Neste domingo (23/9), em Pernambuco, uma manifestação, intitulada de “Marcha da Família”, cometeu e propagou inúmeras atitudes de violência contra mulher. Isso porque centenas de pessoas entoaram uma canção de cunho machista e misógino em favor de um candidato à presidência da República que é representante do fascismo e do retrocesso. Os trechos da música representam um atentado à dignidade humana das mulheres. O Brasil é o quinto país com maior número de feminicídio no mundo. Manifestações como esta só contribuem para o aumento da violência contra a mulher. O direito à liberdade de expressão não é absoluto e, neste caso, há abuso, uma vez que a música inferioriza e oprime mulheres. Repudiamos a manifestação e afirmamos a democracia como campo legítimo de disputa da política. Não aceitaremos retrocessos e narrativas de ódio.

Coletivo de Mulheres da Fisenge
Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros
Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2018.

Coletivo de Mulheres da Fisenge repudia manifestação misógina

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A atual luta dos caminhoneiros pelo preço do diesel traz importantes reflexões para os trabalhadores da Chesf, Eletrobras e Petrobras, e suas lutas contra as privatizações. Vejamos:

Privatização da Chesf e Eletrobrás

Precisamos reforçar a contradição do discurso governamental, que apresenta a descotização como principal argumento da entrega da Eletrobras e, consequentemente, da Chesf, ao capital estrangeiro. Se a solução é descotizar, podemos considerar que, de acordo com a visão do Governo, o problema central da crise da estatal é o regime de cotas.

Com a mudança no regime, ou seja, com a descotização, a Eletrobras e a Chesf, públicas ou privadas, poderão ter uma altíssima lucratividade. Ou seja, hoje a energia elétrica vendida pelas estatais, pelo sistema de cotas, custa aos consumidores R$ 40/MWh. Com a descotização, esse valor passará a R$ 200/MWh.

Não é preciso uma profunda reflexão para entender que a mesma energia quando vendida por 5 vezes o valor da cota proporcionará um maior lucro às empresas. Em detrimento da população, sem pensar na soberania energética nacional, o capital privado se beneficiará do novo sistema.

A Chesf, por exemplo, que é capaz de produzir entre 50 e 54 milhões de MWh, com o valor descotizado, passará a ter uma receita operacional de até R$ 10,8 bilhões. Essa receita é capaz de gerar um lucro líquido de R$ 5,5 bilhões, uma margem de lucro fantástica para o setor.

A dificuldade é explicar para a sociedade o fato das Usinas já terem sido amortizadas e a energia velha, já paga, ser vendida a preço de mercado. As decisões são fruto de uma política de governo que privilegia o capital e prejudica a população.

Paralisação do setor de transportes

A paralisação do setor de transporte está intimamente ligada à política de preços da Petrobras, que, desde 2016, tem privilegiado o capital estrangeiro e sendo orientada pela dolarização.

Precisamos ter a compreensão principal de que a Petrobras é autossuficiente na produção de petróleo. Entretanto, por determinação da direção de empresa, as refinarias vêm funcionando com redução de 40% de sua capacidade. Fato este que tem forçado a importação, com a finalidade cobrir o déficit interno.

Segundo Nota Técnica do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Com as plantas de refino do país é possível refinar 2,4 milhões de barris/dia para uma demanda de consumo interno de 2,2 milhões de barris/ dia. O Brasil exporta óleo cru e importa combustível refinado. A Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) publicou que, em 2017, o país aumentou a importação de gasolina em 82% e em 67% do diesel.

Do outro lado do “jogo”, estão os caminhoneiros. Uma média de um milhão de profissionais responsáveis por 70% do transporte de cargas do país. O recrudescimento da economia, a significativa redução dos preços dos fretes e o aumento absurdo do diesel de R$2,50 em 2016 para mais de R$4,00 em 2018 são mais que desafios, impostos a partir do golpe que vivenciamos em 2016, para esses trabalhadores e toda rede que eles fazem parte.

 Em um cenário de ameaças permanentes de privatizações, oriundas da política ideológica invertida, de valorizar o privado e sucatear o que é público, afetando a soberania do país, o governo se encontra numa das maiores crises da história brasileira. De acordo com eles, “reféns de caminhoneiros”, que emergem como um verdadeiro tsunami social, paralisando o país de norte a sul e de leste a oeste.

 

*Mailson da Silva Neto é engenheiro eletricista e diretor do Senge-PE

A luta dos trabalhadores do setor energético se entrelaça com a dos caminhoneiros, por Mailson Silva Neto

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Sindicatos, artistas, parlamentares e centenas de funcionários da Chesf se reuniram, na última sexta-feira (24/11), para dizer não à privatização. A diretoria do Senge-PE participou do ato cultural e político “Todos em defesa da Chesf e do Velho Chico”, que aconteceu em frente à sede da Companhia, no bairro de San Martin.

O presidente do Senge-PE Fernando Freitas afirmou que a população nordestina está unida contra esse crime que ameaça a soberania nacional e o desenvolvimento da região. “A privatização da Chesf é mais um retrocesso desse governo ilegítimo. Não vamos ficar de braços cruzados. A cada dia, o movimento ganha novas adesões. Temos movimento sindical, trabalhadores da Chesf, movimento cultural, políticos e parlamentares, todos juntos para proteger a Chesf, a soberania nacional e nossa segurança energética”, disse.

O ato, organizado pelo Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco, Sindurb-PE, contou com a presença de representantes de diversos sindicatos, movimentos sociais, parlamentares. A animação do evento ficou por conta de artistas regionais como Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Josildo Sá, Ronaldo Aboiador e Marrom Brasileiro, além do Maracatu Estrela Brilhante, que declaram apoio ao movimento contra a privatização.

Fonte: Senge-PE

Ato cultural e político marca dia de luta em defesa da Chesf, em Pernambuco

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Em 11/10, engenheiros de pesca e de aquicultura debatem as mudanças no mercado de trabalho e atribuições das engenharias, durante o XX Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, que aconteceu entre 08 e 11 de outubro, em Florianópolis-SC.

As mudanças no mercado de trabalho no Brasil ainda não estão claras para muitos trabalhadores. A situação é a mesma quando se trata dos engenheiros de pesca e da aquicultura. Estudantes inseguros sem saber o que esperar do mercado e profissionais buscando se adaptar. Além das mudanças gerais, apontadas pelo diretor da Fisenge e do Senge-PE e engenheiro eletricista Roberto Freire, como a era da “sociedade conectada”, os profissionais têm que lidar com a dificuldade gerada pela concessão das atribuições do Sistema Confea/Crea.

Para o engenheiro de aquicultura e representante da Associação Brasileira de Engenharia de Aquicultura, Abeaqui, Rafael Luiz da Costa, é preciso ter mais clareza na definição das atribuições. “Os profissionais precisam saber o que eles podem fazer e o que não podem, para evitar problemas”, disse.

O engenheiro de pesca e representante da Associação dos Engenheiros de Pesca do Ceará, AEP-CE, Márcio Bezerra, explicou que as engenharias citadas são consideradas “profissões filhas”, o que faz com que elas sejam, muitas vezes, coadjuvantes de outros profissionais. Porém, reforçou a importância de profissionais competentes na área, como forma, também, de valorizar a categoria. “Não precisamos ser, apenas o melhor engenheiro de pesca. Precisamos ser melhores que agrônomos, que veterinários, que várias outras profissões”, afirmou.

Roberto Freire, por sua vez, defendeu que a briga por atribuições não deve ser o foco da luta da categoria neste momento de crise econômica e política, e de ataque aos direitos do trabalhador. “A crise do capitalismo, que começou em 2008, promove uma integração descentralizada na produção de bens e serviço. Se produz em qualquer parte do mundo, desde que o capital financeiro ganhe muito e o trabalhador trabalhe muito”, disse.

Para o engenheiro eletricista, o Brasil voltou a ser aquele país em tentativa de desenvolvimento, e a engenharia tem sido muito prejudicada com esse novo cenário. “Engenheiros trabalham para construir estruturas que forneçam suporte ao desenvolvimento, construir as infraestruturas para que as pessoas usufruam. O maior contratador é o Estado, em qualquer lugar do mundo. No Brasil, com a ‘PEC do Fim do Mundo’, o Estado diz que só vai ter orçamento até o nível da inflação, ou seja, que não vai mais investir. O que será da engenharia, então?”, questionou.

Fotos: FotoCongresso

Mercado de trabalho para os engenheiros de pesca e da aquicultura em debate no XX CONBEP

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Em virtude da transferência de postos de trabalho de cerca de 85 engenheiros, com exclusão do adicional de periculosidade, o Senge-PE se posiciona e envia carta à presidência da Companhia exigindo suspensão da decisão que penaliza a categoria.

A medida foi direcionada a engenheiros que recebem remuneração mensal igual ou superior a R$30.000,00, em sua maioria, com mais de três décadas de colaboração à Companhia.

"Depois de tamanha contribuição, os trabalhadores estão sendo perseguidos na empresa, o que reflete em assédio moral e discriminação em face da idade. Nós estamos ao lado da categoria, e não vamos permitir atitudes como esta", ressalta o presidente do Senge-PE Fernando Freitas. Para ele, tal medida surge para forçar uma adesão compulsória ao Plano de Demissão Voluntária em vigor.

O Senge-PE, em documento oficial enviado à Chesf, solicita, além da suspensão das transferências ou alteração nas atividades atuais, uma reunião com a diretoria da empresa para tratar do assunto.

 Fonte: Marine Moraes/Senge-PE

Senge-PE cobra suspensão de transferências de engenheiros da Chesf

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Segunda, 30 Janeiro 2017 10:06

ARTIGO: "A PLR no Sistema Eletrobras"

Com a implantação da Participação nos Lucros ou Resultados – PLR - nas empresas, abriram-se novas possibilidades de discussão de temas além da questão remuneratória pelo movimento sindical.

*Por Adelson Neves

A PLR possibilita às empresas discutirem questões colocadas pela atual dinâmica da economia, demandando maior qualificação profissional, gestão participativa e maior comprometimento do trabalhador com os objetivos empresariais. Já com relação à classe trabalhadora, é mais uma forma de usufruir de uma maior parte dos ganhos produzidos pela empresa e que não são transferidos aos salários.

Não se pode afirmar que a participação nos lucros é uma forma de resolver a questão social do trabalhador, mas não deixa de ser um procedimento moderno de integração do empregado à empresa, onde a colaboração desta classe participa dos resultados obtidos pelo empregador.

A Participação nos Lucros ou Resultados é um tipo de Remuneração Variável que institui parceria entre capital e trabalho estabelecendo condições para o desenvolvimento harmonioso nas relações trabalhistas e permitindo negociações objetivas, onde ambas as partes se comprometem em alcançar objetivos coletivos e empresariais.

No setor elétrico, a PLR tem grande importância na pauta das negociações coletivas de trabalho, onde os sindicatos têm mobilizado as categorias profissionais visando ampliar a participação dos trabalhadores nos resultados financeiros das empresas.
As empresas estatais do Sistema Eletrobrás já adotam a Remuneração Variável na modalidade PLR – Participação nos Lucros ou Resultados. Essa sistemática adotada visa basicamente o critério de Lucro com Metas e Indicadores que variam de empresa para empresa que compõem a holding.

O novo modelo proposto da PLR introduz o Contrato de Metas de Desempenho Empresarial – CMDE, que padroniza as metas e indicadores entre as empresas, buscando assim, o equilíbrio na apuração final dos resultados.

Em consonância com a determinação de sentença conciliatória do Tribunal Superior do Trabalho, TST, e com a proposta apresentada pela Eletrobrás para as PLRs de 2015 e 2016, serão distribuídas duas folhas salariais com base em RESULTADOS – Metas Operacionais (1 folha) e no LUCRO – Lucratividade (1 folha), esta última dividida em Meta EBITDA¹ ou LAJIDA² de cada empresa (1/2 folha) e no lucro da holding (1/2 folha). Este modelo, ainda que necessite de aperfeiçoamento, está em conformidade com as expectativas da classe trabalhadora, porque não se condiciona apenas ao lucro das empresas.

¹ EBTIDA: Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization
² LAJIDA: Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização

 

*Adelson Neves é engenheiro eletricista e membro do Conselho Fiscal do Senge-PE

ARTIGO: "A PLR no Sistema Eletrobras"

 

 

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A primeira manchete foi capa do jornal Última Hora, do Rio de Janeiro, no dia 26 de dezembro de 1983 e a segunda foi uma frase proferida no meio da intervenção feita pelo representante da oposição à direção do Sindicato dos Taxistas de Recife, no mesmo dia, no auditório da Escola Politécnica de Pernambuco, onde acontecia a posse da nova diretoria do Sindicato dos Engenheiros de Pernambuco. Nesses 33 anos, entre 1983 e 2016, a palavra desempregado só foi menos utilizada nos breves períodos dos governos de Lula e Dilma. Já bater em mulher nos dá uma sensação de permanência terrível, que ultrapassa o tempo e as fronteiras.

* Por Roberto Freire, diretor de divulgação e cultura do Senge-PE

O ano de 1983 ainda trazia manchetes muito semelhantes às que vemos hoje, como a do jornal Tribuna da Imprensa, que dizia “Galvêas: crise é maior do que a de 1929”. Segundo o ministro da Fazenda, Ernane Galvêas, do último governo da ditadura militar, que se instalou no Brasil a partir de 1964, através de um golpe, “a atual crise econômica é a mais séria da história do país”, e ainda completava o raciocínio dizendo que “as pessoas ficam desempregadas e o governo não tem meios para implantar um sistema social”. O ministro era acusado pelos empresários de estar praticando uma política de recessão e desemprego.

Em abril de 1983, em matéria do Diário de Pernambuco, “Luizaugusto Barreto da Silva Nem apresentou proposta à diretoria do Sindicato dos Engenheiros, solicitando posicionamento contra a compra de know-how”, argumentando que a compra de tecnologia estrangeira estava causando desemprego entre os profissionais da engenharia e agronomia. A proposta foi aprovada e o “presidente do sindicato, professor Rawilsean Dutra, enviou expediente às autoridades do Planalto e aos deputados federais e senadores abordando o problema”. Na mesma matéria, a diretoria que estava encerrando o mandato fazia um balanço dos trabalhos realizados, citando o programa assistencial e social, com a inauguração do Senge-Bar e a ampliação do serviço de odontologia, prótese e tratamento de canal, que a partir de então estava atendendo os profissionais à noite. “Segundo o presidente Rawilsean Dutra, com essas duas realizações cumpre a plataforma de trabalho, lançada durante a campanha eleitoral”.

A noite de 26 de dezembro de 1983, com a solenidade na Poli, era o coroamento de uma árdua luta do grupo que assumia a direção do sindicato. Na primeira tentativa de participação no pleito eleitoral acontecido três anos antes, o grupo sequer conseguiu inscrever a chapa, por conta de um problema de “transparência” com o edital. Na eleição seguinte, essa em que o grupo foi vitorioso, foi necessário dormir sobre as urnas, para que os votos não mudassem de lado.

Na matéria do Diário de Pernambuco de 25 de dezembro, que dizia: “Sindicato empossa eleitos”, Cláudio Pinto, o presidente da chapa, afirmava estar “disposto, junto com os companheiros a executar programa de trabalho com vistas a uma gestão sindical democrática, fortalecendo a entidade e proporcionando atuação mais efetiva do órgão nas questões profissionais e a discussão dos grandes problemas nacionais”. No dia seguinte, nova matéria no Diário, que afirmava em manchete que “Jarbas quer luta pelas diretas”, dizia que “ontem à noite, na solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato dos Engenheiros, houve manifestação da categoria em favor das eleições diretas”. O Sindicato entrou no movimento em favor das eleições diretas para presidente da República e nunca mais saiu das lutas democráticas e populares.

A diretoria que está sendo empossada hoje é ferrenha seguidora dos valores democráticos que nortearam a caminhada vitoriosa das direções que se seguiram à capitaneada por Cláudio Pinto. Foram anos difíceis e conturbados, mas mesmo assim tivemos conquistas. As lutas mudaram, alguns companheiros do passado, como Jarbas, hoje defendem e caminham ao lado de golpistas, mas a nossa história nos credencia a continuarmos na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras, dos engenheiros e engenheiras, da engenharia e do Brasil. Parabéns a Fernando Freitas e toda a diretoria que toma posse nesta data.

ARTIGO: “Desempregado bate na mulher e quebra a casa” ou “Tirar o pelego de vocês é fácil”

 

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O Presidente do Senge-PE, Fernando Freitas, participou, nesta manhã, do "Grande Ato Contra o Desmonte, a Privatização do Setor Elétrico e a Retirada de Direitos", realizado na frente da sede da Chesf em Recife. Estiveram presentes, também, representantes sindicais do Sindurb-PE, CNE, CNU, FNU. FRUNE, entre outros.

Fernando Freitas destacou a importância de participar da manifestação, para "demonstrar a nossa posição contra a privatização, e o quanto estamos lutando para a manutenção do emprego de todos do setor".

Presidente do Senge-PE participa de ato na Sede da Chesf

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Aconteceu, nos dias 14 e 15/9, mais uma reunião de acompanhamento do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2018 do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Rio de Janeiro. De acordo com o presidente do Senge-PE, Fernando Freitas não houve avanços significativos na negociação. “Foram discutidos os 46 itens da pauta, tendo como principais itens por parte da empresa um indicativo de proposta de IPCA pleno de 8,97% e tíquete refeição de R$48,00. Por outro lado, houve recuo quanto ao pagamento da Performance Organizacional. Tínhamos a conquista de 2 salários anuais e a empresa retirou essa proposta e manteve o pagamento de apenas de um salário com pagamento previsto para julho de 2017”, disse Freitas que representou a Fisenge na negociação. Após o recebimento oficial da proposta pela empresa, os sindicatos irão encaminhar para deliberação em assembleia. A próxima reunião está prevista para outubro. Será elaborado e divulgado, em curto prazo, um boletim detalhado pela Intersindical sobre o andamento da negociação com o ONS.

Reunião de acompanhamento do Acordo Coletivo da ONS não avança

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado de Pernambuco - Senge-PE – realizou, na última sexta-feira (10/06), uma palestra para os alunos do Instituto Federal de Pernambuco da cidade de Caruaru. Eloísa Basto, diretora de mulheres do Sindicato, apresentou a cartilha “Por um espaço público cidadão: a mobilidade e a conquista da rua”, publicação do Senge-PE, para a discussão sobre o tema mobilidade urbana.

Alunos do curso de Edificações, Mecatrônica e Segurança de Trabalho conferiram a apresentação que tratou, entre outros temas, da importância da ocupação nas ruas pelos cidadãos, como forma de cuidar e tornar mais seguras as cidades.

Para a coordenadora de extensão do IFPE- Caruaru Rúbia Andrade é de grande importância a realização de debates como esse, pois “os estudantes precisam de estímulo para pensar mais sobre a cidade em que vivem, e debates como esse incentivam eles a questionar e trabalhar por melhorias”, afirmou.

Senge-PE realiza palestra sobre mobilidade no IFPE – Caruaru

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