por Comunicação Fisenge /  Camila Marins

Durante a reunião do Conselho Deliberativo da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros), no dia 15/3, no Rio de Janeiro, o presidente do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), Joel Krüger, reafirmou seu compromisso com a engenharia e a soberania nacional. O encontro contou com a participação da diretoria da Federação e dos presidentes dos sindicatos filiados. Joel iniciou sua fala destacando a agenda parlamentar do Confea nos projetos que interessam à categoria. “No começo deste ano, procuramos os senadores para o desarquivamento do Projeto que institui a Engenharia como carreira de Estado. Precisávamos de 25 assinaturas e conseguimos 44. Em tese, há uma boa sinalização pela aprovação. A engenharia como carreira de Estado é fundamental para a formulação de políticas públicas, geração de emprego e garantias do Salário Mínimo Profissional”, disse Joel, reafirmando que “o Confea tem o compromisso de defender a engenharia brasileira e a soberania nacional”.

A diretora da Fisenge, Giucélia Figueiredo, contou sobre os recentes concursos públicos na Paraíba que preveem remunerações abaixo do mínimo previsto em lei. “Na Paraíba, temos acompanhado concursos com salários irrisórios de R$1.200,00. Diante do desemprego e da falta de um projeto de nação, o nosso Sistema Confea/Creas tem as condições de construir um arcabouço de proteção. A Fisenge e o Confea estão unidos neste compromisso de responsabilidade social com a engenharia nacional”, destacou. Já o presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, ressaltou a importância da parceria do Confea com projetos nacionais, como o SOS Brasil Soberano. “A engenharia brasileira passa por uma grave crise de desemprego, promovida por motivações políticas. No entanto, sabemos que a engenharia é o motor do desenvolvimento econômico e social de um país. Por isso, desde 2017, estamos promovendo o movimento SOS Brasil Soberano, que inaugurou sua parceria com o Confea, durante a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia no ano passado. Temos a certeza de que a resposta para esta crise é o fortalecimento da engenharia e da soberania nacional”, afirmou Clovis.

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Foto: Camila Marins

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