Petroleiros e estudantes se somam à Greve Geral para manifestar descontentamento com as privatizações e os cortes no MEC.

Centrais sindicais farão atos de encerramento da Greve Geral nas maiores cidades do país - Créditos: Mídia Ninja

Centrais sindicais farão atos de encerramento da Greve Geral nas maiores cidades do país / Mídia Ninja

De motoristas de ônibus a petroleiros. De estudantes a eletricitários. Milhões de trabalhadores vão paralisar suas atividades por 24 horas contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro (PSL) nesta sexta-feira (14). Motivada pela urgência de se enfrentar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 6/2019, a Greve Geral levará as ruas outras pautas de interesse nacional.

Em todas as bases da Federação Única dos Petroleiros (FUP), os trabalhadores aderiram à paralisação no dia 14 de junho, como conta o diretor de comunicação da entidade, Alexandre Finamori. A mobilização é simbólica, já que não ocorre a paralisação completa das plantas, mas afetará a troca de turnos nas refinarias.

Os petroleiros vão aproveitar a Greve Geral para expressar descontentamento em relação a projetos que atacam a soberania do país, iniciados pela gestão de Michel Temer (MDB) e aprofundados por Bolsonaro, diz Finamori. "A gente pode elencar, de cara, as privatizações das refinarias, o fechamento da planta de biodiesel de Quixadá, no Ceará, e outros desmontes do sistema Petrobras", pontua o sindicalista.

"Inclusive, a precarização do trabalho e das condições de segurança que podem levar a situações semelhantes à da Vale, em Mariana e Brumadinho", complementa, em referência à privatização da mineradora em 1998.  

O governo já anunciou a venda de oito das 13 refinarias da Petrobras. O acordo de concessão entre a estatal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) foi assinado nesta terça-feira (11), com prazo de dois anos para a venda das unidades. "Os trabalhadores estão com medo de trabalhar devido à precarização que está sendo feita, que é o caminho da privatização. Você precisa reduzir os gastos e manutenção para deixar a planta economicamente viável para a privatização", finaliza.

Em intenso processo de mobilização na luta contra cortes na Educação desde maio, estudantes, professores e funcionários de universidades e institutos federais também aderem à Greve Geral. 

Vice-presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Jessy Dayane afirma que a expectativa é de que a maioria das universidades no Brasil paralise, dando continuidade aos protestos que mobilizaram 1,5 milhão de pessoas em todo o país. "Em todos os espaços onde a gente construiu diálogos, debates e processos preparatórios para a greve, a adesão é muito grande”, diz.

Além das pautas específicas da categoria contra os cortes de bolsas de pesquisas e redução do orçamento das instituições, Dayane ressalta que há um trabalho específico das organizações no sentido de aproximar a juventude à principal pauta da Greve Geral desta sexta-feira. A motivação, segundo a dirigente estudantil, é bastante objetiva: os jovens serão os mais afetados pela PEC que altera as regras para a aposentadoria e que está em debate no Congresso Nacional.

"Nosso desafio, nesse período, foi o de espalhar informação, conscientizar e fazer o debate, panfletar e passar em sala de aula explicando o que é a reforma da Previdência, porque todo mundo que tem acesso ao que ela é não se posiciona a favor", lembra.

A reforma enviada pela equipe econômica de Bolsonaro fixa idade mínima de aposentadoria em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. No caso dos professores, a idade mínima foi definida em 60 anos para homens e mulheres.

"Embora pareça algo distante de quem é jovem, porque não está tão próximo assim de se aposentar, eles serão também os mais impactados. Porque quem está se aposentando ainda hoje vai se aposentar nas regras atuais. Os jovens que serão impactados com as novas regras. Se for aprovada a reforma da Previdência, isso significa que os estudantes de hoje vão ter que trabalhar muito mais, ou provavelmente não vão se aposentar", completa.

Dayane também lembra que a taxa de desemprego no Brasil fechou o trimestre em 12,5%. São 13,2 milhões de pessoas sem trabalho no país, segundo dados o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Fonte: Brasil de Fato / Edição: Daniel Giovanaz

Publicado em Notícias

Fisenge disponibiliza material sobre a Reforma da Previdência

Com o objetivo de elucidar a população sobre a proposta da Reforma da Previdência (PEC 6/2019), a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), organizou um conteúdo com informações sobre a Previdência Social. No material, é possível encontrar vídeos, publicações, links úteis, peças para redes sociais e o Abaixo-assinado Nacional em defesa da Previdência Social e das Aposentadorias.

Confira: http://bit.ly/EntendaaReforma

 

 

Publicado em Notícias

Em todo o país, trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias vão para rua protestar contra reforma, cortes na educação e por mais empregos

#14J é greve: Confira onde vai ter ato e categorias que vão parar

Trabalhadores e trabalhadoras de vários ramos e de diversos Estados e municípios de todas as Regiões brasileiras vão cruzar os braços no dia 14 de junho contra a reforma da Previdência, contra os cortes na educação e por mais empregos.

Já fizeram assembleias em vários estados e decidiram participar da Greve Geral bancários, professores, metalúrgicos, trabalhadores da Educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, químicos e rurais, portuários, agricultores familiares, motoristas, cobradores, caminhoneiros, eletricitários, urbanitários, vigilantes, servidores públicos estaduais e federais, petroleiros, enfermeiros e previdenciários.

Os estudantes e docentes das universidades Federal e Estadual de todo país também vão aderir ao movimento.

Depois das paralisações convocadas pela CUT e demais centrais, com o apoio das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, os trabalhadores vão cruzar os braços, mas também vão participar de  atos políticos marcados em todas as capitais e em várias cidades do interior.

Confira onde já tem ato marcado:

Acre

Mobilização com piquete no local de trabalho de algumas categorias às 7h da manhã. Depois, tem ato na Praça da Revolução, no centro de Rio Branco, às 10h, de onde sairá um cortejo em defesa da Previdência pública e solidária e da educação pública e mais empregos. À noite, no Cine Recreio tem noite cultural e show na Gameleira.



Alagoas

O ato político terá concentração às 15h na Praça do Centenário, uma das principais de Maceió. Os alagoanos e as alagoanas também vão se manifestar contra a intenção do governo Bolsonaro de privatizar o setor de saneamento básico no país, o que inclui a distribuição de água à população.



Amapá

Às 08h começa a paralisação de várias categorias e às 15 horas terá um ato “Lula Livre” na Praça da Bandeira, em Macapá.



Amazonas

Ato será às 15h, na Praça da Saudade em Manaus.



Bahia

O ato político será às 14 horas na Rótula do Abacaxi, na capital baiana.

Também terá mobilização em outros municípios como, Serrinha, Camaçari, Juazeiro e Porto Seguro.



Brasília

No Plano Piloto não vão ter transporte. Os cerca de 12 mil rodoviários, condutores e cobradores aprovaram em assembleia na sexta-feira (7) cruzarão os braços por 24 horas.

Não vai ter ato político organizado pela CUT, mas os sindicatos filiados estão organizando aulas públicas, assembleias, piquetes, panfletagens e muito diálogo com a população sobre reforma da Previdência, corte na educação, desemprego, acesso a terra e sobre as privatizações.



Ceará

Em Fortaleza, além das paralisações previstas, acontecerá a Marcha Estadual da Classe Trabalhadora contra a Destruição da Previdência na Praça da Bandeira, no Centro, a partir das 10h30.

Outros municípios também se organizaram para fazer ato político.

Aquiraz  - ato será na Rodoviária, às 7h30

Barreira - Praça dos Taxistas, às 8h30

Beberibe - Câmara dos Vereadores, às 8h

Caucaia - Praça da Matriz, às 8h

Crateús - Praça da Matriz, às 7h

Icó - Sede do Sindicato dos Servidores Municipais às 8h30

Iguatu - Praça da Caixa Econômica Federal às 8h

Iracema - Praça Casimiro Costa Moraes (Mangueira), às 7h

Itapipoca - Praça do Cafita, às 8h

Jaguaribara - Escola Estadual Liceu, às 7h

Limoeiro do Norte - INSS (Ao lado da Honda), às 8h

Maracanaú - Praça da Estação de Maracanaú, às 8h

Milhã - Sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, às 8h30

Nova Russas - Praça da Macavi, às 8h

Pacujá - Sede do Sindicato dos Servidores Municipais às 8h

Quixadá - Praça da Catedral às 8h

Regional Cariri – Juazeiro do Norte será no CREDE (Rua São Pedro com Rua Rui Barbosa), às 8h

Russas - Secretaria da Saúde às 7h30

Sobral - Praça de Cuba às 8h

Tauá - Local a confirmar



Espírito Santo

Sindicalistas e representantes das frentes estão fazendo reuniões para decidir local do ato.



Goiás

O ato político será às 10 horas, na Praça Cívica, em Goiânia.



Mato Grosso

A concentração do protesto será na Praça Ipiranga, em Cuiabá, às 14 horas



Mato Grosso do Sul

Em Campo Grande com concentração às 09 horas na Praça do Rádio Clube



Minas Gerais

O ato unificado da CUT e demais centrais e sindicatos será às 11h, com concentração na Praça Afonso Arinos, em Belo Horizonte.

No Vale do Aço, a concentração será na Praça Domingos Silvério, conhecida como Praça dos Aposentados às 14h. Em seguida terá caminhada pelas avenidas Getúlio Vargas e Wilson Alvarenga seguido com um ato político em frente ao INSS.



Pará

O ato será às 10 horas na Praça da República



Paraíba

CUT e demais centrais, além das frentes estão decidindo o local e horário do ato



Pernambuco

O ato será no cruzamento da Rua do Sol com Rua Guararapes, no Centro do Recife, às 14 horas.



Piauí

O ato político dos piauienses está marcado para às 8h, na Praça Rio Branco.



Rio de Janeiro

Ato a partir das às 15 horas na Candelária e caminhada para a Central do Brasil.

Vários municípios ainda estão se organizando para fazer atos descentralizados. Matéria será atualizada.



Rio Grande do Norte

Em Natal, o ato político será na calçada do Midway às 15 horas e termina com um show político cultural na praça de Mirassol.

Açu – Concentração 7h30 ao lado do INSS

Caicó – Ato público às 7h30 na Praça da Alimentação, no centro.

Mossoró – Assembleia unificada na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do RN (Sinte/RN), às 7 horas.

Outros municípios também prometem atos, como em Caraúbas, Angicos, Pau dos Ferros, Apodi, Canguaretama, São Paulo do Potengi.



Rio Grande do Sul

A concentração do ato político será às 17h, seguida de ato, às 18h, na Esquina Democrática, no centro de Porto Alegre.



Rondônia

O ato político será a partir das 08h, na Praça das 3 Caixas d’Água



Roraima

Em Roraima tem programação de atividades.

O ato da capital será às 15h, com passeata até a Praça do Centro Cívico

Em Roraima tem uma série de atividades já marcadas:

6h– Café da manhã coletivo – Universidade Federal de Roraima (UFRR)

7h30 – Ato na frente do Ibama

13h30– Concentração no Portão da UFRR (Entrada da Av. Ene Garcez).

16h– Ato “Contra a Reforma da Previdência”, na Praça do Centro Cívico.

18h às 22h – Show musical e Cultural “Nenhum Direito à Menos” na praça do centro cívico.



Santa Catarina

Ato em Joinvile será a partir das 9h, na Praça da Bandeira.

Em Caçador, será às 14h, na Praça Nossa Senhora Aparecida

Em Criciúma, às 14h, no calçadão.

Em Blumenau, às 10h, na Praça do Teatro Carlos Gomes.

Em Chapecó, ato será Coronel Bertaso.


São Paulo

O ato político será na Avenida Paulista, no vão livre do Masp, a partir das 16 horas. Uma caminhada até a Praça da República está para ser confirmada.



Sergipe

Em Aracaju, vários protestos serão realizados desde a madrugada e também no turno da manhã. À tarde, a partir das 15h, na Praça General Valadão.



Tocantins

Em Palmas, a partir das 8h, na Avenida JK, próximo ao Colégio São Francisco.

 

Fonte: CUT / Escrito por Érica Araújo

Publicado em Notícias

Votação da reforma na Câmara dos Deputados pode ocorrer neste mês.

Senge-PR aprova participação na greve geral

O Senge-PR realizou, na noite de ontem (6), assembleia geral para engenheiros celetistas e estatutários. A pauta discutiu a participação nos movimentos contra a reforma da previdência no dia 14 e também pela data-base do funcionalismo público. A Câmara dos Deputados pretende votar a PEC 6/2019 até o fim de junho. Já o governo de Ratinho Júnior (PSD) voltou a sinalizar com congelamento de vencimentos. O que seria o quarto ano seguido. A assembleia também debateu a iniciativa de privatização da Copel Telecom.

Com relação à Reforma da Previdência, os engenheiros estatutários e celetistas aprovaram por unanimidade o apoio à greve geral do dia 14 de maio. Foi decidido que será enviada comunicação aos órgãos e empresas, acerca da deliberação realizada na AGE, em que o sindicato majoritário também tenha definido pela greve geral. O intuito é reforçar a adesão à greve dos trabalhadores.

Os engenheiros estatutários também aprovaram a paralisação por conta da data-base do funcionalismo público. Ela ocorre no mesmo dia 14. Mas antes já foi aprovado o estado de greve a partir do dia 7 de junho. O Estado de Greve é uma situação que é aprovada pelos trabalhadores, alertando aos governantes que a qualquer momento poderão deflagrar uma greve. O FES já declarou que uma nova greve do funcionalismo pode ser iniciada no dia 25 de junho, caso o governo estadual não atenda as reinvidicações dos servidores.

Na assembleia ainda se discutiu a situação da Copel Telecom. O governo do estado já anunciou que pretende privatizar a empresa que conta aproximadamente com 480 funcionários. O Fórum em Defesa da Copel Telecom tem discutido todo esse processo.

Fonte: Senge-PR

Publicado em Notícias

Ouça e baixe conteúdos de rádio sobre a Greve Geral de 14 de junho

A Rádio BdF disponibiliza nove materiais radiofônicos gratuitamente sobre a paralisação

Após manifestações massivas do #15M e #30M (15 e 30 de maio) nas últimas semanas, trabalhadores e trabalhadoras vão entrar em greve geral contra a Reforma da Previdência, no dia 14 de junho.

Movimentos sindicais, populares e estudantis farão a paralisação contra o desmonte de políticas públicas promovido pelo governo Bolsonaro e contra retrocessos na aposentadoria. A Rádio Brasil de Fato e o Centro Popular de Mídias produziu programetes e spots (chamadas de divulgação da greve) que podem ser baixados e transmitidos gratuitamente em qualquer emissora ou até em carros de som.

Ouça abaixo e faça o download!

Spot 1 – Maria e Severina: https://bit.ly/2XEpFky

Spot 2 – Sonhada Aposentadoria: https://bit.ly/2Wt5hRR

Spot 3 – Buzinaço da aposentadoria: https://bit.ly/2RbjGRX

Programete 1 – Instabilidade do governo Bolsonaro: https://bit.ly/2Wp0X69

O cientista político Aldo Fornazieiri analisa a crise econômica e política, e a desaprovação popular nos cinco meses de Bolsonaro, que foram marcados por desgastes e manifestações nacionais massivas contra o descongelamento das verbas da educação. 

Programete 2 – Levante da educação: https://bit.ly/2MzYxlr

Alunos e professores falam sobre os cortes das verbas e impacto na educação pública brasileira. A ex-deputada federal Manuela D´Ávila (PCdoB) explica que o brasileiro não vai poder sonhar, porque o país está sem perspectiva de desenvolvimento social e econômico. 

Programete 3 – Reforma da Previdência. O que está em jogo? : https://bit.ly/2WAqvlU

Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência, analisa a proposta de mudanças na aposentadoria que não irá combater privilégios. 

Programete 4 – Como é a vida do trabalhador sem perspectiva de futuro: https://bit.ly/2XxEqpi

Além do desemprego flexibilização dos direitos e adoecimento, os brasileiros convivem com a incerteza de emprego formal no Brasil.

Programete 5 – Saúde e meio ambiente em coma: https://bit.ly/2XKPY8s

Mesmo diante dos dados alarmantes, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nas redes sociais que quer reduzir as normas de segurança no trabalho. O anúncio é feito no mesmo ano que aconteceu o crime da Vale em Brumadinho, o maior acidente de trabalho já registrado no Brasil.

Programete 6 – A força das ruas. Como uma greve pode mudar o rumo de um governo: https://bit.ly/2IxS5Gv

O historiador Fernando Luís fala sobre a importância da paralisação do dia 14 de junho e a defesa do povo da aposentadoria, geração de empregos, valorização do salário mínimo e desmonte de políticas públicas. 

 

Edição: Tayguara Ribeiro

Fonte: Brasil de Fato

 

 

Publicado em Notícias

Acontecerá, no próximo dia 14/6, uma greve geral contra a Reforma da Previdência e contra os cortes na educação. De inspiração ultraliberal, a proposta do governo federal segue a lógica de retração das políticas de proteção e seguridade social. Por alterar cláusulas da Constituição Federal, a proposta tramita como PEC nº 6/2019 (Proposta de Emenda à Constituição) e, para ser aprovada precisa dos votos de, pelo menos, 308 dos 513 deputados na Câmara e de 49 dos 81 senadores. Entre as principais mudanças anunciadas pela PEC estão o estabelecimento de uma idade mínima para aposentadoria (62 anos para mulheres e 65 para homens); a instauração de um sistema de capitalização, no qual cada pessoa economiza para pagar a própria aposentadoria, ao contrário do sistema de repartição atual que segue um modelo de solidariedade mútua e as alterações no Benefício de Prestação Continuada (BPC). Tais medidas afetam profundamente a população mais pobre do país, dificultando e impedindo a aposentadoria de milhares de brasileiros e brasileiras. 

Nesse sentido, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) se posiciona contra a Reforma da Previdência e orienta os sindicatos filiados a: 

  • promoverem debates no sentido de esclarecer a posição contrária sobre a Reforma da Previdência nos locais de trabalho, nas universidades e nas sedes dos sindicatos;
  • emitirem notas públicas contra a proposta;
  • participarem das plenárias de organização da greve, promovidas pelas centrais sindicais, movimentos sociais e demais categorias nos respectivos estados;
  • convocarem assembleias com a finalidade de debater e deliberar com a categoria a forma de participação na greve geral;
  • intensificarem a coleta de assinaturas contra a Reforma da Previdência;
  • convocarem os engenheiros e as engenheiras a participarem da Greve Geral.

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)

Fisenge mobiliza engenheiros para greve geral

Publicado em Notícias

Estudantes e trabalhadores se unem para mais um ato contra os cortes na educação e pela aposentadoria, rumo à greve geral do dia 14 de junho. As razões para participar são muitas, mas escolhemos as principais.

notice

 Imagem: EDSON RIMONATTO
 
greve geral do dia 14 de junho pela aposentadoria e por mais empregos, que está sendo organizada pela CUT e demais centrais sindicais, ganhou a adesão de estudantes e professores depois que o governo Jair Bolsonaro (PSL) anunciou cortes que inviabilizam a educação pública, do ensino básico à pós-graduação no País. 

O primeiro grande ato contra a reforma da Previdência, convocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para o dia 15 de maio antes do anúncio dos cortes, foi a primeira mobilização conjunta entre classe trabalhadora e estudantes pela aposentadoria e pela educação.

Nesta quinta-feira (30), um ato convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), também contra os cortes e em defesa da aposentadoria, está sendo organizado e mobilizado por estudantes, professores, CUT e demais centrais e será mais uma mobilização rumo à greve geral do dia 14.

Já tem atos marcados em várias capitais do Brasil, entre elas, São Paulo/SP, às 17h, no Largo da Batata; Porto Alegre/RS, às 18h, na Esquina Democrática; Rio de Janeiro/RJ, às 16, na Candelária; e Fortaleza/CE, às 14h, na Praça Gentilândia. Confira aqui a relação completa dos atos marcados. 

Dez razões para participar dos atos:

1 – Reforma da Previdência é o fim do direito à aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras:

 A reforma da Previdência de Bolsonaro (PSL) acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição e impõe a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 20 anos e muda o cálculo do valor do benefício para reduzir o valor pago pelo INSS - trabalhadores vão receber apenas 60% do valor do benefício. Para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador e a trabalhadora terão de contribuir por pelo menos 40 anos.

Compare com as regras atuais

Pelo modelo atual, os trabalhadores podem se aposentar após 35 anos de pagamento ao INSS e as trabalhadoras após 30 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima. Nesse caso, para ter acesso ao valor integral do benefício, as mulheres precisam que a soma da idade mais o tempo de contribuição seja igual a 86 (56 anos + 30 contribuição = 86 – aposentadoria integral). Já os homens precisam que a soma final totalize 96 (61 anos + 35 contribuição = 96 – aposentadoria integral).

No caso dos trabalhadores que não conseguem se aposentar por tempo de contribuição, a aposentadoria é por idade: 65 anos para os homens e 60 para as mulheres, com no mínimo 15 anos de contribuição.

2 – Quem já está aposentado também vai ter prejuízo

A reforma exclui da Constituição Federal a regra que determina a reposição da inflação para os benefícios acima do salário mínimo pagos a aposentados e pensionistas da iniciativa privada e do setor público. E mais: desvincula os valores dos benefícios do salário mínimo.

Isso significa que os reajustes do salário mínimo não serão mais usados como base de cálculo para corrigir as aposentadorias e pensões. Essas mudanças podem rebaixar drasticamente os valores dos benefícios, inclusive de quem se aposentou antes de a reforma ser aprovada.

3 – Reforma ataca até viúvas e órfãos

No caso de morte, o cônjuge ou filho que tem direito a pensão receberá apenas 50% do valor do benefício a que o trabalhador ou trabalhadora tinha direito, mais 10% por cada dependente. Como a viúva ou o viúvo contam como dependentes, a pensão começa com 60% do valor do benefício.

Os filhos menores de idade têm direito a 10% cada. Quando um filho atingir a maioridade ou falecer, sua cota não será reversível aos demais dependentes.

Em 2017, mais de 7 milhões e 780 mil (22,7%) do total de benefícios pagos foram por pensão por morte. O valor médio mensal foi de apenas R$ 1.294,05, segundo o Anuário da Previdência Social.

Mais um ataque às viúvas e viúvos

A reforma de Bolsonaro quer restringir a possibilidade das viúvas ou viúvos acumularem os, em geral, parcos benefícios. Pela regra proposta, se uma pessoa for acumular aposentadoria com pensão poderá escolher o benefício de valor mais alto e o outro vai ser repassado com desconto, de acordo com reduções por faixas escalonadas de salário mínimo.

Por exemplo, quem tiver um segundo benefício no valor de até um salário mínimo (R$ 998,00), poderá ficar com 80% do benefício (R$ 798,40).

Confira os detalhes sobre as mudanças que Bolsonaro quer fazer nas pensões.  

4 – Reforma ataca também doentes e acidentados (incapacidade temporária)T

Trabalhadores e trabalhadoras da iniciativa privada e servidores públicos que se acidentarem ou sofrerem de doenças s em relação com o ambiente do trabalho, impedidos de trabalhar por um longo período - vão receber apenas 60% do valor do auxílio-doença, se tiverem contribuído no mínimo durante 20 anos para o INSS. Se ele tiverem contribuído por mais de 20 anos, terá direito a 2% a mais no valor do benefício por cada ano de contribuição.

Pela proposta, um trabalhador acidentado, ou doente, pode receber menos do que o valor do salário mínimo (R$ 998,00).

Confira como calcular suas perdas se a reforma for aprovada. 

5 – Reforma praticamente acaba com aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente)

A PEC propõe que os trabalhadores acidentados ou que tenham doenças contraídas sem relação com o ambiente de trabalho - exemplos: teve um câncer que o impede de trabalhar para sempre ou sofreu um acidente de carro no fim de semana e ficou paraplégico - terão de contribuir por, no mínimo, 20 anos para receber apenas 60% do valor da aposentadoria. Se ele tiver contribuído por mais de 20 anos, terá direito a 2% a mais no valor do benefício por cada ano de contribuição.

Atualmente, para ter direito ao benefício integral, basta o trabalhador ter contribuído durante 12 meses, o chamado período de “carência”.

6 – Capitalização da Previdência

O governo quer criar a capitalização da Previdência, mas ainda não disse como serão as regras. Só vão apresentar a proposta, por meio de uma lei complementar, depois da aprovação da PEC 06/2019.

O que se sabe sobre a capitalização é que o sistema funciona como uma poupança pessoal do trabalhador, não tem contribuição patronal nem recursos dos impostos da União para garantir o pagamento dos benefícios.

O trabalhador deposita todos os meses um percentual do seu salário nessa conta individual para conseguir se aposentar no futuro. Essa conta é administrada por bancos, que cobram tarifas de administração e ainda podem utilizar parte do dinheiro para especular no mercado financeiro.

Para saber mais sobre o modelo de capitalização, clique aqui.

7 – Reforma quer acabar com pagamento da multa de 40% do FGTS

A reforma da Previdência de Bolsonaro não se limita a Previdência, mexe também com a legislação Trabalhista ao propor o fim do  pagamento da multa de 40% do saldo do FGTS quando o trabalhador se aposentar e continuar na mesma empresa. Esse item também isenta o empresário de continuar contribuindo com o FGTS.

8 – Governo quer excluir do acesso ao PIS PASEP 18 milhões de trabalhadores

Outra proposta da reforma que não tem a ver com aposentadoria nem pagamento de benefícios é a sugestão de pagar o abono salarial do PIS/PASEP apenas para os trabalhadores e trabalhadoras formais que ganham até um salário mínimo (R$ 998,00).

Se a PEC for aprovada pelo Congresso Nacional, dos 21,3 milhões (52%) trabalhadores e trabalhadoras formais que hoje recebem o abono, 18 milhões deixarão de receber.

9 – Cadê a política para gerar emprego e renda do governo?  

No primeiro trimestre deste ano, faltou trabalho para 28,3 milhões de trabalhadores e trabalhadoras no Brasil, segundo a Pnad Contínua, do  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desemprego do período foi de 12,7% e atinge 13,4 milhões de trabalhadores e trabalhadores.

Mas, até agora, o governo Bolsonaro não apresentou sequer uma proposta que, de fato, contribua para aquecer a economia e gere emprego e renda.

10 – Os cortes na educação prejudicam do ensino básico a pós-graduação

Com os cortes anunciados na educação básica vão faltar recursos para a compra de móveis, equipamentos, para a capacitação de servidores e professores e até para pagamento de contas de água e luz.

Os cortes também inviabilizam investimentos no programa de Educação Jovens e Adultos (EJA) e também o ensino em período integral.

Além disso, afeta profundamente a educação, saúde, produção científica e tecnológica. As universidades públicas são responsáveis por mais de 90% da pesquisa e inovação no país e prestam serviços à população por meio de projetos de extensão e hospitais universitários.

 

Fonte: CUT / Escrito por Marize Muniz 

Publicado em Notícias

A campanha “Não apague nossa história” lançou a ferramenta "Mobilize-se" para os senadores. A plataforma ajudará a pressionar os senadores para que se posicionem e votem CONTRA a Reforma Trabalhista. Participe desta campanha de mobilização e envie seu e-mail! Clique em (http://bit.ly/Mobilize-se), preencha seu nome, e-mail, telefone e uma mensagem será enviada para todos os deputados federais. O relatório da Reforma Trabalhista foi aprovado, ontem (28/6), na Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça (CCJ) e seguirá para o plenário do Senado. É fundamental a mobilização e a pressão em todos os senadores pela rejeição do projeto da Reforma Trabalhista. Mobilize-se!

Com um clique, pressione todos os senadores contra a reforma trabalhista

Publicado em Notícias

A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) convoca engenheiros e engenheiras a aderirem a greve geral, que será realizada nesta sexta-feira (30/6). A mobilização faz parte da agenda de ações contra as reformas trabalhista e previdenciária defendidas pelo governo ilegítimo de Michel Temer. As propostas pretendem precarizar as relações de trabalho, retirar direitos, acabar com a CLT e com a aposentadoria de milhares de brasileiros e aprofundar a rotatividade, o desemprego e os baixos salários. Na reforma trabalhista, especificamente para os profissionais da engenharia, a prevalência do negociado sobre o legislado poderá, por exemplo, acabar com o Salário Mínimo Profissional da categoria. Isso porque as negociações e acordos coletivos poderão ter força de lei e ignorar toda a legislação vigente. Se um acordo coletivo trouxer como cláusula o pagamento de salários inferiores ao Salário Mínimo Profissional dos engenheiros, a lei 4.950-A/66 poderá ser ignorada.

Nesse sentido, a Fisenge também orienta que os sindicatos filiados convoquem assembleias para adesão à greve e debatam junto aos profissionais uma agenda de mobilização nos estados. Os trabalhadores não podem pagar pela atual crise política no país. Ainda alertamos para a importância do movimento “Diretas Já”, como instrumento de fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Reforçamos a necessidade de intensificarmos a pressão sobre os parlamentares, pois estes podem assinar o fim da legislação trabalhista e da aposentadoria no Brasil. A Fisenge está comprometida em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da engenharia brasileira, da soberania nacional e do desenvolvimento social. Nenhum direito a menos e diretas já!

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)
Rio de Janeiro, 28 de junho de 2017.

Fisenge convoca engenheiros e engenheiras para greve geral contra as reformas trabalhista e previdenciária

Publicado em Notícias

Em Brasília, no dia 27/6, o secretário-geral da Fisenge, Fernando Jogaib e a diretora Silvana Palmeira estiveram nos gabinetes dos senadores que compõem a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal. De acordo com os diretores, a previsão de votos pela rejeição da Reforma Trabalhista segue apertada. "Dos que declararam voto, pela manhã eram 12 a 9 e à tarde já contabilizamos 14 a 12 pela aprovação do projeto. Alguns senadores ainda estão indecisos e, por isso, a pressão é fundamental nos gabinetes, seja por meio de visitas, e-mails, telefonemas e manifestações públicas", alertou Silvana.

Os diretores pressionaram pela rejeição do projeto da Reforma Trabalhista e entregaram a nota da Fisenge [leia aqui: https://goo.gl/SHRiAt] e a cartilha [confira: https://goo.gl/KxK3Uf]. "Embora a atual composição da CCJ não aponte resultados favoráveis, acreditamos que a pressão dos trabalhadores é mais do que necessária e urgente. Nos posicionamos contra a reforma trabalhista e lembramos aos senadores que a memória do povo brasileiro irá recordar do respectivo voto nas próximas eleições", afirmou Silvana. De acordo com Jogaib, a reforma trabalhista representará um retrocesso para a classe trabalhadora. "Especificamente na engenharia, o projeto, se aprovado, irá acabar com o Salário Mínimo Profissional e também desmontar a organização sindical. Não podemos permitir tamanha desfaçatez", ele concluiu. A votação na CCJ acontecerá amanhã (28/6), depois de ter o relatório rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Se aprovado, o projeto de Reforma Trabalhista seguirá para o plenário do Senado e ainda poderá sofrer pressão pelo governo de Michel Temer para o regime de urgência. Silvana e Jogaib ainda alertam para a mobilização permanente da sociedade e do engajamento na greve geral marcada, pelas centrais sindicais, para o dia 30/6, em todo o Brasil.

Pressione os deputados da CCJ pela rejeição do projeto da Reforma Trabalhista. Encaminhe um e-mail para os integrantes dizendo NÃO à Reforma Trabalhista!
Veja a lista completa dos integrantes (titulares e suplentes):
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Previsão de votação da Reforma Trabalhista na CCJ segue apertada no Senado

Publicado em Notícias
Página 1 de 2