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Sexta rodada de negociação e empresa insiste em aumentar apenas o INPC (1,69%), sem ganho real

Compesianos participam de sexta rodada de negociação com a empresa, e o único avanço que conquistam é o aumento de 0,5% (+ 1,69% do INPC) no Vale Alimentação/Refeição. A mesa se recusou a discutir a proposta apresentada pelos Analistas de Saneamento.

A Compesa informou que a proposta dos trabalhadores não é realista e não condiz com a atual realidade da empresa, e sugeriu que fosse apresentada uma nova proposta. Compesianos, por sua vez, ficaram indignados e seguem reivindicando avanços reais para a categoria.

Os representantes dos trabalhadores, por outro lado, não entraram em consenso na construção de uma nova pauta e decidiram levar a elaboração da contraproposta para Assembleia junto a todos os trabalhadores. A Assembleia foi marcada para a próxima terça-feira, dia 03/07, na frente do Teatro Santa Isabel, ao lado do Palácio do Governo.

FONTE: SENGE-PE

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Analistas apresentam pauta extra na 4º rodada de negociação

Compesianos seguem sem avanço na negociação com a empresa

Na 4ª rodada de negociação entre os trabalhadores e a diretoria da Compesa, os engenheiros, Analistas de Saneamento, apresentaram pauta extra com reivindicações do grupamento. Entre as solicitações, a garantia do Salário Mínimo Profissional desde o primeiro nível

Mesmo o diálogo com a empresa seguindo sem avanço, a inclusão da pauta foi considerada fundamental para a valorização da categoria, de acordo com o diretor do Senge-PE Kleber Rocha, que compõe a mesa da negociação.

Na ocasião, os compesianos apresentaram também o resultado da última assembleia, realizada dia 05/06, na qual a categoria rejeitou, por unanimidade a proposta da empresa.

Os diretores da Compesa solicitaram uma contraproposta dos trabalhadores, que enfatizaram a necessidade do ganho real e reajuste nos demais benefícios.

A próxima rodada negocial será no dia 21/06, e a categoria se reunirá em Assembleia no dia 19/06.

 

FONTE: SENGE PE

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A atual luta dos caminhoneiros pelo preço do diesel traz importantes reflexões para os trabalhadores da Chesf, Eletrobras e Petrobras, e suas lutas contra as privatizações. Vejamos:

Privatização da Chesf e Eletrobrás

Precisamos reforçar a contradição do discurso governamental, que apresenta a descotização como principal argumento da entrega da Eletrobras e, consequentemente, da Chesf, ao capital estrangeiro. Se a solução é descotizar, podemos considerar que, de acordo com a visão do Governo, o problema central da crise da estatal é o regime de cotas.

Com a mudança no regime, ou seja, com a descotização, a Eletrobras e a Chesf, públicas ou privadas, poderão ter uma altíssima lucratividade. Ou seja, hoje a energia elétrica vendida pelas estatais, pelo sistema de cotas, custa aos consumidores R$ 40/MWh. Com a descotização, esse valor passará a R$ 200/MWh.

Não é preciso uma profunda reflexão para entender que a mesma energia quando vendida por 5 vezes o valor da cota proporcionará um maior lucro às empresas. Em detrimento da população, sem pensar na soberania energética nacional, o capital privado se beneficiará do novo sistema.

A Chesf, por exemplo, que é capaz de produzir entre 50 e 54 milhões de MWh, com o valor descotizado, passará a ter uma receita operacional de até R$ 10,8 bilhões. Essa receita é capaz de gerar um lucro líquido de R$ 5,5 bilhões, uma margem de lucro fantástica para o setor.

A dificuldade é explicar para a sociedade o fato das Usinas já terem sido amortizadas e a energia velha, já paga, ser vendida a preço de mercado. As decisões são fruto de uma política de governo que privilegia o capital e prejudica a população.

Paralisação do setor de transportes

A paralisação do setor de transporte está intimamente ligada à política de preços da Petrobras, que, desde 2016, tem privilegiado o capital estrangeiro e sendo orientada pela dolarização.

Precisamos ter a compreensão principal de que a Petrobras é autossuficiente na produção de petróleo. Entretanto, por determinação da direção de empresa, as refinarias vêm funcionando com redução de 40% de sua capacidade. Fato este que tem forçado a importação, com a finalidade cobrir o déficit interno.

Segundo Nota Técnica do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Com as plantas de refino do país é possível refinar 2,4 milhões de barris/dia para uma demanda de consumo interno de 2,2 milhões de barris/ dia. O Brasil exporta óleo cru e importa combustível refinado. A Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) publicou que, em 2017, o país aumentou a importação de gasolina em 82% e em 67% do diesel.

Do outro lado do “jogo”, estão os caminhoneiros. Uma média de um milhão de profissionais responsáveis por 70% do transporte de cargas do país. O recrudescimento da economia, a significativa redução dos preços dos fretes e o aumento absurdo do diesel de R$2,50 em 2016 para mais de R$4,00 em 2018 são mais que desafios, impostos a partir do golpe que vivenciamos em 2016, para esses trabalhadores e toda rede que eles fazem parte.

 Em um cenário de ameaças permanentes de privatizações, oriundas da política ideológica invertida, de valorizar o privado e sucatear o que é público, afetando a soberania do país, o governo se encontra numa das maiores crises da história brasileira. De acordo com eles, “reféns de caminhoneiros”, que emergem como um verdadeiro tsunami social, paralisando o país de norte a sul e de leste a oeste.

 

*Mailson da Silva Neto é engenheiro eletricista e diretor do Senge-PE

A luta dos trabalhadores do setor energético se entrelaça com a dos caminhoneiros, por Mailson Silva Neto

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Por Roberto Freire*

ARTIGO: Primeiro de maio sem comemoração

Quem pretender saber por que o primeiro de maio recente não foi comemorado como em outros tempos e quiser ter uma noção de como funciona o mundo contemporâneo, sugiro ler Pape, Satàn, Aleppe, de Humberto Eco, crônicas de uma sociedade líquida. Individualismo exacerbado e consumismo desenfreado são as principais características dessa nova sociedade. Um individualismo que privilegia a aparência, que transforma as pessoas em antagonistas e faz desaparecer a noção de solidariedade, e um consumismo que não satisfaz apenas aos desejos de posse de bens materiais necessários ao bem estar e prazer, mas, ao impulso de participar de uma corrida desenfreada por descartáveis.

O capitalismo, que se utiliza das mais modernas técnicas de propaganda e mídia, para estimular o individualismo e consumismo e ainda amparada na “revolução 4.0” dos meios de produção (que segundo os teóricos “desta revolução”, vai desempregar 400 milhões de trabalhadores no planeta nos próximos anos), transforma não só as relações de trabalho, mas a própria sociedade. O estado weberiano, forte e influente, não serve mais aos objetivos do capitalismo, e para que haja sucesso na implantação desse novo mundo é necessário que as organizações transnacionais se sobreponham aos estados nacionais, tornando-os apenas homologadores de suas normas e necessidades. A estratégia de remodelação muda de acordo com a força e a capacidade de organização e oposição local.

No arsenal utilizado para alcançar seus objetivos estão sendo utilizados, entre outros, na França, privatizações das ferrovias e as “reformas” trabalhista e previdenciária, em Portugal, Espanha, Grécia e arredores europeu, as imposições da Troika (trinca formada pela comissão europeia, banco central europeu e FMI, que ditam as medidas econômicas a serem adotadas), no norte da África a Primavera árabe, no oriente médio e próximo as guerras “religiosas” e no restante do planeta, principalmente na América Latina, o fomento ou promoção de diversos tipos de golpes.

Não é fácil implantar tantas mudanças em sociedades e culturas tão diversas, e é por isso que aparecem os percalços e problemas que ainda não estão e deverão demorar a ser resolvidos, se é que o mundo “líquido” veio para ficar. A imigração na Europa e Estados Unidos é hoje um bom exemplo. A pauta estabelecida para o Brasil ainda está muito longe de ser plenamente implementada, mas a sociedade brasileira está muito fragilizada, parece ter perdido a noção de valores e referências, e aproveitando a crise das ideologias, os capitalistas e seus defensores locais ainda poderão gerar muita precarização.

Entrega do pré-sal, com a retirada da obrigatoriedade da participação da Petrobrás, como sócia e operadora única, de todos os blocos de exploração do petróleo no regime de partilha, destruição da política de conteúdo local e quebra da engenharia nacional. Perda do controle da produção e distribuição de energia, com a privatização da Eletrobrás, desmonte da educação básica e implantação da escola sem partido, congelamento do orçamento público por 20 anos e a “reforma trabalhista” com terceirização sem limites.

Depois de gerar 14 milhões de desempregados, o que nos oferecem é o mercado 24/7, em que os trabalhadores/consumidores estarão conectados 24 horas por dia, sete dias por semana, e muito empreendedorismo, pejotização,  microempreendedor individual (MEI), trabalho intermitente, negociação salarial individual e outras maldades. Para satisfação geral prometem a destruição dos sindicatos.

Não há o que comemorar. Devemos nos preparar.

 

*Roberto Freire é engenheiro eletricista, diretor financeiro da Fisenge e diretor do Senge-PE

 

 

 

 

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Engenheiros e engenheiras lutam por salário mínimo profissional na Compesa

Em segunda rodada de negociação, compesianos seguem sem proposta da empresa. Analistas de saneamento apresentam pauta específica da categoria, pela garantia do Salário Mínimo Profissional e por alterações no PCCS

Compesianos se reuniram, na tarde do dia 14/05, com a direção da Compesa, em segunda rodada de negociação. Os representantes dos trabalhadores e das trabalhadoras apresentaram uma pauta com dez itens mais um documento com especificidades dos Analistas de Saneamento, ou seja, dos engenheiros e das engenheiras que trabalham na Companhia. O diretor do Senge-PE Kleber Santos esteve presente.
Logo em primeiro momento, os diretores da empresa retiraram da pauta dois dos itens apresentados, bem como a demanda dos Analistas, alegando tratar de temas relacionados ao Plano de Cargo Carreira e Salário (PCCS). De acordo com a empresa, as alterações no PCCS vigente ainda este ano é muito difícil.
“Era esperado pela categoria que a empresa apresentasse nesta reunião uma proposta dos índices econômicos, porém, sob alegação de só ter recebido o índice de inflação no final da manhã, eles não atenderam a expectativa”, explicou Kleber.
Mais uma vez sem respostas, os compesianos aguardarão a próxima reunião para o dia 23/05.
Os Analistas de Saneamento seguem organizados. A maior luta da categoria na Compesa é a garantia do Salário Mínimo Profissional, garantido pela Lei 45.950-A/1966, já no Step1. “Queremos que a empresa cumpra a lei, e a lei não prevê complementos”, afirmou o diretor do Senge-PE. De acordo com o documento apresentado, e entregue aos diretores da Companhia, pelos analistas, a Compesa não valoriza o tempo de serviço, nem cria uma política adequada capaz de reter e atrair talento.

 

FONTE: SENGE PE

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Por um ACT e PLR justos, chesfianos e chesfianas param por 72h

Em Assembleia Geral na manhã de hoje (14/05), chesfianos e chesfianas aprovaram paralisação de 72h. A Greve, que acontecerá nos dias 22, 23 e 24 de maio, foi deflagrada por conta das dificuldades encontradas pelos trabalhadores nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e pela mudança proposta pela empresa na Participação em Lucros e Resultados (PLR), trazendo mais prejuízos aos trabalhadores e às trabalhadoras.

“A PLR, acordada em 2014, era 50% por indicadores operacionais e os outros 50% por indicadores financeiros. A Chesf quer modificar para 40% e 60%. A mudança nos critérios traz prejuízo ao trabalhador, uma vez que o índice financeiro, pela complexidade e dependência de atores externos, tem pouca ação direta dos trabalhadores. O índice operacional nos é mais íntimo. Sem falar que a Chesf vem há décadas pagando em média duas folhas de PLR, com essa manobra, reduzirá, em curto e médio prazo, o pagamento em apenas uma folha”, explica o diretor do Senge-PE Mailson Silva Neto.

FONTE: SENGE PE

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Sindicatos, artistas, parlamentares e centenas de funcionários da Chesf se reuniram, na última sexta-feira (24/11), para dizer não à privatização. A diretoria do Senge-PE participou do ato cultural e político “Todos em defesa da Chesf e do Velho Chico”, que aconteceu em frente à sede da Companhia, no bairro de San Martin.

O presidente do Senge-PE Fernando Freitas afirmou que a população nordestina está unida contra esse crime que ameaça a soberania nacional e o desenvolvimento da região. “A privatização da Chesf é mais um retrocesso desse governo ilegítimo. Não vamos ficar de braços cruzados. A cada dia, o movimento ganha novas adesões. Temos movimento sindical, trabalhadores da Chesf, movimento cultural, políticos e parlamentares, todos juntos para proteger a Chesf, a soberania nacional e nossa segurança energética”, disse.

O ato, organizado pelo Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco, Sindurb-PE, contou com a presença de representantes de diversos sindicatos, movimentos sociais, parlamentares. A animação do evento ficou por conta de artistas regionais como Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Josildo Sá, Ronaldo Aboiador e Marrom Brasileiro, além do Maracatu Estrela Brilhante, que declaram apoio ao movimento contra a privatização.

Fonte: Senge-PE

Ato cultural e político marca dia de luta em defesa da Chesf, em Pernambuco

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Em 11/10, engenheiros de pesca e de aquicultura debatem as mudanças no mercado de trabalho e atribuições das engenharias, durante o XX Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, que aconteceu entre 08 e 11 de outubro, em Florianópolis-SC.

As mudanças no mercado de trabalho no Brasil ainda não estão claras para muitos trabalhadores. A situação é a mesma quando se trata dos engenheiros de pesca e da aquicultura. Estudantes inseguros sem saber o que esperar do mercado e profissionais buscando se adaptar. Além das mudanças gerais, apontadas pelo diretor da Fisenge e do Senge-PE e engenheiro eletricista Roberto Freire, como a era da “sociedade conectada”, os profissionais têm que lidar com a dificuldade gerada pela concessão das atribuições do Sistema Confea/Crea.

Para o engenheiro de aquicultura e representante da Associação Brasileira de Engenharia de Aquicultura, Abeaqui, Rafael Luiz da Costa, é preciso ter mais clareza na definição das atribuições. “Os profissionais precisam saber o que eles podem fazer e o que não podem, para evitar problemas”, disse.

O engenheiro de pesca e representante da Associação dos Engenheiros de Pesca do Ceará, AEP-CE, Márcio Bezerra, explicou que as engenharias citadas são consideradas “profissões filhas”, o que faz com que elas sejam, muitas vezes, coadjuvantes de outros profissionais. Porém, reforçou a importância de profissionais competentes na área, como forma, também, de valorizar a categoria. “Não precisamos ser, apenas o melhor engenheiro de pesca. Precisamos ser melhores que agrônomos, que veterinários, que várias outras profissões”, afirmou.

Roberto Freire, por sua vez, defendeu que a briga por atribuições não deve ser o foco da luta da categoria neste momento de crise econômica e política, e de ataque aos direitos do trabalhador. “A crise do capitalismo, que começou em 2008, promove uma integração descentralizada na produção de bens e serviço. Se produz em qualquer parte do mundo, desde que o capital financeiro ganhe muito e o trabalhador trabalhe muito”, disse.

Para o engenheiro eletricista, o Brasil voltou a ser aquele país em tentativa de desenvolvimento, e a engenharia tem sido muito prejudicada com esse novo cenário. “Engenheiros trabalham para construir estruturas que forneçam suporte ao desenvolvimento, construir as infraestruturas para que as pessoas usufruam. O maior contratador é o Estado, em qualquer lugar do mundo. No Brasil, com a ‘PEC do Fim do Mundo’, o Estado diz que só vai ter orçamento até o nível da inflação, ou seja, que não vai mais investir. O que será da engenharia, então?”, questionou.

Fotos: FotoCongresso

Mercado de trabalho para os engenheiros de pesca e da aquicultura em debate no XX CONBEP

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O objetivo da campanha “Energia não é mercadoria” é mobilizar setores da sociedade envolvidos com a defesa da soberania energética brasileira, nos âmbitos nacional, estadual e municipal. 

Rede Parlamentar em Defesa da Soberania Energética e Nacional é lançada, na última terça-feira (12/9), no auditório Nereu Ramos na Câmara Federal. Na ocasião, deputados, senadores, movimentos sociais e movimentos sindicais se reuniram para potencializar a campanha “Energia não é mercadoria”, mais uma agenda de luta em defesa do setor elétrico estatal e contra a iniciativa do governo de privatização da Eletrobras. O diretor do Senge-PE e representante da Fisenge Clayton Paiva esteve presente.  O objetivo da campanha é mobilizar em torno da pauta, além da categoria do setor elétrico, os demais envolvidos na luta pela defesa da soberania nacional, no Congresso e nas casas legislativas estaduais e municipais, nos sindicatos e nas demais entidades. 

Com uma agenda intensa para os próximos dias, a Rede irá articular a aprovação de moções de repúdio às privatizações, audiências públicas e fortalecer as discussões. “Precisamos intensificar o debate para conscientizar a sociedade do que está prestes a acontecer, a luta contra as privatizações é a luta em defesa do patrimônio nacional”, afirma Clayton Paiva.  Durante o evento, os presentes aprovaram a realização de um abaixo-assinado contra a entrega da Eletrobras ao capital financeiro, para ser entregue ao Congresso até o mês de dezembro.  “A entrega da Eletrobras é tão ofensiva, que começam a surgir, inclusive, parlamentares da base do governo, principalmente, dos estados de Minas Gerais e Pernambuco”, enfatiza o diretor do Senge-PE. 

AGENDA DE LUTAS

13/9 

- Entrega do Projeto de Lei do Deputado Moisés Diniz (PCdoB/AC) contra a privatização das empresas distribuidoras do AC, AM, AL, PI, RO e RR

- Audiência Pública “O Desmonte do Estado Brasileiro” e ato em defesa das estatais, no auditório Nereu Ramos, na Câmara Federal

-  Reunião de parlamentares, entidades de empresas estatais, frentes mista em defesa da soberania nacional e defesa do setor elétrico brasileiro, na Câmara dos Deputados

14/9

- Audiência pública na Câmara dos Vereadores de Petrolina-PE

- Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Pará

15/9

- Ato político em defesa da Eletronorte, em Belém-PA

- Ato político em defesa da Chesf, com a presença dos governadores do Nordeste, em Penedo-AL

20/9 

- Café da manhã com a bancada de Minas Gerais e entidades para barrar o leilão da CEMIG, na Câmara dos Deputados

21/9

- Seminário no Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro

- Audiência pública na Assembleia Legislativa da Paraíba em defesa da Eletrobras e Chesf, em João Pessoa-PB

22/9

- Manifestação contra o leilão da hidrelétrica Porto Primavera, em Porto Primavera-SP

25/09

- Audiência pública em defesa de Furnas, em Passos-MG

26/9

- Audiência pública “O novo modelo energético e seus impactos nas regiões e sobre os trabalhadores/as”, na Câmara dos Deputados

27/9

- Audiência com o ministro de Minas e Energia para discutir o modelo energético do governo Temer

28/9 

- Audiência pública em defesa da CEPISA e CHESF na Assembleia Legislativa do Piauí, em Teresina-PI

3/10

- Ato Nacional contra as privatizações, greve nacional do setor energético

- Manifestação nas sedes da Eletrobras e Petrobras, no Rio de Janeiro

4/10

- Audiência pública na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em Florianópolis-SC

6/10

- Manifestação em defesa da Chesf, em Petrolina-PE

Fonte: Marine Moraes/Senge-PE

 

Parlamentares e movimentos sociais lançam Rede Parlamentar em Defesa da Soberania Energia e Nacional

 

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Em virtude da transferência de postos de trabalho de cerca de 85 engenheiros, com exclusão do adicional de periculosidade, o Senge-PE se posiciona e envia carta à presidência da Companhia exigindo suspensão da decisão que penaliza a categoria.

A medida foi direcionada a engenheiros que recebem remuneração mensal igual ou superior a R$30.000,00, em sua maioria, com mais de três décadas de colaboração à Companhia.

"Depois de tamanha contribuição, os trabalhadores estão sendo perseguidos na empresa, o que reflete em assédio moral e discriminação em face da idade. Nós estamos ao lado da categoria, e não vamos permitir atitudes como esta", ressalta o presidente do Senge-PE Fernando Freitas. Para ele, tal medida surge para forçar uma adesão compulsória ao Plano de Demissão Voluntária em vigor.

O Senge-PE, em documento oficial enviado à Chesf, solicita, além da suspensão das transferências ou alteração nas atividades atuais, uma reunião com a diretoria da empresa para tratar do assunto.

 Fonte: Marine Moraes/Senge-PE

Senge-PE cobra suspensão de transferências de engenheiros da Chesf

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