Formação tem o objetivo de ajudar a enxergar a alternativa do bambu como elemento estrutural e como possibilidade de construir com baixo impacto.

ithaka eng

No dia 17 de agosto, o Senge-PR promove, em Curitiba, o curso “Projeto de Estruturas em Bambu: Princípios de Dimensionamento & Verificações de Segurança”. A formação é voltada para estudantes e profissionais das áreas de Engenharia Civil, Arquitetura & Urbanismo e construção civil em geral.

Ministrado pelo Engenheiro Civil e fundador da Ithaka Engenharia, Amadeus de Novaes, o curso tem o objetivo de ajudar os estudantes a enxergar a alternativa do bambu como elemento estrutural e como possibilidade de construir com baixo impacto.

Associados ao Senge-PR e ao Senge Jovem têm desconto.

ATENÇÃO: As vagas para esta edição estão esgotadas, mas você pode colocar seu nome em uma lista de espera. Escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., e, na próxima edição, você terá preferência na inscrição!

Confira abaixo mais informações sobre o curso:

APRESENTAÇÃO E OBJETIVOS

Conforme se percebe a escassez dos recursos naturais, em face da crescente demanda pelos mesmos em um mundo que deve ter condições para se industrializar cada vez mais, aumenta-se a necessidade em explorar oportunidades de novos materiais e novas técnicas no campo da construção civil.

Em frente a este cenário, o bambu tem recebido maior atenção não só de entusiastas por construções sustentáveis mas também da comunidade em geral por conta de suas características amigáveis com o meio-ambiente.O bambu é um material renovável, apresenta baixo consumo energético incorporado ao material e sequestra carbono da atmosfera. Além disso, as estruturas que o contém apresentam uma beleza exclusiva.

Nossa missão é ajudar estudantes, profissionais e a sociedade em geral a enxergar a alternativa do bambu como elemento estrutural, sobretudo a possibilidade de construir com baixo impacto. Isto significa levar a sério suas propriedades físico-mecânicas, colocando o bambu no mesmo patamar de utilização onde estão os materiais convencionais da construção civil.

PROGRAMAÇÃO

Carga Horária: 7 horas

Dia 17/08/2019 (sábado)

Das 9h00 às 12h00 – Intervalo para almoço – Das 13h30 às 17h30

CONTEÚDO

1. Contextualização

1.1. Histórica

1.2. Econômica

1.3. Sustentável

2. Bambu como material construtivo estrutural

2.1. Gênese do bambu

2.1.1. Classificação botânica

2.1.2. Estrutura macroscópica

2.1.3. Estrutura microscópica

2.2. Controle de qualidade

2.2.1. Cultivo, manejo e colheita

2.2.2. Cura, secagem e tratamento

2.2.3. Recebimento do material

2.3. Propriedades físicas do material

2.3.1. Massa específica aparente

2.3.2. Teor de umidade

2.3.3. Variação dimensional

3. A Arquitetura e o bambu

3.1. Seções transversais e arranjos

3.2. Sistemas estruturais

3.2.1. Treliças

3.2.2. Pórticos

3.2.3. Arcos

3.2.4. Vigas

3.2.5. Pilares

3.3. Propriedades mecânicas

3.3.1. Resistência à tração paralela às fibras

3.3.2. Resistência à compressão paralela às fibras

3.3.3. Resistência à flexão simples

3.4. União entre peças

4. Dimensionamento e verificações de segurança

4.1. Princípios gerais

4.2. Considerações sobre ações

4.3. Valores fundamentais

4.3.1. Valores característicos

4.3.2. Valores de cálculo

4.4. Verificações de segurança

4.4.1. Procedimentos de verificação de elemento submetido à tração

4.4.2. Procedimentos de verificação de elemento submetido à compressão

4.4.3. Procedimentos de verificação de elemento submetido à flexão

4.4.4. Procedimentos de verificação de elemento submetido ao cisalhamento

4.4.5. Procedimentos de verificação de elemento submetido à flexo-compressão

PÚBLICO-ALVO

Estudantes e profissionais das áreas de Engenharia Civil, Arquitetura & Urbanismo e construção civil em geral.

HORÁRIO, DATA E LOCAL

17/08/2019 (sábado) | Horário: das 9h00 às 17h00

Local: Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná | Rua Marechal Deodoro, 630 – Centro, Curitiba – Paraná.

INVESTIMENTO

Profissionais CREA/CAU: R$ 200,00

Membros Senge-PR: R$ 150,00

Estudantes em geral: R$ 120,00

Membros Senge Jovem/Crea Jr.: R$ 100,00

PRÉ-INSCRIÇÃO

Via site do CREA-PR, através deste link, até o dia 16/08/2019.

* Os dados para pagamento da taxa de inscrição serão fornecidos após a confirmação do curso.

MAIS INFORMAÇÕES

Nome: Luiz Henrique Calhau da Costa

Fone: (41) 99844-4411

E-mail:Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Fonte: Senge-PR

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Terça, 16 Julho 2019 16:14

Senge-PR planeja retomar Senge Jovem

Estudantes retomam protagonismo e são fundamentais para saída da crise

Estudantes de engenharia participam do 3o Encontro de Jovens. Foto: Arquivo Senge-PR

Estudantes de engenharia participam do 3o Encontro de Jovens. Foto: Arquivo Senge-PR

Os ataques à educação brasileira têm devolvido o protagonismo dos estudantes universitários na agenda pública. Além das duas greves gerais realizadas contra os cortes de verbas nas universidades, a juventude agora se organiza para combater a privatização e precarização do ensino superior. Durante o 57º Congresso Nacional da União Nacional dos Estudantes (Conune), em Brasília, ficou definido que a primeira ação estudantil sob comando da UNE será a participação na greve geral prevista para o dia 13 de agosto.

O novo presidente da UNE, Iago Montalvão, destaca a centralidade da pauta contra a privatização. “Esse é o projeto que estava em curso ao anunciar os cortes de 30%, intervir na indicação dos reitores e na autonomia das universidades: o desmonte da gratuidade. Para nós, o projeto é um imenso retrocesso”.

Senge Jovem

Em meio a essa onda de enfrentamento que o Senge-PR está atuando pela retomada do programa Senge Jovem, que foi criado em 2013 seguindo uma proposta inovadora no movimento sindical que buscava integrar ao sindicato uma nova geração de trabalhadores, estudantes engenheiros, ainda em formação.

A retomada do Senge Jovem passa por realizar uma atividade no início do 2º semestre, na sede do Senge, convidando estudantes e jovens profissionais das engenharias de Curitiba e RMC, com representantes das regionais, para relançar o projeto Senge Jovem.

“A expectativa é os estudantes e debater a situação atual da engenharia brasileira e paranaense, os desafios da categoria e a necessidade de repensar a organização da classe trabalhadora, tanto estudantil quanto sindical”, explica Cícero Martins, coordenador do programa que está sendo retomado.

Além de atividades de formação, o Senge Jovem também deve ampliar parcerias que possam melhorar as condições de vida dos estudantes associados. Atualmente, o Senge-PR oferece aos estudantes um Plano de Saúde Unimed com descontos especiais (veja aqui).

“Vamos buscar adaptar os convênios oferecidos aos engenheiros associados, fazendo uma customização à juventude e buscar novas parcerias com, por exemplo, coworking, coaching, preparação para concursos, programação, intercâmbio, escolas de música, teatro, cinemas, livrarias, para que os estudantes reduzam seus custos e se aproximem da luta sindical”, destaca Cícero.

 

Fonte: Senge-PR

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Paranaenses colecionam perdas com aumentos de tarifas e falta de investimentos no funcionalismo

O Paraná tem adotada a política de renúncia fiscal para empresários e latifundiários como modelo de desenvolvimento. Neste ano, a projeção é que o governo abra mão de R$ 10,5 bilhões. Para os próximos cinco anos o valor pode chegar a R$ 55,3 bilhões. Esses números colocam o Paraná na terceira colocação entre os 19 estados que mais praticam a renúncia fiscal. Na outra ponta, sem arrecadação desses impostos, o governo aumenta tarifas de luz e água e precariza os salários do funcionalismo público.

Um estudo elaborado pela assessoria da Febrafite (Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais) e divulgado recentemente pela entidade mostra que o Paraná ficou na terceira colocação entre as unidades da federação que mais concederam renúncias fiscais de ICMS em 2018. O governo simplesmente abriu de 30,4% da arrecadação, ficando atrás apenas de Amazonas (69,2%) e Goiás (49,9%). A média dos estados brasileiros ficou em 18,6%. O estudo ainda revela que “entre 2012 e 2018 a renúncia fiscal dos Estados cresceu 18%, enquanto a arrecadação do principal tributo estadual atinge apenas 2,2% de crescimento”.

O principal argumento em defesa da renúncia fiscal é que o dinheiro que não é recolhido volta em geração de empregos e investimentos por parte das empresas e latifúndios. No entanto, não foi isso que aconteceu no governo da presidente Dilma Rousseff (PT), que adotou o modelo para fomentar a economia. A ex-presidente admitiu que a renúncia acabou virando renda da elite empresarial.

“Eu acreditava que, se diminuísse impostos, teria um aumento de investimentos. Eu diminuí, me arrependo disso. No lugar de investir, eles (os empresários dos setores desonerados) aumentaram a margem de lucro”, admitiu.

A Febrabite também questiona a eficácia e a clareza dos resultados com o modelo. A Federação aponta que a falta de transparência e de avaliação dessas políticas acabam por minar o benefício potencial para a sociedade, gerando externalidades, muitas vezes negativas, e elevando o custo para a administração pública.

“As renúncias tributárias do ICMS possuem, em sua maioria, uma motivação diferente da tradicional, pois esta é dada pela guerra fiscal. Assim, os estados criam incentivos para aumentar a competitividade da sua região em relação às demais, mas sem avaliar os efetivos impactos de cada medida”, critica a Federação.

Paraná é o terceiro estado que mais pratica renúncia fiscal

Servidores ocupam galeria da Alep em protesto contra proposta do governo estadual. Foto: Dálie FelbergAlep

Resultados duvidosos
Apesar da falta de comprovação da medida, o governo do Paraná tem insistido na renúncia fiscal. De 2012 para cá, o estado tem elevado sua renúncia fiscal. Uma escolha no mínimo duvidosa se for levado em conta que os governadores Beto Richa (PSDB), Cida Borguetti (PP) e Ratinho Júnior (PSD) alegam que o estado encontra dificuldades financeiras. Em 2012, por exemplo, o estado tinha condições de arrecadar R$ 30,9 bilhões com ICMS, mas ficou com R$ 25,2 bi, renunciando a R$ 5,6 bi, o que representa 22,4%.

Já em 2018, no terceiro ano do congelamento dos salários dos servidores públicos, o estado poderia arrecadar até R$ 39,3 bilhões, mas renunciou a R$ 9,1 bilhões, elevando a renúncia para 30,40% do seu orçamento. Para se ter uma ideia, cerca de R$ 3 bilhões pagaria o índice acumulado dos últimos três anos dos servidores. Para a Febrabite, portanto, o problema dos estados não é o salário do funcionalismo, mas a guerra fiscal.

“Solucionar essa questão passa pela necessidade de que haja uma reforma tributária que elimine os incentivos a guerra fiscal”, direciona a Febrafite.

Tarifas e congelamento
O funcionalismo público é duplamente punido pelo governo do Paraná. De um lado, perde o poder de compra com os salários congelados há três anos, totalizando 17%. De outro, como cidadãos, também pagam a mais pelo aumento das tarifas de empresas controladas pelo governo do estado e federal.

De acordo com o ICV/DIEESE, apesar de a inflação ser de 0,20% em maio e de 4,60% no acumulado dos 12 meses, os serviços públicos aumentaram 2,55% no mês e acumularam alta de 7,71%, em 12 meses. A energia elétrica teve mudança de bandeira (passou de verde para amarela) e subiu 15,18%, em 12 meses.

No Paraná, a Sanepar, que distribuiu R$ 97,7 milhões aos seus acionistas referentes aos lucros da companhia, reajustou a tarifa aos consumidores em 8,37%. A tarifa da estatal com ações no mercado financeiro estão muito acima da média do país entre 2012 a 2018. Enquanto no Brasil o aumento ficou em 78,53%, contabilizando 19,13% acima da inflação, no Paraná a política de preços reajustou em 111,25%, sendo 40,96% acima da inflação no mesmo período.

Já a Copel elevou a tarifa em 15,06% para os consumidores residenciais em 2019. Neste ano, a empresa distribuiu R$ 98,5 milhões aos acionistas após lucro acima de R$ 1 bilhão.

Esses aumentos trouxeram forte impacto financeiro ao funcionalismo. O DIEESE preparou um estudo sobre a “Evolução das tarifas e preços públicos, no Paraná – 2015 a 2019 – abril/2019”, período em que os vencimentos estão congelados. Os servidores tiveram perdas de 17% enquanto que as tarifas da Sanepar subiram 30,71% nos últimos quatro anos, o pedágio 41% (Viapar) e o gás de cozinha 22%.

Ainda como comparação, o salário mínimo regional, ao qual o governo do estado participa da definição do valor, subiu 26,63% desde 2015, saltando de R$ 1302 em 2015 para R$ 1306 em 2019.

 
Fonte: Senge-PR / Por Manoel Ramires

 

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Na ordem do dia está a deliberação da Pauta de Reivindicação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020

Senge-PR convoca copelianos para assembleia de formação de pauta de negociação

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) convoca todos os profissionais representados pelo sindicato, filiados ou não, empregados na Companhia Paranaense de Energia – COPEL, para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária no dia 18 de julho, no miniauditório do KM3, às 13h em primeira e 13h30 em segunda convocação, para deliberação da Pauta de Reivindicação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020.

:: Leia o Eixo de Pauta

Na ordem do dia estão também a unificação da Pauta de Reivindicação com as pautas aprovadas pelos demais sindicatos que representam copelianos, e os procedimentos para votação nas futuras assembleias.

:: Confira abaixo o edital de convocação na íntegra

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Diretor Presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estados do Paraná (SENGE-PR), no uso de suas atribuições estatutárias, convoca todos os profissionais representados por este sindicato e empregados na Companhia Paranaense de Energia – COPEL, filiados ou não, para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária no dia 18 de julho, no miniauditório do KM3, bloco A1, sito à rua Rua José Izidoro Biazetto, 158, Santo Inácio, sendo às 13 horas, em primeira chamada, com o número regulamentar de presentes, ou às 13:30 horas, em segunda chamada, com qualquer número de presentes, a fim de deliberar sobre a seguinte ORDEM DO DIA:

Item 01 – Discussão e deliberação da Pauta de Reivindicação para a formalização do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020;

Item 02 – Aprovação da Unificação da Pauta de Reivindicação da categoria representada pelo SENGE-PR com as pautas aprovadas pelas seguintes Entidades Sindicais: SINDEL; SINDENEL; SINDELPAR; SIEMCEL; SINTEC-PR; STIECP; SENGE-PR; SINTESPAR; SINEL; SINDESPAR; SINDASP e STEEM que, igualmente, representam os trabalhadores da Copel em suas respectivas categorias e/ou bases territoriais, que será entregue à Empresa;

Item 03 – Realização das próximas Assembleias Gerais Extraordinárias, relativas à Campanha Salarial do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020, em conjunto com as demais Entidades Sindicais que compõem a Campanha Salarial Unificada do ACT 2019/2020, citadas no item 02 deste edital;

Item 04 – Aprovação do regime de votação de forma secreta, com a utilização de cédula de votação, que deverão ser depositadas em urnas lacradas, contendo a respectiva numeração do lacre, as quais deverão ser abertas juntamente com as demais urnas das demais entidades sindicais relacionadas no item 2 supra, na cidade de Curitiba-PR, após o encerramento de todas as respectivas Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs) dos Sindicatos que compõem a Campanha Salarial Unificada do ACT 2019/2020;

Item 05 – Aprovação para a utilização de urnas itinerantes de coleta de votos nos locais de difícil deslocamento dos trabalhadores;

Item 06 – Aprovação para o escrutínio dos votos coletados durante as Assembleias Gerais Extraordinárias em conjunto com todos os demais votos das Entidades Sindicais que compõem a Campanha Salarial Unificada do ACT 2019/2020, conforme relacionado no item 02 deste edital;

Item 07 – Deliberação para que o SENGE-PR celebre o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020, único, com abrangência de todos os Sindicatos que compõem a Campanha Salarial Unificada do ACT 2019/2020, conforme descrito no item 02 deste edital;

Item 08 – Autorização para que o SENGE-PR negocie diretamente com a Companhia Paranaense de Energia – Copel ou solicite intermediação junto ao Ministério Público do Trabalho, bem como suscite Dissídio Coletivo de Trabalho junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª região;

Item 09 – Fixação de Contribuição Assistencial e autorização de desconto em folha de pagamento para todos os empregados conforme Artigo 8º, Inciso IV da Constituição Federal, em favor do SENGE-PR.

Curitiba, 05 de julho de 2019.

Carlos Roberto Bittencourt

Presidente do Senge-PR

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O Brasil tem vivenciado um momento de grandes incertezas com relação a gestão de seus recursos naturais. Desde a privatização dos campos do pré-sal, dos leilões de petróleo, até a possibilidade cada vez maior de exploração desordenada de nossas riquezas naturais como florestas e minérios. O governo de Jair Bolsonaro (PSL) não esconde a pretensão de flexibilizar a fiscalização do uso dessas riquezas.

Essas incertezas se ampliam quando o ministro da Economia Paulo Guedes afirma que quer vender tudo. “O presidente ganhou a eleição dizendo “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” e o Paulo Guedes dizendo que vai privatizar. Foi essa agenda que ganhou a eleição”, disse Guedes em 10 de março.

Por outro lado, o quadro segue indenido quando o presidente não deixa claro que política ele vai adotar para a Petrobras e outras areas: se adota o mercado livre ou o intervencionismo econômico. A postura ambigua fez a Bolsa de Valores cair para 90 mil pontos e o dólar disparar na última sexta-feira (17). Cenário que prossegue nessa semana.

“O pessoal reclama do preço da gasolina, R$ 5. E me culpam, atiram para cima de mim o tempo todo. Olha, o preço do combustível é feito lá pela Petrobras, que tem a sua política de preços. Leva-se em conta o preço do barril de petróleo lá fora, bem como a variação do dólar”, comenta o presidente.

É diante desse cenário que a Sociedade Brasileiro de Geologia, o Grupo PET-Geologia e o Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (SengePR) promovem debate a respeito do “Uso dos Recursos naturais do Brasil: história, soberania e desenvolvimento”.

O encontro reúne três renomados especialistas para debater quais são os rumos do país nessa área. São eles a economista Ceci Juruá, que tem artigos e documentos técnicos publicados em revistas técnicas e jornais e realiza periodicamente palestras e conferências sobre a conjuntura econômica, e política brasileira e outros temas de sua especialidade, o engenheiro Saturnino Braga, que foi senador pelo Rio de Janeiro em 1975-1985 e 1999-2007, e Guilherme Estrella, que ficou conhecido nacionalmente como o “pai do pré-sal”.

O evento está marcado para o dia 21 de maio, às 19 horas, no Teatro da Reitoria. A entrada é franca.

Debate na UFPR discute os rumos dos recursos naturais do Brasil

 
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Ratinho Júnior deveria se preocupar em levar a educação ao primeiro mundo e melhorar o IDH com ajuda da internet

Por Leandro José Grassmann*

O governador Ratinho Júnior (PSD) afirmou, em entrevista a um jornal do estado, que a Copel Telecom não fornece serviços de necessidade básica à população e não tem função social. Afirmou ainda que a Copel Telecom atende somente o setor privado. “Não tem porque a gente manter esse ativo sendo que está faltando dinheiro para outras áreas. É uma bobagem”. O discurso do governador tem sido utilizado como justificativa para privatizar a empresa que lidera o ranking de satisfação de clientes da Anatel e tem potencial para se tornar uma das maiores empresas do setor, beneficiando os paranaenses, seus “maiores acionistas”.
Aparentemente, o governador desconhece a realidade das empresas do Grupo Copel e até mesmo das Secretarias do próprio Governo Estadual. A Copel Telecom tem papel estratégico no desenvolvimento do estado. Nesse artigo, vou apontar apenas a relação da empresa e sua responsabilidade social com a educação e com os 339 municípios. Em uma era cada vez mais tecnológica, poder ofertar aos estudantes conhecimento de forma ágil, interativa e abaixo custo para o estado deve ser a prioridade número um de quem fala em modernizar a gestão pública. Bem como melhorar o desenvolvimento das cidades encurtando as distâncias por meio da conexão de interesse público.

Vamos aos fatos. A Copel Telecom, empresa que nasceu como um Departamento da Copel há mais de 40 anos, atende necessidades de telecomunicações da própria Copel, da Sanepar e do Governo do Estado do Paraná. Estas Partes Relacionadas repassaram aproximadamente R$ 20 milhões pela remuneração dos serviços prestados. Os dados estão disponíveis no balanço da Copel Telecom. De acordo com a Celepar, os números de março de 2019 mostram que a Copel Telecom fornece 167 acessos da Rede de Alta Velocidade e 3352 acessos de banda larga aos órgãos do Governo Estadual. Ou seja, eficiência e excelência que o governador pode estar sendo induzido a entregar às empresas privadas. Agora pare e pense. É certo os paranaenses abrirem mão de uma empresa líder no ranking nacional para ser vendida, por exemplo TIM, Claro, Vivo e OI que são empresas de telecomunicações e lideram o ranking de reclamações do Procon em 2017 e 2018?

Responsabilidade com os municípios e educação
Na questão de responsabilidade social na educação, vale destacar que, em parceria com Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria de Educação, Celepar, Instituto Fundepar, a Copel Telecom promove acesso à internet e redes de comunicação de dados a municípios e Escolas Estaduais. São 2205 Escolas Estaduais conectadas, de acordo com a Celepar.

Acredito que com o trabalho dos colaboradores da Copel Telecom, o governador deveria estar empenhado e ampliar o “Programa Paraná Digital” que promove apoio aos professores para a utilização de recursos feitos pelos assessores técnico-pedagógicos das Coordenações Regionais de Tecnologia na Educação (CRTEs), localizadas em cada Núcleo Regional de Educação. Não há como discordar da ex-secretária de educação, Yvelise Arco-Verde, em 2008, quando ela disse que “além de um importante instrumento de inclusão digital, a implantação de laboratórios de informática, com acesso à internet em todas as escolas estaduais, traz possibilidades inovadoras na sala de aula. O Paraná Digital é hoje o maior programa nacional de informatização escolar”.

Para concluir no tema educação, considero que a Copel Telecom tem papel central no desenvolvimento do Paraná, seja levando banda larga aos consumidores, seja prestando serviços mais baratos ao governo e ao desenvolvimento social, destaco o “Projeto Internet sem Bullying”, uma verdadeira parceria público privada que envolve sociedade e poder público sem abrir mão de recursos ou ativos do povo. Nesse programa, realizado com o Instituto Abrace Programas Preventivos, se busca reduzir e prevenir a prática do cyberbullying, orientar famílias e promover o uso ético da internet. “Prevenir, orientar e ajudar as pessoas a identificarem esse problema, é uma forma que encontramos de tornar a internet um espaço que respeita a diversidade, as diferenças e a convivência das pessoas”, afirmou o ex-diretor da Copel Telecom, Adir Hannouche, à época do lançamento do projeto.

Com relação as cidades, tenho que destacar o papel estratégico que a Copel Telecom pode exercer no desenvolvimento do estado. O “Rede 399 – Internet para Todos” corre riscos com a possível privatização. Esse programa tem como objetivo estimular a instalação de internet banda larga em todos os municípios do Paraná. Por meio de incentivos, como a isenção de impostos e financiamentos a juros baixos, o governo pretendia incentivar a modernização da gestão pública nas prefeituras e levar internet de qualidade à maior parte dos cidadãos. A Copel Telecom forneceu os acessos. Os provedores tiveram redução de 95% no ICMS, além de financiamento pelo Fomento Paraná, com juros abaixo de mercado. Já as Prefeituras puderam utilizar recursos do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul).

Da nossa parte, parece pouco estratégico ou avançado que o governador do Paraná considere avanço entregar a iniciativa privada a “joia da coroa”. O grupo Copel (Copel Telecom inclusa) teve geração de caixa (EBITDA) de R$ 3,143 bilhões. Teve um lucro líquido de R$ 1,444 bilhões. O lucro em 2018 foi 29% maior do que em 2017. As empresas do grupo Copel investiram R$ 2,569 bilhões em 2018. Valor praticamente igual ao investido em 2017 (R$ 2,508 bilhões). A receita operacional bruta de todas as empresas do grupo em 2018 foi de R$ 23,725 bilhões. Desta receita, a Copel Telecom foi responsável por R$ 584 milhões. Os investimentos na Copel Telecom em 2018 totalizaram R$ 309,4 milhões.

Riscos e retrocessos
Diante dessas informações, torna-se impossível entender as declarações do governador Ratinho Júnior. Esta suficientemente claro que a Copel Telecom tem função social e beneficia milhões de pessoas no Paraná inteiro. Também não é possível aceitar a declaração de que a Copel presta serviço somente para empresas privadas. Pelo contrário, a empresa tem papel central no desenvolvimento do estado.

Por outro lado, caso a Copel Telecom seja privatizada, a população será diretamente afetada. Quem ocupará o lugar da empresa no provimento de serviços às Escolas e Municípios? Impossível pensar na manutenção da qualidade dos serviços prestados.

Se pergunta também como ficam os serviços prestados pela Copel Telecom para a própria Copel? O provimento de serviços confiáveis é fundamental para a manutenção e operação de Centros de Operação do Sistema Elétrico. Uma falha e as operações remotas de milhares de chaves deixam de funcionar. O Sistema Elétrico fica sem gerência. A confiabilidade do serviço de comunicação também é peça chave para a automação e integração de inteligência na operação de redes de energia. Medição de consumo, bilhetagem e cobrança eletrônica, corte e religação remota de consumidores. Funções importantes na automação de redes (peças chave na implementação de smart grid) e para a redução de custos da Companhia de Distribuição e que podem estar sendo comprometidas no caso de venda da Copel Telecom.

Afirmar que pretende vender a Copel Telecom porque utiliza recursos que “estão faltando para outras áreas” também não parece correto. A Copel investiu R$ 2,569 bilhões em 2018. Destes, somente R$309,4 milhões foram para a Copel Telecom (cerca de 12% do total). Ademais, as empresas do Grupo Copel tem apresentado lucros crescentes, números de fazer inveja em muitas empresas privadas.

E então, Governador? Agora que os fatos estão postos, não cabe reavaliar suas declarações?

* Leandro José Grassmann | Engenheiro da Copel e vice-presidente do SengePR

Foto: Divulgação Senge-PR
Venda da Copel Telecom pode desconectar escolas estaduais e municípios
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Representantes das categorias apresentam a pauta comum de reivindicação ao secretário Reinhold Stephanes. Nova reunião está marcada para dia 25 de abril.

Secretário de Administração avalia a pauta dos servidores estaduais. Foto: Fotos: Marcio Mittelbach

Secretário de Administração avalia a pauta dos servidores estaduais. Foto: Fotos: Marcio Mittelbach

Na manhã desta quinta-feira (28), representantes do Fórum das Entidades Sindicais (FES) estiveram na Secretaria de Administração e Previdência do Estado (Seap). O encontro com o secretário da pasta, Reinhold Stephanes, tratou da pauta emergencial das categorias que compõem o quadro de trabalhadores do Poder Executivo. O Senge-PR foi representando pelo seu presidente, Carlos Bittencourt. Confira o relato sobre cada um dos temas tratados durante a reunião.

1. Data-base
O tema é central da pauta, pois há três anos o funcionalismo público está com os salários congelados. “É preciso lembrar que esse é um tema extremamente delicado. Além de mexer com o bolso das categorias que menos recebem no Estado, nós tivemos e estamos tendo um silenciamento do governo diante do tema. Isso gera insatisfação. Precisamos de uma resposta, pois maio está ai”, evidenciou a coordenadora do FES, professora Marlei Fernandes de Carvalho ao relembrar que, conforme determina a lei da data-base, maio é tradicionalmente o mês onde o reajuste é aplicado.

O FES apresentou os estudos atualizados que comprovam a capacidade financeira do Estado e solicitou o pagamento dos 11,53% atrasados mais a previsão de 4,22% (referente a previsão sobre o acumulado da inflação referente ao último ano). Uma dívida que totalizará algo muito perto dos 16,24%.

O secretário concordou que a data-base atrasada é uma situação emergencial, adiantou que o governo reconhece o impacto negativo do calote dos governos anteriores (Cida e Richa) e que levará ao governador a reivindicação do reajuste.

Além do pagamento do reajuste, já estipulado pela lei, o grupo cobrou a aplicação do mínimo regional aos(as) servidores(as) que hoje recebem a baixo deste valor. O presidente da APP, professor Hermes Leão, ressaltou que, para a educação a medida atinge uma parcela dos(as) agentes educacionais I, que desde fevereiro estão recebendo cerca de R$ 200 a menos que o piso salarial do Paraná.

2. Previdência
O Fórum solicitou mais transparência e participação nos debates sobre a ParanáPrevidência. Um decreto que instaura uma comissão na ParanaPrevidência que assegura nossa participação e, soubemos há pouco, que o grupo foi instaurada debater as formas de custeio do nosso fundo. Não temos interesse no déficit, queremos debater e chegar a soluções possíveis e sustentáveis, por isso nossa reivindicação é que possamos participar conjuntamente”, reforçou Marlei. O secretário informou que também irá incluir um representante do FES para participar em um outro grupo do governo que estuda as formas de custeio de um novo plano complementar da ParanáPrevidência.

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Foto: Marcio Mittelbach

3. Práticas antissindicais
Um parecer da PGE [Procuradoria Geral do Estado] assegura aos dirigentes nenhuma perda ou impedimento profissional da prática sindical. No entanto, o Parecer 030/2018 tira dos dirigentes sindicais alguns direitos de carreira, como por exemplo, as licenças especiais e as gratificações. O secretário Stephanes disse que irá conversar com conversar com a Procuradoria e que, na próxima reunião com o FES, trará uma posição sobre o assunto.

O secretário também foi questionado sobre a compensação imposta no feriado de carnaval.  O Governo do Paraná publicou, no Diário Oficial do dia 22 de fevereiro, a Circular nº 01/2019, acerca da compensação de horas não trabalhadas em virtude das festividades de Carnaval. Em primeiro de março, o Senge encaminhou ofício em que cobra explicações: “Os servidores públicos estavam impedidos de trabalhar nos dias 4, 5 e 6 de março – seja em todo o período, seja em parte dele – mostrando-se inviável que se exija deles a compensação das horas não trabalhadas por conta de redução do expediente”.

4. Perícias médicas
Nessa parte da reunião, os sindicalistas trouxeram vários relatos e documentos que comprovam situações desumanas referentes ao tratamento no sistema saúde ofertado pelo Estado. O secretário ouviu e leu os documentos e acrescentou que nada justifica o “tratamento desumanizado e o desrespeito com os servidores”. A Sefa afirmou que já tem conhecimento de situações como a falta de peritos no interior do Estado, das reclamações sobre o atendimento e sobre a falta de política de prevenção ao adoecimento e que irá trazer respostas sobre esses casos. O FES salientou que a situação é crítica e que o Estado precisa arcar com as despesas de deslocamento quando solicita que alguém faça a perícia em outra cidade que não a sua. O secretário concordou com todas as argumentações e disse também ter pressa para resolver a questão.

5. Contratações número de trabalhadores
O FES foi categórico ao afirmar que há um déficit no número de trabalhadores que atendem à população nas áreas de saúde, segurança, educação e meio ambiente. O grupo se propôs, a exemplos de anos anteriores, a criar um grupo de trabalho para analisar os afastamentos dos últimos quatro anos. O secretário afirmou que para alguns setores do governo (Seap, Controladoria e Planejamento) estão previstos novas contratações por concurso público e que, para as Universidades Estaduais, que a Secretaria pretende, até julho, formar um diagnóstico sobre a necessidade de novos profissionais.

Nova reunião
Uma nova reunião entre o Secretário e o FES está marcada para o dia dia 25 de abril (quinta-feira) às 10h.

 

Fonte: Senge-PR

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O vice-presidente do Senge-PR, Leandro Grassmann, e o diretor financeiro do Senge-PR, Cícero Martins Junior, se reuniram com o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero.

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Da esquerda para a direita: Cícero Martins Junior, Leandro Grassmann, Daniel Pimentel Slaviero, e Ana Letícia Feller

Nesta sexta-feira (15), o diretor vice-presidente do Senge-PR, Leandro Grassmann, e o diretor financeiro do Senge-PR, Cícero Martins Junior, se reuniram com o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero, e com a diretora de Gestão Empresarial, Ana Letícia Feller.

A visita institucional teve o objetivo de apresentar o Senge-PR e seus diretores para o novo presidente da companhia, e reforçar o desejo do Sindicato de manter um canal de diálogo e negociação aberto com a Alta Direção da Copel.

Integrantes do quadro funcional da Copel, os diretores se colocaram à disposição para colaborar com a construção de uma empresa inovadora, sólida e sustentável, juntamente com os profissionais do corpo técnico: “o histórico da Copel demonstra claramente a importante participação da Engenharia, através da inovação e da realização de empreendimentos arrojados. Certamente os desafios à frente serão imensos, mas temos certeza de que o corpo técnico desta renomada Companhia tem plenas condições de assumir a responsabilidade de manter a Copel na vanguarda”, declarou Grassmann.

Martins Junior também citou a importância da Engenharia na resolução de problemas complexos: “a atividade de Engenharia é realizada através da capacidade de modelar elementos presentes na realidade, simular cenários e escolher a melhor alternativa do ponto de vista financeiro, que atenda minimamente os critérios técnicos. É imprescindível que haja mais participação destes profissionais nas decisões estratégicas”.

 
Fonte: Senge-PR
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O Sindicato dos Engenheiros do Paraná se manifesta contrário à privatização da Copel Telecom e da Compagas, e à venda de ativos da Copel e da Sanepar, sinalizadas pelo governador eleito do Paraná, Ratinho Junior (PSD). A declaração fez parte de entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, nesta quarta-feira (28), durante uma viagem do futuro governador a Nova York, nos Estados Unidos.

No caso da Copel Telecom, a justificativa para a venda seria dar mais agilidade e competitividade à empresa. Os números da Telecom, no entanto, comprovam um alto índice de rentabilidade e eficiência no serviço, inclusive com crescimento acima da média do setor no Paraná. Em 2017, o número de novos assinantes dos serviços de banda larga cresceu 11,3%, comparado a 2016. Já a Copel Telecom cresceu 34% com relação ao número de assinantes.

Em um setor com altas taxas de reclamação por parte dos usuários, a adesão de mais clientes ao serviço da Copel Telecom é resultado direto da qualidade oferecida pela empresa pública. A empresa atua com tecnologia 100% em fibra óptica e foi reconhecida com a internet mais veloz, segundo o portal Minha Conexão, e como a melhor operadora de banda larga fixa no Paraná, conforme levantamento feito pela Anatel em abril de 2017. Outros prêmios que comprovam o equívoco na análise do futuro governador é o destaque no Anuário Telecom – por quatro anos consecutivos -, como uma das 10 empresas com maior crescimento de receita, e o Anuário Telesintese pelos projetos de inovação.

A Receita Operacional Líquida teve acréscimo de R$ 57,2 milhões em 2017, 17,7% a mais do que em 2016. O lucro líquido atingiu R$ 54,1 milhões no último ano, com projeção de expandir a base de clientes para melhores resultados nos próximos anos. Estes e outros dados estão disponíveis no balanço anual de 2017.

A Copel Telecom começou como um departamento da Companhia, na década de 1970, e ganha a estatura que tem hoje graças ao investimento público em pesquisa e inovação tecnológica, operada por um corpo de funcionários com qualidade profissional para atingir tais resultados. Privatizar este patrimônio é abrir mão de mais de quatro décadas de trabalho, quando o investimento passa a gerar serviços de qualidade e receita para o Estado.

No caso da Compagas, responsável pela distribuição de gás natural no Paraná, os números também são de uma empresa sustentável e em expansão. Em 2017, o número de clientes cresceu 10%, chegando a 39 mil consumidores, com lucro líquido de R$ 65,6 milhões no ano.

Para expandir a sua rede de distribuição, a Companhia investiu cerca de R$ 14,41 milhões em 2017, conforme apresentado no relatório anual da empresa.

Ainda no ano passado, por meio do Governo do Paraná e da Copel, a empresa assinou um protocolo de intenções com a transnacional norte-americana Shell do Brasil para a criação de um plano de expansão da oferta do combustível no estado – o “Plano Estratégico de Gás Natural para o Estado do Paraná”. Na ocasião da assinatura, o Senge criticou o acordo, apontando o risco da apropriação dos investimentos e da infraestrutura pública por interesses do capital privados. A sinalização de Ratinho Junior para a privatização da Companhia confirma esta tendência e acelera a entrega do patrimônio e dos investimentos públicos já realizados.

O Senge-PR defende a continuidade do investimento público em inovação tecnológica e na oferta de serviços básicos de qualidade para os paranaenses. Esperamos que haja ampla abertura e diálogo por parte do futuro governador do Estado acerca de assunto de tamanho impacto para o desenvolvimento do Paraná.

Fonte: Senge-PR

Nota do Senge-PR contra a venda da Copel Telecom e da Compagas

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Apuração dos resultados foi adiada em razão da mudança do calendário de assembleias na região de Londrina e Maringá.

Resultado das assembleias da Copel será conhecido nesta quarta-feira

A apuração dos resultados das assembleias de avaliação da proposta da Copel para o ACT 18/19, que estava prevista para esta segunda (22), foi adiada para quarta-feira (24), às 14h, no Km 3, em Curitiba.

A mudança se deu em razão das fortes chuvas na região de Londrina e Maringá, que levaram o Coletivo Sindical de Empregados da Copel (Senge-PR, Sindel, Sinel, Steem, Stiecp, Sindenel, Sindelpar, Sintec-PR, Sindespar, Siemcel, Sintespar e Sindasp) a alterar o calendário de suas assembleias.

Para garantir que todos os copelianos e copelianas consigam votar, o Coletivo terá urnas fixas disponíveis nesta terça-feira (23) o dia todo, na Sede do Sindel, em Londrina, e na Agência Apucarana (com a Silvane). Os engenheiros que ainda não votaram podem depositar seus votos nestas localidades.

Fonte: Senge PR
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