No último dia de plenária, os conselheiros foram unânimes ao aprovar proposta da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (CAIS) em que se posiciona contra à privatização da Eletrobras e, consequentemente, à Medida Provisória nº 814/17 bem como ao Projeto de Lei nº 9463/18.

Segundo o documento apresentado, a Eletrobras é agente protagonista do setor elétrico, sendo a maior geradora e transmissora de energia elétrica do Brasil e da América Latina. Além disso, a Eletrobras é responsável por 52% de todo o volume hídrico dos reservatórios brasileiros, 47% das linhas de transmissão de energia e 70% da capacidade de transformação do país.

O plenário entende que a estatal se constitui como promotora de desenvolvimento econômico e social para o País, representando o ato de privatização uma ameaça à soberania nacional. O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Joel Krüger, destacou a importância desse posicionamento. “Esse é um momento histórico para a Engenharia e para o Sistema ao se posicionar oficialmente contra essa privatização”.

Frente Parlamentar
Durante a primeira reunião da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, realizada em 14 de março, na Câmara dos Deputados, o presidente já havia se manifestado sobre o tema, considerando os desdobramentos problemáticos para a sociedade, o meio ambiente, a Engenharia e os engenheiros brasileiros. “Vamos indicar nomes de representantes do Confea para o grupo de debate sobre a privatização da Eletrobras, uma questão preocupante por conta do entendimento de que água, energia e transporte são questões estratégicas para o desenvolvimento, a soberania e a segurança nacionais.”

O documento aprovado pelo Plenário sugere que haja uma articulação política e ação formalizada desse tema, incluindo posicionamento junto à Frente Parlamentar.

Conselheiros defendem posicionamento

Os conselheiros haviam se manifestado sobre a questão desde o dia anterior, quando havia sido colocada em pauta. Segundo o conselheiro José Chacon de Assis, o Crea-RJ promoverá uma audiência pública sobre o tema no próximo dia 9. “A sociedade civil brasileira está se manifestando o tempo todo sobre a questão, pauta da Comissão Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, do Congresso Nacional. É importante que o Sistema se posicione, entendendo que soberania nacional é uma coisa ligada a emprego”, disse, citando, entre os exemplos de privatização do setor, a Light e a Ampla, no Estado do Rio de Janeiro, “que trocaram todos os cargos de chefia por profissionais franceses e também importaram equipamentos de outros países”.

O engenheiro eletricista destacou que a medida “mexe com a soberania nacional, com as questões relacionadas à engenharia, ao desemprego. Temos um sistema elétrico nosso, construído e trabalhado por engenheiros brasileiros. Combinando a privatização da Eletrobrás com a desnacionalização das nossas águas, não sei mais o que controlaremos nesse país”.

A deliberação cita que países como França, Alemanha, China, Canadá e Estados Unidos mantêm empresas estatais, consideradas as principais companhas geradoras de energia do mundo.
O vice-presidente do Confea, eng. eletric. Edson Delgado, também considera que a manifestação do Confea vai colocar em questão a relação entre o setor elétrico e a segurança nacional. “Temos que mobilizar a engenharia nacional para que nos manifestemos sobre essa situação. A Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas - ABEE já elaborou um documento nesse sentido”, comentou.

Outro conselheiro a se manifestar na ocasião, o engenheiro agrônomo João Bosco de Andrade ratifica que, “ao se mexer com energia, água”, todas as modalidades do Sistema são afetadas. “Nós não podemos nos furtar de nos posicionarmos sobre a questão do uso da operação das hidrelétricas, como também em relação à da água para o consumo humano, para mãos estrangeiras. Isso mexe com a segurança nacional”.


Fernanda Pimentel e Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea

Plenário do Confea se posiciona contra a privatização do Sistema Eletrobras

 

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Criado em 2014, o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia é um evento vinculado à Soea, que tem como objetivo divulgar iniciativas acadêmicas, profissionais, de gestão ou de educação desenvolvidos nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. Isso é realizado por meio da recepção e da seleção de trabalhos técnicos para apresentação na Soea e publicação nos anais do Congresso e em revistas técnicas do Confea, dos Creas, da Mútua e de entidades de classe. Além disso, palestras, mesas redondas, debates e minicursos compõem a programação do evento.

A estrutura do Contecc é constituída por uma comissão organizadora regional, indicada pelo Crea que sediará a Soea (neste ano, Crea-AL), e por uma comissão temática do Confea, auxiliada por especialistas indicados pela Mútua.

Em 2018, o Congresso será em Maceió (AL), entre 22 e 24 de agosto. Os interessados deverão submeter seus trabalhos de 19 de abril a 27 de maio.

Com o tema “Engenharia e Ética na Reconstrução do Brasil”, o Congresso espera reunir alguns dos principais especialistas nesta área de conhecimento, como também em todas as áreas da Engenharia e da Agronomia, para discutir o cenário de suas realidades locais e nacional, demonstrando exemplos de inovações em empresas, institutos de pesquisas, IFES, etc. e apontar caminhos para que o as inovações se desenvolvam com técnicas e aplicação de pesquisas que tenham como objetivo aumentar o desenvolvimento do país.

Para submissão de trabalho, clique AQUI

Fonte: Confea

Congresso Técnico Científico da  Engenharia e da Agronomia abre edital para publicação de artigos

 

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“Comprometimento com a engenharia e o desenvolvimento”. Este foi um dos compromissos de Joel Krüger, eleito para a presidência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), no último dia 21/2, em Brasília. Eleito para o triênio de 2018/2020, Joel exibiu seu Termo de Posse para um auditório com mais de 800 pessoas, entre parlamentares, conselheiros federais, presidentes de sindicatos, Creas e entidades de classe. O presidente da Fisenge, Clovis Nascimento; o vice-presidente da Federação, Ubiratan Félix; a diretora de comunicação, Giucelia Figueiredo; o diretor financeiro, Roberto Freire; e o diretor Raul Otávio estiveram presentes. “A posse do engenheiro, Joel Krüger, para a presidência do Confea, representa um novo tempo para o profissionais das áreas tecnológicas, que esperam do seu Sistema Profissional uma posição perante os graves problemas que afligem a engenharia nacional. Joel tem competência, ética e coragem para responder à altura esses desafios, construindo o necessário protagonismo do nosso Sistema”, declarou a engenheira e diretora da Fisenge, Giucelia Figueiredo.

O presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, destacou a importância da defesa da engenharia brasileira e da soberania nacional. “A engenharia vive um momento crítico com a atual crise política e econômica e temos a responsabilidade de formular, juntos, caminhos para a retomada do desenvolvimento do país. Parabenizamos o engenheiro Joel, que acumula conhecimento e prática para a defesa dos profissionais e do Brasil”, afirmou Clovis.

Sobre a situação das empresas estatais, Krüger mostrou-se preocupado. “Não se pode assistir passivamente ao desmonte de empresas como Petrobras, Itaipu, Embrapa e Eletrobras, que correm sério risco de privatização. Essas empresas precisam ser valorizadas porque são responsáveis por aplicação de conhecimento, capitais tecnológico e humano”. Joel ainda defendeu a reciprocidade com outros países, no caso da vinda de profissionais estrangeiros. “Nosso Conselho é dos profissionais e das empresas”, afirmou, antes de esclarecer que serão bem-vindos os engenheiros que venham de países que oferecem reciprocidade.

O Sistema Confea/Crea, formado pelos fóruns de entidades nacionais, conselhos regionais, câmaras especializadas e instituições de ensino, e que tem registrados cerca de 1 milhão e 400 mil profissionais, além de 350 mil empresas.

Diretoria da Fisenge prestigia posse do novo presidente do Confea

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Aconteceu, no dia 21/2, a eleição das coordenações do Colégio de Presidentes (CP), do Colégio de Entidades Nacionais (Cden) e das Câmaras Especializadas do Sistema Confea/Crea (Engenharia Civil, Florestal, Elétrica, Industrial, Agronomia, Agrimensura, Geologia e Minas, Segurança do Trabalho e Ética), em Brasília. O vice-presidente da Fisenge, o engenheiro Ubiratan Félix, participa do VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Creas, que terminará nesta sexta-feira (23/2). “O Colégio de Entidades Nacionais tem um papel importante na defesa da engenharia e da soberania nacional, uma vez que, por meio das entidades e suas afiliadas nos estados da Federação, temos uma rede de inteligência criativa, que poderá ser uma caixa de ressonância das nossas propostas na categoria profissional e na população”, destacou Ubiratan que apresentou três propostas ao plenário Cden: a elaboração de uma tabela de honorários profissionais; uma pesquisa nacional sobre mercado de trabalho da engenharia e uma campanha nacional de valorização profissional.

Os fóruns decidirão o calendário de reuniões e o plano de trabalho para este ano.


Conheça os novos coordenadores que assumem o mandato 2018:

Colégio de Presidentes (CP)
Coordenador: Eng. Agr. Francisco Antônio Silva de Almeida (Crea-GO)
Coordenador adjunto: Eng. Agr. Arício Resende Silva (Crea-SE)

Colégio de Entidades Nacionais (Cden)
Coordenador: Eng. Civ. Wilson Lang (Ibape)
Coordenador adjunto: Eng. Civ. Vanderli Fava de Oliveira (Abenge)

Câmaras Especializadas do Sistema Confea/Crea

Agrimensura (CCEAGRI)
Coordenador: Joseval Costa Carqueija (Crea-BA)
Coordenador adjunto: Roberto Bruno Moreira Rebouças (Crea-CE)


Agronomia (CCEAGRO)
Coordenador: Kléber Souza dos Santos (Crea-DF)
Coordenador adjunto: Cid Tacaoca Muraishi (Crea-TO)

Engenharia Civil (CCEEC)
Coordenador: Carlos Eduardo Domingues e Silva (Crea-PA)
Coordenador adjunto: Jorge Luiz Muniz de Mattos (Crea-RJ)

Engenharia Elétrica (CCEEE)
Coordenador: Jovanilson Faleiro de Freitas (Crea-GO)
Coordenador adjunto: Cristina de Abreu Silveira (Crea-BA)

Engenharia Industrial (CCEEI)
Coordenador: Juarez Costa Júnior (Crea-PA)
Coordenador adjunto: Januário Garcia (Crea-SP)

Engenharia Química (CCEEQ)
Coordenador: Eng. Alim. Marcelo Alexandre Prado (Crea-SP)
Coordenador adjunto: Eng. Plast. Luís Sidnei Barbosa Machado (Crea-RS)


Geologia e Minas (CCEGM)
Coordenador: Geol. Ronaldo Malheiros Figueira (Crea-SP)
Coordenador adjunto: Eng. de Minas Antônio Pedro Ferreira Sousa (Crea-PB)

Segurança do Trabalho (CCEEST)
Coordenador: Eng. Civ. Luiz Antônio de Melo (Crea-PE)
Coordenador adjunto: Eng. Quim. Luiz Alexandre Mosca Cunha (Crea-RJ)


Engenharia Florestal (CCEEF)
Coordenador: José Roberto da Silva (Crea-PE)
Coordenador adjunto: Rafael de Souza Macedo (Crea-RO)


Comissões de Ética dos Creas (CNCE)
Coordenador: Eng. Civ. Marcelo Daniel de Barros Melo (Crea-AL)
Coordenador adjunto: Eng. Civ Manoel Ramos Filho (Crea-BA)

Fisenge participa de reunião do Colégio de Entidades Nacionais do Confea

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Na noite da quarta-feira (21), os participantes do VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua voltaram a lotar o auditório do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, para acompanhar a posse de Joel Krüger no cargo de presidente do Confea, recebido de José Tadeu da Silva, que presidiu o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia de 2012 a 2017.

Eleito para o triênio 2018/2020, Krüger foi aplaudido de pé, logo no início da solenidade, ao exibir o Termo de Posse assinado, e ovacionado ao final de seu discurso, no qual se comprometeu em valorizar as profissões reunidas pelo Sistema Confea/Crea, formado pelos fóruns de entidades nacionais, conselhos regionais, câmaras especializadas e instituições de ensino, e que tem registrados cerca de 1 milhão e 400 mil profissionais, além de 350 mil empresas.

Confira o discurso completo 

“Foi uma caminhada longa”, disse ao historiar sua trajetória no Sistema, iniciada há 12 anos como conselheiro do Crea Paraná. Na sequência, pediu “cooperação para implantar as mudanças necessárias ao Sistema”, e convocou todos os profissionais “para trabalhar juntos e fortalecer as geociências, a engenharia e retomar o desenvolvimento do Brasil”.

Durante a cerimônia, Joel agradeceu os presidentes de Creas que o antecederam no Paraná, assim como o que o sucede. Família, presidentes de Creas, conselheiros federais e regionais, entidades de classe, representantes da academia e de entidades precursoras foram saudados por Krüger e aplaudidos por todos, como reconhecimento pelo trabalho de cada fórum que compõe o Sistema. “Conto com todos para atender os compromissos de campanha e os desejos dos profissionais, como a criação da carreira de Estado e a valorização de nossas geociências e o nosso capital humano”, conclamou o presidente do Confea.

Sobre a situação das empresas estatais, Krüger mostrou-se preocupado. “Não se pode assistir passivamente ao desmonte de empresas como Petrobras, Itaipu, Embrapa e Eletrobras, que correm sério risco de privatização. Essas empresas precisam ser valorizadas porque são responsáveis por aplicação de conhecimento, capitais tecnológico e humano”.

Joel ainda defendeu a reciprocidade com outros países, no caso da vinda de profissionais estrangeiros. “Nosso Conselho é dos profissionais e das empresas”, afirmou, antes de esclarecer que serão bem-vindos os engenheiros que venham de países que oferecem reciprocidade.

Lideranças empresariais como o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, presente à cerimônia, também ouviu pretensões de Krüger para aproximar o Confea do setor empresarial.

A defesa do salário mínimo profissional, que “deve sair do discurso e ser mais eficaz” e o “exercício ético das atividades profissionais” também foram destacados pelo presidente do Confea, que criticou a Lei de Licitações – na modalidade pregão para serviços que dependam de conhecimento teórico –, e a criação indiscriminada de cursos. Ao falar da defesa de leis e projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e que sejam de interesse da área tecnológica, disse acreditar que “a atuação do Sistema precisa ser mais efetiva”.

Antes de encerrar e ser ovacionado pelas 800 pessoas presentes, Joel Krüger afirmou que “ao final de cada dia, quero chegar em casa, olhar nos olhos dos meus filhos e dizer que fiz o melhor, o que foi possível, me mantive ético, transparente e sério para as mudanças de que o Sistema e o Brasil necessitam. Estamos aqui a serviço dos profissionais, mas principalmente a serviço do Brasil”.

O VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua prossegue até a próxima sexta-feira (23), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, e reúne cerca de 800 profissionais de todo o país, entre eles, representantes dos fóruns consultivos do Sistema.

Confira mais fotos  AQUI

Fonte e fotos: Confea

Joel Krüger toma posse na presidência do Confea

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Olhares voltados para o sistema profissional, para a sociedade e para o corpo funcional, caminhando juntos para alcançar os interesses maiores da sociedade brasileira. “Interesses relacionados à melhoria da qualidade de vida de toda a população por meio da Engenharia, da Agronomia e das Geociências”. Estas são as linhas de ação do novo presidente eleito do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil Joel Krüger.
“Precisamos estar no centro das grandes discussões da Engenharia, da Agronomia e das Geociências, em torno das grandes questões do desenvolvimento nacional, questões de políticas públicas, de soberania nacional, discutindo a nossa infraestrutura, as nossas cidades, o meio ambiente, a energia, o petróleo, enfim, os grandes temas nacionais em torno dos quais o nosso sistema profissional precisa estar unido para debater”, diz, em relação ao envolvimento do Sistema Confea/Crea e Mútua com a sociedade.


Nascido em Curitiba, em 5 de maio de 1961, Joel Krüger é graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (1985). Alguns anos antes, havia concluído o curso de Técnico em Edificações pela Escola Técnica Federal do Paraná. É especialista em Gestão Técnica do Meio Urbano pelo convênio Université de Technologie de Compiegne (França) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), pela qual também é Especialista em Didática no Ensino Superior e Mestre em Educação, além de professor licenciado do Curso de Engenharia Civil. Foi presidente da Associação dos Professores da PUC-PR, de 1998 a 2000, de 2000 a 2002 e de 2006 a 2008. Consultor na área de transportes com experiência na Prefeitura de Curitiba, desde 1985, foi secretário municipal de Trânsito em 2013.


O compromisso com a sociedade se integra aos apresentados durante sua campanha, entre eles, respeitar e fortalecer as ações do Plenário e das Comissões Regimentais do Confea, fomentando o alinhamento dos normativos legais às expectativas e necessidades das profissões e dos profissionais; atuar com equidade, harmonia e respeito no relacionamento com os Creas; defender a soberania, o capital tecnológico e as empresas nacionais, posicionando publicamente o entendimento do Confea em relação a temas nacionais e internacionais que envolvem as engenharias, a agronomia, as geociências e as profissões tecnológicas e técnicas.


O segundo olhar é em relação ao sistema de articulação dos órgãos colegiados do Sistema, órgãos colegiados: plenário Federal, Colégio de Presidentes, Colégio de Entidades Nacionais e Coordenadorias de Câmaras Nacionais. “Precisamos fazer uma grande articulação para não só resolver as nossas questões internas, mas também olhar para o interesse maior do povo brasileiro. Dentro disso, temos que ter um trabalho muito forte com os nossos profissionais, que são a base do nosso Sistema, mas também precisamos ter um trabalho intenso com as nossas empresas de Engenharia. Então, precisamos de um olhar mais holístico dessas questões”.


No Sistema Confea/Crea, presidiu a Comissão de Acessibilidade do Crea-PR, de 2008 a 2010; foi coordenador do Congresso Estadual de Profissionais – CEP, em 2010; conselheiro do Crea PR nos períodos 1999-2001 (suplente), 2005-2007 (titular) e 2008-2010 (titular); diretor-tesoureiro do Crea-PR, de 2006 a 2010 e presidente do Crea-PR, em mandatos consecutivos desde 2012. É associado ao Instituto de Engenharia do Paraná, desde 1986; Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná, desde 1985; Associação Brasileira dos Engenheiros Civis – Seção Paraná – ABENC/PR, desde 2011; Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-PR, desde 1986, e da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia – ABENGE, desde 2007.


Krüger pretende ainda voltar-se para a gestão interna do Conselho e das suas relações administrativas e normativas com os Conselhos Regionais. “Temos programas importantes, como o Prodesu, que precisamos fazer uma grande discussão; questões da área de informática, onde pretendemos formatar um programa de tecnologia da informação para o Sistema como um todo e discutir um plano diretor de tecnologia de informação para o Confea e outras questões que precisamos discutir com o nosso corpo funcional, sempre tendo um olhar de respeito, de profissionalismo e de eficácia com o nosso corpo funcional que é extremamente competente”.

Fonte: Equipe de Comunicação do Confea

Engenheiro civil Joel Krüger é o novo presidente do Confea

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Terça, 19 Dezembro 2017 18:34

Nota da Fisenge – eleições Confea/Creas

Respeito ao voto

No último dia 15/12, aconteceram as eleições para a presidência do Sistema Confea/Creas. Foram eleitos presidentes para os Creas nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. No âmbito nacional, concorreram cinco candidaturas à presidência do Confea. O resultado parcial das urnas aponta a provável vitória do engenheiro civil Joel Krüger. Defendemos a homologação do resultado das urnas, que reflete o anseio de milhares de profissionais por mudanças no Confea. A Fisenge repudia qualquer manobra no sentido de deslegitimar a votação, que será considerada desrespeito ao conjunto de profissionais, quebra de lisura e grave atentado ao processo democrático da eleição.

Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2017

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros

 

 

Nota da Fisenge – eleições Confea/Creas

 

 

 

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No próximo dia 15/12, os(as) profissionais da engenharia, geociências e agronomia irão definir as eleições para o Sistema Confea/Creas/Mútua. Atualmente, são mais de 1.379.513 profissionais registrados em todo o Brasil. A atual crise política e econômica que atravessa o país atinge profundamente a engenharia nacional, com um inaceitável processo de criminalização das empresas, além de obras paralisadas, desmonte das áreas de produção de ciência e tecnologia e milhares de profissionais demitidos.

Na soma de 2015, 2016 e acumulado de 2017 até agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, foram reduzidos 43 mil postos de trabalho na engenharia. A desnacionalização da economia, em curso no Brasil, aprofunda o desmonte da engenharia brasileira, amplia as desigualdades sociais e ameaça a soberania nacional. A engenharia possui acúmulo tecnológico para pensar, formular, construir, projetar e inovar soluções de melhoria de condições de vida para a população.

Defendemos uma política econômica que defina como estratégicos os investimentos em infraestrutura, inovação, ciência e tecnologia nacional, ensino e pesquisa, fomentando uma cadeia produtiva de geração de emprego e renda. Nesse sentido, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) aprovou, em seu Conselho Deliberativo, um documento de princípios com 20 propostas. Alertamos aos(às) candidatos(às) e futuras lideranças do Sistema Confea/Creas para a urgência de um projeto comprometido com a defesa da engenharia brasileira, da democracia e da soberania nacional.

1. Defesa do emprego e da realização de concurso público para engenheiros;
2. Defesa intransigente das empresas estatais;
3. Defesa do Salário Mínimo Profissional;
4. Luta contra as privatizações anunciadas pelo atual governo;
5. Defesa do orçamento público destinado ao fomento de ciência e tecnologia;
6. Posicionamento contrário à proposta de registro automático dos profissionais estrangeiros no Sistema Confea/Creas;
7. Luta pela revogação da Reforma Trabalhista e da Emenda Constitucional 95, que determina um teto para os gastos públicos;
8. Defesa da política de valorização do salário mínimo;
9. Defesa de uma reforma política popular com financiamento público de campanha e fortalecimento dos partidos políticos;
10. Defesa da política de conteúdo local;
11. Criação e fortalecimento de mecanismos de transparência e controle social no Sistema Confea/Creas;
12. Fomento de políticas de fortalecimento das entidades de classe;
13. Campanhas em defesa da engenharia e da soberania nacional;
14. Posicionamento contra a criminalização das empresas nacionais de engenharia;
15. Defesa de investimentos em políticas públicas de infraestrutura no Brasil;
16. Defesa de investimentos públicos em uma estratégia nacional de defesa;
17. Combate à corrupção, penalizando as pessoas, e não as empresas;
18. Repúdio à judicialização da política;
19. Fortalecimento da resistência popular, por meio da participação em frentes de defesa da democracia e da classe trabalhadora;
20. Comprometimento com políticas de inclusão de mulheres, estudantes e recém-formados.

Resistir! Em defesa da engenharia e da soberania nacional.
Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros
Rio de Janeiro, 17 de novembro de 2017.

Carta aberta da Fisenge e dos sindicatos filiados aos(às) candidatos(as) para a presidência do Sistema Confea/Creas

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No dia 15 de novembro, encerra o prazo para todos os engenheiros e as engenheiras registrados no Sistema Confea/Crea definirem seus locais de votação. A eleição é dia 15 de dezembro e decidirá quem vai assumir as presidências do Confea, Creas e da Mútua. Todo profissional registrado e em dia com as obrigações como Sistema Confea/Crea pode votar, independentemente da modalidade profissional.Considera-se em dia com suas obrigações, o profissional que não possua débitos perante o Sistema Confea/Crea até 30 dias antes do pleito, assim, 15 DE NOVEMBRO DE 2017 é o limite para quitação e ou parcelamento de eventuais débitos.

Acesse o site do Crea do seu estado e saiba como e onde votar!

 

ELEIÇÕES GERAIS DO SISTEMA CONFEA/CREA E MÚTUA - 2017

As Eleições Gerais do Sistema Confea/Crea ocorrerão em 15 de dezembro de 2017. O pleito será realizado simultaneamente em todo o país, das 09h às 19h, obedecidos os horários locais. Os cargos em disputa são os seguintes, conforme discriminado abaixo:

  • 1 Presidente do Confea
  • 27 Presidentes dos Creas
  • 27 Diretores Gerais das Caixas de Assistência dos Profissionais Creas (Mútuas Regionais)
  • 27 Diretores Administrativos das Caixas de Assistência dos Profissionais Creas (Mútuas Regionais)
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado do Acre - Modalidade Civil
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado de Alagoas - Modalidade Industrial
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado do Amapá - Grupo Agronomia
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado do Rio de Janeiro - Modalidade Elétrica
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado de Sergipe - Grupo Agronomia

 

 

Eleições Confea/Crea: escolha o local de votação até 15 de novembro

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Segunda, 31 Julho 2017 10:54

74ª Soea define programação

Palestras magnas do engenheiro agrônomo Alfredo Kingo Oyama Homma (“Agricultura na Amazônia: Conflitos e Oportunidades”) e do engenheiro de minas Lúcio Flavo Gallon Cavalli (“Mineração no Brasil”) marcarão a abertura da programação da 74ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), dia 9 de agosto, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém-PA. O primeiro é pesquisador da Embrapa e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa, especialista em extrativismo vegetal na região, homenageado com a Medalha do Mérito do Sistema Confea/Crea em 2015. O segundo é diretor de planejamento da Vale e conselheiro do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). O evento será aberto no dia anterior e prosseguirá até 11 de agosto. A programação da Soea está disponível aqui.

74ª Soea define programação

Temas como “Tecnologia de Irrigação no Brasil”, “Marco Regulatório da Mineração”, “Revitalização das nascentes em áreas urbanas”, “Equidade de Gênero”, “Inovação, Ciência e Tecnologia”, “Empreendedorismo”, “Energias Alternativas” e “Cadastro de Imóveis Rurais” fazem parte da rotina de palestras e mesas-redondas que tomarão os espaços do Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, nos turnos da manhã e da tarde. O evento deverá reunir cerca de três mil participantes de todo o país.
Conselheiro Alessandro Machado (à esq.) ao lado do presidente do Confea, José Tadeu da Silva, e do presidente do Crea-CE, Victor Frota Pinto, durante a Conferência Internacional Laccei para Engenharia, Educação e Tecnologia, nos Estados Unidos

“Ocorrendo no Portal da Amazônia, a programação aborda uma amplitude de todas as áreas do Sistema Confea/Crea, com uma preocupação muito evidente com o meio ambiente, em torno da expectativa para a realização do Fórum Mundial da Água, no ano que vem. Na condução da ConSoea, o presidente José Tadeu procurou formatar ações envolvendo todas as áreas da Engenharia, tanto é que existem até mesmo grupos de profissionais ainda em formação entre especialistas de alto gabarito que darão palestras magnas, como a do professor Augusto José Pereira Filho sobre o aquecimento global e a importância do desenvolvimento sustentável, em torno da Dinâmica do Ciclo da Água nas Bacias Hidrográficas Brasileiras”, considera o conselheiro federal Alessandro Machado, integrante da Comissão Organizadora da Soea.

Ele destaca que essa 74ª Soea aborda também a integração do Sistema, com o lançamento do sistema Crea Nacional, que vai integrar a ART em todos os Creas do Brasil, “padronizando e auxiliando a fiscalização remota dos Creas em todo o país. O Sistema está cada vez mais voltado aos profissionais, fortalecendo as ARTs e as entidades nacionais por meio de chamamentos públicos para termos de fomento entre outras iniciativas”, define.

Integrante também da comissão temática Inserção Internacional, o conselheiro ressalta ainda os acordos de reciprocidade profissional, estabelecidos nos últimos anos a partir de um termo assinado entre o Confea e a Ordem dos Engenheiros de Portugal. “Hoje, existem 700 brasileiros trabalhando na Europa, por conta deste acordo com Portugal. Durante a Soea, discutiremos a possibilidade de acordos com outros países e ainda a abertura de canais para a certificação de entidades de ensino”, acrescenta.

Fonte: Equipe de Comunicação do Confea

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