Em uma pesquisa realizada pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), as preocupações evidentes dos engenheiros e das engenheiras foram a defesa do Salário Mínimo Profissional e da engenharia nacional e a atuação em questões nacionais. Foram ouvidos 725 profissionais de 3.258 participantes da Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA), realizada em Foz do Iguaçu (PR), em setembro. A amostragem representa cerca de 22,65% dos entrevistados. Nessa entrevista, o coordenador da pesquisa, o engenheiro eletricista Luiz Carlos Correa Soares destacou, com exclusividade, os pontos centrais. O resultado detalhado será divulgado no começo de 2017. Soares também foi coordenador nacional do “Pensar o Brasil”, projeto iniciado em 2006 pelo Confea, com o objetivo de fortalecer o papel da engenharia na formulação de políticas públicas e na valorização profissional. O “Pensar Brasil” foi viabilizado por meio de articulações com os governos federal, estaduais e municipais, o Congresso Nacional, as entidades de classe, as instituições de engenharia, as universidades e os movimentos sociais. O projeto realizou seminários em todo o país com a participação de engenheiros e formulou propostas pelo desenvolvimento social sustentável. Em 2011, com a eleição do novo presidente do Confea, o projeto foi encerrado. Retomar essa discussão é um dos objetivos dessa pesquisa, fortalecendo o papel da engenharia na construção de um projeto de nação. Confira a seguir a entrevista.


- Quais as expectativas dessa pesquisa?
O objetivo da pesquisa foi tentar conhecer pelo menos uma síntese das percepções dos profissionais, e por via de consequência, também das entidades participantes do Sistema Confea/Creas/Mutua. O intuito desse estudo, então, foi obter dados efetivos de como andam o olhar e o sentimento dos profissionais a respeito do Sistema no passado e, principalmente, no presente.


- Sobre a atuação do Sistema Confea/Creas, o que você considera?
A pesquisa captou índices muito relevantes sobre: certificação periódica para novas atribuições; praticamente a unanimidade na defesa da engenharia nacional; quanto à liberação da entrada de empresas estrangeiras no Brasil, a concordância predominante é apenas onde houver reciprocidade; forte concordância com a atuação do Confea em organizações internacionais; quanto à participação do Sistema na abertura de novos cursos e na avaliação da qualidade do ensino, a pesquisa mostrou firmes recomendações de participação do Sistema Confea/Creas.


- Também foi destacada a não efetividade do Sistema na defesa do Salário Mínimo Profissional?
Sim, sem dúvida. Aliás, nesta questão, o Confea tem sido não apenas inefetivo, mas incapaz de contribuir na luta pela garantia dessa remuneração para os profissionais das áreas tecnológicas, em especial na sua extensão para os profissionais dos setores da administração pública, nos três níveis de governo. E bem assim também como, por exemplo, nos processos em tramitação no Parlamento Nacional e nas instâncias superiores do Poder Judiciário.


- Sobre o público-alvo há respostas de estudantes e de pessoas acima de 50 anos. Como você avalia a diversidade etária em termos de representatividade?
Os estudantes são importantes, porque constituem a principal hipótese de futuro para o Sistema e, quanto mais cedo começarem, melhor. Além disso, muitos deles já vêm participando de atividades e eventos. Também ficou destacado que as faixas etárias de “melhor idade” foram as que mais tiveram participantes na pesquisa, numericamente. Ou seja, o Sistema está amadurecido, mas pode estar ficando “velho”. E, naturalmente, precisamos tomar cuidados para que não fique “senil” ou até mesmo “esclerosado”. Tudo isso somado, há uma necessidade clara de apostas nos estudantes para a constante renovação do Sistema.


- Sobre as questões nacionais, a maioria se posicionou favoravelmente. Poderia elencar questões sociais fundamentais para debate e atuação na sociedade?
São várias. Destaco, por exemplo, as significativas recomendações para que o Sistema atue fortemente na formulação e na implementação de políticas públicas no país. Inclusive, num projeto de Nação, algo que no Brasil nunca existiu.


- Com a crise política, a engenharia nacional vem sendo atacada e desmontada. Que ações podem ser propostas em defesa da engenharia nacional? Qual a importância da engenharia para a sociedade?
A “boa” engenharia é essencial e indispensável para qualquer sociedade, inclusive nos seus postos de comando. Para argumentar, sempre cito o caso da China, cujo conselho máximo diretivo é constituído por absoluta maioria de engenheiros. E sempre pergunto: será por isso que a China está na situação em que está e o Brasil está na situação em que estamos?


- No parlamento, você destacaria atuações importantes que já foram feitas em prol de formulação de políticas?
É preciso pensar o Brasil e cobrar da engenharia uma enorme e indispensável contribuição. Toda política pública tem de ser formulada a partir de uma visão solidária de mundo. Devemos pensar soluções para as cidades, para o campo e para toda a sociedade, no sentido de pautar princípios democráticos, inclusivos e cidadãos.


- Complete as frases: o Sistema Confea/Creas hoje é... O Sistema Confea/Creas poderia ser...
Salvo algumas exceções, o Sistema Confea/Creas hoje é – aliás, sempre foi – um paquiderme manco em duas pernas, no mínimo. O Sistema poderia ser mais leve e mais ágil, caso não ficasse priorizando interesses burocráticos e corporativos. E tratasse mais dos interesses da sociedade, como ficou expresso na pesquisa realizada.


- Por que o profissional deve lutar pelo fortalecimento do Sistema Confea/Creas?
Porque é a única a instituição que tem prerrogativas legais e poderes delegados de Estado para conferir atribuições reais para o exercício profissional da engenharia como um todo. Para tal, deve cumprir integralmente suas prerrogativas expressas no primeiro artigo da Lei 5194/66, ou seja, a defesa da sociedade nas questões de engenharia e não dos profissionais, em si mesmos.


- Qual a importância da atuação da juventude?
A juventude é, como sempre foi, a esperança de toda e qualquer sociedade. Isso no mundo, cujo princípio eu diria estar cada vez mais válido e necessário. Todavia, tenho enormes preocupações com o futuro que as gerações – em especial a minha – estão legando para as seguintes. Isso, se existirem gerações futuras, dada a trajetória que está sendo posta ou imposta para o nosso “planetinha”. É bem possível e até provável que a Terra (ou “Gaia”, na feliz denominação dada ao planeta por James Lovelock e Lynn Margulis) resolva dar outra sacudidela nas suas “pulgas”. No caso, agora em nós, os humanos. O próprio Lovelock andou prevendo mais recentemente que, se continuar do jeito que está, em menos de meio século haverá condições de vida apenas nas proximidades dos polos e comportará somente dois bilhões de pessoas. E os outros sete ou oito bilhões previstos para talvez existirem até lá?!

EM NÚMEROS

Dados do Confea apontam que, hoje, existem 1.318.625 profissionais registrados no Sistema. Deste número, 1.136.039 são homens e 182.586 são mulheres. A média de idade entre homens é de 41 anos e a de mulheres de 35 anos. “Engenharia a favor do Brasil – Mudanças e Oportunidades” foi o tema central da 73ª Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA), realizada entre os dias 29/8 e 1/8, em Foz do Iguaçu (PR). De acordo com informações da assessoria de imprensa do Crea-PR, ao todo, foram 3.258 inscritos, sendo 778 mulheres, 2.480 homens e 577 estudantes.


A pesquisa realizada pela Fisenge, durante a SOEA, avaliou os seguintes itens:
• atuação do Confea em suas atribuições;
• posicionamento do Confea sobre atual crise política;
• defesa de certificação periódica aos profissionais para novas atribuições;
• posicionamento público do Confea em defesa da engenharia nacional;
• entrada de empresas estrangeiras;
• tratamento de interesses corporativos acima de interesses da sociedade;
• atuação do Sistema Confea/Creas em relação à defesa do Salário Mínimo Profissional;
• sustentabilidade financeira das entidades;
• políticas de inclusão de questões de gênero, raça, etnia e juventude;
• implementação das decisões do CNP;
• formulação de políticas públicas no Congresso Nacional;
• implementação de políticas públicas;
• participação do Sistema Confea/Creas para definição de abertura de novos cursos e avaliação da qualidade de graduação;
• implementação de um projeto de desenvolvimento sustentável para o país;
• atuação em organizações internacionais.

Para conhecer o resultado detalhado, fique atento ao site da Fisenge: www.fisenge.org.br

Por Camila Marins

Pesquisa revela que defesa do Salário Mínimo Profissional e da Engenharia Nacional é preocupação de profissionais

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Reunidos na cidade de Foz do Iguaçu – PR, de 1º a 3 de setembro de 2016, e em Brasília-DF, de 1º a 2 de dezembro de 2016, os delegados participantes do 9º CNP, integrantes das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea, apresentam à sociedade brasileira a presente declaração sobre o tema central “O Sistema Confea/Crea e Mútua em defesa da Engenharia e da Agronomia brasileiras”:

Historicamente, a Engenharia e a Agronomia no Brasil sempre responderam com competência aos desafios do País.

O Brasil está vivendo um momento econômico aquém de suas possibilidades e das necessidades da sociedade brasileira.

Para o enfrentamento da atual estagnação, se faz urgente estabelecer uma ruptura com a atual política econômica, visto que a mesma não responderá às atuais demandas do necessário desenvolvimento nacional.

Como resposta ao sonho da maioria dos brasileiros e dos profissionais da área tecnológica, defendemos uma política econômica que priorize investimentos em infraestrutura estratégica, inovação, ciência e tecnologia nacional, ensino e pesquisa de excelência, visando, dessa forma, atender a toda a cadeia produtiva da engenharia e das atividades rurais, bem como fomentar a produção nacional para gerar mercado e emprego.

Nessa perspectiva, considerando o cenário internacional, o interesse nacional e mantendo rigorosa luta pelos valores éticos que devem nortear quaisquer atividades, a engenharia brasileira deve ser considerada como setor estratégico da economia e protegida do risco de desnacionalização, pois é necessário entender que não está em jogo apenas o Brasil de hoje, mas, sim, o Brasil das próximas décadas.

Nas tratativas de comércio internacional de serviços, não podemos aceitar, em nenhuma hipótese, a abertura unilateral do mercado brasileiro de obras e serviços de engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia para empresas e profissionais estrangeiros sem que haja garantia de reciprocidade nos mesmos termos negociados para empresas e profissionais brasileiros nos países signatários de tais acordos.

Vivemos um forte processo de degradação dos valores éticos e dos padrões de qualidade que possibilitaram a nossa engenharia alcançar respeito e admiração aqui e no exterior.

O Estado passou a negligenciar a infraestrutura brasileira, investindo menos de 3% do PIB nesse setor.

Propomos que o Poder Público volte a desempenhar o papel de indutor de investimentos e gestor da realização desses, por intermédio das seguintes medidas, sem as quais é improvável uma mudança de cenário que seja efetiva e sustentável:

  • resgatar o papel da Engenharia Pública, por meio do estabelecimento de normas administrativas para o setor público, impondo que o planejamento dos investimentos se baseie em Planos Diretores e Estudos de Viabilidade para fundamentar os orçamentos plurianuais;
  • estabelecer a obrigatoriedade da elaboração de projetos executivos, antes da licitação das obras;
  • revogar a Lei Federal nº 12.462, de 2011, que estabeleceu o regime diferenciado de contratações (RDC), e leis congêneres, estaduais e municipais;
  • proibir a contratação de serviços e obras de engenharia pela modalidade pregão;
  • estabelecer critérios para a contratação, sem licitação, de serviços e obras de engenharia emergenciais.


Nas últimas décadas o Brasil tem reduzido os investimentos em tecnologia e produtividade agrícola e industrial.O setor produtivo nacional possui grandes deficiências logísticas, para a movimentação dos produtos até o cliente final. Existe grande dependência do transporte rodoviário no País, necessitando de uma matriz multimodal de transporte adequada para suas dimensões.

A contribuição das empresas e dos profissionais do Sistema Confea/Crea ao desenvolvimento nacional é fundamental!

Plenária final do 9º CNP – Congresso Nacional de Profissionais
Sistema Confea/Crea e Mútua
Brasília, 2 de dezembro de 2016

Confira carta do 9º CNP, realizado em Foz do Iguaçu

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Presidente da Fisenge participa do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea

O presidente da Fisenge, engenheiro civil e sanitarista Clóvis Nascimento, participou hoje (6/10) da Reunião do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea e Mútua que acontece até amanhã no Rio de Janeiro.

Em seu pronunciamento, Nascimento lamentou a aprovação pelo Congresso Nacional da participação de multinacionais para explorar o pré-sal sem a presença da Petrobrás. O texto base foi aprovado ontem (5/10) na Câmara dos Deputados por 292 votos favoráveis, com 101 contrários e uma abstenção. A votação das emendas deve acontecer na próxima semana, mas não deve mudar a essência do projeto que seguirá para a sanção presidencial. A legislação em vigor sobre o pré-sal, aprovada em 2010, determina que a exploração seja feita sempre com a presença da Petrobras.

"Infelizmente o presidente Michel Temer vai sancionar este projeto de lei que é altamente nefasto para a engenharia brasileira e para a soberania nacional. Defendemos a apuração e a responsabilização de todos os envolvidos em corrupção. Mas não podemos retirar direitos dos trabalhadores ou entregar ao capital estrangeiro patrimônios da engenharia brasileira como é o caso da Petrobrás", lamentou.

Consenge

Nascimento aproveitou a oportunidade para convidar todos os presidentes de Creas para o 11° Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) que será realizado de 7 a 10 de setembro de 2017 em Curitiba. Realizado de três em três anos, o Consenge é o mais importante fórum de debate da categoria, com repercussão em todos os estados e, também, nos fóruns regionais e internacionais dos quais a Fisenge participa, orientando o papel da federação nos temas sociais de interesse nacional.

Presidente da Fisenge participa do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Crea

Presidente do Crea-PR, Joel Kruger, presidente da Fisenge, Clovis nascimento, e presidente do Crea-PB, Giucelia Figueiredo.

(Felipe Pasqualini - ACS Crea-PR)

Fonte: CREA-PR

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Entenda a mobilidade profissional Brasil-Portugal para engenheiros

O Termo de Reciprocidade firmado entre o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e a Ordem de Engenheiros de Portugal (OEP), em setembro de 2015, e seu termo aditivo, assinado em 15 de abril de 2016, permite aos profissionais da Engenharia brasileiros e portugueses a requererem o registro recíproco.

Requisitos e formulários

O Termo de Reciprocidade aplica-se aos profissionais graduados que tenham cursado, no mínimo, 3.600 (três mil e seiscentas) horas no Brasil ou 5 (cinco) anos de estudos em Portugal. O Sistema Confea/Crea está criando uma plataforma para recepcionar o Formulário de Requerimento e a documentação pertinente, para vigorar ainda no mês de maio de 2016. 

Procedimentos para registro

- Formulário de Requerimento 

Termo de Reciprocidade e aditivo

Fonte: Confea

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Aconteceu, hoje uma comemoração do  Dia do Engenheiro na reunião plenária do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). O secretário geral da Fisenge, Fernando Jogaib, e a diretora do Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (Senge-SE), Iara Machado, estiveram presentes. "Parabenizamos aos companheir@s Engenheiros e Engenheiras por este dia especial, quando comemoramos todos os feitos diários para as melhorias da qualidade de vida , presentes em toda humanidade", disse Jogaib. Estiveram presentes o presidente do Crea-PR, Joel Kruger, e representantes de algumas Câmaras. "Parabenizo todas as companheiras engenheiras por este nosso dia de lutas e conquistas para a construção de uma sociedade mais igualitária ", afirmou Iara, que também é integrante do Coletivo de Mulheres da Fisenge.

Diretor da Fisenge participa de comemorações do Dia do Engenheiro do Confea

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Fisenge presente na 72ª Semana Oficial de Engenharia e da Agronomia, que começa hoje em Fortaleza

A diretoria da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) está presente na 72ª Soea com o "Ponto de Encontro do Engenheiro", localizado no estande 46. Estão disponíveis publicações como cartilhas sobre terceirizações, política energética nacional, salário mínimo profissional e a atual edição da revista da Fisenge. A expectativa de público é de cerca de quatro mil participantes.

Sobre a 72ª Soea

Fisenge presente na 72ª Semana Oficial de Engenharia e da Agronomia, que começa hoje em Fortaleza

A Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia traz, em 2015, o tema “Sustentabilidade: água, energia e inovação tecnológica”. O evento é realizado em Fortaleza (CE), de 15 a 18 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará. É o maior evento anual do Sistema Confea/Crea e Mútua, que reúne engenheiros, agrônomos, meteorologistas, geólogos, geógrafos, técnicos e tecnólogos, dos quatro cantos do país.

Além de debates sobre temas diretamente ligados ao desenvolvimento e à infraestrutura brasileira, será realizado, também, durante a Semana, o II Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc)

Atualizações sobre o evento no site http://www.soea.org.br/

 

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O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) está sustentado por diversas estruturas de representação da qual a Coordenação Nacional da Câmara de Agronomia, desempenha importante papel, colaborando com o sistema na elaboração de instrumentos legais de regulação da profissão e geração de conhecimento e subsídios que colocam a organização da engenharia, como um todo, no seu papel social de contribuir com o desenvolvimento do país na vertente da produção agrícola, envolvendo seus múltiplos aspectos: social, tecnológico e ambiental.

Para enfrentar tais desafios é necessário a contribuição de pessoas comprometidas, experientes e com profunda sensibilidade social. Esses requisitos são preenchidos pelo experiente Eng. Kleber Santos, que pleiteia sua reeleição para a Coordenação da Câmara Nacional de Agronomia.

As qualidades do Eng. Kleber são reconhecidas pelo Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (SENGE/RO), que nessa oportunidade expressa seu apoio ao companheiro, ao tempo em oque solicita especial consideração de todos aqueles que irão votar no dia 26/02/2015.


Vote no Eng. Kleber Santos para Coordenador da Câmara de Agronomia do CONFEA.

Diretoria do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (Senge-RO)

 

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