Os coordenadores das Câmaras Especializadas de Agronomia do Sistema Confea/Crea e Mútua estão reunidos em Salvador até sexta-feira (04) para discutir, entre outros assuntos, à formação profissional, assistência técnica e extensão rural e o controle do uso dos agrotóxicos. Na Bahia, os conselheiros reforçaram ainda a importância de o sistema dar visibilidade às questões relacionadas à Agronomia.

Na oportunidade, o coordenador da CCEAGRO, engenheiro agrônomo Kléber Santos, agradeceu à organização do evento por parte do Crea-BA e chamou a atenção para a necessidade de renovação do Sistema. “Passamos por um processo decisório e é necessário vencer nossos próprios vícios”, observa. Santos destacou ainda os problemas enfrentados pelas empresas públicas e as questões relacionadas à segurança alimentar que estão diretamente relacionadas à Agronomia.

Representando o presidente do Crea-BA, Luís Edmundo Prado de Campos, que estava em missão internacional, o vice-presidente do conselho baiano, engenheiro agrônomo Jonas Dantas, apresentou o panorama de desvalorização da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) na Bahia, contando o histórico da extinção da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agropecuário (EBDA). “A palavra que melhor define esse momento é desmonte. No caso da Bahia, que possui três biomas, não é necessário apenas ter uma ATER forte, mas que ela não seja uniforme. É preciso um olhar que contemple a realidade para tratar todas as diferenças”, afirma.

O presidente do Senge-BA e vice-presidente da Fisenge, engenheiro civil Ubiratan Felix, falou na abertura do encontro sobre a precarização do mercado de trabalho dos engenheiros, principalmente após aprovação da nova legislação trabalhista uma vez que, os engenheiros estão sendo contratados por prestação de serviço – através de micro empreendedor individual e outras modalidades -, e sem assinatura da carteira de trabalho. Esta medida irá impactar estes profissionais que não terão direito as férias, décimo terceiro, licença maternidade e/ou paternidade, além de comprometer a aposentadoria, já que a maioria desses profissionais não irão conseguir recolher a contribuição previdenciária na totalidade da remuneração.

Exemplo – Dantas ainda revelou que, por meio da ATER, o município baiano de Itaberaba, a 278 Km de Salvador, conseguiu gerar pela produção de abacaxi cerca de 2 mil empregos e uma receita de R$ 6 mil. “A assistência técnica é um importante campo de atuação dos engenheiros agrônomos, precisamos defender esse espaço para o profissional e esta ferramenta para a sociedade”.

O enfraquecimento de empresas de pesquisa, como a Embrapa, que está há cerca de 20 anos sem concurso público, as ameaças provocadas pelas ingerências políticas no campo da defesa agropecuária e a atuação da fiscalização de conselhos como o de Medicina Veterinária e Biologia também foram tratados na reunião.

Bahia – A experiência dos seis anos de atuação do Fórum Baiano de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e dos 16 anos da Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco foram apresentadas pela promotora de justiça, Luciana Khoury. Ela afirmou que um levantamento feito pelo grupo apontou que a agricultura demanda de 70% da água e que conflitos entre fazendeiros e comunidades tradicionais pelo recurso hídrico têm sido constantes. “É preciso ter consciência dos limites ecossistêmicos e as ações do fórum e da FPI discutem e promovem saúde do ambiente e das pessoas”.

Além dos coordenadores dos 27 estados, participaram da reunião o conselheiro federal João Bosco de Andrade Lima Filho; o presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia, Ubiratan Félix; o diretor da Mútua-BA, Emanoel Alves e o deputado estadual Marcelino Galo (PT).

Fonte: Ascom Crea-BA

Fisenge participa de reunião das Câmaras Especializadas de Agronomia

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Termina nesta terça-feira (24) a consulta pública sobre o Projeto de Lei 9818/2018, do deputado Ricardo Izar (PP/SP), que impede que apenas os arquitetos ligados ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) possam desempenhar atividades que sempre foram desempenhadas também por várias outras profissões, entre elas Geógrafos, Topógrafos, Engenheiros Agrimensores, Antropólogos, Museólogos, Arqueólogos, Restauradores, Engenheiros de Tráfego, Biólogos, Agrônomos e Engenheiros Florestais.

O PL 9818 questiona a Resolução 51 do CAU, que especifica as atividades, atribuições e campos de atuação privativos dos arquitetos e urbanistas. O deputado Ricardo Izar, autor do Projeto, cita alguns pontos importantes da Resolução 51. Seguindo a Resolução:

- Geógrafos, Topógrafos e Engenheiros Agrimensores ficam proibidos de realizar parcelamento do solo mediante loteamento, projetos urbanísticos e projetos urbanísticos para fins de regularização fundiária. Pela resolução, apenas arquitetos poderiam realizar tais atividades.

- Antropólogos, Museólogos, Arqueólogos e Conservadores-Restauradores ficam impedidos de realizar as atividades de restauração, inventário e vistoria. Segundo a Resolução 51, até sítios de valor arqueológico e paleontológico ficam sob responsabilidade exclusiva dos arquitetos.

- Engenheiros de Tráfego não poderão atuar na área de sua especialização. Projeto de sistema viário torna-se uma atividade exclusiva de arquitetos.

- Biólogos, Agrônomos, Engenheiros Florestais e outras profissões ficam proibidas de atuar em atividades de Paisagismo, que seriam atividades privativas dos profissionais da arquitetura.

- Coordenadores de curso de Arquitetura e Urbanismo e professores de História da Arquitetura, do Urbanismo e de Paisagismo devem necessariamente possuir graduação em Arquitetura.

Segundo a justificativa do PL 9818, os parágrafos 1º e 2º do art. 3º da Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010, que instituiu o CAU, estão em desacordo com a Constituição Federal, Princípio da Reserva Legal e Princípio da Liberdade do Exercício Profissional, uma vez que limitam a atuação de outros profissionais e extrapolam a legislação ao criar somente para os arquitetos atribuições profissionais não garantidas por lei.

PL 9.818/2018
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PDC 901/2018
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Com informações do Crea-ES

Termina, hoje, consulta pública sobre atribuições de engenheiros

 

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Foi lançada, no dia 19/4, a 75ª Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (SOEA), em Maceió (AL). Com o tema “Engenharia e Ética na Reconstrução do Brasil”, a SOEA reúne profissionais de todo o país e acontecerá entre os dia 21 e 24 de agosto. “Só reconstruiremos esse Brasil com ética e uma engenharia capaz de protagonizar o desenvolvimento nacional. É hora da engenharia voltar a ser valorizada”, afirmou o presidente do Crea-AL, Fernando Dacal, alertando para questões fundamentais para as profissões como o projeto que define a engenharia como carreira de Estado, que irá para o plenário do Senado. “Também precisamos aprovar a criminalização do exercício ilegal da engenharia e ficar atentos ao ensino da engenharia. Recentemente, vi o cúmulo de cursos noturnos de agronomia. Como vamos ensinar a plantar macaxeira no escuro? Precisamos tomar atitudes”, destacou Dacal, lembrando que a 75ª SOEA irá abrir o ciclo de comemorações dos 50 anos do Crea-AL.

O presidente do Confea, Joel Krüger, saudou todas as entidades e lideranças presentes e afirmou que os profissionais estão diante da oportunidade de recolocar o Brasil como potência. “Precisamos retomar o desenvolvimento nacional, preservar a soberania e o capital tecnológico das empresas e dos profissionais. A engenharia tem que ser a locomotiva desse desenvolvimento”, disse. Krüger ainda informou que o plenário do Confea aprovou, recentemente, um posicionamento contrário à privatização da Eletrobras. “Aprovamos por unanimidade uma posição em defesa do setor elétrico e do controle hidrográfico dos nossos rios. Não podemos deixar patrimônio do povo brasileiro ser vendido”, alertou.

A SOEA acontece pela segunda vez em Maceió e espera receber milhares de profissionais de todo o Brasil. O engenheiro e vice-presidente da Fisenge, Ubiratan Félix reforçou as falas de Dacal e Krüger. “É fundamental que os engenheiros e suas entidades representativas discutam uma proposta para reconstrução do desenvolvimento nacional com a participação da sociedade e da engenharia”, pontuou Ubiratan explicando sobre o projeto SOS Brasil Soberano. “Com os eixos ‘Engenharia, soberania e desenvolvimento’ realizamos seminários em quatro estados com o projeto SOS Brasil Soberano, com a participação de gestores públicos, especialistas, profissionais da engenharia e lideranças políticas. Queremos nacionalizar os debates e formular propostas para a reconstrução do desenvolvimento”, concluiu. O projeto SOS Brasil Soberano é uma iniciativa da Fisenge e do Senge-RJ, que conta uma vasta programação de debates. Acesse o conteúdo aqui: http://sosbrasilsoberano.org.br/

Texto: Camila Marins
Foto: Divulgação Confea

Desenvolvimento nacional marca discursos de lideranças no lançamento da SOEA

 

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No último dia de plenária, os conselheiros foram unânimes ao aprovar proposta da Comissão de Articulação Institucional do Sistema (CAIS) em que se posiciona contra à privatização da Eletrobras e, consequentemente, à Medida Provisória nº 814/17 bem como ao Projeto de Lei nº 9463/18.

Segundo o documento apresentado, a Eletrobras é agente protagonista do setor elétrico, sendo a maior geradora e transmissora de energia elétrica do Brasil e da América Latina. Além disso, a Eletrobras é responsável por 52% de todo o volume hídrico dos reservatórios brasileiros, 47% das linhas de transmissão de energia e 70% da capacidade de transformação do país.

O plenário entende que a estatal se constitui como promotora de desenvolvimento econômico e social para o País, representando o ato de privatização uma ameaça à soberania nacional. O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Joel Krüger, destacou a importância desse posicionamento. “Esse é um momento histórico para a Engenharia e para o Sistema ao se posicionar oficialmente contra essa privatização”.

Frente Parlamentar
Durante a primeira reunião da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, realizada em 14 de março, na Câmara dos Deputados, o presidente já havia se manifestado sobre o tema, considerando os desdobramentos problemáticos para a sociedade, o meio ambiente, a Engenharia e os engenheiros brasileiros. “Vamos indicar nomes de representantes do Confea para o grupo de debate sobre a privatização da Eletrobras, uma questão preocupante por conta do entendimento de que água, energia e transporte são questões estratégicas para o desenvolvimento, a soberania e a segurança nacionais.”

O documento aprovado pelo Plenário sugere que haja uma articulação política e ação formalizada desse tema, incluindo posicionamento junto à Frente Parlamentar.

Conselheiros defendem posicionamento

Os conselheiros haviam se manifestado sobre a questão desde o dia anterior, quando havia sido colocada em pauta. Segundo o conselheiro José Chacon de Assis, o Crea-RJ promoverá uma audiência pública sobre o tema no próximo dia 9. “A sociedade civil brasileira está se manifestando o tempo todo sobre a questão, pauta da Comissão Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, do Congresso Nacional. É importante que o Sistema se posicione, entendendo que soberania nacional é uma coisa ligada a emprego”, disse, citando, entre os exemplos de privatização do setor, a Light e a Ampla, no Estado do Rio de Janeiro, “que trocaram todos os cargos de chefia por profissionais franceses e também importaram equipamentos de outros países”.

O engenheiro eletricista destacou que a medida “mexe com a soberania nacional, com as questões relacionadas à engenharia, ao desemprego. Temos um sistema elétrico nosso, construído e trabalhado por engenheiros brasileiros. Combinando a privatização da Eletrobrás com a desnacionalização das nossas águas, não sei mais o que controlaremos nesse país”.

A deliberação cita que países como França, Alemanha, China, Canadá e Estados Unidos mantêm empresas estatais, consideradas as principais companhas geradoras de energia do mundo.
O vice-presidente do Confea, eng. eletric. Edson Delgado, também considera que a manifestação do Confea vai colocar em questão a relação entre o setor elétrico e a segurança nacional. “Temos que mobilizar a engenharia nacional para que nos manifestemos sobre essa situação. A Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas - ABEE já elaborou um documento nesse sentido”, comentou.

Outro conselheiro a se manifestar na ocasião, o engenheiro agrônomo João Bosco de Andrade ratifica que, “ao se mexer com energia, água”, todas as modalidades do Sistema são afetadas. “Nós não podemos nos furtar de nos posicionarmos sobre a questão do uso da operação das hidrelétricas, como também em relação à da água para o consumo humano, para mãos estrangeiras. Isso mexe com a segurança nacional”.


Fernanda Pimentel e Henrique Nunes
Equipe de Comunicação do Confea

Plenário do Confea se posiciona contra a privatização do Sistema Eletrobras

 

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Criado em 2014, o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia é um evento vinculado à Soea, que tem como objetivo divulgar iniciativas acadêmicas, profissionais, de gestão ou de educação desenvolvidos nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. Isso é realizado por meio da recepção e da seleção de trabalhos técnicos para apresentação na Soea e publicação nos anais do Congresso e em revistas técnicas do Confea, dos Creas, da Mútua e de entidades de classe. Além disso, palestras, mesas redondas, debates e minicursos compõem a programação do evento.

A estrutura do Contecc é constituída por uma comissão organizadora regional, indicada pelo Crea que sediará a Soea (neste ano, Crea-AL), e por uma comissão temática do Confea, auxiliada por especialistas indicados pela Mútua.

Em 2018, o Congresso será em Maceió (AL), entre 22 e 24 de agosto. Os interessados deverão submeter seus trabalhos de 19 de abril a 27 de maio.

Com o tema “Engenharia e Ética na Reconstrução do Brasil”, o Congresso espera reunir alguns dos principais especialistas nesta área de conhecimento, como também em todas as áreas da Engenharia e da Agronomia, para discutir o cenário de suas realidades locais e nacional, demonstrando exemplos de inovações em empresas, institutos de pesquisas, IFES, etc. e apontar caminhos para que o as inovações se desenvolvam com técnicas e aplicação de pesquisas que tenham como objetivo aumentar o desenvolvimento do país.

Para submissão de trabalho, clique AQUI

Fonte: Confea

Congresso Técnico Científico da  Engenharia e da Agronomia abre edital para publicação de artigos

 

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“Comprometimento com a engenharia e o desenvolvimento”. Este foi um dos compromissos de Joel Krüger, eleito para a presidência do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), no último dia 21/2, em Brasília. Eleito para o triênio de 2018/2020, Joel exibiu seu Termo de Posse para um auditório com mais de 800 pessoas, entre parlamentares, conselheiros federais, presidentes de sindicatos, Creas e entidades de classe. O presidente da Fisenge, Clovis Nascimento; o vice-presidente da Federação, Ubiratan Félix; a diretora de comunicação, Giucelia Figueiredo; o diretor financeiro, Roberto Freire; e o diretor Raul Otávio estiveram presentes. “A posse do engenheiro, Joel Krüger, para a presidência do Confea, representa um novo tempo para o profissionais das áreas tecnológicas, que esperam do seu Sistema Profissional uma posição perante os graves problemas que afligem a engenharia nacional. Joel tem competência, ética e coragem para responder à altura esses desafios, construindo o necessário protagonismo do nosso Sistema”, declarou a engenheira e diretora da Fisenge, Giucelia Figueiredo.

O presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, destacou a importância da defesa da engenharia brasileira e da soberania nacional. “A engenharia vive um momento crítico com a atual crise política e econômica e temos a responsabilidade de formular, juntos, caminhos para a retomada do desenvolvimento do país. Parabenizamos o engenheiro Joel, que acumula conhecimento e prática para a defesa dos profissionais e do Brasil”, afirmou Clovis.

Sobre a situação das empresas estatais, Krüger mostrou-se preocupado. “Não se pode assistir passivamente ao desmonte de empresas como Petrobras, Itaipu, Embrapa e Eletrobras, que correm sério risco de privatização. Essas empresas precisam ser valorizadas porque são responsáveis por aplicação de conhecimento, capitais tecnológico e humano”. Joel ainda defendeu a reciprocidade com outros países, no caso da vinda de profissionais estrangeiros. “Nosso Conselho é dos profissionais e das empresas”, afirmou, antes de esclarecer que serão bem-vindos os engenheiros que venham de países que oferecem reciprocidade.

O Sistema Confea/Crea, formado pelos fóruns de entidades nacionais, conselhos regionais, câmaras especializadas e instituições de ensino, e que tem registrados cerca de 1 milhão e 400 mil profissionais, além de 350 mil empresas.

Diretoria da Fisenge prestigia posse do novo presidente do Confea

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Aconteceu, no dia 21/2, a eleição das coordenações do Colégio de Presidentes (CP), do Colégio de Entidades Nacionais (Cden) e das Câmaras Especializadas do Sistema Confea/Crea (Engenharia Civil, Florestal, Elétrica, Industrial, Agronomia, Agrimensura, Geologia e Minas, Segurança do Trabalho e Ética), em Brasília. O vice-presidente da Fisenge, o engenheiro Ubiratan Félix, participa do VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Creas, que terminará nesta sexta-feira (23/2). “O Colégio de Entidades Nacionais tem um papel importante na defesa da engenharia e da soberania nacional, uma vez que, por meio das entidades e suas afiliadas nos estados da Federação, temos uma rede de inteligência criativa, que poderá ser uma caixa de ressonância das nossas propostas na categoria profissional e na população”, destacou Ubiratan que apresentou três propostas ao plenário Cden: a elaboração de uma tabela de honorários profissionais; uma pesquisa nacional sobre mercado de trabalho da engenharia e uma campanha nacional de valorização profissional.

Os fóruns decidirão o calendário de reuniões e o plano de trabalho para este ano.


Conheça os novos coordenadores que assumem o mandato 2018:

Colégio de Presidentes (CP)
Coordenador: Eng. Agr. Francisco Antônio Silva de Almeida (Crea-GO)
Coordenador adjunto: Eng. Agr. Arício Resende Silva (Crea-SE)

Colégio de Entidades Nacionais (Cden)
Coordenador: Eng. Civ. Wilson Lang (Ibape)
Coordenador adjunto: Eng. Civ. Vanderli Fava de Oliveira (Abenge)

Câmaras Especializadas do Sistema Confea/Crea

Agrimensura (CCEAGRI)
Coordenador: Joseval Costa Carqueija (Crea-BA)
Coordenador adjunto: Roberto Bruno Moreira Rebouças (Crea-CE)


Agronomia (CCEAGRO)
Coordenador: Kléber Souza dos Santos (Crea-DF)
Coordenador adjunto: Cid Tacaoca Muraishi (Crea-TO)

Engenharia Civil (CCEEC)
Coordenador: Carlos Eduardo Domingues e Silva (Crea-PA)
Coordenador adjunto: Jorge Luiz Muniz de Mattos (Crea-RJ)

Engenharia Elétrica (CCEEE)
Coordenador: Jovanilson Faleiro de Freitas (Crea-GO)
Coordenador adjunto: Cristina de Abreu Silveira (Crea-BA)

Engenharia Industrial (CCEEI)
Coordenador: Juarez Costa Júnior (Crea-PA)
Coordenador adjunto: Januário Garcia (Crea-SP)

Engenharia Química (CCEEQ)
Coordenador: Eng. Alim. Marcelo Alexandre Prado (Crea-SP)
Coordenador adjunto: Eng. Plast. Luís Sidnei Barbosa Machado (Crea-RS)


Geologia e Minas (CCEGM)
Coordenador: Geol. Ronaldo Malheiros Figueira (Crea-SP)
Coordenador adjunto: Eng. de Minas Antônio Pedro Ferreira Sousa (Crea-PB)

Segurança do Trabalho (CCEEST)
Coordenador: Eng. Civ. Luiz Antônio de Melo (Crea-PE)
Coordenador adjunto: Eng. Quim. Luiz Alexandre Mosca Cunha (Crea-RJ)


Engenharia Florestal (CCEEF)
Coordenador: José Roberto da Silva (Crea-PE)
Coordenador adjunto: Rafael de Souza Macedo (Crea-RO)


Comissões de Ética dos Creas (CNCE)
Coordenador: Eng. Civ. Marcelo Daniel de Barros Melo (Crea-AL)
Coordenador adjunto: Eng. Civ Manoel Ramos Filho (Crea-BA)

Fisenge participa de reunião do Colégio de Entidades Nacionais do Confea

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Na noite da quarta-feira (21), os participantes do VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua voltaram a lotar o auditório do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, para acompanhar a posse de Joel Krüger no cargo de presidente do Confea, recebido de José Tadeu da Silva, que presidiu o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia de 2012 a 2017.

Eleito para o triênio 2018/2020, Krüger foi aplaudido de pé, logo no início da solenidade, ao exibir o Termo de Posse assinado, e ovacionado ao final de seu discurso, no qual se comprometeu em valorizar as profissões reunidas pelo Sistema Confea/Crea, formado pelos fóruns de entidades nacionais, conselhos regionais, câmaras especializadas e instituições de ensino, e que tem registrados cerca de 1 milhão e 400 mil profissionais, além de 350 mil empresas.

Confira o discurso completo 

“Foi uma caminhada longa”, disse ao historiar sua trajetória no Sistema, iniciada há 12 anos como conselheiro do Crea Paraná. Na sequência, pediu “cooperação para implantar as mudanças necessárias ao Sistema”, e convocou todos os profissionais “para trabalhar juntos e fortalecer as geociências, a engenharia e retomar o desenvolvimento do Brasil”.

Durante a cerimônia, Joel agradeceu os presidentes de Creas que o antecederam no Paraná, assim como o que o sucede. Família, presidentes de Creas, conselheiros federais e regionais, entidades de classe, representantes da academia e de entidades precursoras foram saudados por Krüger e aplaudidos por todos, como reconhecimento pelo trabalho de cada fórum que compõe o Sistema. “Conto com todos para atender os compromissos de campanha e os desejos dos profissionais, como a criação da carreira de Estado e a valorização de nossas geociências e o nosso capital humano”, conclamou o presidente do Confea.

Sobre a situação das empresas estatais, Krüger mostrou-se preocupado. “Não se pode assistir passivamente ao desmonte de empresas como Petrobras, Itaipu, Embrapa e Eletrobras, que correm sério risco de privatização. Essas empresas precisam ser valorizadas porque são responsáveis por aplicação de conhecimento, capitais tecnológico e humano”.

Joel ainda defendeu a reciprocidade com outros países, no caso da vinda de profissionais estrangeiros. “Nosso Conselho é dos profissionais e das empresas”, afirmou, antes de esclarecer que serão bem-vindos os engenheiros que venham de países que oferecem reciprocidade.

Lideranças empresariais como o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, presente à cerimônia, também ouviu pretensões de Krüger para aproximar o Confea do setor empresarial.

A defesa do salário mínimo profissional, que “deve sair do discurso e ser mais eficaz” e o “exercício ético das atividades profissionais” também foram destacados pelo presidente do Confea, que criticou a Lei de Licitações – na modalidade pregão para serviços que dependam de conhecimento teórico –, e a criação indiscriminada de cursos. Ao falar da defesa de leis e projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e que sejam de interesse da área tecnológica, disse acreditar que “a atuação do Sistema precisa ser mais efetiva”.

Antes de encerrar e ser ovacionado pelas 800 pessoas presentes, Joel Krüger afirmou que “ao final de cada dia, quero chegar em casa, olhar nos olhos dos meus filhos e dizer que fiz o melhor, o que foi possível, me mantive ético, transparente e sério para as mudanças de que o Sistema e o Brasil necessitam. Estamos aqui a serviço dos profissionais, mas principalmente a serviço do Brasil”.

O VII Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua prossegue até a próxima sexta-feira (23), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, e reúne cerca de 800 profissionais de todo o país, entre eles, representantes dos fóruns consultivos do Sistema.

Confira mais fotos  AQUI

Fonte e fotos: Confea

Joel Krüger toma posse na presidência do Confea

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Olhares voltados para o sistema profissional, para a sociedade e para o corpo funcional, caminhando juntos para alcançar os interesses maiores da sociedade brasileira. “Interesses relacionados à melhoria da qualidade de vida de toda a população por meio da Engenharia, da Agronomia e das Geociências”. Estas são as linhas de ação do novo presidente eleito do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), engenheiro civil Joel Krüger.
“Precisamos estar no centro das grandes discussões da Engenharia, da Agronomia e das Geociências, em torno das grandes questões do desenvolvimento nacional, questões de políticas públicas, de soberania nacional, discutindo a nossa infraestrutura, as nossas cidades, o meio ambiente, a energia, o petróleo, enfim, os grandes temas nacionais em torno dos quais o nosso sistema profissional precisa estar unido para debater”, diz, em relação ao envolvimento do Sistema Confea/Crea e Mútua com a sociedade.


Nascido em Curitiba, em 5 de maio de 1961, Joel Krüger é graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (1985). Alguns anos antes, havia concluído o curso de Técnico em Edificações pela Escola Técnica Federal do Paraná. É especialista em Gestão Técnica do Meio Urbano pelo convênio Université de Technologie de Compiegne (França) e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), pela qual também é Especialista em Didática no Ensino Superior e Mestre em Educação, além de professor licenciado do Curso de Engenharia Civil. Foi presidente da Associação dos Professores da PUC-PR, de 1998 a 2000, de 2000 a 2002 e de 2006 a 2008. Consultor na área de transportes com experiência na Prefeitura de Curitiba, desde 1985, foi secretário municipal de Trânsito em 2013.


O compromisso com a sociedade se integra aos apresentados durante sua campanha, entre eles, respeitar e fortalecer as ações do Plenário e das Comissões Regimentais do Confea, fomentando o alinhamento dos normativos legais às expectativas e necessidades das profissões e dos profissionais; atuar com equidade, harmonia e respeito no relacionamento com os Creas; defender a soberania, o capital tecnológico e as empresas nacionais, posicionando publicamente o entendimento do Confea em relação a temas nacionais e internacionais que envolvem as engenharias, a agronomia, as geociências e as profissões tecnológicas e técnicas.


O segundo olhar é em relação ao sistema de articulação dos órgãos colegiados do Sistema, órgãos colegiados: plenário Federal, Colégio de Presidentes, Colégio de Entidades Nacionais e Coordenadorias de Câmaras Nacionais. “Precisamos fazer uma grande articulação para não só resolver as nossas questões internas, mas também olhar para o interesse maior do povo brasileiro. Dentro disso, temos que ter um trabalho muito forte com os nossos profissionais, que são a base do nosso Sistema, mas também precisamos ter um trabalho intenso com as nossas empresas de Engenharia. Então, precisamos de um olhar mais holístico dessas questões”.


No Sistema Confea/Crea, presidiu a Comissão de Acessibilidade do Crea-PR, de 2008 a 2010; foi coordenador do Congresso Estadual de Profissionais – CEP, em 2010; conselheiro do Crea PR nos períodos 1999-2001 (suplente), 2005-2007 (titular) e 2008-2010 (titular); diretor-tesoureiro do Crea-PR, de 2006 a 2010 e presidente do Crea-PR, em mandatos consecutivos desde 2012. É associado ao Instituto de Engenharia do Paraná, desde 1986; Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná, desde 1985; Associação Brasileira dos Engenheiros Civis – Seção Paraná – ABENC/PR, desde 2011; Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-PR, desde 1986, e da Associação Brasileira de Ensino de Engenharia – ABENGE, desde 2007.


Krüger pretende ainda voltar-se para a gestão interna do Conselho e das suas relações administrativas e normativas com os Conselhos Regionais. “Temos programas importantes, como o Prodesu, que precisamos fazer uma grande discussão; questões da área de informática, onde pretendemos formatar um programa de tecnologia da informação para o Sistema como um todo e discutir um plano diretor de tecnologia de informação para o Confea e outras questões que precisamos discutir com o nosso corpo funcional, sempre tendo um olhar de respeito, de profissionalismo e de eficácia com o nosso corpo funcional que é extremamente competente”.

Fonte: Equipe de Comunicação do Confea

Engenheiro civil Joel Krüger é o novo presidente do Confea

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Terça, 19 Dezembro 2017 18:34

Nota da Fisenge – eleições Confea/Creas

Respeito ao voto

No último dia 15/12, aconteceram as eleições para a presidência do Sistema Confea/Creas. Foram eleitos presidentes para os Creas nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. No âmbito nacional, concorreram cinco candidaturas à presidência do Confea. O resultado parcial das urnas aponta a provável vitória do engenheiro civil Joel Krüger. Defendemos a homologação do resultado das urnas, que reflete o anseio de milhares de profissionais por mudanças no Confea. A Fisenge repudia qualquer manobra no sentido de deslegitimar a votação, que será considerada desrespeito ao conjunto de profissionais, quebra de lisura e grave atentado ao processo democrático da eleição.

Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2017

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros

 

 

Nota da Fisenge – eleições Confea/Creas

 

 

 

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