Senge-ES aprova criação do Coletivo de Estudantes

No dia 16 de maio, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) aprovou, em sua reunião de diretoria, a criação do Coletivo de Estudantes do Senge-ES. O coletivo terá a missão de aproximar o sindicato dos estudantes.

Foram indicados para coordenar o coletivo de estudantes, o vice-presidente e engenheiro eletricista Marconi Pereira Fardin e o representante da Fisenge engenheiro eletricista Silvio Ramos.

No dia 24 de maio, ocorreu a primeira apresentação do Coletivo para os estudantes do Centro Acadêmico da Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A apresentação ocorreu durante um debate sobre a privatização do Sistema Eletrobras promovido pela estudante Luana Araujo de Freitas e pelo diretor suplente de negociações coletivas e engenheiro eletricista Paulo Bubach que participou da mesa de debates do evento.

 

Por: Stéphanie Marchuk - Estagiária de comunicação 

Com supervisão de Camila Marins

 

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Por Josiane Rocha Almeida

O mercado de trabalho para as mulheres sempre é um pouco mais difícil, principalmente na Engenharia, que até alguns anos atrás era dominada pelos homens. Nos dias de hoje estamos cada vez mais próximos de um equilíbrio entre o número de homens e mulheres nessa área, porém, mesmo estando em números cada vez mais compatíveis, nós mulheres ainda enfrentamos um grande problema: precisamos nos reafirmar o tempo inteiro, mostrar o tempo todo à que viemos e não podemos errar! O lado bom é que exatamente por este motivo, estamos cada vez mais em destaque no mercado de trabalho, alcançando patamares inimagináveis e mostrando pro mundo inteiro a força do poder feminino!

Assim como na engenharia, a participação das futuras engenheiras em movimentos jovens é cada vez maior. Nos Senges Jovens/Estudante e também no Coletivo Nacional de Estudantes da Fisenge, respeitamos a paridade de gênero e também notamos que em alguns estado há uma predominância feminina frente às lideranças desses movimentos. Isso mostra o grande interesse das estudantes de engenharia a começarem desde cedo a exercer seu papel profissional e se capacitar para esse mercado de trabalho tão competitivo.

Hoje em dia muito se fala em empoderamento feminino e empoderar-se nada mais é que o ato de tomar poder sobre si, é a consciência coletiva visando o fortalecimento das mulheres e a igualdade de gênero. Por isso, a Fisenge criou seu Coletivo de Mulheres, que promove a formação política das mulheres e estimula a participação delas nos espaços de decisões em todo o país. Porque lugar de mulher, é onde ela quiser! Nós não queremos ser mais, queremos apenas ser vistas como iguais."


*Josiane Rocha Almeida
Coordenadora do Coletivo Nacional de Estudantes da Fisenge
Coordenadora Estadual do Senge Jovem Minas Gerais
Conselheira no Conselho Estadual da Juventude do Governo de Minas Gerais - Cejuve-MG
Assessora de Decisões da Presidência do Crea-Minas Júnior
Estudante de Engenharia Civil da Universidade Fumec - Belo Horizonte MG

“Assim como na engenharia, a participação das futuras engenheiras em movimentos jovens é cada vez maior”, afirma estudante

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Senge Jovem do Paraná lança manifesto em favor da engenharia democrática e transformadora

Documento, intitulado Carta de Faxinal do Céu, foi lançado durante o 1. Encontro Estadual do Senge Jovem, evento que reuniu lideranças e estudantes de todas as regionais em Faxinal do Céu nos dias 16 e 17 de julho para debater formação política

Valorizar os profissionais de engenharia, destacar sua importância para a sociedade e sobretudo incentivar o debate e a conscientização de que é possível construir uma engenharia mais democrática e transformadora, capaz de dar vazão às necessidades de nosso povo e nosso país. Essas são algumas das defesas lançadas pelos integrantes do Senge Jovem no manifesto Carta de Faxinal do Céu, documento aprovado durante o 1. Encontro Estadual do Senge Jovem, realizado nos dias 16 e 17 de julho.

Mesmo com o frio da região, que checou próximo a 1.º na cidade, que é distrito do município de Pinhão, no centro-sul paranaense, os debates, que reuniram cerca de 60 dirigentes do Senge Jovem, foram produtivos, conforme aponta o presidente do Senge, Carlos Roberto Bittencourt.

“Ao contrário do clima frio, a motivação e participação ativa dos estudantes e integrantes do Senge Jovem nos debates foi calorosa e rica. Foi revigorante ver como os futuros engenheiros se apropriaram do projeto, assumindo seu papel nos debates sobre o futuro da profissão e principalmente engajados na luta por uma sociedade mais justa”, afirma Bittencourt.

Com mais de 1.800 filiados, o Senge Jovem atua no suporte à qualificação profissional e na inclusão dos acadêmicos de engenharia na participação sindical. Suas principais ações são voltadas à formação acadêmica e na promoção do debate sobre o papel da engenharia na sociedade.

Após três anos do lançamento do programa de relacionamento do Sindicato dos Engenheiros no estado do Paraná (Senge-PR) com os futuros profissionais de engenharia, em abril de 2013, esta é a primeira vez que o Senge Jovem reúne seus dirigentes das regionais para debater estratégias de ações.

Para o diretor do Senge e coordenador do Senge Jovem, Cícero Martins Júnior, a integração foi um marco na história do Senge Jovem na autonomia dos estudantes junto ao projeto.

“Foi muito bom reunir lideranças de engenharia sintonizadas com um ideal de transformação da sociedade. E isso se deu já na idealização do evento, ao escolher o mote Toda Noite Tem Auroras, que remete ao poeta abolicionista Castro Alves. O objetivo disso era indicar que deveríamos buscar um projeto de emancipação para o país, em que o investimento no conhecimento científico e tecnológico caminhe junto com o desenvolvimento social e econômico. E o evento, com o protagonismo dos estudantes se consolidando a frente do Senge Jovem, vimos que é possível construir um futuro em busca de uma aurora de união e fortalecimento dos engenheiros e da sociedade”

Dentre as medidas aprovadas pelos estudantes e dirigentes do Senge Jovem, destaca-se a formalização da coordenação estadual, com participação de 15 acadêmicos e obrigatoriedade de representatividade de todas as regionais do Senge.

Compõem a coordenação estadual os seguintes dirigentes do Senge Jovem: Metropolitana (Curitiba): Won Sim e Anderson Mendes (suplente) / Foz do Iguaçu: Janaína Flores da Silva, Diego Braga Machado e Nayara de Lima Santos (suplente) / Cascavel: Danielison Pinto e Fernando Patrício (suplente) / Londrina: Tayna Rafaela da Silva e Gabriel Heckler / Maringá: Izabela Garcia / Campo Mourão: Daniele Martins de Almeida e Luiz Eduardo Ferreira (suplente) / Ponta Grossa: Murilo Pailo Bandeira e Gabriel Biglia (suplente).

Dentre outras ações, os dirigentes ainda definiram pela criação de um coletivo de jovens engenheiras, que atuarão na promoção de debates sobre gênero, criação de um plano de gestão integrado com uma ferramenta de interação de dados entre as regionais do Senge Jovem, e a realização de um evento de formação estadual até o fim deste ano.

Confira abaixo a íntegra da Carta de Faxinal do Céu.

Senge Jovem do Paraná lança manifesto em favor da engenharia democrática e transformadora

MANIFESTO DO 1º ENCONTRO ESTADUAL DO SENGE JOVEM – 16 e 17 de julho de 2016

Ao concluir este 1º Encontro Estadual, depois de 3 anos de existência do Senge Jovem Paraná, com o acúmulo de boas experiências e de expectativas maiores ainda, dizemos: “Toda noite tem auroras”!

Enquanto frente de juventude do Sindicato dos Engenheiros, já passamos de 1800 sócios-aspirantes, distribuídos em mais de 200 cursos, em 67 diferentes instituições de ensino, e continuamos avançando no intento de levar o Senge Jovem aonde quer que haja uma escola de engenharia no Paraná.

Desde a realização de palestras e debates no Sindicato e nas Universidades, até a realização de grandes eventos como as Semanas do Jovem Engenheiro, seguimos difundindo entre os “engenheiros em formação” a necessidade de união e propósito.

União pela importância de integrar – desde a graduação, todas as diversas categorias profissionais de engenharia e geociências, cujos profissionais encontram no Sindicato dos Engenheiros um espaço de discussão e atuação coletiva.

Propósito, ressaltando a importância de valorizar nossa profissão ultrapassando a lógica corporativa e individualista, pelo reconhecimento de que é possível construir uma engenharia mais democrática e transformadora, capaz de dar vazão às necessidades de nosso povo e nosso país.

No contexto histórico em que se dá este 1º Encontro, diante de uma crise econômica profunda, e de uma crise política pior do que a que nos levou ao golpe militar de 1964, diante do impacto direto que o golpe parlamentar em curso pode causar ao processo de desenvolvimento de nosso país, e na mesma medida, à existência, à qualidade e à valorização dos nossos empregos na engenharia, guardamos a clareza de que se faz primordial aprofundar o debate e a compreensão quanto ao cenário que vivenciamos no Brasil e no mundo.

É preciso, cada vez mais, reforçar a organização dos profissionais de engenharia, desde a graduação, bem como é necessário atuar em conjunto e em sintonia com entidades e instituições que defendam mais democracia e mais desenvolvimento, em contraposição às agendas retrógradas que propõe a paralisação de obras de infraestrutura, a redução de investimentos em educação, saúde e programas sociais, a privatização e entrega do patrimônio público a grandes grupos de capital estrangeiro, a redução de direitos trabalhistas e previdenciários, a terceirização desenfreada. Todo este conjunto de medidas de cunho neoliberal, que não passaram sequer pelo crivo das urnas, precisa ser discutido e combatido pela sociedade brasileira como um todo, e os engenheiros e engenheiras podem e devem jogar um papel estratégico nesta luta.

Recordando o poeta abolicionista Castro Alves, ao dizer que “toda noite tem auroras”, nós, estudantes de engenharia, ressaltamos a importância de construir um Brasil emancipado, em que o investimento em conhecimento científico e tecnológico seja capaz de andar lado a lado com a busca do desenvolvimento econômico e social, em favor de um país mais justo e soberano.

Faxinal do Céu, Pinhão, 17 de julho de 2016.

Fonte: Senge-PR

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Temas foram definidos em reunião dos integrantes do Senge Jovem londrinense na última semana

Entre os dias 30 de maio e 1º de junho futuros engenheiros de Londrina e Região estarão reunidos na Semana do Jovem Engenheiro para debater temas estruturais para o desenvolvimento de nossas cidades, estados e País.

Infraestrutura, Mobilidade Urbana e Energia estarão no foco dos debates do evento, organizado pelo Senge Jovem, na Regional de Londrina, que será realizado no Anfiteatro Cyro Grossi, UEL. Reunida no último dia 22 de março, a comissão organizadora definiu os temas do encontro, que conta com um endereço no Facebook para sugestões e troca de ideias. Acesse, curta a página e participe: facebook.com/jovemengenheirolondrina/

A Semana do Jovem Engenheiro de Londrina será a segunda edição do evento que foi aberto em Foz do Iguaçu, entre os dias 27 e 30 de abril de 2015. No calendário de eventos do Senge Jovem deste ano de 2016 está prevista, para o mês de julho, a realização de um encontro estadual de jovens engenheiros, em Curitiba, além de outras atividades nas regionais do Senge.

Senge-PR: Semana do Jovem Engenheiro, em Londrina, vai debater Infraestrutura, Mobilidade Urbana e Energia

Fonte: Senge-PR

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Reunião em Curitiba contou com presença de estudantes de várias regionais para debater as agendas de atividades e regimento do Senge Jovem

No que depender da quantidade de eventos programados pelo Senge Jovem (PR), não faltarão oportunidades para estudantes de engenharia de todo o Paraná participarem de debates sobre o futuro da profissão. Ao longo do ano serão dois grandes eventos nas regionais do Sindicato e um encontro estadual em Curitiba. As definições foram debatidas no encontro dos dirigentes do Senge Jovem, promovido no último sábado (19), na sede do Senge em Curitiba.

Encontro estadual do Senge Jovem no Paraná define calendários de eventos para 2016

Ainda com datas a serem confirmadas, o Senge Jovem realizará neste ano duas edições da Semana do Jovem Engenheiro, uma em Londrina, prevista para 31 de maio e 1.º de junho, e outra em Foz do Iguaçu em agosto. Além disso, será realizado o primeiro Encontro Estadual do Senge Jovem em Curitiba, em julho.

Participaram dos debates o diretor e coordenador do Senge Jovem, Cicero Martins Júnior, do integrante da diretoria colegiada, Claudinei Pedroso Ribas, e do diretor da regional de Foz do Iguaçu, Pablo Braga, e os integrantes do Senge Jovem da regional Metropolitana e das regionais de Londrina, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa e Cascavel.

Filiações em alta em 2015- Além do calendário de atividades para o próximo ano, foram apresentados no encontro dos dirigentes os resultados das filiações do Senge Jovem em 2015, que fechou o quadro com um total de 1.185, dos quais 34% são dos cursos de engenharia civil, 23% de agronomia, 13% de engenharia de produção, e os demais de outras modalidades de engenharia.

Encontro estadual do Senge Jovem no Paraná define calendários de eventos para 2016

Distribuição dos associados do Senge Jovem por regional do Senge em 2015

Para o coordenador do Senge Jovem, o avanço no número de filiados é fruto sobretudo de um trabalho intenso de divulgação do projeto do Sindicato. “Além das ações dos dirigentes do Senge Jovem em todo o estado mantendo um relacionamento forte com os estudantes, pode-se destacar como um dos principais motivadores as palestras de apresentação do Senge Jovem em inúmeros eventos acadêmicos de engenharia e também a promoção de seminários do próprio sindicato com os estudantes de engenharia”, afirma Cicero.

Inovação e desenvolvimento tecnológico, mercado de trabalho, ética profissional e o papel dos futuros profissionais de engenharia como agentes da transformação social foram temas de destaque em 2015 durante os vários eventos promovidos pelo Sindicato dos Engenheiros a partir do Senge Jovem, o seu braço de relacionamento com os estudantes das mais diversas áreas da engenharia.

Ao longo do ano foi cumprida uma agenda que incluiu reuniões com centros acadêmicos; palestras em semanas de engenharia, em universidades públicas e privadas em todo o Paraná e dois grandes eventos promovidos pelo Senge Jovem: a Semana do Jovem Engenheiro, em Foz do Iguaçu; e a Jornada Senge Jovem, em Curitiba.

Em Foz, a Semana do Jovem Engenheiro reuniu durante cinco dias de palestras mais de 400 estudantes de engenharia para debater produção de capital tecnológico, a valorização de empresas nacionais de setores estratégicos e o papel da engenharia no desenvolvimento e na defesa da soberania nacional.

Encontro estadual do Senge Jovem no Paraná define calendários de eventos para 2016

A primeira edição da Semana do Jovem Engenheiro, realizada em 2015, reuniu mais de 400 estudantes de engenharia. Senge Jovem promoverá em 2016 a segunda edição em Foz e levará o debate para seminário em Londrina.

Já em Curitiba, a Jornada Senge Jovem contou com participação de profissionais de destaque no mercado de trabalho. Foi uma troca de experiências sobre o mercado de engenharia, ética profissional e a engenharia com foco na inclusão social. A relevância dos temas chamou a atenção até de quem não cursa engenharia tendo atraído para o evento acadêmicos dos cursos de Direito, Química, Matemática Industrial e de Arquitetura e Urbanismo.

Fonte: Senge-PR

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Lideranças de centros acadêmicos dos cursos de engenharias da Capital estão participando de reuniões na sede do sindicato, em Curitiba. Meta é ampliar atividades em favor da cidadania e capacitação profissional neste ano de 2016

Até 19 de fevereiro, os gestores do Programa Senge Jovem estarão promovendo uma série de reuniões, na sede do Sindicato, em Curitiba, com lideranças de entidades estudantis dos cursos de engenharias da Capital.

A ideia dos encontros é aproximar ainda mais os futuros engenheiros do sindicato e buscar parcerias com grupos de extensão, de pesquisas, centros e diretórios acadêmicos, entre outros.

 

Juliana Camargo, presidente do Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (CAEA UFPR), com os sócios-aspirantes e gestores do Senge Jovem, Anderson Souza.

A meta do Projeto Senge Jovem para este ano é ampliar a participação nas semanas acadêmicas, e promover cursos, palestras, participar de projetos sociais e fomentar e compartilhar ações que promovam a cidadania e a capacitação profissional.

A primeira entidade estudantil a participar desse novo ciclo de encontros, iniciado no último dia 1º, foi o Centro Acadêmico de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Paraná (CAEA UFPR), representado por sua atual presidente, Juliana Camargo, que cursa o 5º período.

Fonte: Senge-PR

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Do ENEDS ao Fórum Social Mundial: ergue-se a bandeira por uma engenharia popular e solidária

Por Clécio Santos*

Quando um grupo de estudantes e professores da UFRJ decidiu realizar um Encontro de Engenharia e Desenvolvimento Social, em 2004, talvez não tenham imaginado que aquele encontro acadêmico se tornaria nacional no ano seguinte, ganharia edições regionais a partir de 2011, chegaria à sua décima segunda edição nacional em 2015, realizada em Salvador-BA, com cerca de 700 participantes, maior público do evento até hoje, e teria como fruto do acúmulo de seus debates e de sua mobilização a realização de um debate sobre a engenharia popular e solidária que queremos durante o Fórum Social Mundial (FSM), realizado em Porto Alegre, de 19 a 23 de janeiro de 2016.

O debate, realizado no Centro Municipal de Formações de Trabalhadores Paulo Freire (CMET Paulo Freire), na sala 7, no dia 22, às 10h45, foi organizado em conjunto pela comissão organizadora do III Encontro Regional de Engenharia e Desenvolvimento Social do Sul - EREDS SUL, que acontecerá em meados de maio deste ano, na cidade de Santa Maria-RS, e pelo Senge Estudante Bahia, organização de estudantes vinculada ao Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge BA), o qual apoiou diretamente a organização do III EREDS Nordeste e do XII ENEDS. Estiveram presentes no debate 43 participantes, em sua maioria estudantes e profissionais de engenharia, mas também profissionais da educação e estudantes de cursos de ciências humanas e sociais.

Do ENEDS ao Fórum Social Mundial: ergue-se a bandeira por uma engenharia popular e solidária

Ao longo de mais de duas horas, foram discutidas questões relacionadas à formação universitária em engenharia, ao exercício profissional da engenharia e à luta política necessária para que a engenharia esteja a serviço da construção de outro mundo possível, como conclamou o tema do FSM. Entre os temas discutidos, estiveram: interdisciplinaridade acadêmica, extensão universitária, tecnologias livres, autogestão e economia solidária, saneamento, direito à cidade, educação popular, agroecologia, racismo e machismo nos cursos de engenharia, ambiente profissional, sindicalismo, defesa da democracia e do interesse público, Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá (REPOS), entre outros.

Como saldo deste debate dentro do FSM, além do estabelecimento de contatos entre estudantes e profissionais que já lutam em diversas das frentes discutidas, a exemplo da articulação entre estudantes de engenharia sanitária e ambiental e engenheiros que trabalham com saneamento, temos o aumento de visibilidade da bandeira por uma engenharia popular e solidária, onde bandeira ganha sentido literal ao ser confeccionada pela primeira vez durante o fórum. Da mesma forma, ao longo dos cinco dias do FSM, camisas estampando a frase “Por uma engenharia popular e solidária!” foram usadas por dezenas e vistas por centenas, dizendo ao conjunto dos movimentos sociais presentes que também na engenharia tem gente lutando para a superação do capitalismo, do racismo, do patriarcado e do colonialismo.

*Estudante de Engenharia da Computação (UFBA) e Coordenador do Senge Estudante Bahia

Do ENEDS ao Fórum Social Mundial: ergue-se a bandeira por uma engenharia popular e solidária

Fonte: Senge-BA

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O estudante de engenharia Clécio Santos, um dos coordenadores-gerais do Senge Estudante na Bahia, foi entrevistado pela organização francesa Ingénieurs Sans Frontières (Engenheiros Sem Fronteiras). A entrevista, feita por Eduardo Palmieri, brasileiro e coordenador da organização na França, aconteceu durante o Seminário Ensino da Engenharia no Século XXI, organizado pela Fisenge em setembro. Clécio falou sobre a formação em engenharia no Brasil, a atuação do Senge Estudante e os desafios para se construir uma educação crítica das desigualdades sociais e engajada na transformação da realidade.

Leia a entrevista, no original em francês, no site da Ingénieurs Sans Frontières.

Leia a versão em português, traduzida automaticamente, clicando aqui.

Organização francesa 'Ingénieurs Sans Frontières' entrevista coordenador do Senge Estudante na Bahia

Fonte: Senge-BA

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