Rede pelas Águas e Sustentabilidade promove, com apoio do CREA-RJ, o Simpósio “Águas, Energias e Sustentabilidade”, no dia 6 de junho, na sede do CREA (Rua Buenos Aires, 40, Centro).

Ao todo, serão cinco palestras, além de mesas-redonda para debate. Durante o encontro, também haverá o sorteio de uma bolsa integral para o curso de Perícia Judicial e Ambiental no segundo semestre desse ano. 

Interessados em mais informações e inscrições devem entrar em contato pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Confira a programação:

Rede pelas Águas e Sustentabilidade promove, com apoio do CREA-RJ, o Simpósio “Águas, Energias e Sustentabilidade”, no dia 6 de junho, na sede do CREA (Rua Buenos Aires, 40, Centro).

Ao todo, serão cinco palestras, além de mesas-redonda para debate. Durante o encontro, também haverá o sorteio de uma bolsa integral para o curso de Perícia Judicial e Ambiental no segundo semestre desse ano. 

Interessados em mais informações e inscrições devem entrar em contato pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Confira a programação:

CREA-RJ recebe evento sobre Água e Sustentabilidade

Fonte: CAU / RJ

 

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Resultado foi homologado no último dia 18 de dezembro

Senge-RJ elege seus conselheiros titulares para o Crea-RJ

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) elegeu no último dia 18 os seus 10 conselheiros para o Crea-RJ. São 10 conselheiros titulares por modalidade profissional – engenharia elétrica, mecânica e civil, conforme segue:


>Engenharia Elétrica:

Carlos Alberto da Cruz - 22 votos

Alcebíades Fonseca - 22 votos

Fábio de Jesus - 23 votos

Élio Ricardo Moraes Pacheco - 24 votos


>Engenharia Mecânica:

Marco Antônio Barbosa - 26 votos

Paulo da Silva Capela - 26 votos

Cladice Nobile Diniz - 26 votos

Pedro Paulo Thobias F. Santos - 24 votos


>Engenharia Civil:

Mário de Oliveira Machado - 24 votos

Raimundo Luiz Neves Nogueira - 24 votos


Resultado final homologado:
https://www.sengerj.org.br/admin/posts/3410-resultados-das-eleicoes-de-conselheiros-para-o-crea-rj
 

 

Fonte: Senge-RJ

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Resultado foi homologado no último dia 18 de dezembro.

Senge-RJ elege seus conselheiros titulares para o Crea-RJ

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) elegeu no último dia 18 os seus 10 conselheiros para o Crea-RJ. São 10 conselheiros titulares por modalidade profissional – engenharia elétrica, mecânica e civil, conforme segue:


>Engenharia Elétrica:

Carlos Alberto da Cruz - 22 votos

Alcebíades Fonseca - 22 votos

Fábio de Jesus - 23 votos

Élio Ricardo Moraes Pacheco - 24 votos


>Engenharia Mecânica:

Marco Antônio Barbosa - 26 votos

Paulo da Silva Capela - 26 votos

Cladice Nobile Diniz - 26 votos

Pedro Paulo Thobias F. Santos - 24 votos


>Engenharia Civil:

Mário de Oliveira Machado - 24 votos

Raimundo Luiz Neves Nogueira - 24 votos


Resultado final homologado:
https://www.sengerj.org.br/admin/posts/3410-resultados-das-eleicoes-de-conselheiros-para-o-crea-rj
 

 Fonte: Senge-RJ

 

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As inscrições devem ser feitas até dia 14 de dezembro, e as eleições estão marcadas para o dia 18.

Edital de convocação: eleição para Conselheiros do Senge-RJ no Crea-RJ

Edital de Convocação

Votação: Eleição para Escolher Representantes (Conselheiros-Titulares e Suplentes) do Senge-RJ no Crea-RJ

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro – SENGE-RJ convoca seus associados para participarem da eleição de Conselheiros do SENGE-RJ no CREA-RJ. As vagas disponíveis são: a) da modalidade eletricista: 04 (quatro) Conselheiros titulares e respectivos suplentes; b) da modalidade Mecânica: 04 (quatro) Conselheiros titulares e respectivos suplentes; c) da modalidade civil: 02 (dois) Conselheiros titulares e respectivos suplentes. A eleição será realizada no dia 18 de dezembro de 2018, das 10:00 até às 19:00 horas, na urna fixa convencional instalada na sede do SENGE-RJ, situada à Av. Rio Branco, 277/17º andar, sala 1704 – Centro – Rio de Janeiro – RJ. As inscrições de candidatos serão realizadas, somente nos dias úteis, a partir do dia 10 de dezembro até o dia 14 de dezembro de 2018 das 10:00 às 18:00 hs.. As inscrições somente serão aceitas se atenderem às seguintes exigências estatutárias: a) ser sócio do SENGE-RJ há, pelo menos, 6 (seis) meses​, apurados até o dia 14 de dezembro de 2018 e b) estar em dia com suas obrigações sociais ou quitá-las no ato da inscrição. Para votar, o eleitor deverá ser sócio do SENGE-RJ há, no mínimo, 3 (três) meses, apurados até o dia 14 de dezembro de 2018 ​e estar em dia com suas obrigações sociais ou quitá-las no ato da inscrição. Para candidatar-se, o interessado deverá preencher a ficha de inscrição​, que se encontra na página do SENGE-RJ na Internet, www.sengerj.org.br, a partir do dia 10/12/2018, e entregá-la diretamente na sede do Sindicato ou enviá-la para o endereço eletrônico: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., devidamente assinada, até às 18:00 hs. do dia 14 de dezembro de 2018.


Rio de Janeiro, 30 de novembro de 2018

Olimpio Alves do Santos - Presidente do Senge-RJ


CLIQUE AQUI PARA IMPRIMIR O FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
 

 Fonte: Senge-RJ

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Confea e Crea-RJ divulgam nota sobre o incêndio no Museu Nacional

Foto: Tânia Rêgo - Agência Brasil

Falta de manutenção e cuidados básicos com as normas de engenharia provocam tragédias. Comprovam isso exemplos recentes de incêndios que atingiram o Museu da Língua Portuguesa, o edifício Wilton Paes de Almeida e o que destruiu ontem (2/9) o Museu Nacional. Em todos os casos, queima-se parte de nossa história e, desta vez, de outros povos.
 
O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) veem esse incêndio como mais um patrimônio da humanidade que foi vítima do abandono e do descaso de sucessivos governos, que agora devem apontar o dedo no seu antecessor e vice-versa. Mas fica fácil perceber o abandono do local quando a imprensa registrou ontem que o último presidente da República a visitar o Museu Nacional foi Juscelino Kubistchek de Oliveira (1956-1961).
 
Também foi vítima da nossa burocracia, sempre lenta na liberação de verbas para a conservação da cultura brasileira.  Desde 2015, o órgão pleiteava recursos junto ao BNDES, que só seriam liberados após o período eleitoral.
 
Mas para nós do Confea e do Crea-RJ, a principal causa desse desastre foi a falta de manutenção predial e do cumprimento de normas básicas de segurança contra incêndios. Sem que essas manutenções sejam realizadas em viadutos, escolas, edifícios públicos ou privados, vamos continuar a ficar lamentando novas tragédias que se repetirão com frequência cada vez maior.
 
O lastimável episódio reflete ainda o desrespeito com diversas normas de segurança e também o descaso com interesse do país em formar bons profissionais. Recentemente, portaria do MEC reduziu de 600 para 360 horas a carga horária da pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, o que é temerário, pois afetará a qualidade da formação de novos profissionais.
 
Agora, proposta do Conselho Nacional de Educação (CNE) visa reduzir a carga obrigatória de todos os cursos de engenharia, alterando a diretriz curricular de carga mínima de 3.600 horas, para carga referencial. Ou seja, cumpre quem quiser, pois passará a ser uma “referência” e não mais uma obrigatoriedade. 
 
Há pouco, em Maceió, nas Alagoas,  reunimos três mil  profissionais e estudantes, pesquisadores, cientistas e professores propondo a Engenharia e a Ética na Reconstrução do Brasil em tempos marcados por enormes incertezas e pelo retrocesso generalizado.
 
Por meio da Carta de Maceió, assinada pelo colegiado das entidades nacionais que integram o Sistema Confea/Crea, as lideranças da área tecnológica nacional manifestam a “insatisfação cívica de quem repudia o progressivo desmantelamento da economia nacional e o agravamento das tensões sociais”. As lideranças também se comprometem a não nos omitir, a defender a importância do diálogo com os diversos órgãos do governo e outras instituições e mostrar que a engenharia, a agronomia e geociências são alavancas propulsoras do desenvolvimento nacional e precisam ser respeitadas e ouvidas.
 
É preciso que haja união de muitos para promover fiscalizações preventivas integradas com órgãos federais, estaduais, municipais e distritais, alcançando construções públicas e privadas. É preciso defender a aplicação da lei de manutenção predial e de prevenção de incêndios. É preciso recuperar o Brasil com a consciência voltada para o bem comum. É preciso parar de chorar sobre as cinzas da nossa história e reconstruir esta nação.
 
Joel Krüger
Presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

Luiz Antônio Cosenza
Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro

 

FONTE: Confea

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Texto: Camila Marins

Uma solenidade marcada por representatividade social e política. Assim foi a noite de posse do engenheiro Luiz Cosenza para a presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ). Mais de 450 pessoas lotaram o auditório do Clube de Engenharia, entre associações de engenheiros, acadêmicos, trabalhadores de empresas, movimentos sociais, sindicatos, entidades de classe e parlamentares. O presidente do Clube de Engenharia, Pedro Celestino, apontou a necessidade do Sistema Confea/Creas dar uma resposta à atual crise. “Cosenza assume um mandato em uma ocasião extremamente difícil para o país e a engenharia. Assistimos ao desmonte da economia e de empresas com mais de 60 anos de experiência com patrimônio tecnológico e administrativo acumulado e que fizeram que nossa engenharia estivesse em mais de 40 países no mundo. Hoje, temos empresas destruídas e mais de 50 mil engenheiros desempregados no Brasil”, afirmou Celestino, que ainda enfatizou: “O desafio de Consenza contará com a solidariedade irrestrita do Clube de Engenharia e trabalharemos para que o Sistema Confea/Creas dê resposta aos anseios dos profissionais e das empresas”.

Em seu discurso de posse, Cosenza informou sobre a renovação do Sistema: “Nas eleições realizadas, os profissionais, em todo o país, deram uma demonstração de que querem mudança. Isso porque 2/3 dos presidentes eleitos assumem a presidência pela primeira vez, lembrando que alguns concorreram à reeleição. Devemos saber aproveitar todo este potencial de mudança, bem como, saber fazer a hora, pois essa hora chegou”.

Engenharia e soberania
O fechamento de estaleiros e empresas de engenharia atingiu significativamente o estado do Rio de Janeiro, estagnando a economia e o desenvolvimento social. O vice-prefeito do Rio de Janeiro, o engenheiro Fernando Mac Dowell, esteve presente na solenidade e destacou a dedicação e a liderança de Cosenza na engenharia. Já o vice-presidente do Confea [Conselho Federal de Engenharia e Agronomia], Edson Alves Delgado, pontuou que é preciso ser perspicaz sobre aquilo queremos do Sistema: “porque através das representações podemos fazer frente ao que o Brasil e a engenharia precisam para o país retomar os trilhos rumo ao progresso. O presidente da Mútua, Paulo Roberto Guimarães, enfatizou o papel da Mútua como parceira e braço social para defender a engenharia e a soberania nacional.

Frente às políticas e medidas anunciadas pelo governo federal, Cosenza afirmou posição contrária às privatizações. “Também nos oporemos com vigor em nível federal à entrega da Petrobrás, à privatização da Casa da Moeda, à possibilidade de sucateamento do Cepel e à importação pura e simples de tecnologia para o setor elétrico, assim como a privatização da Cedae e o fim da CEHAB, pois são atentados contra a soberania e independência nacional”, disse.

A eleição aconteceu no dia 15 de dezembro de 2017 e contou com processos de judicialização na eleição nacional e em alguns estados, inclusive no Rio de Janeiro. O engenheiro e presidente do Senge-RJ [Sindicato dos Engenheiros no Estado no Rio de Janeiro], Olímpio Alves dos Santos, criticou a judicialização da política e destacou a mobilização em torno da campanha de Cosenza. “Foi uma articulação por todo o estado em busca de um programa de resgate do Sistema. Estamos passando a maior crise dos últimos 4 anos e não vimos uma posição. O nosso Sistema não pode ser apenas instrumento de verificação de engenheiro em obras, mas sim de avaliação da qualidade e discussão da engenharia nacional. Não existe soberania sem engenharia”, bradou. No mesmo raciocínio, o senador Lindbergh Farias reforçou a resistência das entidades na defesa da soberania nacional. “Getúlio Vargas criou a Petrobras e o chamado BNDE [hoje BNDES]. Atualmente, existe uma política de desmonte desses órgãos. A Petrobras investia 1,9% do PIB no Rio de Janeiro e, hoje, apenas 0,8%. Fizemos uma exitosa política de conteúdo local, fortalecendo as empresas nacionais e a engenharia brasileira e destruíram nossos estaleiros. Cosenza assume em um momento decisivo, pois tenho a certeza de que não existe recuperação sem investimento em engenharia nacional”, destacou o senador.

Também presente na cerimônia, o engenheiro e presidente da Fisenge [Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros], Clovis Nascimento lembrou do papel da engenharia nacional na recuperação da economia. “Investir em engenharia significa defender a soberania do nosso país. Quando temos uma engenharia forte, temos geração de empregos, empresas competitivas e desenvolvimento social. Vivemos o boom da engenharia com os investimentos na empresas nacionais, principalmente na Petrobras, entre os anos de 2003 e 2015. Hoje, milhares de engenheiros estão desempregados, acompanhados por um retrocesso social e político semelhante à década de 90, quando engenheiros faziam de tudo, menos engenharia. Nós vamos lutar juntos e fortalecer essa frente de resistência em defesa da engenharia e da soberania nacional”, disse.

Engenheiros estrangeiros
Sobre a possível facilitação da entrada de engenheiros estrangeiros no Brasil, Cosenza demonstrou preocupação: “Estamos acompanhando de perto a invasão de profissionais estrangeiros ao mercado brasileiro com a venda de empresas brasileiras aos coreanos, chineses, americanos e europeus. É urgente que façamos a defesa de nossas empresas para não condenarmos muitos de nossos profissionais ao desemprego ou ao subemprego aviltante”. Ele ainda acrescentou que esta ameaça é concreta, pois há um projeto de lei que prevê a concessão do registro aos profissionais estrangeiros em apenas três meses. “Diante desta realidade perversa, nós do sistema Confea/Creas devemos protagonizar uma grande campanha em defesa da engenharia e da soberania nacional impedindo a aprovação dessa medida”, propôs.

Gestão participativa
Durante a cerimônia, um vídeo de congratulações foi exibido e a mensagem uníssona era de comprometimento com uma gestão transparente, desburocratizada e participativa. O presidente da Associação dos Servidores do Crea-RJ (Ascrea-RJ), Fernando Mendes Neto, afirmou que o novo Crea estimula os trabalhadores. “Em quase 40 anos de trabalho, vi a maioria de trabalhadores adoecerem e também se transformarem. O novo Crea nos estimula, mas não podemos ficar de braços cruzados. Precisamos olhar o hoje, ver o futuro e esquecer os erros do passado”, contou. O presidente eleito, Luiz Cosenza afiançou seus compromissos com os trabalhadores do Crea-RJ. “Queremos consolidar os compromissos assumidos com as funcionárias e os funcionários e reafirmar nossos propósitos de manutenção do diálogo e de uma gestão transparente”.

Ensino da engenharia
A crise que atravessa o estado atingiu diretamente a Universidade Estadual do Rio de Janeiro [UERJ], que passa por um processo de desmonte com falta de pagamento de salários de servidores, descumprimento de contratos e falta de repasse de recursos públicos. A vice-reitora UERJ, a engenheira Georgina Muniz Washington, afirmou que, embora a UERJ passe por uma crise nunca antes vista, a instituição é uma universidade socialmente referenciada e inclusiva. “O que estão fazendo com a universidade não é um acaso. É um projeto. Precisamos estar juntos. Querem acabar com a UERJ, a UEZO e a UENF. O que está sendo feito com a UERJ é só um ensaio. O futuro desse país passa pela soberania. Não há país que se sustente sem engenharia. Não é luta apenas por universidade, é uma luta pela soberania nacional”, concluiu.
Já o reitor do IFF [Instituto Federal Fluminense], o engenheiro Jefferson Manhães de Azevedo recordou a importância da expansão da rede federal, a partir de 2003, com instalação de institutos em todo o país. “Só foi possível, porque foi construído um conceito de nação alargado e de carreira tecnológica com alta densidade. Os profissionais que dominam a tecnologia precisam estar conscientes do seu tempo histórico e dar consequência social para transformar. Estão querendo nos convencer de que a inteligência brasileira é menor que a inteligência internacional. Estaremos ao lado da defesa da universidade pública. É possível transformar o Brasil com ética e para todos”, declarou.

Cosenza também reconheceu a necessidade em estreitar os laços e colaborar de forma efetiva com as instituições de ensino. “Queremos contribuir no que diz respeito às grades curriculares, no sentido de melhorarmos a qualidade da formação e qualificação dos profissionais habilitados”, acrescentou. Ao final da solenidade, Cosenza foi aplaudido de pé por todos os presentes e reafirmou: “consideramos fundamental a articulação institucional com as entidades de classe, sindicatos, Clube de Engenharia, conselhos profissionais, instituições de ensino e demais segmentos da sociedade, para construirmos, juntos, ações que busquem o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro. Por um Crea-RJ melhor! Por uma engenharia melhor! Por um Brasil melhor, soberano e justo!”, conclamou.

 

Defesa da engenharia e da soberania nacional marcam posse do presidente eleito para o Crea-RJ

 

 

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