Confira a agenda de cursos de setembro e outubro no Senge-RJ

Confira a agenda de cursos de setembro e outubro no Senge-RJ

Estão abertas as inscrições para os cursos oferecidos pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), para o período de setembro e outubro.
Clique nos links abaixo para conhecer mais sobre os conteúdos de cada curso e o perfil dos professores, e para fazer as inscrições on-line.
Os temas são escolhidos com base em pesquisa junto à base de engenheiros do Senge-RJ. E os associados têm desconto.
 
Projeto e análise de risco de SPDA
Dias 23, 25 e 30/ de setembro e 2 de outubro 
> Inscrições até 17 de setembro 
 
Os desafios do gerenciamento de áreas contaminadas no Estado do Rio de Janeiro
> Dia 25 de setembro – inscrição gratuita
 
Elaboração de laudo técnico de vistoria predial
Dias 2, 3, 7, 8 e 9 de outubro
> Inscrições até 24 de setembro
 
Eficiência energética: aprendendo a realizar um diagnóstico
Dias 7,8,9, 10, 11, 14, 15, 16, 17 e 18 de outubro
> Inscrições até 1º de outubro
 
Ruído ambiental, industrial e urbano
7, 8, 9, 14, 15 e 16 de outubro
> Inscrições até 24 de setembro
 
BIM 3D: Revit Architecture
Dias 21, 22, 28 e 29 de outubro e 4, 5, 11, 13, 18 e 19 de novembro
>Inscrições até 15 de outubro
 
 
 
Fonte: Senge-RJ
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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) manifesta sua preocupação e repúdio ao programa de liberação imotivada de recursos do FGTS, anunciado nesta quarta-feira (24) pelo governo federal. Trata-se de mais um ataque à estrutura do Estado brasileiro, revestido de caráter demagógico, que beneficia o setor financeiro e não resulta em impulso efetivo ao desenvolvimento e à retomada econômica no país.
 
A medida descapitaliza um fundo público, criado para financiar projetos de habitação e infraestrutura que têm grande efeito multiplicador, capazes de gerar emprego e mover a economia em ampla escala. Segundo avaliação nas redes sociais feita pelo economista Márcio Pochmann, da Unicamp, os R$ 28 bilhões do FGTS que vão ser liberados este ano poderiam financiar a construção de 280 mil moradias em 2019.
 
Com 64% das famílias brasileiras endividadas, bem mais da metade da população, segundo dados de junho da Confederação Nacional do Comércio (CNC), os recursos liberados deverão ser destinados principalmente ao pagamento de dívidas junto a bancos e financeiras. Ou seja, transferindo recursos dos trabalhadores, atualmente aplicados em poupança nacional, para o setor bancário. 
 
Economistas e especialistas reconhecem que é pontual e insuficiente o impacto da liberação do FGTS nos níveis anunciados – de até R$ 500,00 no ano – para o desempenho da economia. É inverossímil a suposição de que essa distribuição de recursos a varejo vá motivar o setor industrial a retomar investimentos estruturantes. A expectativa é que ocorram, no máximo, soluços breves no desempenho do consumo. Quem ganha, mesmo, é o setor bancário.
 
Não por acaso, as regras dos saques feitos nas datas de aniversário, a partir de 2020, permitem o uso antecipado dos recursos como garantia para empréstimos pessoais. O FGTS passa, assim, a servir para quitar dívidas e para promover novos endividamentos. 
 
As regras também se tornam mais complexas e arriscadas: quem optar pelo saque-aniversário (em percentuais que variam de acordo com o saldo disponível) não poderá depois fazer o saque total da conta em caso de demissão sem justa causa -- a não ser que retorne ao regime antigo, o que só poderá acontecer após dois anos. 
 
No desenho de previdência social em regime de capitalização idealizado pelo ministro Paulo Guedes, da Economia, além do desmonte do Regime Geral, o saldo das contas do FGTS passaria a integrar a conta de aposentadoria individual de cada trabalhador. “Ou seja, num passe de mágica, outro fundo enorme (R$ 496,9 bilhões no final de 2017) passaria também para as mãos dos bancos privados”, lembrou, em artigo no dia 24 de julho, o assessor da CUT Brasil, formado em Gestão Pública, Marcelo Fragozo. 
 
Derrotada a capitalização na Câmara, a liberação imotivada de saques do FGTS, em valores baixos, anualmente, retoma a estratégia de captura de recursos públicos do fundo pelo sistema bancário. 
 
Podemos estar assistindo ao início de mais um desmanche no patrimônio público, desta vez do FGTS. 
 
O Senge-RJ continua na luta contra o desmonte do Estado brasileiro, em defesa do desenvolvimento nacional, da retomada da capacidade industrial do país e de mais e melhores empregos para os trabalhadores brasileiros. 


Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ)

Rio de Janeiro, 25 de julho de 2019
 
Em nota, Senge-RJ critica liberação de FGTS que descapitaliza investimentos em infraestrutura
 
 
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Por Comunicação Senge-RJ

A primeira reunião de negociação coletiva com o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), com o objetivo de firmar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2019/2020, aconteceu no dia 18 deste mês, com a participação do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e do Sindicato dos Trabalhadores em Consultoria Engenharia e Projeto (Sintcon). Pelo Sinaenco, estiveram representantes vinculados às empresas PCE, Ecology e Cobrape.

Não houve qualquer manifestação do Sinaenco com relação à cláusula de reajuste salarial, embora a representação patronal tenha antecipado um quadro de dificuldades que impediria a concessão do reajuste de 6% solicitado pelos sindicatos dos trabalhadores.

Senge-RJ e Sintcon solicitaram encaminhamento formal, por parte da empresa, de contraproposta à pauta recebida, cláusula por cláusula, para que se possa avançar no processo negocial. Embora não haja ainda data definida para a próxima reunião, foi firmado o compromisso de que novo encontro será realizado no prazo máximo de 15 dias.

Foram apresentadas, em seguida, as prioridades do Sinaenco para a CCT:
a) Sobre a cláusula de garantia de emprego pós-parto: as empresas propõem redução dos 210 de estabilidade para 180, ou seja, acréscimo de apenas 60 dias após o término da licença maternidade.
b) Sobre pisos salariais: as empresas propõem instituir a categoria trainee para profissionais com até dois anos de formados, com o pagamento equivalente a 75% do piso nacional dos engenheiros, arquitetos e geólogos para uma jornada de 30h semanais.
c) Sobre a garantia de emprego aos empregados que estiverem a 12 meses de sua aposentadoria: as empresas propõem substituir o benefício da estabilidade pelo reembolso da contribuição previdenciária do profissional, em valor correspondente à parcela da empresa, por até no máximo 12 meses, mediante apresentação do comprovante de recolhimento.
d) Sobre a jornada de trabalho: as empresas propõem adoção do ponto por exceção como sistema alternativo de controle de jornada, o que significa dizer que a marcação do ponto se daria apenas nos casos excepcionais, como horas extraordinárias, faltas, atrasos e afastamentos.

O Sinaenco manifestou intenção de acelerar o processo de negociação para facilitar o pagamento das diferenças salariais decorrentes do fechamento da Convenção. Sua proposta é fechar a negociação em poucos meses para garantia do pagamento retroativo do reajuste salarial em parcela única. A extensão das negociações resultaria em parcelamento desse pagamento.

Os sindicatos, por sua vez, apontaram a demora do Sinaenco em agendar a primeira rodada de negociação após o recebimento da pauta de reivindicações, bem como esclareceram que farão esforços para que as negociações sejam concluídas rapidamente, desde que em benefício do trabalhador.

Mantenha seu cadastro atualizado e fique atento a novos informes!

Mais informações:
Senge-RJ
Telefones: (21) 3505-0717 - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Notícias do Senge-RJ: Sinaenco realiza primeira rodada de negociação

Foto: Pixabay

 

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O Senge-RJ já ganhou o processo no que diz respeito ao mérito do uso de banco de horas, e agora deve calcular os valores devidos aos empregados, sejam eles sindicalizados ou não, ativos ou inativos.

Empregados de Furnas têm até 24 de julho para participarem de ação judicial coletiva

Os empregados ativos ou inativos de Furnas, na base do Estado do Rio de Janeiro, sindicalizados ou não, participantes do regime de banco de horas a partir de 6 de novembro  de 2007, qualquer que seja o período, têm até o dia 24 de julho para se habilitarem na fase de liquidação do processo judicial coletivo contra a empresa. 
 
O objeto da ação é o banco de horas de Furnas, que foi implementado sem previsão em Acordo Coletivo. O mérito do questionamento foi considerado procedente pela Justiça, não cabendo mais recursos. Os efeitos jurídicos da decisão foram, de um lado, anular o banco de horas e, de outro, gerar diferenças salariais (pagamento de todas as horas positivas lançadas no banco como extras) que se iniciam em 12 de junho de 2007 e vigoram até o presente, uma vez que a empresa ainda faz uso irregular do regime do banco de horas. 
 
O processo já se encontra na sua segunda fase, de liquidação da ação, na qual o Senge-RJ deve apresentar os cálculos individuais relativos aos  trabalhadores representados que têm o direito integrá-la, a fim de receberem o crédito que lhes é devido. As contas serão preparadas por um perito contábil judicial que, em breve, será designado pelo Juiz da causa. 
 
Somente os representados que trabalham no estado do Rio de Janeiro podem participar da ação, ainda que contratados inicialmente para trabalharem em outras unidades da Federação, e, claro, façam parte do regime do banco de horas, independentemente do cargo ou função. 
 
O Senge-RJ está, agora, apurando os nomes dos representados contemplados pelo processo para, em seguida, apresentar as contas individuais devidas a cada um. Para tanto, o sindicato precisa que os trabalhadores assinem um termo de autorização disponível no site (clique para baixar), que deve ser enviado para o seguinte endereço eletrônico do sindicato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O envio do termo de autorização tem a data limite de 30/06/2019, para que o sindicato possa cumprir o prazo judicial. 
 
Nos casos de falecimento de um representado do sindicato, os seus herdeiros/sucessores também poderão fazer parte da ação, preenchendo e enviando o mesmo termo de autorização, com os dados pessoais do falecido, informados também no corpo do e-mail. 
 
Além dos percentuais de 10% e 20% devidos pelos participantes da ação ao sindicato, também será de responsabilidade dos trabalhadores o pagamento dos honorários do assistente técnico calculista, que vai conferir os totais definidos pelo perito judicial. O valor dos percentuais destinados ao assistente será de 1,5% para os associados adimplentes com as mensalidades sociais, ou de 3% para os associados inadimplentes ou não associados da entidade, também pagos ao final da ação, apenas após o recebimento do crédito e sobre o valor líquido efetivamente levantado.
 
 
Fonte: Verônica Couto/ Senge-RJ
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Uma sucessão de perdas e dores abateu de tristeza o Rio de Janeiro na última semana. A devastação provocada pela chuva, que também trouxe a notícia de sete mortos, e o incêndio que matou dez meninos da equipe de base do Flamengo, na madrugada da última sexta-feira (8), deixaram a população perplexa e indignada. Nos dois casos, a constatação de que a vida das pessoas está valendo pouco ou quase nada frente a interesses corporativos e comerciais. E que os cortes de gastos públicos representam, na prática, maiores riscos e, em última instância, perdas de vidas.

Nos últimos cinco anos, a Prefeitura do Rio de Janeiro reduziu em inacreditáveis 77% as despesas com controle de enchentes: de R$ 288 milhões, em 2013, para R$ 66 milhões em 2018, segundo dados da Transparência Municipal levantados pelo portal G1. No ano anterior, o desembolso foi ainda menor, de apenas R$ 14 milhões.

Segundo reportagem do site Intercept, de junho de 2017, um decreto municipal de 30 de maio remanejou R$ 21,2 milhões da Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente para publicidade governamental. Em abril, outro decreto já havia retirado R$ 1 milhão da conservação de logradouros para divulgação de iniciativas da Prefeitura.

Em tempo de indústria 4.0, drones e clones, não se pode aceitar que o governo ainda responsabilize a chuva ou o vento por mortes e destruição derivadas de inundações ou desabamentos, como na República Velha, quando o escritor Lima Barreto já denunciava o descaso do poder público com a população – assunto da crônica Enchentes, de 1915, que viralizou esses dias nas redes, resgatada por Luiz Antonio Simas.

A ausência de políticas consistentes e de recursos para executá-las, além de fragilizar as estruturas físicas da cidade, compromete a gestão e a fiscalização dos empreendimentos privados. Mesmo sem resultados conclusivos sobre as razões que levaram ao dramático incêndio no Ninho do Urubu, o incidente já revela erros por parte da fiscalização municipal. É espantoso saber que, mesmo tendo multado mais de 30 vezes o Centro de Treinamento do Flamengo, a Prefeitura do Rio não tenha conseguido sua interdição. No lugar do container com o alojamento dos jogadores da base estaria, segundo o projeto apresentado pelo clube, um estacionamento.

Não se pode brincar com a segurança das pessoas, nem transigir com normas de segurança, nem negociar com a vida. O Brasil e o Rio de Janeiro em particular têm tecnologia, engenharia e conhecimento em todas as áreas necessárias para prevenir acidentes e resistir sem perdas tão drásticas a chuvas e trovoadas.

A que serve uma política pública, qual é a prioridade de todo o aparato econômico e social, se não a vida?

Os mesmos meios de comunicação que soam compungidos frente às desgraças recentes, elogiam com ênfase e pressionam os governos, em todas as instâncias e de forma sistemática, pela redução dos investimentos públicos. Deliberadamente evitam conectar uma coisa à outra, ou seja, as políticas de ajuste fiscal aos desastres a que estamos assistindo.

Em 2018, o investimento do governo federal em infraestrutura foi o menor em dez anos, somando

R$ 27,875 bilhões, equivalente a 0,4% do PIB, de acordo com dados do Tesouro Nacional. Um valor cerca de 10% inferior ao total de 2017 (R$ 31 bilhões). Para 2019, a expectativa é que fique abaixo dos R$ 20 bilhões. Cortes que visam, tanto na esfera federal quanto nos acordos de ajuste fiscal fechados com os Estados, liberar recursos para o pagamento de juros a instituições financeiras.

Ou o país e o Rio de Janeiro despertam para a necessidade de retomada do investimento público, colocando o interesse e a atenção com seus cidadãos acima dos interesses privados, ou corremos o risco de vermos cada vez mais frequentes acidentes como os que abalaram o Rio na semana passada.

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro se solidariza com todos e todas que sofreram com as chuvas, e com os familiares e amigos dos meninos do Ninho do Urubu. Continuamos na luta pela retomada de políticas públicas que valorizem a vida.

 

Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ)


Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 2019

Nota Senge-RJ:  Os cortes nos gastos públicos e o desprezo à vida humana

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Resultado foi homologado no último dia 18 de dezembro

Senge-RJ elege seus conselheiros titulares para o Crea-RJ

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) elegeu no último dia 18 os seus 10 conselheiros para o Crea-RJ. São 10 conselheiros titulares por modalidade profissional – engenharia elétrica, mecânica e civil, conforme segue:


>Engenharia Elétrica:

Carlos Alberto da Cruz - 22 votos

Alcebíades Fonseca - 22 votos

Fábio de Jesus - 23 votos

Élio Ricardo Moraes Pacheco - 24 votos


>Engenharia Mecânica:

Marco Antônio Barbosa - 26 votos

Paulo da Silva Capela - 26 votos

Cladice Nobile Diniz - 26 votos

Pedro Paulo Thobias F. Santos - 24 votos


>Engenharia Civil:

Mário de Oliveira Machado - 24 votos

Raimundo Luiz Neves Nogueira - 24 votos


Resultado final homologado:
https://www.sengerj.org.br/admin/posts/3410-resultados-das-eleicoes-de-conselheiros-para-o-crea-rj
 

 

Fonte: Senge-RJ

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No dia 21 de junho, às 9h30, ocorrerá o “Café com Política”, um debate sobre “Os efeitos do choque ultraliberal no Brasil”. O evento, promovido pelo SOS Brasil Soberano, é uma iniciativa do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e contará com um debate com os economistas do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE-UFRJ), Luiz Carlos Prado e Eduardo Pinto e com a mediação da cientista política e coordenadora do Dieese, Jéssica Naime.

SOS Brasil Soberano promove debate sobre “Os efeitos do choque ultraliberal no Brasil"

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Defesa da engenharia, da Eletrobras e da soberania nacional são os temas abordados, em vídeo, pelos engenheiros Clovis Nascimento (presidente da Fisenge) e Olímpio Alves dos Santos (presidente do Senge-RJ). Ambos declaram apoio integral à paralisação dos trabalhadores do setor elétrico. Clique e confira abaixo!

• Clovis Nascimento
• Olímpio Alves dos Santos

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Em um movimento de adesão à paralisação dos trabalhadores do setor elétrico, o Senge-RJ participou de manifestações, hoje (11/6), na porta das empresas da Eletrobras, Furnas e Eletronuclear. De acordo com o diretor do sindicato Gunter Angelkorte, a adesão é alta. “Há alguns meses, a privatização do Sistema Eletrobras era algo dado, mas graças à mobilização dos trabalhadores, já temos uma mudança de panorama”, informou. Nesta quarta-feira (13/6) haverá uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a privatização. Ainda segundo Gunter, a empresa propôs, na negociação do acordo coletivo, um índice de 1,69%.



Senge-RJ mobiliza trabalhadores na porta das empresas do setor elétrico

 

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"A Petrobras e a Soberania Nacional" é o tema da próxima edição do Soberania em Debate, que acontece na próxima quinta-feira, 7 de junho, às 15h, na sede do Senge/RJ, Avenida Rio Branco 277, 17º andar. E é parte da agenda do movimento SOS Brasil Soberano, apoiado pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro/Senge-RJ e pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros/Fisenge.

O palestrante será o economista Cloviomar Cararine, também analista do Dieese e assessor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), com apresentação da jornalista Camila Marins. Cararine vai comentar a Nota Técnica divulgada pelo Dieese no dia 26 de maio, na qual um diagnóstico da crise atribui o descontrole de preços às políticas adotadas por Pedro Parente ao assumir a estatal em 2016.

Sem público presente, com duração aproximada de 90 min, o evento será transmitido pela página do SOS Brasil Soberano no Facebook. E estará aberto a perguntas que cheguem pelo www.facebook.com/sosbrasilsoberano, além de reproduzido posteriormente em vídeo.

 

FONTE: SOS BRASIL SOBERANO

 Soberania em Debate entrevista Cloviomar Cararine, assessor da FUP, sobre a política de preços da Petrobras

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