O Nacional Jovem falou sobre os "Quadrinhos da Engenheira Eugênia". A Engenheira química e diretora da Mulher da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, Simone Baía.

"A Engenheira Eugênia" foi uma construção coletiva que surgiu por necessidade de diálogo. Os quadrinhos abordam os principais problemas da engenharia, possíveis soluções e também questões sociais relativas as mulheres. A primeira tirinha foi publicada em 2013. Hoje, eles são utilizados em um projeto chamado "Viaduto Literário", em que crianças são estimuladas a sonharem a seguir essa carreira.

" Ela muda essa imagem de que engenheiros são só homens e mostra que a engenharia pode ser acessível a mulheres. Ela socializa a engenharia", afirma a engenheira química.

A personagem dos quadrinhos tenta acabar com a ideia de que existem trabalhos de homens e outros de mulheres. Simone Baía acredita que ideias como essa ainda estão presentes na sociedade, fazendo com que meninas sejam desestimuladas a seguirem carreira no ramo da ciência exata, por exemplo.

Segundo Simone Baía, que tem ascendência indígena, é preciso desconstruir alguns aspectos sociais que afirmam que pessoas não podem alcançar cargos por causa de gênero, cor ou poder aquisitivo.

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Fonte: Nacional Jovem/EBC 

Foto: Camila Marins

Em entrevista à Rádio Nacional, Simone Baía fala sobre os quadrinhos da Engenheira Eugênia

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por Comunicação Fisenge*

“Quem sabe o que faz um(a) engenheiro(a)?”. Esta pergunta iniciou a sessão de leitura com crianças do “Viaduto Literário”, que aconteceu neste sábado (16/2), no Rio de Janeiro. O projeto promove oficinas de colagem, pintura, audiovisual, percussão, desenho e literatura para crianças dos Morros da Providência e do Pinto. Com a publicação “Histórias da Engenheira Eugênia” em mãos, a maioria das crianças respondeu que não sabia as funções de um engenheiro. Já uma das crianças afirmou: “é de gente rica”. “Ficamos por alguns segundos paradas pensando na resposta, que carrega em si uma enorme carga de desigualdade e indiferença social. Sem se darem conta, elas já sabem “qual é o espaço delas”. Desconstruir esse pensamento e apresentar um mundo possível é o desafio de cada atividade”, contou uma das voluntárias, a designer e ilustradora, Tati Rivoire. De acordo com a idealizadora e coordenadora do Viaduto Literário, Márcia Raquel - que também é moradora da Providência - elas começaram a explicar a importância da engenharia, afirmando que este profissional articula políticas públicas, desenvolvimento social e construção de uma sociedade justa e igualitária. “Algumas crianças gostam muito de matemática e dissemos que engenheiros usam muito os números. Eu também estou entendendo um pouco mais sobre a engenharia com a leitura do livro”, disse.

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Cerca de 20 crianças participam semanalmente do Viaduto Literário.

Semanalmente, aos sábados, das 10h às 13h, o projeto reúne cerca de 20 crianças, de 2 a 12 anos, embaixo do viaduto São Pedro/São Paulo. Ela conta com apoio e doações de pessoas voluntárias e não têm qualquer tipo de financiamento. Além das oficinas, das leituras e dos vídeos, há também a hora do lanche, que deixa as crianças ansiosas por um bolo de chocolate ou cachorro quente.

O projeto atende a uma maioria de crianças negras, com acesso limitado à arte, à cultura, à rede de esgoto, transporte público de qualidade e sem direito à cidade num contexto mais geral. Direitos estes que têm relação direta com a engenharia, como o acesso ao saneamento básico, mobilidade urbana, alimentos seguros, acesso à internet e universalização da banda larga. Todos os dias, aquelas crianças sonham com o pleno direito à cidade e o bem-viver. De acordo com Marcia, que é mais conhecida como “Tia Marcinha”, no mês de março, pelo dia internacional da mulher, as crianças vão fazer a leitura e a interpretação das histórias da Engenheira Eugênia. “É uma publicação que vamos trabalhar por um tempo, porque ela abrange vários assuntos relacionados a gênero, empoderamento feminino, a defesa dos direitos das mulheres e combate ao machismo, que são assuntos que a gente discute com as crianças, por percebermos a necessidade dessa consciência desde pequenos. A Engenheira Eugênia elucida várias dúvidas que, talvez, as mães dessas crianças também tenham. Nossa proposta é apresentar a Engenheira Eugênia para as crianças e para que elas apresentem para suas famílias e outras pessoas”, disse.

Nesse sentido, Tati Rivoire acredita que a publicação da Engenheira Eugênia aborda temas sobre direitos humanos de uma maneira didática e simples. “Cada criança ali passa ou conhece alguém que sofre ou já sofreu algum tipo de agressão, seja física ou moral e, com o suporte do livro, podemos conversar sobre o assunto e tentar esclarecer alguns pontos em que elas se identificam. São questões delicadas”, pontuou.

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Quadrinhos da Engenheira Eugênia são distribuídos gratuitamente.

Sobre o Viaduto

Fundado em abril de 2018 por Marcia, o Viaduto Literário surgiu a partir de seu contato com as crianças no Favela Cineclube, projeto que promove exibição de filmes e debates, mensalmente, na Providência.  “Acredito no acesso pelo compartilhamento de conhecimento, informação e, principalmente, de afeto, criando laços, conscientizando e também divertindo com arte e cultura”, explicou Marcia, que acrescenta: “As crianças aqui da favela são muito curiosas e interessadas. Como eu estava desempregada, eu pensei em encontrar com eles semanalmente para compartilhar conhecimento, mas não têm acesso por conta do descaso do Estado”.

Sobre as “Histórias da Engenheira Eugenia”

Publicadas desde 2013 no formato de tirinhas em quadrinhos, as histórias da Engenheira Eugênia foram organizadas em um compêndio lançado, em 2017. Idealizado pelo Coletivo de Mulheres da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros), o projeto já ganhou o 1º lugar, na categoria cidadã em comunicação sindical, do Prêmio de Direitos Humanos da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra). A publicação reúne a trajetória da personagem protagonista, Engenheira Eugênia, uma mulher de 40 anos com 15 de trabalho, recém-divorciada, dois filhos, uma adolescente de 15 anos e um menino de 9 anos. De acordo com a engenheira química e diretora da mulher, Simone Baía, são estas redes que dão sentido ao trabalho desenvolvido. “A leitura da Engenheira Eugênia nas favelas e periferias demonstra a importância do diálogo do movimento sindical com toda a sociedade. Queremos meninos e meninas sonhando em ser engenheiros e engenheiras. Que estes sonhos possam construir um mundo melhor, justo, solidário e igualitário”, anunciou Simone.

A publicação é distribuída gratuitamente e o download AQUI 

 *Texto de Camila Marins
Fotos: Divulgação

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por Camila Marins

Por uma engenharia sem machismo, mulheres organizam campanha

Em mais uma edição da campanha “SOEA Sem Machismo”, homens e mulheres se reuniram em prol de uma luta pelo fim das opressões com adesivos e cartazes. Idealizadora da campanha, a diretora Giucélia Figueiredo contou sobre sua experiência na Paraíba: “Quando fui Secretária de Políticas para Mulheres em João Pessoa, fizemos a campanha ‘Jampa Sem Machismo’ nas praias e na rua. Foi o maior sucesso e dialoga com homens e mulheres”. Imediatamente, a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, abraçou a ideia e formulou ações para dar visibilidade à causa na SOEA. “Estamos em um dos maiores eventos de engenharia do país e pautar o machismo é fundamental, principalmente em uma categoria cuja maioria ainda é de homens. A comunicação tem esse papel pedagógico de promover o combate ao machismo por meio de uma campanha dialógica e bonita”, disse Simone. Além de adesivos “SOEA Sem Machismo”, a campanha contou com cartazes pela ocupação das mulheres nos espaços de poder nas entidades, na política, nos sindicatos, conselhos e associações.

O presidente do Confea, Joel Krüger, destacou a importância da campanha para difundir o respeito às mulheres no meio profissional e na sociedade. “Soea sem machismo é fundamental para igualdade, equilíbrio e uma relação sadia no meio profissional. No Confea, temos um calendário de ações com mulheres, fizemos um painel para discutir o espaço das mulheres e também divulgar a mulher engenheira, para que tenhamos cada vez mais mulheres trabalhando na engenharia e que possam estar em todas as posições nos Creas e no Confea”, incentivou Joel.

O engenheiro civil e presidente do Crea-PR, Ricardo Rocha de Oliveira, destacou que a entidade possui um Comitê de Gênero. “Temos estudado vários incentivos, diagnosticando problemas e verificando empresas e cooperativas com pouca participação de mulheres. Temos feito esse levantamento e palestras para mudar essa realidade”, ilustrou. O engenheiro agrônomo e presidente do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos no Estado no Rio Grande do Norte (SEA-RN), Joseraldo do Vale, ressaltou que esta é uma campanha de mão dupla. “É um despertar para homens abrirem espaço para mulheres e elas terem o despertar para o movimento e assumir papel político nas entidades”, pontuou.

O engenheiro agrônomo, expresidente da Fisenge e presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR), Carlos Roberto Bittencourt, alertou sobre o baixo percentual de mulheres na categoria e nas direções das entidades. “Embora tenhamos esforço de incluir mulheres nas direções, ainda é baixa a ocupação dos espaços. Temos que nos posicionais e levar para nossos colegas de profissão para não incentivar o machismo dentro da engenharia e na sociedade”, concluiu.

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Eloísa Moraes, Joel Kruger e Simone Baía.                                      

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Giucélia Figueiredo e engenheiras de Maceió.

 

 

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Clovis Nascimento                    

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Joseraldo Medeiros Do Vale

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Nos dias 21 e 22/09, aconteceu a reunião do Coletivo de Mulheres da Fisenge, na sede da Federação. Além dos informes sobre a Diretoria da Mulher e sobre os sindicatos filiados, o Coletivo promoveu um curso de oratória popular e sindical. As aulas, que ocorreram em dois dias, foram ministradas pela jornalista e coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação, Claudia Santiago.

Segundo a jornalista, o curso trabalha a desenvoltura das mulheres na fala, nas reuniões, nas assembleias, nos congressos, para que elas se sintam mais fortalecidas onde quer que estejam e de posse de algumas dicas e técnicas que facilitem a sua oratória. “O curso aplicado às mulheres é emocionante e simbólico, porque faz com que você facilite a fala daquelas que sempre foram caladas, silenciadas, que tiveram suas palavras cortadas, que começaram a falar e não puderam concluir.”, afirmou Claudia Santiago.

Coletivo de Mulheres da Fisenge promove curso de oratória popular e sindical

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Neste domingo (23/9), em Pernambuco, uma manifestação, intitulada de “Marcha da Família”, cometeu e propagou inúmeras atitudes de violência contra mulher. Isso porque centenas de pessoas entoaram uma canção de cunho machista e misógino em favor de um candidato à presidência da República que é representante do fascismo e do retrocesso. Os trechos da música representam um atentado à dignidade humana das mulheres. O Brasil é o quinto país com maior número de feminicídio no mundo. Manifestações como esta só contribuem para o aumento da violência contra a mulher. O direito à liberdade de expressão não é absoluto e, neste caso, há abuso, uma vez que a música inferioriza e oprime mulheres. Repudiamos a manifestação e afirmamos a democracia como campo legítimo de disputa da política. Não aceitaremos retrocessos e narrativas de ódio.

Coletivo de Mulheres da Fisenge
Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros
Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2018.

Coletivo de Mulheres da Fisenge repudia manifestação misógina

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23 de junho é o dia internacional das mulheres na engenharia, uma iniciativa da Women's Engineering Society (WES), instituição e rede profissional de mulheres engenheiras, cientistas e tecnólogas do Reino Unido. As mulheres ainda enfrentam muitas dificuldades no mercado de trabalho. Dados da RAIS/MTE apontam que em 2016 apenas 36% dos postos de trabalho eram ocupados por mulheres na engenharia. De acordo com informações do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), o número de mulheres registradas é de 202.136 em 2018, enquanto o número de homens é de 1.213.523. Pensando nisso, listamos algumas das engenheiras que tiveram um papel de extrema importância, não só para a igualdade de gênero, como também para a evolução da engenharia.

Aida Espinola: engenheira química que chefiou o laboratório que explorou o primeiro poço de petróleo no Brasil. Trabalhou, inicialmente, no Laboratório de Produção Mineral, como responsável pelas análises dos minérios brasileiros, que resultou em várias medalhas, como, por exemplo, a "Medalha Fritz Feigl" e a "Medalha João Christovão Cardoso" do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro. E muitas outras honrarias, sendo, a principal, nos últimos anos, o título de Pesquisadora Emérita do CNPq, que recebeu em 17 de abril de 2006, das mãos do Vice-Presidente da República do Brasil, Sr. José de Alencar. O seu laboratório foi escolhido pela NASA, entre numerosos outros laboratórios, para análise das rochas recolhidas na Lua, em locais pré-determinados, antes do início do Projeto Apollo.
7 mulheres que se destacaram na engenharia

Ana Primavesi: engenheira agrônoma responsável por avanços no campo de estudo das ciências do solo em geral, em especial o manejo ecológico do solo. Foi também fundadora da Associação da Agricultura Orgânica (AAO), uma das primeiras associações de produtores orgânicos do Brasil. Seu livro "Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais" é uma das maiores referências. Ana foi pioneira no movimento de agroecologia e agricultura orgânica no Brasil;
7 mulheres que se destacaram na engenharia

• Enedina Alves Marques: primeira engenheira negra do Brasil. Formou-se em Engenharia Civil em 1945 pela UFPR (Universidade Federal do Paraná). Construiu a maior hidrelétrica subterrânea do sul do país (Usina Capivari-Cachoeira), contribuindo para a soberania energética;
7 mulheres que se destacaram na engenharia

• Veridiana Victoria Rossetti: primeira engenheira agrônoma formada pela Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, em 1937. Reconhecida como uma das maiores pesquisadoras no mundo em doenças que atingem a citricultura, foi uma das maiores pesquisadoras do mundo. Foi presidente da Comissão Permanente de Cancro Cítrico de 1975 a 1977. Teve mais de 300 trabalhos publicados ou apresentados em congressos nacionais e internacionais e recebeu dezenas de prêmios e homenagens. Também foi membro da Academia Brasileira de Ciências, foi condecorada com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico pelo presidente da República em 2004.

7 mulheres que se destacaram na engenharia

• Aprille Ericsson – Jackson: primeira mulher a receber um Ph.D. em engenharia mecânica pela Howard University e a primeira mulher negra a receber um Ph.D. em engenharia no Goddard Space Flight Center da NASA. Devido à tamanha importância, Ericksson ganhou muitos prêmios, dentre eles o de melhor engenheira do governo federal da Women in Science and Engineering (WiSE)
7 mulheres que se destacaram na engenharia

 

• Edith Clarke: primeira mulher a ganhar um diploma de mestrado em engenharia elétrica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a primeira a dar aula no departamento de engenharia da Universidade do Texas, no Estados Unidos. Inventou a calculadora gráfica.
7 mulheres que se destacaram na engenharia

• Isabel Gago: primeira mulher a se formar no curso de Engenharia Química, no Instituto Superior Técnico (IST), em Portugal, e a primeira mulher a assumir a docência, numa escola nacional de engenharia.
7 mulheres que se destacaram na engenharia



 

Por Comunicação Fisenge

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Com as privatizações preocupando cada vez mais os trabalhadores, o Coletivo de Mulheres da Fisenge decidiu trazer o tema para a tirinha do mês de junho. A família da engenheira começa a sofrer com falta de água e luz e Eugênia explica para seus filhos que essas situações se tornarão cada vez mais frequentes se a política de privatizações continuar em nosso país. “As privatizações dos recursos naturais, como água e energia, afetam profundamente as mulheres e as famílias brasileiras. Precisamos nos manifestar e apoiar as mobilizações em defesa das empresas públicas e estatais”, explicou a engenheira e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

 

Quadrinho da Engenheira Eugênia traz privatizações como tema deste mês

Os quadrinhos têm periodicidade mensal. Contribua você também e ajude a divulgar! As contribuições poderão ser enviadas diretamente para o e-mail da engenheira Eugênia: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Será mantido total sigilo de fonte de todos os depoimentos e de todas as histórias enviadas. A publicação é livre, desde que citada a fonte.

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A 5º Copa Senge de futebol society vai começar e as inscrições podem ser feitas até o dia 15 de junho por e-mail. O evento irá acontecer no Rio de Janeiro, com categorias feminina e masculina. A Copa Senge conta com o apoio do Coletivo de Mulheres da Fisenge e da Mútua – RJ. Para fazer a inscrição e consultar o regulamento, envie um email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SENGE RJ promove torneio de futebol society

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Um mês após o assassinato da vereadora Marielle Franco, o Coletivo de Mulheres da Fisenge publica, no dia 16/4, uma história em quadrinhos sobre a violência de gênero e raça em notícias falsas, as chamadas "fake news". De acordo com a engenheira e a diretora da mulher da Federação, Simone Baía, a tirinha tem o objetivo de alertar sobre a violação de direitos humanos em crimes contra a honra. “As redes sociais são importantes instrumentos de informação. Por outro lado, há um vasto campo de difusão de notícias falsas, atentando contra a dignidade das pessoas. Muitas vezes, o imediatismo do botão ‘compartilhar’ retrai a nossa capacidade de apuração da veracidade”, disse Simone, alertando sobre o caso de Marielle: “a vereadora, uma exemplar defensora dos direitos humanos, foi injustamente caluniada e difamada. Não podemos permitir a destruição de trajetórias políticas e reputações de mulheres lutadoras dessa forma. Esperamos que as investigações solucionem este caso que abalou o Brasil e o mundo”.

Coletivo de Mulheres lança história em quadrinhos sobre Marielle Franco

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