Com as privatizações preocupando cada vez mais os trabalhadores, o Coletivo de Mulheres da Fisenge decidiu trazer o tema para a tirinha do mês de junho. A família da engenheira começa a sofrer com falta de água e luz e Eugênia explica para seus filhos que essas situações se tornarão cada vez mais frequentes se a política de privatizações continuar em nosso país. “As privatizações dos recursos naturais, como água e energia, afetam profundamente as mulheres e as famílias brasileiras. Precisamos nos manifestar e apoiar as mobilizações em defesa das empresas públicas e estatais”, explicou a engenheira e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

 

Quadrinho da Engenheira Eugênia traz privatizações como tema deste mês

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

Publicado em Notícias

Contra a Reforma Trabalhista, Engenheira Eugênia convoca para greve geral

Horas depois do expediente de trabalho. Imagine esse cenário todos os dias e, no final do mês, a folha de pagamento não contabiliza suas horas extras. Este já é um cenário comum no dia a dia do mundo do trabalho e que pode piorar muito com a Reforma Trabalhista. A flexibilização da jornada de trabalho surgiu nos anos 90, tempos de aprofundamento da lógica neoliberal no Brasil. Durante esse período, o banco de horas foi implementado como forma de instituir a compensação das horas, em vez do pagamento. “O banco de horas, na prática, é uma forma de estender a jornada de trabalho e ampliar o tempo de produção. Isso prejudica a saúde, o lazer e o descanso de trabalhadores, afetando diretamente as mulheres que acumulam jornadas de trabalho em suas casas”, contextualizou a diretora da mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e engenheira química, Simone Baía. Com a Reforma Trabalhista, em tramitação no Senado Federal, as horas extras poderão ser negociadas por meio de acordo individual de trabalho e o trabalhador será obrigado a assinar, periodicamente, um recibo de quitação das horas. De acordo com Simone Baía, estas mudanças são retrocessos graves na legislação trabalhista. “Horas extras não devem entrar em negociação, muito menos em negociação individual que extingue a coletividade e a organização sindical. Um trabalhador em negociação com o patrão está em desvantagem por medo de demissão e poderá assinar termos de quitação que não correspondem à realidade das horas trabalhadas e o pagamento”, ela pontuou. Com o objetivo de alertar sobre os prejuízos da Reforma Trabalhista, o Coletivo de Mulheres da Fisenge lançou, no dia 22/6, a quarta história em quadrinhos sobre o tema. A personagem engenheira Eugênia alerta o colega de trabalho e convoca para a greve geral organizada pelas centrais sindicais, que será realizada no próximo dia 30/6. “É fundamental que os sindicatos mobilizem suas bases e homens e mulheres estejam presentes nas ruas contra as reformas trabalhista e previdenciária”, convocou Simone Baía. 

Publicado em Notícias

A política de conteúdo local é um instrumento de defesa da soberania do país, de geração de emprego e renda e fortalecimento da indústria brasileira. A Petrobrás saltou de três mil trabalhadores para 85 mil de 2002 a 2014 e reestruturou todo o parque da indústria naval, o pré-sal foi descoberto por causa do investimento em tecnologia local. São inúmeras as conquistas graças ao estímulo à produção tecnológica no Brasil. Com a redução pela metade da exigência de conteúdo local, o país ficará refém das empresas estrangeiras e, desta forma, assumirá o corte de milhares de empregos. De acordo com a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, a redução de conteúdo da política local irá promover o desmonte da engenharia nacional. “Em um contexto de desemprego, as mulheres são as mais afetadas porque são as primeiras a serem demitidas e as últimas a reconquistar um posto de trabalho”, afirmou. 

Engenheira Eugênia defende política de conteúdo local

Publicado em Notícias

Engenheira Eugênia luta contra a retirada de direitos trabalhistas

Depois do golpe ao mandato presidencial de Dilma Rousseff, Michel Temer e a maioria dos parlamentares pretendem seguir uma agenda de retirada de direitos. Entre as bandeiras dos setores conservadores estão o aumento da jornada de trabalho, privatizações e a reforma da previdência. Atenta, a engenheira Eugênia alerta sua colega de trabalho sobre a atual conjuntura. “A agenda de retirada de direitos atinge diretamente as mulheres, uma vez que temos dupla e até tripla jornada de trabalho. Precisamos nos mobilizar a ocupar as ruas contra esse retrocesso”, apontou a diretora da mulher, Simone Baía.

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

Publicado em Notícias

Engenheira Eugênia defende engenharia nacional e direitos dos trabalhadores

Com a atual crise política e econômica, a engenharia tem sofrido duros golpes. Demissões e retirada de direitos fazem parte da agenda política do atual governo interino. Nesta edição, a engenheira Eugênia organiza uma mobilização para tentar reverter a demissão de 15 profissionais na empresa.

“A política instaurada no nosso país tem organizado uma agenda que rasga a CLT e nossos principais direitos. Um perigo é a possibilidade da regulamentação da terceirização, que irá precarizar, ainda mais, as condições de trabalho. O movimento sindical precisa estar unido para enfrentar essa ofensiva”, disse a diretora da mulher Simone Baía.

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou paraEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

 

Publicado em Notícias

Engenheira Eugênia luta contra a reforma da Previdência

O governo interino anunciou uma reforma da previdência, que pretende igualar a idade entre homens e mulheres. O Sistema de Seguridade Social é uma conquista histórica da classe trabalhadora, originada na Constituinte de 1988. “Historicamente, as mulheres acumulam jornadas de trabalho nos campos privado e público. Será um retrocesso na luta das mulheres, pois acumulamos responsabilidades familiares e domésticas”, afirmou a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

A Constituição Federal de 1988 no Capítulo II, nos artigos 194 e 195, que trata de Seguridade Social, estabelece recursos que financiarão os três pilares da seguridade: a saúde, a assistência e a previdência.

“Art. 194. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social.”
“Art. 195. A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: (Vide Emenda Constitucional nº 20, de 1998).”

__________

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

Publicado em Notícias

O Coletivo de Mulheres da Fisenge lançou, no dia 28/10, uma pesquisa de opinião sobre o projeto Engenheira Eugênia. “Queremos compreender o alcance de Eugênia na categoria e na sociedade. Em breve, iremos produzir um desenho animado, a partir das histórias em quadrinhos e  nosso objetivo de ampliar o diálogo e diversificar as narrativas”, afirmou a diretora da mulher, Simone Baía. Hoje, as histórias em quadrinhos com a personagem Engenheira Eugênia são mensais e tratam de assuntos referentes a gênero, questões trabalhistas e da sociedade em geral. O projeto também é um dos objetos da pesquisa “Engenharia e gênero”, que tem a finalidade de identificar e analisar eventuais mudanças na posição das mulheres nas engenharias no Brasil na última década, problematizando-as sob a ótica das relações de gênero. Maria Rosa Lombardi é a pesquisadora responsável pela Fundação Carlos Chagas (FCC).  Participe da pesquisa! https://goo.gl/lUVtpX

Coletivo de Mulheres lança pesquisa sobre história em quadrinhos

Publicado em Notícias

A terceirização vem sendo amplamente debatida na sociedade. E uma das parcelas da população mais atingidas é a mulher trabalhadora. As pessoas terceirizadas são alijadas de direitos e ficam sem a devida proteção trabalhista. Na nova tirinha da série do Coletivo de Mulheres da Fisenge, a engenheira Eugênia encontra o filho da auxiliar de serviços gerais na empresa. “Esta é a realidade muitas mães trabalhadoras. Isso porque as políticas para as famílias não são suficientes e milhares de crianças ainda esperam por vagas em creches públicas”, disse a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou paraEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Engenheira Eugênia luta por direitos iguais para terceirizadas e terceirizados

Publicado em Notícias

Eugênia, a engenheira: Luta por creche noturna e divisão das responsabilidades no lar

Trabalhar, cuidar dos filhos, da casa e quem sabe estudar, militar e ainda usufruir um lazer. Infelizmente, esta é a rotina de acúmulo de jornada de trabalho de milhares de trabalhadoras brasileiras. A engenheira Ruth não está fora deste cenário e tenta organizar sua rotina para garantir os espaços de militância por meio do enfrentamento do debate da divisão das responsabilidades familiares e domésticas. "Percebemos que há uma naturalização do afastamento das mulheres militantes que se tornam mães. Esta é uma contradição que precisa ser enfrentada, tanto no espaço privado como nos espaços coletivos. Precisamos encampar a luta por creches noturnas, políticas de acolhimento nos sindicatos e partidos e pelo fim do acúmulo de jornadas de trabalho para as mulheres, fruto do sistema patriarcal", afirmou a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.  

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

Fonte: Senge-RJ

Publicado em Notícias

Engenheira Eugênia: Quadrinho mostra a importância do apoio masculino na desconstrução do machismo

Desde a universidade, a mulher engenheira enfrenta uma série de situações machistas. E no mercado de trabalho não é diferente. O chefe da engenheira Eugênia questiona sua promoção e ainda insinua que ela tenha usado outros artifícios para conquistar a vaga. Com luta cotidiana e muita resistência das mulheres, os tempos estão mudando e muitos homens também estão se engajando na desconstrução do machismo. Esse é o caso do engenheiro José que, rapidamente, desmonta a versão do chefe sobre Eugênia e defende a competência da colega. "A tirinha desse mês dialoga com a campanha da ONU #ElesPorElas e é inspirada na história de milhares de mulheres que passam pela mesma situação todos os dias no mercado de trabalho. O engajamento de homens e mulheres é fundamental na luta por igualdade e solidariedade para todas as pessoas", disse a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

Publicado em Notícias
Página 1 de 2