Com a incerteza de receber promessa do governo, parlamentares podem mudar seus votos sobre a reforma da Previdência no segundo turno na Câmara dos Deputados. Pressão popular pode ajudar

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Foto: LUIS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS

O texto base da Proposta de Emenda Constitucional da reforma da Previdência, PEC 006/2019, foi aprovado na noite desta quarta-feira (10) por 379 a 131 e agora segue para o segundo turno de votação ainda na Câmara dos Deputados. (Veja abaixo a lista dos que votaram contra a classe trabalhadora)

A votação a favor do governo e contra o trabalhador, que quer ter o direito de se aposentar dignamente, animou o presidente da casa, Rodrigo Maia (DEM), que já afirmou que o objetivo é votar o segundo turno ainda esta semana, já que a partir do dia 18 de julho vai começar o recesso parlamentar.

Porém, como ficou público pelos deputados e deputadas de oposição ao governo a questão da compra de votos por emendas parlamentares com “cheque sem fundo”, porque não há certeza de como o governo vai pagar os deputados e deputadas que votaram a favor da Reforma da Previdência, pode ser que tenha uma reviravolta no segundo turno.

O governo liberou mais de R$ 2,5 bilhões em emendas parlamentares distribuídas cirurgicamente para beneficiar os deputados aliados para que eles votassem a favor da reforma, segundo apuração da ONG Contas abertas e dados oficiais.

“A aprovação da reforma está custando caro aos brasileiros. O governo jogou pesado e com muito dinheiro dos cofres públicos para garantir os votos favoráveis”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Segundo ele, a CUT e todo o movimento sindical têm a obrigação histórica de denunciar à sociedade em que circunstâncias foi aprovada a reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro.

“Uma reforma, afirma, que acaba com a aposentadoria, destrói direitos dos trabalhadores e tem como único objetivo beneficiar o poder econômico em prejuízo da maioria dos brasileiros, principalmente os mais pobres”, disse o presidente da CUT.

Vagner também fala da importância de pressionar os parlamentares em defesa da previdência social e solidária.

A PEC 006/2019 está prevista para ir ao Senado no segundo semestre.

Confira a lista dos parlamentares que votaram contra o trabalhador e a trabalhadora

Como votou cada deputado:

Avante

• André Janones (MG) - NÃO
• Chiquinho Brazão (RJ) - SIM
• Greyce Elias (MG) - SIM
• Leda Sadala (AP) - SIM
• Luis Tibé (MG) - SIM
• Pastor Sargento Isidório (BA) - SIM
• Tito (BA) - SIM

Cidadania

• Alex Manente (SP) - SIM
• Arnaldo Jardim (SP) - SIM
• Carmen Zanotto (SC) - SIM
• Da Vitória (ES) - SIM
• Daniel Coelho (PE) - SIM
• Marcelo Calero (RJ) - SIM
• Paula Belmonte (DF) - SIM
• Rubens Bueno (PR) - SIM

DEM

• Alan Rick (AC) - SIM
• Alexandre Leite (SP) - SIM
• Aníbal Gomes (CE) - SIM
• Arthur Oliveira Maia (BA) - SIM
• Bilac Pinto (MG) - SIM
• Carlos Henrique Gaguim (TO) - SIM
• David Soares (SP) - SIM
• Dr. Zacharias Calil (GO) - SIM
• Efraim Filho (PB) - SIM
• Eli Corrêa Filho (SP) - SIM
• Elmar Nascimento (BA) - SIM
• Fernando Coelho Filho (PE) - SIM
• Geninho Zuliani (SP) - SIM
• Hélio Leite (PA) - SIM
• Jose Mario Schreiner (GO) - SIM
• Juninho do Pneu (RJ) - SIM
• Juscelino Filho (MA) - SIM
• Kim Kataguiri (SP) - SIM
• Leur Lomanto Júnior (BA) - SIM
• Luis Miranda (DF) - SIM
• Norma Ayub (ES) - SIM
• Olival Marques (PA) - SIM
• Onyx Lorenzoni (RS) - SIM
• Paulo Azi (BA) - SIM
• Pedro Lupion (PR) - SIM
• Pedro Paulo (RJ) - SIM
• Professora Dorinha Seabra Rezende (TO) - SIM
• Rodrigo Maia (DEM-RJ) - SIM
• Sóstenes Cavalcante (RJ) - SIM
• Tereza Cristina (MS) - SIM

MDB

• Alceu Moreira (RS) - SIM
• Baleia Rossi (SP) - SIM
• Carlos Bezerra (MT) - SIM
• Carlos Chiodini (SC) - SIM
• Celso Maldaner (SC) - SIM
• Daniela do Waguinho (RJ) - SIM
• Darcísio Perondi (RS) - SIM
• Dulce Miranda (TO) - SIM
• Elcione Barbalho (PA) - SIM
• Fábio Ramalho (MG) - SIM
• Fabio Reis (SE) - SIM
• Flaviano Melo (AC) - SIM
• Giovani Feltes (RS) - SIM
• Gutemberg Reis (RJ) - SIM
• Hercílio Coelho Diniz (MG) - SIM
• Herculano Passos (SP) - SIM
• Hermes Parcianello (PR) - SIM
• Hildo Rocha (MA) - SIM
• Isnaldo Bulhões Jr. - SIM
• João Marcelo Souza (MA) - SIM
• Jéssica Sales (AC) - SIM
• José Priante (PA) - SIM
• Juarez Costa (MT) - SIM
• Lucio Mosquini (RO) - SIM
• Márcio Biolchi (RS) - SIM
• Marcos Aurélio Sampaio (PI) - SIM
• Mauro Lopes (MG) - SIM
• Moses Rodrigues (CE) - SIM
• Newton Cardoso Jr (MG) - SIM
• Raul Henry (PE) - SIM
• Rogério Peninha Mendonça (SC) - SIM
• Sergio Souza (PR) - SIM
• Vinicius Farah (RJ) - SIM
• Walter Alves (RN) - SIM

NOVO

• Adriana Ventura (SP) - SIM
• Alexis Fonteyne (SP) - SIM
• Gilson Marques (SC) - SIM
• Lucas Gonzalez (MG) - SIM
• Marcel van Hattem (RS) - SIM
• Paulo Ganime (RJ) - SIM
• Tiago Mitraud (MG) - SIM
• Vinicius Poit (SP) - SIM

Patriota

• Alcides Rodrigues (GO) - SIM
• Dr. Frederico (MG) - SIM
• Fred Costa (MG) - SIM
• Marreca Filho (MA) - SIM
• Pastor Eurico (PE) - SIM

PCdoB

• Alice Portugal (BA) - NÃO
• Daniel Almeida (BA) - NÃO
• Jandira Feghali (RJ) - NÃO
• Márcio Jerry (MA) - NÃO
• Orlando Silva (SP) - NÃO
• Perpétua Almeida (AC) - NÃO
• Professora Marcivania (AP) - NÃO
• Renildo Calheiros (PE) - NÃO

PDT

• Afonso Motta (RS) - NÃO
• Alex Santana (BA) - SIM
• André Figueiredo (CE) - NÃO
• Chico D`Angelo (RJ) - NÃO
• Dagoberto Nogueira (MS) - NÃO
• Damião Feliciano (PB) - NÃO
• Eduardo Bismarck (CE) - NÃO
• Fábio Henrique (SE) - NÃO
• Félix Mendonça Júnior (BA) - NÃO
• Flávia Morais (GO) - NÃO
• Flávio Nogueira (PI) - SIM
• Gil Cutrim (MA) - SIM
• Gustavo Fruet (PR) - NÃO
• Idilvan Alencar (CE) - NÃO
• Jesus Sérgio (AC) - SIM
• Leônidas Cristino (CE) - NÃO
• Mário Heringer (MG) - NÃO
• Marlon Santos (RS) - SIM
• Paulo Ramos (RJ) - NÃO
• Pompeo de Mattos (RS) - NÃO
• Robério Monteiro (CE) - NÃO
• Sergio Vidigal (ES) - NÃO
• Silvia Cristina (RO) - SIM
• Subtenente Gonzaga (MG) - SIM
• Tabata Amaral (SP) - SIM
• Túlio Gadêlha (PE) - NÃO
• Wolney Queiroz (PE) - NÃO

PHS

• Igor Kannário (BA) - SIM

PL

• Abílio Santana (BA) - SIM
• Altineu Côrtes (RJ) - SIM
• Bosco Costa (SE) - SIM
• Capitão Augusto (SP) - SIM
• Christiane de Souza Yared (PR) - SIM
• Cristiano Vale (PA) - SIM
• Dr. Jaziel (CE) - SIM
• Edio Lopes (RR) - SIM
• Fernando Rodolfo (PE) - SIM
• Flávia Arruda (DF) - SIM
• Gelson Azevedo (RJ) - SIM
• Giacobo (PR) - SIM
• Giovani Cherini (RS) - SIM
• João Carlos Bacelar (BA) - SIM
• João Maia (RN) - SIM
• José Rocha (BA) - SIM
• Josimar Maranhãozinho (MA) - SIM
• Junior Lourenço (MA) - SIM
• Júnior Mano (CE) - SIM
• Lauriete (ES) - SIM
• Lincoln Portela (MG) - SIM
• Luiz Carlos Motta (SP) - ausente
• Luiz Nishimori (PR) - SIM
• Magda Mofatto (GO) - SIM
• Marcelo Ramos (AM) - SIM
• Marcio Alvino (SP) - SIM
• Miguel Lombardi (SP) - SIM
• Pastor Gildenemyr (MA) - SIM
• Paulo Freire Costa (SP) - SIM
• Policial Katia Sastre (SP) - SIM
• Raimundo Costa (BA) - SIM
• Sebastião Oliveira (PE) - SIM
• Sergio Toledo (AL) - SIM
• Soraya Santos (RJ) - SIM
• Tiririca (SP) - NÃO
• Vicentinho Júnior (TO) - SIM
• Vinicius Gurgel (AP) - SIM
• Wellington Roberto (PB) - SIM
• Zé Vitor (MG) - SIM

PMN

• Eduardo Braide (MA) - NÃO

Podemos

• Aluisio Mendes (MA) - SIM
• Bacelar (BA) - ausente
• Diego Garcia (PR) - SIM
• Igor Timo (MG) - SIM
• José Medeiros (MT) - SIM
• José Nelto (GO) - SIM
• Léo Moraes (RO) - SIM
• Pr. Marco Feliciano (SP) - SIM
• Renata Abreu (SP) - SIM
• Ricardo Teobaldo (PE) - SIM
• Roberto de Lucena (SP) - SIM

PP

• Adriano do Baldy (GO) - SIM
• Afonso Hamm (RS) - SIM
• Aguinaldo Ribeiro (PB) - SIM
• AJ Albuquerque (CE) - SIM
• André Abdon (AP) - SIM
• André Fufuca (MA) - SIM
• Angela Amin (SC) - SIM
• Arthur Lira (AL) - SIM
• Átila Lins (AM) - SIM
• Beto Rosado (RN) - SIM
• Cacá Leão (BA) - SIM
• Celina Leão (DF) - SIM
• Christino Aureo (RJ) - SIM
• Claudio Cajado (BA) - SIM
• Dimas Fabiano (MG) - SIM
• Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (RJ) - SIM
• Eduardo da Fonte (PE) - NÃO
• Evair Vieira de Melo (ES) - SIM
• Fausto Pinato (SP) - SIM
• Fernando Monteiro (PE) - NÃO
• Franco Cartafina (MG) - SIM
• Guilherme Derrite (SP) - SIM
• Guilherme Mussi (SP) - SIM
• Hiran Gonçalves (RR) - SIM
• Iracema Portella (PI) - SIM
• Jaqueline Cassol (RO) - SIM
• Jerônimo Goergen (RS) - SIM
• Laercio Oliveira (SE) - SIM
• Marcelo Aro (MG) - SIM
• Margarete Coelho (PI) - SIM
• Mário Negromonte Jr. (BA) - NÃO
• Neri Geller (MT) - SIM
• Pedro Westphalen (RS) - SIM
• Pinheirinho (MG) - SIM
• Professor Alcides (GO) - SIM
• Ricardo Barros (PR) - SIM
• Ricardo Izar (SP) - SIM
• Ronaldo Carletto (BA) - SIM
• Schiavinato (PR) - SIM

PRB

• Aline Gurgel (AP) - NÃO
• Amaro Neto (ES) - SIM
• Aroldo Martins (PR) - SIM
• Benes Leocádio (RN) - SIM
• Capitão Alberto Neto (AM) - SIM
• Carlos Gomes (RS) - SIM
• Celso Russomanno (SP) - SIM
• Cleber Verde (MA) - SIM
• Gilberto Abramo (MG) - SIM
• Hélio Costa (SC) - SIM
• Hugo Motta (PB) - NÃO
• Jhonatan de Jesus (RR) - SIM
• João Campos (GO) - SIM
• João Roma (BA) - SIM
• Jorge Braz (RJ) - SIM
• Julio Cesar Ribeiro (DF) - SIM
• Lafayette de Andrada (MG) - SIM
• Luizão Goulart (PR) - SIM
• Manuel Marcos (AC) - SIM
• Márcio Marinho (BA) - SIM
• Marcos Pereira (SP) - SIM
• Maria Rosas (SP) - SIM
• Milton Vieira (SP) - SIM
• Ossesio Silva (PE) - SIM
• Roberto Alves (SP) - SIM
• Rosangela Gomes (RJ) - SIM
• Severino Pessoa (AL) - SIM
• Silas Câmara (AM) - SIM
• Silvio Costa Filho (PE) - SIM
• Vavá Martins (PA) - SIM
• Vinicius Carvalho (SP) - SIM

PROS

• Acácio Favacho (AP) - SIM
• Boca Aberta (PR) - SIM
• Capitão Wagner (CE) - NÃO
• Clarissa Garotinho (RJ) - NÃO
• Eros Biondini (MG) - SIM
• Gastão Vieira (MA) - SIM
• Toninho Wandscheer (PR) - SIM
• Uldurico Junior (BA) - SIM
• Vaidon Oliveira (CE) - SIM
• Weliton Prado (MG) - NÃO

PSB

• Alessandro Molon (RJ) - NÃO
• Aliel Machado (PR) - NÃO
• Átila Lira (PI) - SIM
• Bira do Pindaré (MA) - NÃO
• Camilo Capiberibe (AP) - NÃO
• Cássio Andrade (PA) - NÃO
• Danilo Cabral (PE) - NÃO
• Denis Bezerra (CE) - NÃO
• Elias Vaz (GO) - NÃO
• Emidinho Madeira (MG) - SIM
• Felipe Carreras (PE) - SIM
• Felipe Rigoni (ES) - SIM
• Gervásio Maia (PB) - NÃO
• Gonzaga Patriota (PE) - NÃO
• Heitor Schuch (RS) - NÃO
• Jefferson Campos (SP) - SIM
• Jhc (AL) - NÃO
• João H. Campos (PE) - NÃO
• Júlio Delgado (MG) - NÃO
• Lídice da Mata (BA) - NÃO
• Liziane Bayer (RS) - SIM
• Luciano Ducci (PR) - NÃO
• Luiz Flávio Gomes (SP) - SIM
• Marcelo Nilo (BA) - NÃO
• Mauro Nazif (RO) - NÃO
• Rafael Motta (RN) - NÃO
• Rodrigo Agostinho (SP) - SIM
• Rodrigo Coelho (SC) - SIM
• Rosana Valle (SP) - SIM
• Tadeu Alencar (PE) - NÃO
• Ted Conti (ES) - SIM
• Vilson da Fetaemg (MG) - NÃO

PSC

• André Ferreira (PE) - SIM
• Euclydes Pettersen (MG) - SIM
• Gilberto Nascimento (SP) - SIM
• Glaustin Fokus (GO) - SIM
• Osires Damaso (TO) - SIM
• Otoni de Paula (RJ) - SIM
• Paulo Eduardo Martins (PR) - SIM
• Valdevan Noventa (SE) - NÃO

PSD

• Alexandre Serfiotis (RJ) - SIM
• André de Paula (PE) - SIM
• Antonio Brito (BA) - SIM
• Cezinha de Madureira (SP) - SIM
• Charles Fernandes (BA) - SIM
• Danrlei de Deus Hinterholz (RS) - SIM
• Darci de Matos (SC) - SIM
• Delegado Éder Mauro (PA) - SIM
• Diego Andrade (MG) - SIM
• Domingos Neto (CE) - SIM
• Edilázio Júnior (MA) - SIM
• Evandro Roman (PR) - SIM
• Expedito Netto (RO) - NÃO
• Fábio Faria (RN) - SIM
• Fábio Mitidieri (SE) - SIM
• Fábio Trad (MS) - SIM
• Flordelis (RJ) - SIM
• Francisco Jr. (GO) - SIM
• Haroldo Cathedral (RR) - SIM
• Hugo Leal (RJ) - SIM
• Joaquim Passarinho (PA) - SIM
• José Nunes (BA) - SIM
• Júlio Cesar (PI) - SIM
• Júnior Ferrari (PA) - SIM
• Marco Bertaiolli (SP) - SIM
• Marx Beltrão (AL) - SIM
• Misael Varella (MG) - SIM
• Otto Alencar Filho (BA) - SIM
• Paulo Magalhães (BA) - SIM
• Reinhold Stephanes Junior (PR) - SIM
• Ricardo Guidi (SC) - SIM
• Sargento Fahur (PR) - SIM
• Sidney Leite (AM) - SIM
• Stefano Aguiar (MG) - SIM
• Vermelho (PR) - SIM
• Wladimir Garotinho (RJ) - NÃO

PSDB

• Adolfo Viana (BA) - SIM
• Aécio Neves (MG) - SIM
• Beto Pereira (MS) - SIM
• Bruna Furlan (SP) - SIM
• Carlos Sampaio (SP) - SIM
• Célio Silveira (GO) - SIM
• Celso Sabino (PA) - SIM
• Daniel Trzeciak (RS) - SIM
• Domingos Sávio (MG) - SIM
• Edna Henrique (PB) - SIM
• Eduardo Barbosa (MG) - SIM
• Eduardo Cury (SP) - SIM
• Geovania de Sá (SC) - SIM
• Lucas Redecker (RS) - SIM
• Luiz Carlos (AP) - SIM
• Mara Rocha (AC) - SIM
• Mariana Carvalho (RO) - SIM
• Nilson Pinto (PA) - SIM
• Paulo Abi-Ackel (MG) - SIM
• Pedro Cunha Lima (PB) - SIM
• Roberto Pessoa (CE) - SIM
• Rodrigo de Castro (MG) - SIM
• Rose Modesto (MS) - SIM
• Ruy Carneiro (PB) - SIM
• Samuel Moreira (SP) - SIM
• Shéridan (RR) - SIM
• Tereza Nelma (AL) - NÃO
• Vanderlei Macris (SP) - SIM
• Vitor Lippi (SP) - SIM

PSL

• Abou Anni (SP) - SIM
• Alê Silva (MG) - SIM
• Alexandre Frota (SP) - SIM
• Aline Sleutjes (PR) - SIM
• Bia Kicis (DF) - SIM
• Bibo Nunes (RS) - SIM
• Cabo Junio Amaral (MG) - SIM
• Carla Zambelli (SP) - SIM
• Carlos Jordy (RJ) - SIM
• Caroline de Toni (SC) - SIM
• Charlles Evangelista (MG) - SIM
• Chris Tonietto (RJ) - SIM
• Coronel Armando (SC) - SIM
• Coronel Chrisóstomo (RO) - SIM
• Coronel Tadeu (SP) - SIM
• Daniel Freitas (SC) - SIM
• Daniel Silveira (RJ) - SIM
• Delegado Antônio Furtado (RJ) - SIM
• Delegado Marcelo Freitas (MG) - SIM
• Delegado Pablo (AM) - SIM
• Delegado Waldir (GO) - SIM
• Dr. Luiz Ovando (MS) - SIM
• Dra. Soraya Manato (ES) - SIM
• Eduardo Bolsonaro (SP) - SIM
• Fabio Schiochet (SC) - SIM
• Felício Laterça (RJ) - SIM
• Felipe Francischini (PR) - SIM
• Filipe Barros (PR) - SIM
• General Girão (RN) - ausente
• General Peternelli (SP) - SIM
• Guiga Peixoto (SP) - SIM
• Gurgel (RJ) - SIM
• Heitor Freire (CE) - SIM
• Helio Lopes (RJ) - SIM
• Joice Hasselmann (SP) - SIM
• Julian Lemos (PB) - SIM
• Júnior Bozzella (SP) - SIM
• Léo Motta (MG) - SIM
• Loester Trutis (MS) - SIM
• Lourival Gomes (RJ) - SIM
• Luciano Bivar (PE) - SIM
• Luiz Lima (RJ) - SIM
• Luiz Philippe de Orleans e Bragança (SP) - SIM
• Major Fabiana (RJ) - SIM
• Major Vitor Hugo (GO) - SIM
• Marcelo Álvaro Antônio (MG) - SIM
• Márcio Labre (RJ) - SIM
• Nelson Barbudo (MT) - SIM
• Nereu Crispim (RS) - SIM
• Nicoletti (RR) - SIM
• Professor Joziel (RJ) - SIM
• Professora Dayane Pimentel (BA) - SIM
• Sanderson (RS) - SIM

PSOL

• Áurea Carolina (MG) - NÃO
• David Miranda (RJ) - NÃO
• Edmilson Rodrigues (PA) - NÃO
• Fernanda Melchionna (RS) - NÃO
• Glauber Braga (RJ) - NÃO
• Ivan Valente (SP) - NÃO
• Luiza Erundina (SP) - NÃO
• Marcelo Freixo (RJ) - NÃO
• Sâmia Bomfim (SP) - NÃO
• Talíria Petrone (RJ) - NÃO

PT

• Afonso Florence (BA) - NÃO
• Airton Faleiro (PA) - NÃO
• Alencar Santana Braga (SP) - NÃO
• Alexandre Padilha (SP) - NÃO
• Arlindo Chinaglia (SP) - NÃO
• Assis Carvalho (PI) - NÃO
• Benedita da Silva (RJ) - NÃO
• Beto Faro (PA) - NÃO
• Bohn Gass (RS) - NÃO
• Carlos Veras (PE) - NÃO
• Carlos Zarattini (SP) - NÃO
• Célio Moura (TO) - NÃO
• Enio Verri (PR) - NÃO
• Erika Kokay (DF) - NÃO
• Frei Anastacio Ribeiro (PB) - NÃO
• Gleisi Hoffmann (PR) - NÃO
• Helder Salomão (ES) - NÃO
• Henrique Fontana (RS) - NÃO
• João Daniel (SE) - NÃO
• Jorge Solla (BA) - NÃO
• José Airton Cirilo (CE) - NÃO
• José Guimarães (CE) - NÃO
• José Ricardo (AM) - NÃO
• Joseildo Ramos (BA) - NÃO
• Leonardo Monteiro (MG) - NÃO
• Luizianne Lins (CE) - NÃO
• Marcon (RS) - NÃO
• Margarida Salomão (MG) - NÃO
• Maria do Rosário (RS) - NÃO
• Marília Arraes (PE) - NÃO
• Natália Bonavides (RN) - NÃO
• Nelson Pellegrino (BA) - NÃO
• Nilto Tatto (SP) - NÃO
• Odair Cunha (MG) - NÃO
• Padre João (MG) - NÃO
• Patrus Ananias (MG) - NÃO
• Paulão (AL) - NÃO
• Paulo Guedes (MG) - NÃO
• Paulo Pimenta (RS) - NÃO
• Paulo Teixeira (SP) - NÃO
• Pedro Uczai (SC) - NÃO
• Professora Rosa Neide (MT) - NÃO
• Reginaldo Lopes (MG) - NÃO
• Rejane Dias (PI) - NÃO
• Rogério Correia (MG) - NÃO
• Rubens Otoni (GO) - NÃO
• Rui Falcão (SP) - NÃO
• Valmir Assunção (BA) - NÃO
• Vander Loubet (MS) - NÃO
• Vicentinho (SP) - NÃO
• Waldenor Pereira (BA) - NÃO
• Zé Carlos (MA) - NÃO
• Zé Neto (BA) - NÃO
• Zeca Dirceu (PR) - NÃO

PTB

• Eduardo Costa (PA) - SIM
• Emanuel Pinheiro Neto (MT) - SIM
• Luisa Canziani (PR) - SIM
• Marcelo Moraes (RS) - SIM
• Maurício Dziedricki (RS) - SIM
• Nivaldo Albuquerque (AL) - SIM
• Paes Landim (PI) - SIM
• Paulo Bengtson (PA) - SIM
• Pedro Augusto Bezerra (CE) - SIM
• Pedro Lucas Fernandes (MA) - SIM
• Santini (RS) - SIM
• Wilson Santiago (PB) - SIM

PV

• Célio Studart (CE) - NÃO
• Enrico Misasi (SP) - SIM
• Leandre (PR) - SIM
• Professor Israel Batista (DF) - NÃO

REDE

• Joenia Wapichana (RR) - NÃO

Sem partido

• Luiz Antônio Corrêa (RJ) - SIM

Solidariedade

• Augusto Coutinho (PE) - SIM
• Aureo Ribeiro (RJ) - SIM
• Bosco Saraiva (AM) - SIM
• Dr. Leonardo (MT) - SIM
• Dra. Vanda Milani (AC) - SIM
• Eli Borges (TO) - SIM
• Genecias Noronha (CE) - SIM
• Gustinho Ribeiro (SE) - SIM
• Lucas Vergilio (GO) - SIM
• Marina Santos (PI) - SIM
• Otaci Nascimento (RR) - SIM
• Paulo Pereira da Silva (SP) - NÃO
• Tiago Dimas (TO) - SIM
• Zé Silva (MG) - SIM

 

Fonte: CUT

 

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Pelo celular, tablet ou computador, você pode mandar seu recado para os deputados. Se eles aprovarem a reforma da Previdência de Bolsonaro, milhões de brasileiros não conseguirão se aposentar.

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A CUT lançou nesta quarta-feira (1º) a plataforma “Na Pressão”, uma ferramenta virtual de participação social, política e cidadã que vai ajudar na luta por direitos sociais e trabalhistas.

Por meio do “Na Pressão”, que pode ser acessado de qualquer lugar pelo celular, tablet ou computador, com apenas alguns cliques os cidadãos e cidadãs poderão pressionar parlamentares – deputados e senadores - e demais autoridades públicas envolvidas na discussão ou projetos que tratam de temas de interesse da sociedade.

A primeira campanha do Na Pressão é contra a reforma da Previdência que está tramitando no Congresso Nacional. Se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, que altera radicalmente as regras de aposentadoria for aprovada, milhões de trabalhadores não conseguirão se aposentar.

O mote da campanha é "Querem Roubar Sua Aposentadoria".

Para pressionar os deputados a não aprovarem a reforma, basta acessar o site e mandar o seu recado. Os parlamentares estão separados em três colunas: 1) "A favor da reforma", 2) "indecisos" e 3) "contra a reforma". E com poucos cliques você manda o seu recado  diretamente para Whatsapp, redes sociais (Facebook e Twitter) e e-mail dos deputados.

Veja como é fácil pressionar os parlamentares pelo seu Whatsapp em apenas alguns cliques:

1 - acesse o site napressao.org.br

2 - veja a campanha "Querem Roubar Sua Aposentadoria" e clique em "pressionar"

3 - clique no ícone do Whatsapp dos parlamentares que você quer pressionar

4 - agora é só enviar a mensagem exigindo que ele não roube sua aposentadoria

 

Fonte: CUT

 

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"É um texto muito cruel com a maioria da população brasileira. Ou o governo muda o texto, ou ele será derrotado na CCJ”, avalia Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição.

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 FOTO: PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS
 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deve retomar nesta terça-feira (23) a análise do parecer do relator da reforma da Previdência, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG).

Freitas recomenda que os parlamentares aprovem o projeto total apresentado pelo governo à Câmara dos Deputados. A análise do parecer deveria ter acontecido na última quarta-feira (17), mas deputados da oposição conseguiram obstruir a sessão e fizeram protestos para o governo mudar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) já dentro da CCJ.

Essa comissão é a primeira a analisar o pacote. Após passar por ela, a Câmara deverá criar uma comissão especial que vai examinar o mérito da reforma, para só então ser submetida à votação no Plenário em dois turnos, onde precisará da adesão de dois terços dos deputados (308 do total de 513) para ser aprovada. A tramitação segue depois para o Senado.

Em entrevista à Agência Brasil, o relator disse que agora os deputados governistas estão buscando trabalhar para construir um consenso dentro da CCJ “que permita discutir um texto final que atenda aos interesses da sociedade” sem desidratar o texto proposto pelo governo.

“Estamos estudando ainda. São 13 relatórios em apartado que foram feitos”, disse.

Um dia antes de ter a sua tramitação barrada, a PEC foi submetida a uma discussão na CCJ que durou 12 horas. Segundo a deputada governista, Joice Hasselman (PSL-SP), o Planalto tem o número de votos suficientes (43 dos 61 membros) na Comissão para passar a PEC.

Mas isso não deve acontecer sem que, de fato, algumas mudanças aconteçam dentro da CCJ. Ainda na quarta-feira (17) o secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que tiveram que negociar mudanças no texto com deputados do PP e do PRB.

“Tivemos uma primeira conversa com membros de vários partidos, que têm algumas restrições ao projeto como ele se encontra. Iniciamos um diálogo, mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro. Vamos continuar a conversar”, declarou também à Agência Brasil.

O porta-voz do governo disse ainda que o Planalto pretende fechar um acordo com líderes da base nesta segunda (22).

Enquanto os governistas apresentam expectativa positiva para o relatório, o líder da oposição, Alessandro Molon (PSB-RJ) faz outra avaliação. Segundo ele, o parecer do relator não estava pronto para ser votado na CCJ até sexta-feira passada.

“É um texto muito cruel com a maioria da população brasileira. Ou o governo muda o texto, ou ele será derrotado na CCJ”, completou.

Atualmente a legislação estabelece 65 anos para homens e 60 anos para mulheres se aposentarem, com o mínimo de 15 anos de contribuição. Entre as mudanças propostas pelo governo está em manter os 65 anos dos homens e aumentar para 62 a idade mínima para as mulheres. O tempo mínimo de contribuição também passaria para 20 anos.

Em fevereiro, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) chegou a criticar as alterações destacando que, pelas regras atuais, “70% já não conseguem se aposentar pelo tempo de contribuição”. “Pode ser uma decisão que prejudica mais do que ajuda”, pontuou.

A proposta do governo prevê ainda o fim da aposentadoria por tempo de contribuição que hoje pode ser concedida após 35 anos para homens e 30 para mulheres. Com PEC, o trabalhador precisará contribuir por 40 anos para se aposentar, isso se quiser receber o valor integral do benefício.

 

Fonte: CUT / Escrito por Redação GGN

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Dieese contesta estudo do governo em defesa de mudanças nas regras para pagamento do BPC e afirma que se PEC da reforma da Previdência com este item for aprovada, idosos pobres vão ter perdas de até 32,8%.

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 Foto: EBC
 
As mudanças que o governo quer fazer nas regras de pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) “podem resultar em perdas entre 23,6% e 32,8% do valor presente dos benefícios para os idosos”, afirma o Dieese em nota técnica que analisou estudo da Secretaria de Política Econômica (SPE), ligada ao Ministério da Economia.

O Dieese refez os cálculos apresentados pelo governo, mantendo a mesma metodologia, mas com a adoção de parâmetros que, em consonância com declarações do ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, são mais adequados à realidade, segundo a nota divulgada pela entidade. 

Em 12 de março, a SPE divulgou um estudo defendendo as alterações sugeridas pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019 no BPC destinado a idosos em situação de miserabilidade, aqueles que têm renda familiar igual ou menor de um quarto do salário mínimo.

De acordo com o texto da PEC, ao invés de pagar um salário mínimo (R$ 998,00) a pessoas com mais de 65 anos, que não conseguiram cumprir a regra de tempo mínimo de contribuição ao INSS de 15 anos para ter direito a aposentadoria, o governo pagaria R$ 400,00 a partir dos 60 anos. Só a partir dos 70 anos, esses idosos passariam a receber um salário mínimo. Além disso, só poderá se tornar beneficiário o idoso cuja família tenha patrimônio inferior a R$ 95 mil.

Os técnicos da secretaria fizeram simulações tentando demonstrar que essas medidas aumentariam o bem-estar dos beneficiários quando comparadas às normas hoje vigentes, uma vez que representariam ganhos significativos em valor presente.

O Dieese afirma que isso acontece, entre outros fatores, porque o governo considerou em seu estudo taxas de juros inadequadas por serem, segundo o próprio Guedes, distorcidas e absurdas, “o que leva a resultados completamente fora da realidade”.

“De fato, o ministro tem razão”, segue a nota técnica, “as taxas de juros praticadas pelos bancos no Brasil são mesmo absurdas e, ao adotá-las, o estudo chega a resultados que fogem ao bom senso. Para exemplificar, segundo os cálculos apresentados, R$ 400 hoje valem o mesmo que R$ 554.686, em 2029. Ou seja, segundo a lógica que orienta os técnicos do governo, seria mais vantajoso receber os R$ 400 hoje do que meio milhão daqui a 10 anos”.

Além disso, a SPE ignorou que o grau de esforço no trabalho aumenta com o passar dos anos. “Desconsiderou também que as atividades a que os idosos em situação miserável se submetem são especialmente desgastantes e penosas”, acrescenta o Dieese, concluindo a perda no valor, “o que significa uma redução do bem-estar desses idosos”.

Em um dos cenários descritos na nota técnica, com base em “parâmetros mais realistas”, o beneficiário receberia R$ 72.899 no período de 10 anos, considerando taxa de retorno da poupança e inflação (estimada em 4% ao ano). Pelo modelo do governo, o valor presente seria de R$ 51.026, diferença de quase R$ 25 mil, perda de 32,8%.

A mudança nas regras de acesso ao BPC, afirma o Dieese na nota técnica,  afetaria de imediato as famílias dos mais de 2 milhões de idosos que hoje têm direito ao benefício. “Em valores nominais, caso a reforma seja aprovada, um beneficiário idoso do BPC receberia até R$ 20.034 a menos do que lhe seria devido pelas regras em vigência”.

E a tendência, prossegue a nota, é “atingir um número muito maior nos próximos anos, em função das mudanças nas regras de acesso à aposentadoria propostas pelo governo”, que dificultam o acesso de milhões de trabalhadores.

E a redução do valor do benefício “implicará, para boa parte desses idosos, a postergação do momento em que esperam deixar de trabalhar, uma vez que muitos se verão compelidos a continuar na ativa até os 70 anos”.

 

Fonte: CUT

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