Senge-PE: Persistência da mesa garante manutenção de conquistas

Nesta última quinta-feira (15/08), em audiência no Ministério Público do Trabalho, a direção da Compesa parecia seguir a linha do atual Governo Federal, apresentando praticamente a mesma proposta sem ganhos aos trabalhadores, insistindo na retirada de conquistas históricas da categoria como PIA e o tíquete natalino, entre outras.

O Procurador do Trabalho, Dr. José Laízio Pinto Júnior, se dividiu entre a mesa da categoria locada em uma sala e a da empresa em outra. Após mais de quatro horas de audiência, os representantes dos trabalhadores solicitaram autorização ao Procurador para ficarem de frente com a direção da empresa. Após debate, a empresa apresentou uma possibilidade de proposta com vigência de dois anos que só terá validade se for fechada em mesa de negociação.

Confira:

Reajuste salarial: INPC dividido da seguinte forma: 3% de imediato até dezembro e 2,01% com retroativos a maio/2019 a serem pagos em janeiro e fevereiro/2020;No segundo ano do ACT: INPC + 1% de ganho real

Tíquete: Passa para o valor de R$35 de imediato sem retroativo, ou R$34,60 com retroativo a ser pago nos meses de janeiro e fevereiro/2020.

Tíquete natalino: Mantém os 6 (seis) tíquetes do ACT vigente.

PCCS: Assina o ACT prevendo que, em até 90 dias após a entrega do estudo pela empresa contratada, a Compesa apresentará o cronograma do que vier a ser implantado ao sindicato.
PIA: Fica mantida a forma atual até maio/2020, quando passa a valer a nova modalidade: Teto do desconto passa de 20% para 25%. Prêmio da multa rescisória passa de 40% para 30%.

Auxílio Educação: Concorda em manter o benefício até o fim do ano letivo (13 anos, 11 meses e 29 dias).
Incorporação de Gratificação: Apresenta nova redação que ainda não atende ao pleito dos trabalhadores. 

Fonte: Sindurb-PE

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A comissão de negociação do Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) rejeitou a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 apresentada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A empresa ofereceu reajuste de 3,5%, retroativo a maio de 2019 para os funcionários admitidos até maio deste ano. A diferença seria paga na folha de pagamento de junho. O mesmo reajuste seria aplicado no cartão alimentação, kit escolar e auxílio creche.

O Senge-MG enviou um ofício à CSN solicitando agendamento de reunião para dar prosseguimento às negociações.

Senge-MG: Proposta de ACT da CSN é rejeitada

Fonte: Senge-MG

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Sindicalizados em dia não precisam pagar taxa negocial

No dia 13/06/2019, foi realizado o registro do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019/2020 do CREA-PR no MTE. Em assembleia realizada no dia 04/06/2019, foi aprovada a taxa negocial de 3% do salário, divididos em 3 parcelas a serem descontadas na folha de pagamento dos meses de julho, agosto e setembro de 2019.

Os engenheiros que já são afiliados ao Senge-PR não terão a cobrança desta taxa, uma vez que já contribuem com a manutenção do sindicato. Caso os engenheiros façam sua inscrição ao sindicato até o dia 21/06/2019, estes também não terão a cobrança da taxa negocial.

Caso os profissionais não filiados queriam apresentar oposição ao pagamento da taxa negocial, deverá ser apresentada carta de oposição manuscrita diretamente na sede do SENGE-PR ou em um dos escritórios regionais do sindicato no período de 17/06/2019 até 26/06/2019.

Clique aqui e veja o acordo.

Informe Senge-PR: ACT do CREA-PR é registrado

Fonte: Senge-PR

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Categoria conquistou ganho real, abono de R$ 1,5 mil e manteve direitos.

Engenheiros votam e acordo coletivo com CREA-PR é aprovado

Os engenheiros e demais funcionários do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) aprovaram a última proposta feita com relação ao acordo coletivo de trabalho 2019/2020. A assembleia foi realizada no último dia 4 e a votação eletrônica ocorreu nos dias 4 e 5 de junho. Foram 185 votos a favor, 75 contra e duas abstenções. A votação aconteceu após o Conselho apresentar uma nova proposta a partir de pesquisa realizada pelo Senge-PR e Sindifisc-PR. Neste levantamento, os associados e não sócios das entidades apontaram porque haviam recusado proposta anterior.

Dessa vez, a categoria aceitou a proposta do CREA-PR que, principalmente, alterou duas cláusulas. A primeira delas aceita o pagamento da gratificação de R$ 1,5 mil proporcional ao tempo de trabalho no prazo do respectivo ACT, conforme foi solicitado na pauta de reivindicações da categoria. A primeiras proposta do Conselho havia sido R$ 1,250 mil. Já a segunda atingiu R$ 1,350 mil. O valor cheio é considerado uma conquista dos trabalhadores. Na consulta realizada entre os dias 20 e 24 de maio, 73,6% dos engenheiros e demais funcionários já haviam considerado aceitável e boa a proposta para fechar o acordo.

O Conselho também reviu sua proposta com relação às ausências legais. O item apontava restrição a apenas 2 dias de APIP. Nesse ponto, 69,6% dos entrevistados consideraram negativa a alteração. Agora, o CREA-PR oferece 4 dias de APIP atrelados à premiação do Programa de Desafios e Méritos.

Além dessas mudanças, ficam mantidas a correção salarial em 4,67% + R$ 75 de ganho real e mesmo índice na correção de benefícios, auxílio transporte no valor de R$ 175,00, fixação de 22 dias por mês para o pagamento do VA e VR, e reajuste de 10% no valor do Tecnoprev, entre outros.

HISTÓRICO

O novo acordo coletivo de trabalho vai ser aplicado imediatamente após o registro no MTE. Contudo, ele é retroativo a abril de 2019, que é o mês da data-base da categoria. O ACT vigora, portanto, entre Primeiro de abril de 2019 a 31 de março de 2020.  A pauta foi protocolada em 8 de março de 2019 e as negociações se estenderam por pelo menos três meses. Foram feitas três propostas por parte do CREA-PR e realizadas 4 assembleias até o fim da negociação.

TAXA ASSISTENCIAL

A assembleia realizada no dia 5 de junho também aprovou a taxa assistencial revertida aos sindicatos. O desconto é de 3% que será parcelado em três meses: julho, agosto e setembro. Os associados ao Senge-PR não terão desconto em folha. Em caso de oposição ao desconto, o engenheiro deve apresentar uma carta pessoalmente na sede do Senge-PR, na Rua Marechal Deodoro, 630, 22º andar, ou em uma das regionais da entidade. A pessoa deve estar portando documento de identidade.A oposição precisa ser manuscrita, em duas vias, e conter CPF, RG e número do CREA. A carta deve ser protocolada no prazo de até dez dias após as entidades registrarem o acordo coletivo de trabalho no MTE. O Senge-PR divulgará a data da homologação da ACT com antecedência.

 
Fonte: Senge-PR

 

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Foi realizada no dia 04 de junho, no Rio de Janeiro, a 5ª rodada de negociação do ACT nacional dos trabalhadores do Sistema Eletrobras. Mais uma vez o sentimento ao final de encontro foi de frustração, pois não houve qualquer avanço na proposta da Holding, que continua sendo muito ruim, sem qualquer tipo de reconhecimento do esforço feito pelos trabalhadores para que a Eletrobras alcançasse no último ano um lucro de 13 bilhões. E o pior, nem mesmo os postos de trabalho a direção da empresa quer garantir, ao defender novamente na mesa de negociação o fim da cláusula 7ª – QUADRO DE PESSOAL, que proíbe expressamente a demissão em massa e dá a garantia de emprego, uma conquista histórica que o CNE e os sindicatos não irão abrir mão em qualquer hipótese.
O CNE colocou a todo o momento que os direitos dos trabalhadores precisam ser respeitados, e não será com uma política equivocada de pressão por demissões a qualquer custo que irá se construir uma negociação. Pelo contrário, essa postura da Holding se reflete dentro das empresas, no clima de incertezas que a cada dia se amplia. Os sindicatos ao dialogarem diariamente com seus filiados percebem que a disposição é de luta, de não abrir mão de conquistas.

Clique abaixo e leia o boletim na íntegra.

Boletim cne 06 06 2019

5ª rodada de negociação: sem avanço nas propostas, Eletrobras decepciona mais uma vez

Fonte: FNU

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Por Henrique Teixeira

Durante a 3ª rodada de negociação, que ocorreu na tarde desta quinta-feira (9), em Brasília, os representantes da Eletrobras apresentaram nova proposta para o ACT 2019. Contudo, ainda muito aquém das expectativas da categoria eletricitária. Nova reunião foi pré-agendada para o próximo dia 22, em Brasília.
Na primeira proposta apresentada, o reajuste nas cláusulas econômicas era de 0%. Agora, a direção da empresa propõe 1% de aumento, sem retroatividade. “Não se trata de 1% acima da inflação, é apenas esse percentual e pronto”, aponta o dirigente sindical do STIU-DF, Flávio Figueiroa. “Isso é inadmissível, a categoria jamais aceitará isso”, acrescenta.
As cláusulas 24ª (Auxílio alimentação), 25ª (Auxílio educacional), 29ª (Auxílio creche) e 32ª (Benefícios) também seriam reajustadas com apenas 1%, sem retroatividade. Já a cláusula 26ª (Gratificação de férias) seria limitada em 75%.
Nessa nova proposta, a Eletrobras manteve a retirada das cláusulas 6ª (Inovações tecnológicas), 7ª (Quadro de Pessoal) e 8ª (Normas e Regulamentos de Recursos Humanos).
Os dirigentes sindicais do Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) avaliam que a retirada dessas três cláusulas promoverá o desmonte da empresa, com demissões em massa e terceirizações, sem que os sindicatos possam conhecer previamente essas ações, ou menos participar das discussões. “Não podemos abrir mão desses dispositivos, pois é o nosso futuro que está em jogo”, alertam.
Para restringir a luta dos trabalhadores contra o processo de retirada de direitos e a proposta de privatização da Eletrobras, a empresa propõe alterações na cláusula 20ª (Dirigentes Sindicais), limitando o número de representantes dos trabalhadores, além de suprimir a cláusula 23ª (Mensalidade de associação), que garante o repasse das mensalidades sindicais.
Nas cláusulas novas apresentadas pela empresa, a 43ª (Adicional de Tempo de Serviço – ATS) fica congelada por um ano e 44ª (Sistema de Avanço de Nível – SAN) suspensa por 12 meses. “A direção da Eletrobras não aceitou nenhuma cláusula nova apresentada pelos trabalhadores, mas apresentou duas”, criticaram os dirigentes.
Sobre os acordos específicos, os representantes da Eletrobras disseram que não têm autorização para negociá-los. Nesse sentido, o CNE colocou posição que não abre mão desses acordos. “Se for o caso, então coloquem essas cláusulas no acordo nacional”, sugeriram.

Eletrobras apresenta nova proposta para ACT 2019

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Na pauta, o Senge-PR pleiteia a manutenção das conquistas anteriores e correção salarial correspondente a 100% do INPC.

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Foto: Divulgação Sanepar/Arquivo ANPr

Nesta segunda-feira (18), o Senge-PR protocolou, junto à Sanepar, a pauta de reivindicações que será defendida durante a campanha salarial para o Acordo Coletivo de Trabalho 2019/20.

Na pauta, o Senge-PR pleiteia a manutenção das conquistas anteriores, correção salarial correspondente a 100% do INPC, aumento real, valorização profissional e incentivo à qualificação continuada, entre outras sugestões enviadas pelos engenheiros e engenheiras empregados na Sanepar.

:: Leia a pauta completa aqui

Fortalecer o Senge é unir a categoria – o avanço nas negociações, a ampliação dos direitos e, sobretudo, a resistência aos retrocessos trabalhistas só é possível com um Sindicato forte, que conta com o apoio dos seus representados.

É fundamental neste momento a mobilização dos engenheiros e engenheiras da Sanepar junto ao Senge, para que os direitos e as conquistas acumuladas ao longo de anos de luta e de negociações sindicais com a estatal não sejam derrubados.

A força do Senge vem da participação da categoria. Unidos podemos resistir aos retrocessos e avançar nas conquistas! Vamos seguir na defesa da nossa categoria e da engenharia. Clique aqui e veja como seguir na luta com o seu Sindicato.

Fonte: Senge-PR

 

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Os engenheiros e engenheiras empregados da Cemig aprovaram a proposta apresentada pela empresa de Acordo Coletivo Específico – Sistema de Registro de Jornada e Banco de Horas, em assembleia realizada no dia 14 de fevereiro, na sede da empresa.

A proposta prevê normas para a utilização do sistema alternativo eletrônico de registro de jornada, Banco de Horas, pagamento de Horas -extras, abrangência, rescisão e vigência do acordo.

Em breve o Acordo estará disponibilizada em nosso site.

Senge-MG: Engenheiros (as) aprovam ACT específico de Sistema de Registro e Banco de Horas

Fonte: Senge-MG

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Os engenheiros e engenheiras da Gerdau rejeitaram, em assembleia realizada no dia 17 de janeiro de 2019, a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho 2018-2020 apresentada pela empresa. A rejeição se deu principalmente devido à limitação do reajuste na faixa salarial de R$ 7.500,00. Os demais itens foram aceitos pela categoria.

O Senge-MG enviou um ofício à Gerdau comunicando a recusa da proposta e apresentando a seguinte contraproposta:

 Cumprimento da Lei 4.950-A, de 22 de abril de 1966, que disciplina à fixação do salário mínimo profissional dos engenheiros(as), devendo os mesmos serem remunerados de acordo com a sua jornada de trabalho, conforme dispõe os arts. 4º, 5º, 6º e 7º da referida Lei.

Proposta para 2 anos:

 2019 -  Reajuste de 4% INPC retroativo a 01/11/2018

 Aumento real de 0,5% vigente a partir de janeiro 2019, com o salário vigente em 31/10/2018.

 Pagamento de abono no valor de 1.200,00 com carga única em cartão alimentação sem desconto de IR.

 Melhoria do Banco de Horas, que permitirá que os adicionais das horas extras a compensar sejam creditados em folha no mês da sua realização. E alteração do prazo de compensação para 6 meses.

 Manutenção das demais cláusulas do ACT.

 2020 - Reajuste de 100% INPC retroativo a 01/11/2018

 Aumento real de 0,5% vigente a partir de janeiro 2020, com o salário vigente em 31/10/2019.

 Pagamento de abono no valor de 1.200,00 com carga única em cartão alimentação sem desconto de IR.

 Manutenção das demais clausulas do ACT.

Senge-MG envia ofício à Gerdau comunicando a recusa de proposta de ACT
 
Fonte: Senge-MG
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As assembleias terão a presença do engenheiro eletricista Leandro Grassmann, vice-presidente do Senge-PR e funcionário da Copel.

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Usina hidrelétrica Governador Ney Aminthas de Barros Braga (Segredo) / Foto: Divulgação Copel

Na próxima segunda-feira (26/11), o Senge realiza assembleias para deliberação de ACT específico de transporte de funcionários da Copel. A pauta diz respeito especificamente aos engenheiros e demais funcionários que atuam em usinas da Companhia.

:: Clique aqui para ler a proposta

São duas assembleias: a primeira às 10h45, no auditório da Usina Governador Ney Braga (Segredo), em Mangueirinha, e às 15h, no auditório da Usina Governador Bento Munhoz da Rocha Netto (Foz do Areia), em Pinhão, ambas no dia 26.

As assembleias terão a presença do engenheiro eletricista Leandro Grassmann, vice-presidente do Senge-PR e funcionário da Copel.

O debate ocorre em conjunto com demais sindicatos e categorias que compõem a pauta unificada: Sindicato dos Trabalhadores nas Concessionárias de Energia Elétrica e Alternativa no Estado do Paraná (SINDELPAR); Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná (SINTESPAR); Sindicato dos Trabalhadores, Desenhistas Técnicos, Artísticos, Industriais, Copistas, Projetistas Técnicos e Auxiliares do Estado do Paraná (SINDESPAR); Sindicato dos Administradores do Estado do Paraná (SINAEP); Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Estado do Paraná (SINTEC).

Qualquer dúvida, entre em contato com o sindicato:
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Telefone: (41) 3224-7536
WhasApp: (41) 99915-5621

(Atendimento em horário comercial)
 
Fonte: Senge-PR
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