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Os funcionários de Furnas Centrais Elétricas iniciaram à zero hora de hoje (31) uma greve de 72 horas, mas garantem a normalidade dos setores de operação e a manutenção dos serviços essenciais.

Entre as reivindicações do movimento estão alterações na metodologia de cálculo da Participação nos Lucros e Resultados da empresa e a saída do presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior. Os funcionários também se posicionam contra a tentativa em curso de privatização da Eletrobras e de suas subsidiárias

A Intersindical Furnas, que representa cerca de 4,5 mil funcionários ligados à empresa, garante que a paralisação não vai afetar a população, já que os setores de manutenção e operação da subsidiária de Eletrobras estão funcionando normalmente “de modo a garantir os serviços essenciais”.

“A população pode ficar tranquila pois, embora a paralisação tenha adesão total dos funcionários, a participação na mobilização não é de 100% de modo a não afetar os trabalhos de operação e manutenção e, em consequência, o abastecimento de energia à população”, garante a entidade.

Sobre as consequências da paralisação de 72 horas dos funcionários, Furnas garantiu que os serviços essenciais funcionam sem restrição. “Furnas esclarece que os serviços essenciais da empresa estão funcionando sem nenhuma restrição em todas as suas instalações pelo Brasil”, diz nota.

Funcionários de Furnas iniciam paralisação de 72 horas

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL / EBC. Por: Nielmar de Oliveira. Edição: Sabrina Craide.

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No Dia Nacional de Luta contra a Privatização do Sistema Eletrobras, trabalhadores em todo o país devem aderir à greve, que pede a saída do atual presidente da empresa. População não será afetada.

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Foto: MARCELO CAMARGO/ AGÊNCIA BRASIL

Cerca de 23 mil trabalhadores e trabalhadoras da geração, transmissão e distribuição de energia do sistema Eletrobras dos 26 estados do país mais o Distrito Federal (DF) fazem uma greve de advertência de 24 horas a partir da zero hora desta terça-feira (17), em protesto contra venda e desmonte da estatal promovidos pelo governo.

No Dia Nacional de Luta contra a Privatização do Sistema Eletrobras, a categoria reivindica ainda a saída do atual presidente da estatal, Wilson Ferreira Pinto Jr, que tem trabalhado para privatizar a empresa que concentra 31% da capacidade brasileira de geração de energia e é a 16ª maior companhia do mundo.

Segundo Nailor Gato, coordenador do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) e presidente do Sindicato dos Urbanitários de Roraima (STIU–RO), os serviços essenciais serão mantidos para não prejudicar a população.

“Caso haja necessidade de um serviço de urgência e emergência, haverá um diálogo com o comando nacional da greve para verificar a demanda. Se for urgente mesmo, os serviços serão autorizados”, diz o dirigente.

Nailor afirma ainda que a categoria não quer prejudicar os usuários, já que o Dia Nacional de Luta é também em defesa da população, que pagará uma conta de energia ainda mais cara, caso a estatal seja privatizada.

Outra paralisação, mas de 48 horas, está marcada para o dia 26 de julho (quinta-feira) caso seja mantido o leilão das seis distribuidoras de energia das regiões Norte e Nordeste, que Temer quer vender por R$ 50 mil cada uma, além de assumir uma dívida de R$ 11 bilhões.

Acordo trabalhista

O pedido da Controladoria-Geral da União (CGU) de devolução de R$ 75 milhões das Participações no Lucro e Resultados (PLR), referentes aos anos de 2012 e 2013, e a suspensão do pagamento da PLR deste ano, considerados ilegais pela CGU, também são alvos de protesto da categoria.

“O PLR foi negociado no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Estamos acompanhando de perto essa situação. O CNE ainda não foi notificado, mas se for preciso temos como apresentar toda a documentação do que foi negociado entre as partes e o TST”, diz o presidente do Coletivo.

Para Nailor Gato, toda essa pressão em cima dos trabalhadores e trabalhadoras do Sistema é porque o governo não conseguiu ainda privatizar a Eletrobras.

Ele lemba que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), havia dito que não pautaria a privatização da Eletrobras, mas o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), não cumpriu o acordo firmado entre os trabalhadores e o Congresso e fez a leitura dos Projetos de Leis que permitem a entrega da Eletrobras e da Petrobras para o mercado internacional. "Com isso, as matérias podem ir para votação no plenário da Casa no dia 7 de agosto”, explica Nailor.

 

FONTE: CUT / Escrito por Rosely Rocha

 

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A Petrobrás adotou nova política de preços dos combustíveis, desde outubro de 2016, a partir de então foram praticados preços mais altos que viabilizaram a importação por concorrentes. A estatal perdeu mercado e a ociosidade de suas refinarias chegou a um quarto da capacidade instalada. A exportação de petróleo cru disparou, enquanto a importação de derivados bateu recordes. A importação de diesel se multiplicou por 1,8 desde 2015, dos EUA por 3,6. O diesel importado dos EUA que em 2015 respondia por 41% do total, em 2017 superou 80% do total importado pelo Brasil.

Ganharam os produtores norte-americanos, os “traders” multinacionais, os importadores e distribuidores de capital privado no Brasil. Perderam os consumidores brasileiros, a Petrobrás, a União e os estados federados com os impactos recessivos e na arrecadação. Batizamos essa política de “America first! ”, “Os Estados Unidos primeiro!”.

Diante da greve dos caminhoneiros assistimos, lemos e ouvimos, repetidamente na “grande mídia”, a falácia de que a mudança da política de preços da Petrobrás ameaçaria sua capacidade empresarial. Esclarecemos à sociedade que a mudança na política de preços, com a redução dos preços no mercado interno, tem o potencial de melhorar o desempenho corporativo, ou de ser neutra, caso a redução dos preços nas refinarias seja significativa, na medida em que a Petrobrás pode recuperar o mercado entregue aos concorrentes por meio da atual política de preços. Além da recuperação do mercado perdido, o tamanho do mercado tende a se expandir porque a demanda se aquece com preços mais baixos.

A atual direção da Petrobrás divulgou que foram realizados ajustes na política de preços com o objetivo de recuperar mercado, mas até aqui não foram efetivos. A própria companhia reconhece nos seus balanços trimestrais o prejuízo na geração de caixa decorrente da política adotada.

Outra falácia repetida 24 horas por dia diz respeito a suposta “quebra da Petrobrás” em consequência dos subsídios concedidos entre 2011 e 2014. A verdade é que a geração de caixa da companhia neste período foi pujante, sempre superior aos US$ 25 bilhões, e compatível ao desempenho empresarial histórico.

Geração operacional de caixa, US$ bilhões
2011      2012      2013      2014      2015      2016      2017
33,03     27,04     26,03     26,60     25,90     26,10     27,11

A Petrobrás é uma empresa estatal e existe para contribuir com o desenvolvimento do país e para abastecer nosso mercado aos menores custos possíveis. A maioria da população quer que a Petrobrás atue em favor dos seus legítimos interesses, enquanto especuladores do mercado querem maximizar seus lucros de curto prazo.
Nossa Associação se solidariza aos consumidores brasileiros e afirma que é perfeitamente compatível ter a Petrobrás forte, a serviço do Brasil e preços dos combustíveis mais baixos e condizentes com a capacidade de compra dos brasileiros.

Por Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET)

Engenheiros da Petrobras pedem mudanças na política de preços dos combustíveis

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Os petroleiros anunciam greve nacional de advertência. O ato está marcado para a próxima quarta-feira, 30 de maio, de 72 horas.

Em nota, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) explica que “a greve de advertência é uma etapa das mobilizações que os petroleiros vêm fazendo na construção de uma greve nacional por tempo indeterminado”.

A categoria reivindica a redução do preço do gás de cozinha e dos combustíveis. Os manifestantes se posicionam contra a privatização da Petrobras e pedem a saída imediata do presidente da empresa, Pedro Parente.

Os petroleiros afirmam que a atual política de reajuste dos derivados de petróleo adotada por Parente, com o aval de Temer, fez os preços dos combustíveis dispararem.

Segundo a federação, “o número de importadoras de derivados de petróleo quadruplicou nos últimos dois anos, desde que Parente adotou preços internacionais, onerando o consumidor brasileiro para garantir o lucro do mercado”. Ainda segundo a FUP “Em 2017, o Brasil foi inundado com mais de 200 milhões de barris de combustíveis importados, enquanto as refinarias, por deliberação do governo Temer, estão operando com menos de 70% de sua capacidade. O povo brasileiro não pagará a conta desse desmonte”.

Fonte: Brasil de Fato
Foto: Divulgação/FUP

Petroleiros anunciam greve por redução do preços do gás de cozinha e combustíveis

 

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Na segunda-feira (7/5), os engenheiros da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (CAERD) entraram em greve. Os servidores estão com os salários atrasados desde janeiro deste ano. “O movimento de greve já está no segundo dia, com adesão de 90% dos servidores que reivindicam o pagamento dos salários atrasados e a exoneração da atual diretoria da empresa”, afirmou o engenheiro e diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Rondônia (Senge-RO), Cezar de Oliveira. O 13º salário, que deveria ter sido pago em dezembro, foi depositado em abril apenas.

De acordo com Cezar, a população não será prejudicada. “Os serviços essenciais como captação, tratamento e distribuição da água continuam funcionando normalmente em todo o estado. O Senge-RO tem participado ativamente do movimento grevista, ao lado do Sindur, em defesa da dignidade e da valorização dos profissionais da engenharia. Esta também é uma luta pelo respeito à população de Rondônia, que tem direito à água de qualidade e a esgotamento sanitário", destacou.

A greve segue por tempo indeterminado e os servidores estão mobilizados na sede da Caerd.

Texto: Camila Marins

Foto: Reprodução

Com salários atrasados, engenheiros da Caerd entram em greve

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A CUT, demais centrais sindicais e movimentos sociais estão nas ruas nesta segunda-feira (19) lutando contra a reforma da Previdência do golpista e ilegitimo Michel Temer (MDB-SP), que acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros.

“Somos vitoriosos. Temer não está conseguindo votar essa reforma porque não tem votos para aprovar a Emenda Constitucional que acaba com a aposentadoria. E não tem votos por causa das nossas mobilizações. Ganhamos o debate na sociedade, não é reforma, é desmonte", afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas, ao avaliar as primeiras mobilizações desta manhã.

"Os deputados têm medo de votar e não serem reeleitos".

Segundo Vagner, apesar do total controle que os golpistas têm do Congresso Nacional,Temer não conseguiu até agora entregar para os patrocinadores do golpe que destituiu a presidenta Dilma Rousseff, a joia da coroa, que é a reforma da Previdência, porque os trabalhadores e trabalhadoras estão mobilizados, realizando atos, paralisações e greves, como a de 28 de abril do ano passado, uma das maiores da história do Brasil.

"E a mobilização não pode parar. A qualquer momento eles podem dar mais um golpe e tentar aprovar o fim da Previdência pública", alerta Vagner, que conclui dizendo: "conseguimos vitórias pontuais, apesar de não estarmos vivendo uma democracia plena. Impedir a votação da reforma em um momento como esse é uma grande conquista da classe trabalhadora".

Para o secretário Geral da CUT, Sérgio Nobre, a mobilização desta segunda-feira mostra que "o povo atendeu ao chamado da Central Única dos Trabalhadores em função da possibilidade da votação da reforma da Previdência".

"Todo trabalhador metalúrgico sabe da importantância que a Previdência tem na vida de todos os trabalhadores e trabalhadoras, não só dos metalúrgicos e metalúrgicas, mas dos professores, professoras, dos bancários e bancárias, dos estudantes. A Previdência é muito mais do que aposentadoria. É um sistema de Seguridade Social que foi conquistado na luta pelos trabalhadores e agora eles querem desmontar, assim como fizeram com a legislação trabalhista".

Nesta madrugada, dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC percorreram as fábricas e ficaram impressionados com a adesão à paralisação.

"É Impressionante como os trabalhadores atenderam ao chamado e ninguém veio para os locais de trabalho", disse Sérgio.

Em todo o Brasil, a mobilização começou cedo.

No ABC, os metalúrgicos da Mercedes Benz nem saíram de casa. Os ônibus chegaram vazios na fábrica. Na Ford, mais de 3 mil trabalhadores cruzaram os braços.

Os motoristas de Santo André, São Bernardo do Campo, Sorocaba e Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, cruzaram os braços contra a reforma da Previdência do golpista Temer. Teve manifestação de motoristas também nas garagens de Salvador e Maceió. Dezenas de ônibus não conseguiram circular na parte da manhã.

E os Químicos de São Paulo fecharam o cruzamento da avenida Nações Unidas/Interlagos. Em São Bernardo, empresa plástica Faurecia e a farmacêutica UCI-Farma estão paradas.

No Amazonas, teve protesto no Distrito Industrial, zona sul de Manaus. A manifestação teve início por volta das 6h na bola da Suframa, um dos principais pontos de acesso para o Distrito.

No Ceará, teve atos e manifestações em várias cidades, o maior deles aconrteceu nesta manhã no centro de Fortaleza.

Em Goiás, trabalhadores da agricultura familiar ocuparam as ruas em frente à agência do INSS de Goiânia.

No Paraná, houve manifestação com panfletagem no Terminal Guadalupe, caminhada no centro até a Boca Maldita e aula pública sobre o que representa essa reforma da Previdência para milhões de brasileiros que não conseguirão se aposentar. Teve também paralisações em unidades da Petrobras em todo o Estado. Em Maringá (PR), manifestantes ocuparam o escritório político do ministro Ricardo Barros.

Em Minas Gerais, os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde realizaram uma grande assembleia de adesão à paralisação em Belo Horizonte.

Em Pernambuco, trabalhadores da Receita Federal aderiram à paralisação em Recife.

No Rio de Janeiro, em Casimiro de Abreu (RJ), manifestantes interditaram a BR-101.

Em Santa Catarina, trabalhadores da Agricultura Familiar também se somaram à luta contra a reforma da Previdência e realizaram manifestação em frente à multinacional Havan. Trabalhadores da limpeza de Florianópolis (COMCAP) também pararam nesta segunda-feira.

Teve protestos também nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, Brasília e Porto Alegre.

Os petroleiros cruzaram os braços nas refinarias de Bacia de Campos (RJ), Repar (SP e PR), Replan/SP, Abreu e Lima (PE), na Usina de Xisto da Petrobras, em São Mateus do Sul, no Paraná, e no Terminal Paranaguá, também no Paraná.

Bancários fecham agências em diversas capitais, como São Paulo, Recife, Banpará e Banco da Amazônia, na região Norte. Os bancários do Distrito Federal fizeram um ato no aeroporto de Brasília para recepcionar os parlamentares.

Foram realizadas manifestações em frente às agências do INSS em Porto Alegre, Curitiba, Passo Fundo, Cuiabá, Campo Grande e, em Criciúma (PR), os trabalhadores do INSS estão parados.

+ Confira o minuto a minuto da CUT com todos os atos, paralisações e greves

Fonte: CUT Nacional

#QueroMeAposentar Trabalhadores protestam em todo País

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A CUT e demais centrais - Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas – decidiram realizar, no dia 5 de dezembro, uma Greve Nacional em Defesa da Previdência e dos Direitos.

A nova proposta de desmonte da Previdência Social apresentada pelo governo do Michel Temer (PMDB-SP), e que deve ser votada no dia 6 de dezembro, é ainda pior que a anterior. E, ao contrário da propaganda do governo, não corta privilégios, como as altas aposentadorias dos parlamentares, ataca apenas a classe trabalhadora que terá de trabalhar mais, ganhar menos e, se quiser receber o valor integral da aposentadoria, contribuir durante 40 anos, sem ficar nenhum período desempregado.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, o desmonte da Previdência agrava ainda mais a situação dos trabalhadores que já foram duramente atacados com o desmonte da CLT. “A reforma Trabalhista legalizou o bico e muitos trabalhadores perderam os direitos e, em muitos casos, receberão menos do que um salário mínimo. Se já estava quase impossível contribuir para se aposentar, imagine com essa nova proposta de reforma da Previdência”, diz Vagner.

O secretário-Geral da CUT, Sérgio Nobre, lembra que a reforma Trabalhista pode ficar ainda pior, tendo em vista as mais de 800 emendas apresentadas à MP de Temer que altera a nova lei trabalhista aprovada este ano. “Imagine somar a essa tragédia a possibilidade de trabalhar a vida inteira e não se aposentar”.

É por isso que a greve nacional deve contar com o apoio, mobilização e participação de todos/as trabalhadores/as. “Todo brasileiro independentemente da categoria tem motivo de sobra para cruzar os braços e ir às ruas no dia 5 de dezembro. Todos sofremos com o desmonte da previdência”, argumenta Sérgio.

A partir da semana que vem, diz Sérgio, vamos realizar amplas mobilizações nas bases – assembleias, atos, debates e outras atividades – para alertar, informa e mobilizar a classe trabalhadora do País sobre a importância da participação na greve que é contra a reforma da Previdência Social e pelos direitos.

Fonte: CUT Nacional

Centrais convocam greve contra reforma da Previdência e em defesa dos direitos

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O momento não é de negociar redução de danos com golpista que respira por aparelhos e muito menos desistir das mobilizações com a ilusão de que é possível negociar com o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) porque estaria fragilizado.

Esse foi o recado dado pelo Presidente Nacional da CUT, Vagner Freitas, durante encontro da direção da Central, nesta quinta-feira (22), em São Paulo, quando a entidade reafirmou a disposição para a greve do dia 30 de junho.

Na avaliação do dirigente, a Greve Geral, do dia 28 de abril, e a o Ocupa Brasília, no dia 24 de maio, conseguiram mexer com o único fiapo que ainda sustenta Temer no poder, uma base conservadora no Congresso que busca acelerar a tramitação das reformas Trabalhista e Previdenciária.

A derrota da Reforma Trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais no Senado (CAS), defendeu Vagner, é algo que deve ser usado como argumento, inclusive, para convocar toda a sociedade a aderir à greve.

“Jamais o governo esperava que fosse perder a votação na CAS, com sua própria base votando contra, com senadores chamando Temer de corrupto e convocando Diretas Já! O que promoveu essa mudança foi nossa pressão e entramos quebrando o imenso apoio parlamentar, já que esse governo não tem qualquer apoio popular e social. Convocamos todas as centrais e todos os sindicatos para estarem nessa greve. Não acreditamos numa saída negociada com golpista”, falou.

Vagner voltou a dizer que não aceita discutir um programa de redução de danos na retirada dos direitos trabalhistas. “Apostamos na greve, no enfrentamento e na construção do dia 30. Suspender essa mobilização agora ajudaria o governo golpista no ataque aos trabalhadores e seus direitos”, acrescentou.

Direção da CUT reforça greve do dia 30 contra reformas de Temer

Fonte: CUT

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Trabalhadores/as da Chesf/Eletrobras aprovaram em Assembleia, na manhã da última terça-feira, 13/06, paralisação no dia 22.06, tornando-o um dia de luta pelo pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), pelo melhoramento no PAE e no CSC, pelo recebimento do Ticket Extra e contra à reestruturação do setor elétrico. “Quem produz a riqueza é a classe trabalhadora”, enfatizou o diretor do Senge-PE Mailson da Silva Neto, referindo a obrigação da Companhia em respeitar o ACT em vigência e cumprir sua parte do Acordo junto aos/às trabalhadores/as.

A participação dos trabalhadores da Companhia na Greve Geral do dia 30 de junho também foi aprovada pelos presentes, contra às reformas do Governo ilegítimo Temer. Para o presidente do Senge-PE Fernando Freitas, dia 30 o trabalho será ruas, unidos com um só objetivo: garantir os direitos já conquistados pela classe trabalhadora, e barrar definitivamente as reformas da previdência e trabalhista.
Os/As chesfianos/as também aguardam a próxima reunião com a direção da Eletrobras, a ser realizada no próximo dia 20, em Brasília, e esperam respostas concretas a respeito das pendências: definição da data de pagamento da PLR, do Ticket Extra, e o anúncio do fim da reestruturação da empresa.

Trabalhadores/as da Chesf vão paralisar nos dias 22 e 30 de junho

Trabalhadores/as da Chesf vão paralisar nos dias 22 e 30 de junho

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Segunda, 22 Maio 2017 14:35

Dia 24: agora é em Brasília!

A CUT e as demais centrais reuniram-se na sexta-feira (19), em São Paulo, na sede da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), e decidiram adotar uma orientação conjunta para suas bases, de modo que todos participassem unitariamente das manifestações do domingo (21) em todo o Brasil, como de fato ocorreu.

Em São Paulo, a manifestação, convocada pela CUT e pela Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo para a Avenida Paulista, foi reforçada pela presença de outras centrais sindicais.

Os dirigentes das centrais também concordaram, na reunião, em fortalecer coletivamente a convocação para a Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília, na próxima quarta-feira (24). A exigência da CUT e das centrais é a retirada imediata das propostas de Reforma Trabalhista e Reforma da Previdência em tramitação no no Senado e na Câmara dos Deputados, respectivamente.

Participaram da reunião, além da CUT, a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), UGT (União Geral de Trabalhadores), Força Sindical, NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Intersindical, CSP-Conlutas e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros).

Dia 24: agora é em Brasília!

Fonte: CUT

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