Participe da palestra gratuita “O Setor Fotovoltaico Capixaba” e saiba das oportunidades desse mercado em franca ascensão no Estado. O evento será realizado no dia 29/11 no auditório do Crea-ES, de 19h às 21h. Trata-se de uma realização da Esp Engenharia e tem o apoio do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES), da Caixa de Assistência dos Profissionais (Mútua-ES), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) e da Associação Capixaba de Engenheiros Eletricistas (ACEE).

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Mercado

Em 2013 havia apenas duas unidades de microgeração no Espírito Santo. Nos últimos cinco anos as instalações de energia solar cresceram 25.700% no Estado. Atualmente, em um universo de 1,7 milhões de produtores de energia, o Estado possui 771 imóveis residenciais, comerciais e industriais que geram energia solar por meio do sistema integrado à rede da EDP, a chamada microgeração distribuída – juntos esse imóveis geram 3.793 KW por mês.

A necessidade de uma política estadual para incentivar a microgeração de energia solar fotovoltaica deu um importante passo neste ano. Desde março o Estado aderiu ao convênio 16/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que permite isenção do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) para os produtores de energia fotovoltaica. Em suma, agora os capixabas não pagam impostos sobre uma energia que produzem em suas próprias casas, o que aumenta ainda mais as vantagens de aderir a microgeração de energia.

Instrutor: Pedro Pacheco Bacheti
Engenheiro formado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Federal do Espírito Santo, especialização em Projeto Controle e Execução de obras em Engenharia Elétrica e em Gestão de Projetos pelo Instituto de Pós Graduação – IPOG, trabalhou no desenvolvimento de soluções em automação pela ZARUC Tecnologia, ministrou aulas para a UNIEST no curso de Engenharia Elétrica, ministrou aulas para a MULTIVIX unidade da Serra no curso de Engenharia de Controle e Automação e na unidade São Mateus para o curso de Pós Graduação em Engenharia da Manutenção, ministrou aulas para o MASTER no curso de Eletrotécnica, ministrou aulas para o IFES campus São Mateus no curso de Eletrotécnica. Foi idealizador e coordenador adjunto do Projeto de Extensão Instalações Elétricas Seguras no IFES. Fundou o PRÓ ENERGIA SOLAR ES, grupo que fomenta o setor fotovoltaico no estado e tem como missão tornar o Espírito Santo referência nacional nesta tecnologia. Hoje atua como diretor executivo da ESP Engenharia LTDA (www.engenharia.esp.br) empresa que fundou em janeiro de 2016 e que fornece soluções turnkey de eficiência energética, geração sustentável e projetos elétricos personalizados com perfil industrial, comercial e residencial.

Fonte: Senge-ES

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Por Camila Marins

Um passo histórico foi dado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES), que, em 57 anos de existência, elegeu pela primeira vez uma mulher como presidente. Lúcia Vilarinho assumiu em janeiro, para um mandato de três anos. Graduada em engenharia civil pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), pós-graduada em engenharia legal e de avaliações pela Faculdade de Vila Velha (Univila) e especialista em análise de sistemas pelas Faculdades Integradas Espírito-Santenses (Faesa), a engenheira civil foi Secretária Municipal de Habitação de Vitória, subsecretária de Saneamento e Programa Urbanos do Estado, subsecretária de Gestão Urbana de Vitória, Diretora de Projetos e Obras de Edificações no Instituto de Obras Públicas do Governo do Estado e Diretora Geral do Departamento de Edificações Rodovias e Transportes (DERTES), entre muitas outras experiências.

Quais são os seus principais compromissos?

Implantar procedimentos que garantam mais transparência, organização e agilidade à atuação do Crea é uma prioridade. Trabalhamos também para fortalecer e ampliar uma fiscalização preventiva e integrada, minimizando custos de manutenção. As melhorias na organização interna vão permitir que estejamos mais presentes no dia a dia dos profissionais. Temos buscado novas parcerias que enriqueçam a carta de cursos gratuitos que oferecemos, bem como o leque de serviços. Meu compromisso é liderar uma transformação do nosso Conselho, de um órgão punitivo e arrecadador em em um órgão que defenda os profissionais e toda a sociedade dos riscos trazidos pelo exercício ilegal da engenharia. Juntos estamos construindo uma instituição mais atuante.

Qual a importância da participação das mulheres?

É muito importante para nós mulheres ocuparmos espaços. Eu mesma não pensava em ser presidente do Crea. Decidi me candidatar para deixar minha contribuição e mostrar aos profissionais sobre a importância do Conselho. Ser a primeira mulher eleita para a presidência do Crea no Espírito Santo é um grande desafio e uma conquista, não apenas para a engenharia como também para as mulheres capixabas. No Sistema Confea/Creas hoje, somos quatro mulheres (Acre, Distrito Federal, Espírito Santo e Rio Grande do Norte). É um fato inédito e importante, pois sabemos que a engenharia ainda é um ambiente muito masculino.

Quais os desafios para a engenharia brasileira?

O Crea pode fazer muito para a sociedade. Precisamos voltar a valorizar a engenharia que, nos últimos anos, caiu em descrédito. O Brasil tem muitos profissionais qualificados e competentes. Tem empresas de excelência tecnológica. É urgente resgatar o papel da engenharia no desenvolvimento social e sustentável, uma participação que traga emprego e renda para o povo brasileiro. O papel social da engenharia é defender a sociedade por meio de prestação de serviços por bons profissionais, que tratarão da qualidade, menor custo e segurança.

Foto: Flávio Borgneth

 Crea-ES elege primeira mulher presidente em 57 anos de existência

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No dia 2/2, aconteceu a eleição para a Coordenação e Coordenação-Adjunta da Câmara Especializada de Engenharia Química, Geologia e Minas (CEEQGM), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES). As engenheiras Adriana Di Spirito e Simone Baía assumiram a coordenação e coordenação-adjunta, respectivamente. De acordo com Simone Baía, a ocupação dos espaços de poder por mulheres é fundamental para o aprofundamento da democracia e a igualdade de oportunidades e direitos. "É uma honra ser reconduzida à Câmara e seguiremos juntas no trabalho pelo fortalecimento da engenharia química e valorização profissional", afirmou Simone, que é engenheira química e diretora da mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge).

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No dia 11 de fevereiro deste ano o Espírito Santo foi palco do maior acidente do setor de petróleo e gás já registrado na história e o mais grave do país dos últimos 14 anos. A explosão na sala de bombas do navio-plataforma Cidade de São Mateus (que operava a 40 km da costa de Aracruz) aconteceu há 4 meses e deixou nove mortos e 26 feridos.

Na última quinta (11), um relatório da Petrobras foi divulgado. Ele revela causas de explosão no navio navio-plataforma operado pela BW Offshore a serviço da Estatal. A referida empresa norueguesa também não era cadastrada no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES), entidade que justamente fiscaliza o exercício desse tipo de atividade.

Nota

Em nota a Petrobras informou que o relatório tem como objetivo documentar a análise da ocorrência com vistas a aprimorar os padrões de segurança da indústria e evitar acidentes semelhantes no futuro. A Petrobras negou que tenha sido alertada das falhas previamente ao acidente.

De acordo com a estatal, foram identificados como principais fatores do acidente o descumprimento de procedimentos operacionais para o bombeio de fluidos, a instalação de um equipamento (raquete) em tubulação sem a devida especificação técnica e registro da alteração, e inobservância do procedimento de segurança.

Segundo a Petrobras, o relatório foi encaminhado pela Petrobras para as autoridades competentes como a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a Polícia Federal e a Polícia Civil, com as quais a Petrobras vem colaborando desde o início das investigações.

As conclusões do relatório também estão sendo divulgadas internamente pela Petrobras e pelo grupo BW Offshore – responsável pela operação do FPSO Cidade de São Mateus, para a indústria do petróleo.

Já a BW Offshore informou que entregou às autoridades brasileiras o relatório produzido pela Comissão de Investigação e Análise do Acidente formada pela Petrobras e a BW após a ocorrência. Informa ianda que vem colaborando diretamente com as autoridades e continua prestando assistência às famílias das vítimas.

Sequência de fatores

Veículos de comunicação do Estado divulgaram que meses antes do acidente, um terminal cego (flange) foi instalado no circuito que fazia a transferência de água e óleo condensado. Porém, a resistência à pressão dessa peça era inferior à demandada pelo sistema. A incompatibilidade do equipamento só veio à tona no dia da explosão.

Foi um erro abertura e fechamento das válvulas que teria feito a pressão aumentar em uma das linhas. Isso foi o que fez a com que o flange se abrisse antes mesmo de o sistema de segurança desligar a bomba. Como consequência disso houve vazamento de gás e, logo depois, a explosão.

Fiscalização

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) espera que acidentes como esse sirvam, sobretudo, para que outros sejam evitados.O Crea-ES já anunciou o objetivo de firmar parceria com outros Estados produtores para intensificar a fiscalização na área do petróleo e gás. Isso otimizaria a inspeção dos procedimentos e afastar a possibilidade de novos acidentes

“Queremos intensificar a fiscalização nas atividades da cadeia de petróleo e gás. Para tanto pretendemos fazer um convênio com os Conselhos de Engenharia da Bahia e do Rio de Janeiro e os Ministérios Públicos para termos força de lei na nossa fiscalização. Não temos força de lei para averiguar o que existe dentro das empresas. Ninguém sabe o que se passa nessas empresas”, disse o presidente reeleito Helder Carnielli na ocasião de sua posse para novo mandato.

Relatório revela causas de explosão em navio-plataforma no ES

Navio-plataforma FPSO Cidade de São Mateus (Foto: Divulgação/ Marinha)

 

Fonte: Senge-ES

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Pela primeira vez, duas mulheres foram eleitas para Coordenação e Coordenação-Adjunta da Câmara Especializada de Engenharia Química, Geologia e Minas (CEEQGM), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES). A eleição aconteceu ontem (3/2) e as engenheiras Simone Baía e Adriana Di Spirito assumiram a coordenação e coordenação-adjunta, respectivamente. De acordo com Simone Baía, a ocupação dos espaços de poder por mulheres é fundamental para o aprofundamento da democracia e a igualdade de oportunidades e direitos. "Considero uma vitória a nossa eleição e seguirei uma agenda comprometida com a valorização profissional e a transversalização de gênero em nossas pautas", afirmou Simone, que é engenheira química e diretora da mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge).

Mulheres assumem coordenadoria da Câmara de Engenharia Química, Geologia e Minas do Crea-ES

 

 

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