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Sindicatos, artistas, parlamentares e centenas de funcionários da Chesf se reuniram, na última sexta-feira (24/11), para dizer não à privatização. A diretoria do Senge-PE participou do ato cultural e político “Todos em defesa da Chesf e do Velho Chico”, que aconteceu em frente à sede da Companhia, no bairro de San Martin.

O presidente do Senge-PE Fernando Freitas afirmou que a população nordestina está unida contra esse crime que ameaça a soberania nacional e o desenvolvimento da região. “A privatização da Chesf é mais um retrocesso desse governo ilegítimo. Não vamos ficar de braços cruzados. A cada dia, o movimento ganha novas adesões. Temos movimento sindical, trabalhadores da Chesf, movimento cultural, políticos e parlamentares, todos juntos para proteger a Chesf, a soberania nacional e nossa segurança energética”, disse.

O ato, organizado pelo Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco, Sindurb-PE, contou com a presença de representantes de diversos sindicatos, movimentos sociais, parlamentares. A animação do evento ficou por conta de artistas regionais como Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Josildo Sá, Ronaldo Aboiador e Marrom Brasileiro, além do Maracatu Estrela Brilhante, que declaram apoio ao movimento contra a privatização.

Fonte: Senge-PE

Ato cultural e político marca dia de luta em defesa da Chesf, em Pernambuco

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Em 11/10, engenheiros de pesca e de aquicultura debatem as mudanças no mercado de trabalho e atribuições das engenharias, durante o XX Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, que aconteceu entre 08 e 11 de outubro, em Florianópolis-SC.

As mudanças no mercado de trabalho no Brasil ainda não estão claras para muitos trabalhadores. A situação é a mesma quando se trata dos engenheiros de pesca e da aquicultura. Estudantes inseguros sem saber o que esperar do mercado e profissionais buscando se adaptar. Além das mudanças gerais, apontadas pelo diretor da Fisenge e do Senge-PE e engenheiro eletricista Roberto Freire, como a era da “sociedade conectada”, os profissionais têm que lidar com a dificuldade gerada pela concessão das atribuições do Sistema Confea/Crea.

Para o engenheiro de aquicultura e representante da Associação Brasileira de Engenharia de Aquicultura, Abeaqui, Rafael Luiz da Costa, é preciso ter mais clareza na definição das atribuições. “Os profissionais precisam saber o que eles podem fazer e o que não podem, para evitar problemas”, disse.

O engenheiro de pesca e representante da Associação dos Engenheiros de Pesca do Ceará, AEP-CE, Márcio Bezerra, explicou que as engenharias citadas são consideradas “profissões filhas”, o que faz com que elas sejam, muitas vezes, coadjuvantes de outros profissionais. Porém, reforçou a importância de profissionais competentes na área, como forma, também, de valorizar a categoria. “Não precisamos ser, apenas o melhor engenheiro de pesca. Precisamos ser melhores que agrônomos, que veterinários, que várias outras profissões”, afirmou.

Roberto Freire, por sua vez, defendeu que a briga por atribuições não deve ser o foco da luta da categoria neste momento de crise econômica e política, e de ataque aos direitos do trabalhador. “A crise do capitalismo, que começou em 2008, promove uma integração descentralizada na produção de bens e serviço. Se produz em qualquer parte do mundo, desde que o capital financeiro ganhe muito e o trabalhador trabalhe muito”, disse.

Para o engenheiro eletricista, o Brasil voltou a ser aquele país em tentativa de desenvolvimento, e a engenharia tem sido muito prejudicada com esse novo cenário. “Engenheiros trabalham para construir estruturas que forneçam suporte ao desenvolvimento, construir as infraestruturas para que as pessoas usufruam. O maior contratador é o Estado, em qualquer lugar do mundo. No Brasil, com a ‘PEC do Fim do Mundo’, o Estado diz que só vai ter orçamento até o nível da inflação, ou seja, que não vai mais investir. O que será da engenharia, então?”, questionou.

Fotos: FotoCongresso

Mercado de trabalho para os engenheiros de pesca e da aquicultura em debate no XX CONBEP

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O objetivo da campanha “Energia não é mercadoria” é mobilizar setores da sociedade envolvidos com a defesa da soberania energética brasileira, nos âmbitos nacional, estadual e municipal. 

Rede Parlamentar em Defesa da Soberania Energética e Nacional é lançada, na última terça-feira (12/9), no auditório Nereu Ramos na Câmara Federal. Na ocasião, deputados, senadores, movimentos sociais e movimentos sindicais se reuniram para potencializar a campanha “Energia não é mercadoria”, mais uma agenda de luta em defesa do setor elétrico estatal e contra a iniciativa do governo de privatização da Eletrobras. O diretor do Senge-PE e representante da Fisenge Clayton Paiva esteve presente.  O objetivo da campanha é mobilizar em torno da pauta, além da categoria do setor elétrico, os demais envolvidos na luta pela defesa da soberania nacional, no Congresso e nas casas legislativas estaduais e municipais, nos sindicatos e nas demais entidades. 

Com uma agenda intensa para os próximos dias, a Rede irá articular a aprovação de moções de repúdio às privatizações, audiências públicas e fortalecer as discussões. “Precisamos intensificar o debate para conscientizar a sociedade do que está prestes a acontecer, a luta contra as privatizações é a luta em defesa do patrimônio nacional”, afirma Clayton Paiva.  Durante o evento, os presentes aprovaram a realização de um abaixo-assinado contra a entrega da Eletrobras ao capital financeiro, para ser entregue ao Congresso até o mês de dezembro.  “A entrega da Eletrobras é tão ofensiva, que começam a surgir, inclusive, parlamentares da base do governo, principalmente, dos estados de Minas Gerais e Pernambuco”, enfatiza o diretor do Senge-PE. 

AGENDA DE LUTAS

13/9 

- Entrega do Projeto de Lei do Deputado Moisés Diniz (PCdoB/AC) contra a privatização das empresas distribuidoras do AC, AM, AL, PI, RO e RR

- Audiência Pública “O Desmonte do Estado Brasileiro” e ato em defesa das estatais, no auditório Nereu Ramos, na Câmara Federal

-  Reunião de parlamentares, entidades de empresas estatais, frentes mista em defesa da soberania nacional e defesa do setor elétrico brasileiro, na Câmara dos Deputados

14/9

- Audiência pública na Câmara dos Vereadores de Petrolina-PE

- Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Pará

15/9

- Ato político em defesa da Eletronorte, em Belém-PA

- Ato político em defesa da Chesf, com a presença dos governadores do Nordeste, em Penedo-AL

20/9 

- Café da manhã com a bancada de Minas Gerais e entidades para barrar o leilão da CEMIG, na Câmara dos Deputados

21/9

- Seminário no Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro

- Audiência pública na Assembleia Legislativa da Paraíba em defesa da Eletrobras e Chesf, em João Pessoa-PB

22/9

- Manifestação contra o leilão da hidrelétrica Porto Primavera, em Porto Primavera-SP

25/09

- Audiência pública em defesa de Furnas, em Passos-MG

26/9

- Audiência pública “O novo modelo energético e seus impactos nas regiões e sobre os trabalhadores/as”, na Câmara dos Deputados

27/9

- Audiência com o ministro de Minas e Energia para discutir o modelo energético do governo Temer

28/9 

- Audiência pública em defesa da CEPISA e CHESF na Assembleia Legislativa do Piauí, em Teresina-PI

3/10

- Ato Nacional contra as privatizações, greve nacional do setor energético

- Manifestação nas sedes da Eletrobras e Petrobras, no Rio de Janeiro

4/10

- Audiência pública na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em Florianópolis-SC

6/10

- Manifestação em defesa da Chesf, em Petrolina-PE

Fonte: Marine Moraes/Senge-PE

 

Parlamentares e movimentos sociais lançam Rede Parlamentar em Defesa da Soberania Energia e Nacional

 

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Em virtude da transferência de postos de trabalho de cerca de 85 engenheiros, com exclusão do adicional de periculosidade, o Senge-PE se posiciona e envia carta à presidência da Companhia exigindo suspensão da decisão que penaliza a categoria.

A medida foi direcionada a engenheiros que recebem remuneração mensal igual ou superior a R$30.000,00, em sua maioria, com mais de três décadas de colaboração à Companhia.

"Depois de tamanha contribuição, os trabalhadores estão sendo perseguidos na empresa, o que reflete em assédio moral e discriminação em face da idade. Nós estamos ao lado da categoria, e não vamos permitir atitudes como esta", ressalta o presidente do Senge-PE Fernando Freitas. Para ele, tal medida surge para forçar uma adesão compulsória ao Plano de Demissão Voluntária em vigor.

O Senge-PE, em documento oficial enviado à Chesf, solicita, além da suspensão das transferências ou alteração nas atividades atuais, uma reunião com a diretoria da empresa para tratar do assunto.

 Fonte: Marine Moraes/Senge-PE

Senge-PE cobra suspensão de transferências de engenheiros da Chesf

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado de Pernambuco, Senge-PE, promoverá, na próxima terça-feira (30), o segundo Roda de Conversa sobre “Intolerância nas relações sociais”. Para contribuir com o debate foi convidado o escritor e publicitário José Nivaldo Junior. O objetivo do encontro é promover um espaço de discussão e reflexão sobre a intolerância nas relações contemporâneas, que tem se agravado diante da atual crise política, especialmente, quando está relacionada às redes sociais.
A repressão ao pensamento diferente, o ódio de classe e a dificuldade de conviver com o outro, fenômenos cada vez mais comum, tem sido uma ameaça constante à vida em sociedade, fragilizando, assim, a já ameaçada democracia.
O evento é a segunda edição do ciclo de debates Roda de Conversa, realizado pelo Senge-PE, de três em três meses, com pautas relacionadas a vida política e social brasileira. O primeiro, que ocorreu no mês de fevereiro, teve como tema “Previdência Social: desmonte não é reforma”, e contou com a contribuição do advogado trabalhista e militante da Consulta Popular, André Barreto, e a secretária de políticas públicas do Sindsep, Lindinere Ferreira.

Senge-PE promove debate sobre Intolerância

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Quinta, 23 Março 2017 15:12

ARTIGO: O pacote de reformas... Reformas?

Ao pesquisar o termo Reforma no Google, encontramos “ação ou efeito de reformar”, “mudança introduzida em algo para fins de aprimoramento e obtenção de melhores resultados”, “melhoramento introduzido em âmbito moral ou social”. No dicionário Michaelis, encontramos resultados semelhantes, como “mudança para melhor, nova organização”.

Ao trazer essas definições para a realidade atual brasileira, e as propostas de Projetos de Lei que estão tramitando no Congresso Nacional, notamos um distanciamento de sentido. Principalmente, quando nos referimos à classe trabalhadora.
O governo ilegítimo de Michel Temer se apropriou de um termo impregnado de significância positiva, inclusive com um simbolismo para a esquerda brasileira e a luta por direitos trabalhistas e sociais, quando acompanhado por ‘inovação’ e ‘revolução’ foi responsável por levar milhares às ruas na década de 60, na luta pelas reformas de base. Os trabalhadores reivindicavam reformas sociais e econômicas, como, a mais emblemática delas, a Reforma Agrária.

Agora, através do mesmo termo – Reforma, pretende-se tirar, a duras penas, os direitos conquistados pela classe trabalhadora durante décadas de custosas lutas e embates para consolidação dessas conquistas. Dois desses projetos de “reforma” são simbólicos como agressores aos trabalhadores: A reforma da Previdência e a reforma trabalhista.

A PEC 287/2016, conhecida como reforma da Previdência, representa um verdadeiro desmonte da Previdência Social. Ela impede grande parte da população de chegar à aposentadoria e, mesmo aqueles que conseguirão recebe-la, desfrutarão dos benefícios por poucos anos e com valores substancialmente reduzidos.

Com o mesmo objetivo da PEC da Previdência, e ainda mais danosa ao trabalhador, está a reforma trabalhista. Mais danosa porque propõe medidas que provocam uma enorme rotatividade no emprego, tornando cada vez mais impossível ao trabalhador conseguir alcançar os pré-requisitos para se aposentar. Podendo, inclusive, tornar dispensável ao Governo a reforma da Previdência.

A reforma trabalhista vem para acabar definitivamente com a CLT, quando propõe a supremacia do acordado sobre o legislado, o que significa dizer que um acordo resultante de uma negociação entre o forte patronato e a debilitada classe trabalhadora, acuada pelo fantasma do desemprego, irá prevalecer às leis trabalhistas existentes, que são o último reduto de proteção ao trabalhador. E os prejuízos não encerram por aí. A reforma trabalhista vem fragmentada em diversos projetos de lei, como o da terceirização e da flexibilização das horas trabalhadas, e não sabemos onde a agressão ao trabalhador irá parar – e nem se irá.

Com o culto ao novo, ato de reformar, renovar, mudar para melhor, a ofensiva do Governo torna cada vez mais difícil a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras. Mas, certos de nossa força e por questão de sobrevivência de todos os que vivem dos frutos de seu trabalho, vale parafrasear João Goulart, o “presidente reformista” que foi às ruas defender as reformas agrária, urbana, bancária, eleitoral e universitária, “ – com - o povo nas ruas, o Congresso jamais votará reforma alguma”.

Avante!

 

Fonte: Senge-PE

 ARTIGO: O pacote de reformas... Reformas?

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Senge-PE lançará, na próxima terça-feira (14), o ciclo de debates Roda de Conversa, que acontecerá de três em três meses no auditório do Sindicato, promovendo um espaço de discussão com agentes ativos da sociedade a respeito de temas relevantes da política brasileira.

Sua primeira edição terá como tema “Previdência Social: desmonte não é reforma” e contará com a participação do advogado trabalhista e militante da Consulta Popular André Barreto e da enfermeira, secretária de políticas públicas do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco, Sindsep-PE e diretora da Central Única dos Trabalhadores, CUT, Lindinere Ferreira.

A ideia é esclarecer a sociedade sobre a PEC 287/2016, a PEC da Reforma da Previdência proposta pelo Governo Temer, além de discutir a questão em uma perspectiva da saúde e limitações dos idosos e das idosas.
Para o evento, que acontecerá no auditório do Sindicato, que fica na Rua José Bonifácio, 205, sala 306, Madalena, foram convidados representantes de entidades de classe, da Central Única dos Trabalhadores, do Crea/PE, além de políticos, parlamentares e a sociedade civil em geral.

A escolha do dia 14 de fevereiro foi em virtude da passagem dos 82 anos do Sindicato, comemorada neste mesmo dia. “Mais uma vez o Senge-PE escolhe presentear a sociedade em comemoração do seu aniversário, nos anos anteriores entregamos cartilhas a respeito do direito à cidade, esse ano lançamos o Roda de Conversa, um espaço que pretende informar e formar a sociedade, além de mobilizar os trabalhadores para a defesa e consolidação de nossos direitos”, declara o presidente do Senge-PE Fernando Freitas.

 Senge-PE promove debate sobre previdência social

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Aconteceu, nos dias 14 e 15/9, mais uma reunião de acompanhamento do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2018 do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Rio de Janeiro. De acordo com o presidente do Senge-PE, Fernando Freitas não houve avanços significativos na negociação. “Foram discutidos os 46 itens da pauta, tendo como principais itens por parte da empresa um indicativo de proposta de IPCA pleno de 8,97% e tíquete refeição de R$48,00. Por outro lado, houve recuo quanto ao pagamento da Performance Organizacional. Tínhamos a conquista de 2 salários anuais e a empresa retirou essa proposta e manteve o pagamento de apenas de um salário com pagamento previsto para julho de 2017”, disse Freitas que representou a Fisenge na negociação. Após o recebimento oficial da proposta pela empresa, os sindicatos irão encaminhar para deliberação em assembleia. A próxima reunião está prevista para outubro. Será elaborado e divulgado, em curto prazo, um boletim detalhado pela Intersindical sobre o andamento da negociação com o ONS.

Reunião de acompanhamento do Acordo Coletivo da ONS não avança

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