O Senge-BA disponibiliza em seu site a cartilha “Mercado de Trabalho dos Engenheiros na Bahia e no Brasil”. A publicação contém dados levantados pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos – DIEESE, abordando questões relacionadas à faixa de remuneração, modalidades de estabelecimentos, gênero e faixa etária dos/as profissionais, entre outras.

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Senge-BA publica cartilha sobre mercado de trabalho para engenheiros

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O Sindicato dos Engenheiros Agrônomos no Estado do Rio Grande do Norte (SEA-RN) realizou, na Expofruit - Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada 2016, o lançamento do caderno especial da Fisenge em comemoração aos 50 anos do Salário Mínimo Profissional. O evento aconteceu em Mossoró/RN, entre 21 e 23 de setembro. Confira os registros:

(Fotos: Isadora Mendes)

SEA-RN lança caderno da Fisenge dos 50 anos de Salário Mínimo Profissional em feira internacional de fruticultura

SEA-RN lança caderno da Fisenge dos 50 anos de Salário Mínimo Profissional em feira internacional de fruticultura

SEA-RN lança caderno da Fisenge dos 50 anos de Salário Mínimo Profissional em feira internacional de fruticultura

 

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Conheça a cartilha “O Maior Roubo de Direitos dos Trabalhadores”, que traz mais de 60 dos projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional que atacam os direitos e conquistas trabalhistas e sociais.

A cartilha, elaborada pela Central Única dos Trabalhadores de Brasília, reforça o debate sobre as mobilizações e ações necessárias para barrar o rolo compressor dos patrões e de seus representantes que constituem a grandíssima maioria dos parlamentares na Câmara e no Senado. “Quem considera o momento atual como delicado, nem de longe imagina o tamanho do pacote de atrocidades que está guardado para o mal da classe trabalhadora”, alerta o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, na apresentação da cartilha.

Acesse a íntegra do material

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Senge-MG lança cartilha sobre o mercado formal de trabalho na Engenharia

Postos de trabalho formais na Engenharia cresceram apenas 1,5% entre 2013 e 2014. Número representa menos da metade do crescimento registrado entre 2012 e 2013

O mercado de trabalho formal da Engenharia no Brasil conseguiu registrar crescimento de 1,5% entre 2013 e 2014. No entanto, o aumento no número de postos de trabalho não chegou nem à metade do que foi registrado entre 2012 e 2013, de 3,5%. Este é um dos principais resultados apresentados na cartilha Mercado de Trabalho Formal da Engenharia no Estado de Minas Gerais 2013-2014, lançada na quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016. “A análise comparativa entre os anos de 2013 e 2014 indicam ampliação de 1,5% dos vínculos formais de trabalho no ramo da Engenharia, variação menor em relação aos 3,5% observados em 2012 e 2013. Apesar de apresentar variação positiva de 1,5% entre os anos de 2013 e 2014, no âmbito geral, o exame de cada uma das 17 especialidades aponta que, pelo menos 53% dessas apresentaram variação negativa (ou seja, 9 das 17 especialidades), destacando-se a Engenharia Eletroeletrônica com retração de 4,5% em 2014, com fechamento de 1.635 postos de trabalho”, informa a cartilha.

Em Minas Gerais, a geração de postos de trabalho também diminuiu. Em 2012, foram contabilizados 27.548 empregos formais nas áreas de Engenharia. Em 2013 foram criados 333 novos postos de trabalho e em 2014 esse aumento foi de 303 novos contratos, totalizando 28.184 empregos formalizados. “Especificamente no estado de Minas Gerais, o setor de Engenharia Civil e afins manteve-se no topo das contratações, conservando-se praticamente estável entre os anos de 2013 e 2014, com diminuição de 0,03%, passando de 33,35% para 33,32%”, diz o estudo.

Remuneração

Com relação à remuneração, os engenheiros mineiros continuam recebendo menos do que a média nacional. Em dezembro de 2014, a remuneração média nacional era de R$10.064,4, enquanto que a média salarial dos engenheiros de Minas Gerais era de R$8.322,88, valor 17,3% menor do que a média brasileira.

Em Minas Gerais, a especialidade com maior remuneração é a Engenharia de Minas, que possuía, em 2014, 1.650 ocupações de vínculos formais de trabalho, com salário médio de R$10.849,94. No Brasil, na mesma especialidade, a remuneração média atingiu, no ano em referência, o valor de R$ 11.928,33, que representa mais de 9% do valor pago no Estado. Neste aspecto, as remunerações dos Engenheiros em Minas Gerais, em todas as especialidades, são inferiores à média nacional.

Veja, a cartilha completa aqui!

Fonte: Senge-MG

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O Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) lançou, no final de dezembro de 2015, a cartilha “Edificações Residenciais - Segurança e Acessibilidade”. O objetivo do novo material é servir como fonte de pesquisa e de informações sobre as normas que regem a segurança e acessibilidade em edificações residenciais, além de apresentar as melhores práticas em cada um destes aspectos.

“O objetivo desta cartilha é o de consolidar, de forma sucinta e objetiva, informações sobre segurança e acessibilidade em edificações, com foco no setor residencial, tanto do ponto de vista arquitetônico, estrutural e construtivo, quanto de sua utilização pelas pessoas que as habitam, nelas trabalham ou visitam”, explica o presidente do Senge-MG, Raul Otávio da Silva Pereira.

A cartilha já está disponível em formato digital e, ainda em janeiro, em versão impressa na sede e regionais do sinficato.

Clique aqui para acessar a cartilha

Senge-MG: Cartilha aborda normas de acessibilidade e segurança em edificações residenciais

Fonte: Senge-MG

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Na última segunda-feira (09), o Sindicato do Engenheiros no Estado de Pernambuco presenteou a cidade do Recife com mais uma publicação. “Por um espaço público cidadão: a mobilidade urbana e a conquista da rua” é a segunda das três cartilhas comemorativas dos 80 anos da entidade.


O evento de lançamento aconteceu na Livraria Cultura do Paço Alfândega e contou com a presença de vários engenheiros e arquitetos, além de diversas pessoas interessadas em discutir formas de transformar a capital pernambucana em uma cidade mais acessível e mais atraente.

Para arquiteta Maria de Lourdes Nóbrega, uma das oito autoras, com a cartilha “pretende-se demonstrar como o espaço público urbano do Recife pode e deve ser planejado e projetado de forma a torná-lo um espaço cidadão”. A cartilha, que enfatiza o uso da cidade pelos pedestres, foi apresentada por ela, que aproveitou a ocasião para desafiar todos a conquistarem e ocuparem as ruas.


“A ideia da cidade para as pessoas é uma ideia importante. Convidar para ir às ruas é um bom convite”, afirmou a economista Tânia Bacelar, enquanto prestigiava o evento. Além dela, também prestigiaram o evento o vereador do Recife Jurandir Liberal, o presidente do Instituto Pelópidas Silveira, João Domingos Azevedo, o arquiteto e urbanista Francisco Cunha e o comunicólogo e também colaborador da cartilha Roger de Renor.


O presidente do Senge-PE, Fernando Freitas, enfatizou que o sindicato cumpre, através de mais essa publicação, com seu papel social, contribuindo para a construção de uma cidade mais agradável. “Não pretendemos apresentar nenhuma solução mágica para o problema sério de mobilidade em nossa cidade, mas estamos sempre buscando interferir positivamente, levantando discussões e nos posicionando, visando sempre a melhoria de nossa engenharia”, disse Freitas.

Por Marine Moraes

SENGE-PE lança cartilha “Por um espaço público cidadão:  a mobilidade urbana e a conquista da rua”

 

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Senge-PE lança cartilha sobre mobilidade urbana

No dia 09/11 o Senge-PE lança a cartilha “Por um espaço público cidadão: a mobilidade e a conquista da rua”. O evento de lançamento acontecerá na Livraria Cultura do Paço Alfândega, a partir das 19h, e contará com debate a respeito do tema abordado na publicação.

Esta é a segunda cartilha, de um conjunto de três, que o Sindicato dos Engenheiros no Estado de Pernambuco vai lançar, e que pretende esclarecer alguns aspectos que fazem parte do dia a dia do cidadão e, ao mesmo tempo, relacionam-se diretamente com o planejamento e o projeto da cidade. A primeira cartilha da série foi “Por um espaço público cidadão: o encontro do edifício com a rua”, lançada em fevereiro de 2014.

Na publicação são abordadas questões da arquitetura e do urbanismo que permeiam diversos anseios das pessoas que vivem e discutem a problemática das cidades nos dias atuais. Elaborada pelos arquitetas Maria de Lourdes Nóbrega, Clarissa Duarte Câmara, Andréa Câmara, Paula Maciel Silva, Isabella Leite Trindade, Robson Canuto e Múcio César de Jucá Vasconcelos, e pela engenheira Eloísa Moraes, em conjunto com o Senge-PE, procura auxiliar, também, aqueles que não lidam profissionalmente com temas urbanos e não possuem vocabulário e informações específicas para tratar de muitos assuntos que são relevantes no dia a dia da cidade. Os autores defendem que não está distante da sociedade em geral a possibilidade de transformar as cidades em locais mais agradáveis, defendendo uma gestão mais participativa do espaço urbano.

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CUT e Dieese lançam, com apoio da Fisenge, cartilha sobre terceirizações

O impacto das terceirizações na classe trabalhadora é o tema da cartilha "Terceirização e desenvolvimento - Uma conta que não fecha II", atualização de estudos desenvolvidos pelo Dieese e CUT sobre o tema. O dossiê, impresso pela Fisenge em setembro, aponta os prejuízos socioeconômicos, em sete setores, e a precarização do trabalho na sociedade brasileira. Entre os dados apresentados na cartilha está a diferença na remuneração média das trabalhadoras e trabalhadores terceirizados, que é 24,7% menor do que a recebida por contratados. O documento traz ainda propostas de diretrizes para a regulamentação do trabalho terceirizado no Brasil.

Leia a cartilha clicando aqui.

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Senge-MG: Senge Jovem lança Cartilha de Eficiência Energética

O Senge-MG acaba de lançar a cartilha "Eficiência Energética".

A publicação tem como objetivo apresentar, de forma clara e objetiva, o conceito de eficiência energética, além de apontar as melhores práticas para estimular o uso consciente da energia elétrica. “Eficiência energética, também conhecida como gestão eficiente da energia, de forma objetiva pode ser entendida como o ato de realizar mais com menor quantidade de energia, utilizar a energia de forma adequada às necessidades e evitar desperdícios”, explica um dos autores da cartilha, o engenheiro Mauro César Maggioti Costa.

A cartilha pode ser acessada em: http://goo.gl/cyKDhs

Em breve a edição impressa estará disponível, gratuitamente, na sede do Sindicato.

Fonte: Senge-MG

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A TV do Servidor Público divulgou vídeo com entrevista ao presidente do Senge BA, engº civil Ubiratan Félix, realizada durante o lançamento da cartilha Entendendo a Reforma Política no Brasil, de sua autoria.

“A reforma política é um tema de difícil compreensão. A população vota e não entende como o sistema funciona. Não é simples. Nosso sistema tem regras. Colocamos os principais pontos da reforma colocando quem é a favor e quem é contra”, afirma Ubiratan durante a entrevista.

Confira o vídeo: http://goo.gl/KXsX3B

Presidente do Senge-BA fala sobre reforma política à TV do Servidor Público

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