimento de Tecnologia pelo Lactec (2017). Trabalha há 11 anos na Copel Distribuição nas áreas de Projetos e Obras e Manutenção de Redes Elétricas Aéreas e Subterrâneas, e atualmente desempenhando as atividades de Gestão de Medições de Fronteira e Gestão de Consumidores Livres. Foi inspetor do CREA Apucarana entre os anos de 2006 a 2007.

 

Titular Eng.º Eletric. Pedro Anesio Lazzaretti Pitt

Formado em Engenharia Elétrica pela UFPR e Engenharia de Sistemas Embarcados pela ENSTA-Bretagne, estagiou em empresas como Copel, Furukawa e Ifremer. Iniciou sua carreira em 2013 como Engenheiro JR na Sascar, onde trabalhou por 5 anos, sempre na área de engenharia e produtos. Atualmente trabalha na Mobi7, empresa de tecnologia focada em rastreamento e gestão de frotas.

Suplente Eng.º Eletric. Sérgio Adriano da Silva Lemes

Formado em Engenharia Industrial Elétrica com ênfase Eletrotécnica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (1996), atuou na Brasil Telecom (Telepar) de 1982 a 1989 e de 1994 a 2008, e na Copel de 1989 a 1994. Atualmente é engenheiro autônomo na área de Projetos e Obras.

 

CÂMARA MECÂNICA

Titular Eng.º Mec. Ayrton Pontes

Engenheiro Mecânico pela Escola Politécnica, PUC do Rio Grande do Sul. Funcionário de 1978-80 Riopel S.A. – Indústria de Papelão e Artefatos; de 1980-07 Banco do Brasil S.A.; de 2008-18 Ayrton Pontes Engenharia Ltda. Pós-graduado em Gerenciamento de Projeto pela UFPR; de 2006-13 Presidente, Vice–Presidente, Tesoureiro da AEABB – Assoc. Eng. Arq. do BB.

Suplente Eng.ºMec. Marco Antonio Pereira

Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal do Paraná e Técnico Mecânico pela Escola Técnica Federal do Paraná. Tem experiência em gestão de projetos de produtos e implantação de fábricas.

 

Titular Eng.º Mec. Cândido Natalio Malaguido

Formado em Engenharia Mecânica, especializado em Engenharia de Segurança do Trabalho e em Higiene Ocupacional, diretor da regional de Londrina do Senge-PR. Atua como profissional liberal na área de Engenharia Mecânica e Segurança do Trabalho.

Suplente Eng.º Mec. Roberto Bittencourt de Souza

Formado em Engenharia Mecânica, pela Universidade Federal de Santa Maria – RS, especializado em Administração Estratégica, pela Faculdade Santa Cruz; Gerência em Manutenção, pela UTFPR; MBA em Logística, pela Faculdade Educacional Araucária – “In loco” na empresa Codapar. Atuou de 1989 a 1990 na Ideal Colheitadeiras (grupo ACGO atualmente), 1991 a 2017 na CODAPAR, e atualmente é técnico do DEAGRO, na Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná.

 

Titular Eng.º Mec. Matheus Pereira Ramos

Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Tuiuti do Paraná e em Análise e Desenvolvimento de Sistemas de Informações pela Faculdade SPEI Curitiba, atua no Instituto EMATER do Paraná como Analista de Projetos do Crédito Fundiário.

Suplente Eng.º de Produção Mario Augustus Caldani

Graduado em Engenharia de Produção Agroindustrial pela Unespar, Campus de Campo Mourão, e pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho, pela UTFPR Curitiba, atua na Reymann Resistência Elétricas como Gestor de Processos desde 2013 e é diretor do Senge-PR na Regional de Campo Mourão, gestão 2017/2020.

 

AGO aprova plano de trabalho para 2019

Neste sábado aconteceu também a segunda etapa da Assembleia Geral Ordinária (AGO) do Senge-PR. Realizada na sede do Senge em Curitiba, a AGO contou com representantes das regionais de Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá e Ponta Grossa, e aprovou o plano de trabalho, a previsão orçamentária e as contribuições associativas e sindicais para 2019.

:: Confira aqui as fotos da AGO

Fonte: Senge-PR
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