28/05 é o dia de combate à mortalidade materna. O termo “Violência Obstétrica” foi cunhado pelas mulheres e se desdobrou em tratados, leis e resoluções nacionais e internacionais. Hoje é utilizado em vários países e línguas: obstetric violence, violence obstetricale e violencia obstetrica. Esta violação está descrita na legislação do México e da Argentina há muitos anos. No Brasil, já temos leis estaduais e municipais sobre o tema e projetos de lei federal em tramitação. Contrariando a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde vetou termo “violência obstétrica” em um evidente retrocesso dos direitos das mulheres.

28 de maio: dia de combate à mortalidade materna

 

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No segundo domingo do mês de maio é celebrado o dia das mães. O Coletivo de Mulheres da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) reuniu falas de 5 mães engenheiras para marcar essa data, que é de conquista e luta por direitos e um Brasil justo e igualitário. Elas falam sobre a importância de direitos fundamentais como licença-maternidade, creches e outras conquistas que são fruto da luta dos sindicatos que negociam os acordos coletivos. São elas: Anildes Lopes, Fabiana Alexandre Branco, Marina Bezerra, Simone Baía e Raíssa Rodrigues. Confira!


Anildes Lopes
Engenheira agrônoma, diretora do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) e mãe de 3 filhas, as gêmeas Maria Luiza e Maria Cecília, de 17 anos, e Manuela, de 13 anos. Como muitas mães, Anildes passou por dificuldades. A engenheira conta que quando sua terceira filha nasceu, em razão do tipo de função que ocupava, um cargo comissionado, teve que voltar a trabalhar antes dos 30 dias do pós-parto. Para Anildes, estas formas precárias de trabalho prejudicam, consideravelmente, as mulheres. “O respeito à CLT e aos direitos trabalhistas conquistados em acordos coletivos é fundamental. E os sindicatos cumprem papel central nesse avanço”.

Fabiana Alexandre Branco

Engenheira agrônoma, trabalha como fiscal Defesa Agropecuária do Estado de Santa Catarina, é diretora do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de Santa Catarina (Seagro-SC) e mãe de Thales, que tem 3 anos e 10 meses. Fabiana lamenta que muitas mulheres ainda sejam discriminadas no ambiente de trabalho por engravidare, embora ela tenha encontrado um ambiente acolhedor no trabalho. Isso porque trabalha em uma empresa pública que cumpre a CLT e as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho conquistadas pelo Sindicato. “Nós temos a garantia de 6 meses de licença-maternidade, auxílio-creche/babá, por exemplo, benefícios que proporcionam um retorno menos abrupto ao trabalho. Esses direitos só foram possíveis graças à luta do Seagro-SC”, garantiu.

Marina Bezerra
Engenheira agrônoma, mestre em desenvolvimento em meio ambiente, assessora técnica do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe (CREA-SE), diretora adjunta da diretoria da mulher da Senge-SE e mãe de uma menina de 2 anos e meio. Um de seus maiores anseios como mãe é de uma creche pública próxima de sua casa ou trabalho. “Por exemplo, em palestras e outros eventos que eu poderia participar pelo trabalho ou pela militância, não fui por saber da falta de estrutura para acolher crianças, trocadores nos banheiros e falta de cuidadores enquanto participo do evento”, disse.

Raíssa Rodrigues
Engenheira civil, representa o Sindicato dos Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) no Coletivo de Mulheres da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e é mãe de uma menina de 5 meses. A engenheira ressalta a importância da licença-maternidade para sua permanência no mercado de trabalho.


Simone Baía
Engenheira química, diretora da mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e mãe de uma adolescente de 15 anos, Anna Terra. Simone conta que uma das situações mais positivas e emocionantes que viveu enquanto mãe, foi quando sua filha tinha 9 anos e escreveu uma redação na escola sobre ela e relatou a admiração que sentia pelo seu trabalho na engenharia e no movimento sindical com mulheres. “Nós, mulheres, acumulamos jornadas de trabalho, familiar e doméstico, ampliando a exploração da nossa força de trabalho. Hoje, o governo federal não só quer ampliar a reforma trabalhista com retirada de direitos como aprovar a Reforma da Previdência que irá prejudicar ainda mais as mulheres, que terão que trabalhar e contribuir muito mais. Por isso, nós precisamos nos unir em defesa da aposentadoria, da educação pública e gratuita e de um Brasil justo, igualitário e soberano”.

5 mães engenheiras que você precisa conhecer

 

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O Dia Nacional da Mulher foi instituído em 1980, como homenagem a Jerônima Mesquita, enfermeira brasileira que fundou o Movimento Bandeirante e foi uma das lideranças do movimento de mulheres no Brasil. Jerônima Mesquita esteve também envolvida na criação do Conselho Nacional das Mulheres. Instituída pela lei nº 6.971/1980, a data foi escolhida por ser o dia do nascimento de Jerônima.

No dia nacional da mulher, engenheiras reafirmam luta contra a Reforma da Previdência

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por Comunicação Fisenge*

“Quem sabe o que faz um(a) engenheiro(a)?”. Esta pergunta iniciou a sessão de leitura com crianças do “Viaduto Literário”, que aconteceu neste sábado (16/2), no Rio de Janeiro. O projeto promove oficinas de colagem, pintura, audiovisual, percussão, desenho e literatura para crianças dos Morros da Providência e do Pinto. Com a publicação “Histórias da Engenheira Eugênia” em mãos, a maioria das crianças respondeu que não sabia as funções de um engenheiro. Já uma das crianças afirmou: “é de gente rica”. “Ficamos por alguns segundos paradas pensando na resposta, que carrega em si uma enorme carga de desigualdade e indiferença social. Sem se darem conta, elas já sabem “qual é o espaço delas”. Desconstruir esse pensamento e apresentar um mundo possível é o desafio de cada atividade”, contou uma das voluntárias, a designer e ilustradora, Tati Rivoire. De acordo com a idealizadora e coordenadora do Viaduto Literário, Márcia Raquel - que também é moradora da Providência - elas começaram a explicar a importância da engenharia, afirmando que este profissional articula políticas públicas, desenvolvimento social e construção de uma sociedade justa e igualitária. “Algumas crianças gostam muito de matemática e dissemos que engenheiros usam muito os números. Eu também estou entendendo um pouco mais sobre a engenharia com a leitura do livro”, disse.

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Cerca de 20 crianças participam semanalmente do Viaduto Literário.

Semanalmente, aos sábados, das 10h às 13h, o projeto reúne cerca de 20 crianças, de 2 a 12 anos, embaixo do viaduto São Pedro/São Paulo. Ela conta com apoio e doações de pessoas voluntárias e não têm qualquer tipo de financiamento. Além das oficinas, das leituras e dos vídeos, há também a hora do lanche, que deixa as crianças ansiosas por um bolo de chocolate ou cachorro quente.

O projeto atende a uma maioria de crianças negras, com acesso limitado à arte, à cultura, à rede de esgoto, transporte público de qualidade e sem direito à cidade num contexto mais geral. Direitos estes que têm relação direta com a engenharia, como o acesso ao saneamento básico, mobilidade urbana, alimentos seguros, acesso à internet e universalização da banda larga. Todos os dias, aquelas crianças sonham com o pleno direito à cidade e o bem-viver. De acordo com Marcia, que é mais conhecida como “Tia Marcinha”, no mês de março, pelo dia internacional da mulher, as crianças vão fazer a leitura e a interpretação das histórias da Engenheira Eugênia. “É uma publicação que vamos trabalhar por um tempo, porque ela abrange vários assuntos relacionados a gênero, empoderamento feminino, a defesa dos direitos das mulheres e combate ao machismo, que são assuntos que a gente discute com as crianças, por percebermos a necessidade dessa consciência desde pequenos. A Engenheira Eugênia elucida várias dúvidas que, talvez, as mães dessas crianças também tenham. Nossa proposta é apresentar a Engenheira Eugênia para as crianças e para que elas apresentem para suas famílias e outras pessoas”, disse.

Nesse sentido, Tati Rivoire acredita que a publicação da Engenheira Eugênia aborda temas sobre direitos humanos de uma maneira didática e simples. “Cada criança ali passa ou conhece alguém que sofre ou já sofreu algum tipo de agressão, seja física ou moral e, com o suporte do livro, podemos conversar sobre o assunto e tentar esclarecer alguns pontos em que elas se identificam. São questões delicadas”, pontuou.

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Quadrinhos da Engenheira Eugênia são distribuídos gratuitamente.

Sobre o Viaduto

Fundado em abril de 2018 por Marcia, o Viaduto Literário surgiu a partir de seu contato com as crianças no Favela Cineclube, projeto que promove exibição de filmes e debates, mensalmente, na Providência.  “Acredito no acesso pelo compartilhamento de conhecimento, informação e, principalmente, de afeto, criando laços, conscientizando e também divertindo com arte e cultura”, explicou Marcia, que acrescenta: “As crianças aqui da favela são muito curiosas e interessadas. Como eu estava desempregada, eu pensei em encontrar com eles semanalmente para compartilhar conhecimento, mas não têm acesso por conta do descaso do Estado”.

Sobre as “Histórias da Engenheira Eugenia”

Publicadas desde 2013 no formato de tirinhas em quadrinhos, as histórias da Engenheira Eugênia foram organizadas em um compêndio lançado, em 2017. Idealizado pelo Coletivo de Mulheres da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros), o projeto já ganhou o 1º lugar, na categoria cidadã em comunicação sindical, do Prêmio de Direitos Humanos da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra). A publicação reúne a trajetória da personagem protagonista, Engenheira Eugênia, uma mulher de 40 anos com 15 de trabalho, recém-divorciada, dois filhos, uma adolescente de 15 anos e um menino de 9 anos. De acordo com a engenheira química e diretora da mulher, Simone Baía, são estas redes que dão sentido ao trabalho desenvolvido. “A leitura da Engenheira Eugênia nas favelas e periferias demonstra a importância do diálogo do movimento sindical com toda a sociedade. Queremos meninos e meninas sonhando em ser engenheiros e engenheiras. Que estes sonhos possam construir um mundo melhor, justo, solidário e igualitário”, anunciou Simone.

A publicação é distribuída gratuitamente e o download AQUI 

 *Texto de Camila Marins
Fotos: Divulgação

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Aconteceu, no dia 19/12,a Reunião da Rede UNI Global Union Mulheres Brasil, em São Paulo (SP). As sindicalistas se reuniram com o objetivo de analisar a atual conjuntura, discutir um conjunto de ações para 2019 e organizar o encontro de redes de mulheres da América. “Dentre os nossos propósitos está a valorização do trabalho da mulher bem como sua organização política como forma de enfrentamento aos retrocessos”, afirmou a engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

Reunião da Rede Uni Mulheres acontece em São Paulo

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Engenheiras pelo Outubro Rosa: Um mês para salvar vidas
 
Você sabia que a maior parte dos casos de câncer de mama é descoberta pelas próprias mulheres? Este é o tipo de câncer mais comum entre mulheres em todo o mundo.
 
O autoexame das mamas, indicado para todas as mulheres, independentemente da idade, é um dos maiores aliados do diagnóstico precoce. É importante lembrar que nem sempre alguma alteração significa a presença de câncer, por isso, é importante procurar uma médica ou um médico para um exame mais aprofundado. A mamografia por rastreamento, exame médico para detectar o câncer de mama em mulheres que não apresentam sintomas, é indicado pelo Ministério da Saúde prioritariamente para aquelas entre 50 e 69 anos, sendo realizado a cada 2 anos. Para as mulheres a partir de 40 anos, o exame é opcional, mas também pode ser feito pelo SUS. Nos casos em que há suspeitas ou alto fator de risco (principalmente histórico na família ou alterações genéticas conhecidas), a mamografia preventiva também é recomendada e deve ser garantida pelos hospitais públicos.
 
Além do diagnóstico, é essencial PREVENIR o câncer. A campanha Outubro Rosa surgiu, nos anos 1990, justamente para alertar a sociedade sobre essa doença, e principalmente para informar sobre a possibilidade de tratá-la e curá-la. Acontece anualmente, em todo o mundo, disseminando informações, combatendo os mitos e os estigmas sobre o câncer.
 
Faça o autoexame! Caso seja indicado, informe-se sobre onde é possível fazer a mamografia. Converse com as amigas, vizinhas, colegas de trabalho. Juntas somos mais fortes e saudáveis!
 
Para mais informações acesse o site do Instituto Nacional do Câncer (INCA): https://bit.ly/2d2HpP3
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Neste domingo (23/9), em Pernambuco, uma manifestação, intitulada de “Marcha da Família”, cometeu e propagou inúmeras atitudes de violência contra mulher. Isso porque centenas de pessoas entoaram uma canção de cunho machista e misógino em favor de um candidato à presidência da República que é representante do fascismo e do retrocesso. Os trechos da música representam um atentado à dignidade humana das mulheres. O Brasil é o quinto país com maior número de feminicídio no mundo. Manifestações como esta só contribuem para o aumento da violência contra a mulher. O direito à liberdade de expressão não é absoluto e, neste caso, há abuso, uma vez que a música inferioriza e oprime mulheres. Repudiamos a manifestação e afirmamos a democracia como campo legítimo de disputa da política. Não aceitaremos retrocessos e narrativas de ódio.

Coletivo de Mulheres da Fisenge
Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros
Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2018.

Coletivo de Mulheres da Fisenge repudia manifestação misógina

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Um caminhar da luta feminista é um dos temas do 1º módulo do 3º Curso de Formação Política para as Mulheres, que vai até hoje (06), no Centro de Formação da CONTAG – Brasília/DF

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As mulheres trabalhadoras rurais vêm construindo uma longa trajetória de resistência e de luta contra o machismo e todas as formas de violências. Uma luta histórica também travada no Sistema CONTAG, em busca da autonomia e do protagonismo das mulheres que fazem a nossa organização sindical e que trouxe importantes conquistas, como: o direito à previdência social rural, à sindicalização, o salário maternidade, a titulação conjunta da terra; as cotas e a paridade nos espaços de decisão dos Sindicatos, das Federações e da CONTAG.

Um caminhar da luta feminista que é um dos temas do 1º módulo do 3º Curso de Formação Política para as Mulheres, que vai até hoje (06), no Centro de Formação da CONTAG – Brasília/DF. Oportunidade para as mais de cem educandas compartilharem suas experiências e também ouvirem as vivências da luta feminista compartilhada pelas companheiras Nalu Faria, coordenadora da Marcha Mundial das Mulheres(MMM) e Joluzia Batista da Articulação de Mulheres do Brasil (AMB).

“A partir da compreensão da luta feminista ao longo da história do mundo, do Brasil, do Sistema CONTAG e dos movimentos sociais é que avançamos contra todos os retrocessos de direitos que estamos vivendo atualmente, e que prejudicam principalmente as mulheres. Nesse caminhar de resistência destacamos o papel e a importância da Marcha das Margaridas na vida de todas as mulheres do campo, da floresta, das águas e das cidades, como espaço imprescindível de afirmação da luta por desenvolvimento sustentável, democracia, políticas públicas e contra todas as formas de violências”, destaca a secretária de Mulheres da CONTAG, Mazé Morais.
Resgate histórico
 
No Sistema CONTAG, a partir da década de 80, as mulheres conquistaram visibilidade ao construírem articulações e organização próprias, com uma ampla agenda política voltada para a superação das discriminações e desigualdades, para a afirmação de sua identidade de trabalhadora rural, para os direitos sociais e pleno exercício de sua cidadania. A partir de então, as trabalhadoras rurais do movimento sindical do campo abraçaram o desafio de articular sua agenda específica com as lutas gerais, a exemplo da luta pela reforma agrária, acesso das mulheres à propriedade da terra, e luta pelos direitos sociais e previdência social.

Em sua trajetória sindical, as mulheres trabalhadoras ampliaram e fortaleceram as estratégias e formas organizativas e transformaram o perfil do sindicalismo rural brasileiro.
 
Debate proposto no Curso 
Confira a PROGRAMAÇÃO do 1º módulo Curso de Formação Política para as Mulheres: “Sociedade, patriarcado e a luta das mulheres”.
 
FONTE: CUT
 
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2 de julho é feriado na Bahia e também é dia de celebrar, nas ruas, a expulsão dos portugueses do estado, em 1823. No dia de hoje, milhares de baianos ocupam as ruas de Salvador para lembrar esta data. Embora D. Pedro I tenha proclamado a independência do Brasil no dia 7 de setembro de 1822, o exército português ainda dominava o território baiano. A partir daí, foram instauradas inúmeras batalhas até que, em 2 de julho de 1823, os portugueses acuados por terra e mar decidem abandonar a cidade. “Mais do que celebrar a independência da Bahia e do Brasil, relembramos a luta das mulheres por liberdade e direito de ocupação de espaço, através da história de heroínas nacionais como Maria Felipa, Maria Quitéria e Joana Angélica”, afirmou a engenheira, coordenadora do Coletivo de Mulheres Engenheiras “Maria Quitéria” e vice-presidente do Senge-BA, Márcia Nori.

As mulheres tiveram um papel fundamental no processo, e muitas se destacaram nas batalhas e na ajuda aos soldados, como Maria Felipa, Maria Quitéria e Joana Angélica. A freira Joana Angélica abrigou soldados baianos no Convento da Lapa e foi assassinada pela tropa portuguesa ao tentar impedir sua entrada. Já Maria Felipa foi uma mulher negra que liderou um grupo de mulheres que apos seduzirem e enganarem os portugueses, queimaram suas embarcações e conseguiram derrubar um enorme número de soldados. Maria Quitéria lutou, inicialmente disfarçada de soldado, nos campos de batalha da luta pela independência pois esta função era restrita a homens. Para isso, ela vestiu a roupa do cunhado e se apresentou como tal, ao Regimento de Artilharia, com a ajuda da irmã. Após ter seu feito revelado pelo pai que defendia que seu lugar era em casa, teve a sua permanência solicitada devido a sua bravura.
Inspiradas na história de Maria Quitéria, as engenheiras baianas deram seu nome ao Coletivo de Mulheres do Senge.

Por Camila Marins

Foto: Divulgação

Na Bahia, engenheiras participam de cortejo que celebra expulsão de portugueses

 

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