Com a proposta do Projeto de Lei (PL) nº3451/2019, que revoga a Lei 4.950-A do Salário Mínimo Profissional dos engenheiros, de autoria do deputado federal Ubiratan Sanderson (PSL-RS), o Coletivo de Mulheres da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (FISENGE) decidiu trazer o tema para a tirinha do mês de julho. " O Salário Mínimo Profissional é um direito histórico da nossa categoria, que foi fruto da luta das entidades de classe na época da ditadura civil-militar. A Fisenge está lutando e pressionando os parlamentares pela retirada deste projeto da pauta.", afirmou a engenheira e diretora da mulher da federação, Simone Baía.

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Salário Mínimo Profissional é tema de quadrinho da Engenheira Eugênia

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Por meio de investimentos públicos nas universidades e nos institutos federais, o Brasil avança em pesquisas, tecnologia e inovação, alcançando patamares internacionais de produção científica. Os cortes de 30% no orçamento da educação pública afetam a engenharia, o conhecimento, a soberania nacional e o desenvolvimento social. A Engenheira Eugênia e sua filha vão juntas para as manifestações de amanhã (30/5) em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade. Mobilize-se! 

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No mês de abril, marcado pela campanha "Abril verde", que promove ações pela conscientização em relação à segurança no trabalho e à saúde do trabalhador, a tirinha da Engenheira Eugênia fala sobre segurança no canteiro de obras, explicando para o estagiário as normas regulamentadoras 6 e 9 de segurança no trabalho. 

Para saber mais, confira a campanha "Abril Verde" e  consulte a cartilha do Coletivo Nacional de Estudantes da Fisenge "Estágio na Engenharia: Perguntas e Respostas".

 

Quadrinho aborda segurança no trabalho e direitos do estagiário de engenharia

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O Nacional Jovem falou sobre os "Quadrinhos da Engenheira Eugênia". A Engenheira química e diretora da Mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, Simone Baía.

"A Engenheira Eugênia" foi uma construção coletiva que surgiu por necessidade de diálogo. Os quadrinhos abordam os principais problemas da engenharia, possíveis soluções e também questões sociais relativas as mulheres. A primeira tirinha foi publicada em 2013. Hoje, eles são utilizados em um projeto chamado "Viaduto Literário", em que crianças são estimuladas a sonharem a seguir essa carreira.

" Ela muda essa imagem de que engenheiros são só homens e mostra que a engenharia pode ser acessível a mulheres. Ela socializa a engenharia", afirma a engenheira química.

A personagem dos quadrinhos tenta acabar com a ideia de que existem trabalhos de homens e outros de mulheres. Simone Baía acredita que ideias como essa ainda estão presentes na sociedade, fazendo com que meninas sejam desestimuladas a seguirem carreira no ramo da ciência exata, por exemplo.

Segundo Simone Baía, que tem ascendência indígena, é preciso desconstruir alguns aspectos sociais que afirmam que pessoas não podem alcançar cargos por causa de gênero, cor ou poder aquisitivo.

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Fonte: Nacional Jovem/EBC 

Foto: Camila Marins

Em entrevista à Rádio Nacional, Simone Baía fala sobre os quadrinhos da Engenheira Eugênia

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por Comunicação Fisenge*

“Quem sabe o que faz um(a) engenheiro(a)?”. Esta pergunta iniciou a sessão de leitura com crianças do “Viaduto Literário”, que aconteceu neste sábado (16/2), no Rio de Janeiro. O projeto promove oficinas de colagem, pintura, audiovisual, percussão, desenho e literatura para crianças dos Morros da Providência e do Pinto. Com a publicação “Histórias da Engenheira Eugênia” em mãos, a maioria das crianças respondeu que não sabia as funções de um engenheiro. Já uma das crianças afirmou: “é de gente rica”. “Ficamos por alguns segundos paradas pensando na resposta, que carrega em si uma enorme carga de desigualdade e indiferença social. Sem se darem conta, elas já sabem “qual é o espaço delas”. Desconstruir esse pensamento e apresentar um mundo possível é o desafio de cada atividade”, contou uma das voluntárias, a designer e ilustradora, Tati Rivoire. De acordo com a idealizadora e coordenadora do Viaduto Literário, Márcia Raquel - que também é moradora da Providência - elas começaram a explicar a importância da engenharia, afirmando que este profissional articula políticas públicas, desenvolvimento social e construção de uma sociedade justa e igualitária. “Algumas crianças gostam muito de matemática e dissemos que engenheiros usam muito os números. Eu também estou entendendo um pouco mais sobre a engenharia com a leitura do livro”, disse.

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Cerca de 20 crianças participam semanalmente do Viaduto Literário.

Semanalmente, aos sábados, das 10h às 13h, o projeto reúne cerca de 20 crianças, de 2 a 12 anos, embaixo do viaduto São Pedro/São Paulo. Ela conta com apoio e doações de pessoas voluntárias e não têm qualquer tipo de financiamento. Além das oficinas, das leituras e dos vídeos, há também a hora do lanche, que deixa as crianças ansiosas por um bolo de chocolate ou cachorro quente.

O projeto atende a uma maioria de crianças negras, com acesso limitado à arte, à cultura, à rede de esgoto, transporte público de qualidade e sem direito à cidade num contexto mais geral. Direitos estes que têm relação direta com a engenharia, como o acesso ao saneamento básico, mobilidade urbana, alimentos seguros, acesso à internet e universalização da banda larga. Todos os dias, aquelas crianças sonham com o pleno direito à cidade e o bem-viver. De acordo com Marcia, que é mais conhecida como “Tia Marcinha”, no mês de março, pelo dia internacional da mulher, as crianças vão fazer a leitura e a interpretação das histórias da Engenheira Eugênia. “É uma publicação que vamos trabalhar por um tempo, porque ela abrange vários assuntos relacionados a gênero, empoderamento feminino, a defesa dos direitos das mulheres e combate ao machismo, que são assuntos que a gente discute com as crianças, por percebermos a necessidade dessa consciência desde pequenos. A Engenheira Eugênia elucida várias dúvidas que, talvez, as mães dessas crianças também tenham. Nossa proposta é apresentar a Engenheira Eugênia para as crianças e para que elas apresentem para suas famílias e outras pessoas”, disse.

Nesse sentido, Tati Rivoire acredita que a publicação da Engenheira Eugênia aborda temas sobre direitos humanos de uma maneira didática e simples. “Cada criança ali passa ou conhece alguém que sofre ou já sofreu algum tipo de agressão, seja física ou moral e, com o suporte do livro, podemos conversar sobre o assunto e tentar esclarecer alguns pontos em que elas se identificam. São questões delicadas”, pontuou.

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Quadrinhos da Engenheira Eugênia são distribuídos gratuitamente.

Sobre o Viaduto

Fundado em abril de 2018 por Marcia, o Viaduto Literário surgiu a partir de seu contato com as crianças no Favela Cineclube, projeto que promove exibição de filmes e debates, mensalmente, na Providência.  “Acredito no acesso pelo compartilhamento de conhecimento, informação e, principalmente, de afeto, criando laços, conscientizando e também divertindo com arte e cultura”, explicou Marcia, que acrescenta: “As crianças aqui da favela são muito curiosas e interessadas. Como eu estava desempregada, eu pensei em encontrar com eles semanalmente para compartilhar conhecimento, mas não têm acesso por conta do descaso do Estado”.

Sobre as “Histórias da Engenheira Eugenia”

Publicadas desde 2013 no formato de tirinhas em quadrinhos, as histórias da Engenheira Eugênia foram organizadas em um compêndio lançado, em 2017. Idealizado pelo Coletivo de Mulheres da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros), o projeto já ganhou o 1º lugar, na categoria cidadã em comunicação sindical, do Prêmio de Direitos Humanos da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra). A publicação reúne a trajetória da personagem protagonista, Engenheira Eugênia, uma mulher de 40 anos com 15 de trabalho, recém-divorciada, dois filhos, uma adolescente de 15 anos e um menino de 9 anos. De acordo com a engenheira química e diretora da mulher, Simone Baía, são estas redes que dão sentido ao trabalho desenvolvido. “A leitura da Engenheira Eugênia nas favelas e periferias demonstra a importância do diálogo do movimento sindical com toda a sociedade. Queremos meninos e meninas sonhando em ser engenheiros e engenheiras. Que estes sonhos possam construir um mundo melhor, justo, solidário e igualitário”, anunciou Simone.

A publicação é distribuída gratuitamente e o download AQUI 

 *Texto de Camila Marins
Fotos: Divulgação

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Neste mês, o tema da tirinha da Engenheira Eugênia é a lei 11.788 de 2008, que garante os direitos dos estagiários. O quadrinho aborda uma das principais dúvidas que é a jornada de trabalho. De acordo com engenheira e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, é fundamental informar os estudantes sobre seus direitos. “Em dias de prova, por exemplo, o estagiário tem direito à redução de jornada e muitas empresas não respeitam. Os sindicatos têm o papel de conscientizar e cobrar o cumprimento da lei” afirmou.

Quadrinho aborda dúvidas sobre estágio na engenharia

 

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

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A Engenheira Eugênia, deste mês, debate as consequências da privatização do setor elétrico. “Sob a falsa justificativa de geração de caixa, a venda das empresas estatais leva ao sucateamento das empresas, a demissões em massa, ao desmonte da engenharia nacional e, ainda, compromete soberania nacional”, afirmou a diretora da mulher da Fisenge, a engenheira Simone Baía. Além disso, o centro deste novo modelo é o conceito de que a energia elétrica é uma mercadoria, o que pode gerar um aumento drástico na tarifa de energia. Simone também lembrou que “há risco sério de repetição dos apagões como na década de 1990. Não podemos permitir um modelo de energia baseado no lucro, e não na vida das pessoas”, disse.

Engenheira Eugênia é contra a privatização do setor elétrico

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O primeiro compêndio “Histórias da Engenheira Eugênia” foi lançado, no dia 6/9, durante abertura o 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). A publicação reúne a trajetória da personagem protagonista, Engenheira Eugênia, em histórias em quadrinhos, divulgadas desde 2013 e idealizadas pelo Coletivo de Mulheres da Fisenge. “Queremos nossas histórias, nossa memória e nossas lutas nos meios de comunicação. Queremos o nosso protagonismo”, disse a diretora da Mulheres da Fisenge Simone Baia. A iniciativa tem o objetivo de afirmar a importância da organização da classe trabalhadora e, principalmente, promover empoderamento, pertencimento e visibilidade dos direitos das mulheres. Em novembro de 2016, o projeto Engenheira Eugênia ganhou o 1º lugar, na categoria cidadã em comunicação sindical, do Prêmio de Direitos Humanos da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra). A Fisenge recebeu uma estatueta inspirada no “Cilindro de Ciro” e um prêmio de R$ 10 mil. O compêndio “Histórias da Engenheira Eugênia reúne histórias em quadrinhos, publicadas em quatro anos, sobre questões de gênero, mundo do trabalho e combate às opressões. 

 

A Engenheira Eugênia, uma mulher de 40 anos com 15 de trabalho, recém-divorciada, dois filhos, uma adolescente de 15 anos e um menino de 9 anos.

 

 

Confira a publicação AQUI

 

 

Lançado o primeiro livro de quadrinhos da Engenheira Eugênia

 

 

 

Lançado o primeiro livro de quadrinhos da Engenheira Eugênia

 
 
 
 
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