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Sexta, 21 Dezembro 2018 15:03

7 motivos para contratar um engenheiro

• PLANEJAMENTO: o engenheiro planeja, organiza e supervisiona a obra, com o objetivo de prever e prevenir eventuais acidentes. O profissional da engenharia também é responsável pela concepção, desenvolvimento, dimensionamento, melhoramento e aplicação dos processos e produtos, operação de plantas químicas e aplicação das tecnologias e processos ligados às produções agrícola e pecuária;

• REDUÇÃO DE CUSTOS: o trabalho deste profissional pode diminuir consideravelmente os custos, desde a escolha de materiais de qualidade, gerenciamento de mão de obra, cumprimento de prazo e revisão de especificações técnicas. Desta forma, o engenheiro evita que obras sejam paralisadas ou reiniciadas por erros técnicos;

• SEGURANÇA E CONFORTO: um imóvel bem projetado garante uma estrutura confiável para você, sua moradia e/ou o seu negócio. O engenheiro também é responsável por garantir alimentos seguros e saudáveis;

• FORMAÇÃO E RESPONSABILIDADE TÉCNICA: o engenheiro é responsável legal, por meio da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), pela execução da obra, respondendo, inclusive, a penalidades;

• GERENCIAMENTO: o engenheiro gerencia os trabalhadores que atuam no projeto, os fornecedores, o controle de custos e, principalmente, a execução correta da obra e dos processos;

• ORGANIZAÇÃO: o engenheiro atua desde o planejamento, elaboração e cumprimento do cronograma até a divisão de tarefas;

• SOLUÇÃO: o engenheiro dá vida e forma às necessidades de sua obra, produto ou processo, gerando soluções com eficiência.

Fonte: Comunicação Fisenge

7 motivos para contratar um engenheiro

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Em comemoração ao dia do Engenheiro, o Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda (SENGE-VR) realizará nesta terça-feira, 12 de dezembro, às 19 horas, palestras sobre os temas: “O Engenheiro e suas organizações associativas: quais são e para que servem?”, com Marcelo Estevão dos Santos e “Interdisciplinaridade em Ciência, Engenharia e Inovação”, com Emannuel de Paiva Andrade, na AEVR (Rua 90-B, 17 -Vila Santa Cecília- Volta Redonda). Marcelo é engenheiro civil, diretor do Senge-VR, professor da UNIFOA e ex-agente de fiscalização do Crea-RJ. Emannuel é doutor em engenharia de produção e professor de Inovação e Gestão do Conhecimento no Departamento de Engenharia de Produção da UFF

 

 

Senge-VR promove palestras pelo Dia do Engenheiro e da Engenheira

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A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) lançou, no dia 11/12, três vídeos em homenagem ao dia do engenheiro. Com o mote "A engenharia faz parte de nossas vidas", as inserções trazem temas como moradia, energia e ciência e tecnologia, além de abordarem a importância da defesa da engenharia e da soberania nacional. Confira:

Habitação: homenagem do engenheiro civil e vice-presidente da Fisenge, Ubiratan Félix



Energia: homenagem do engenheiro eletricista e diretor da Fisenge, Roberto Freire


Ciência e Tecnologia: homenagem da engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía

 

Em vídeos, profissionais prestam homenagem ao Dia do Engenheiro

 

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Uma noite cheia de emoções. Assim foi a solenidade organizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) para homenagear os engenheiros, realizada na noite desta segunda-feira (12), no Hotel Fiesta, em Salvador. O evento foi marcado por um encontro de gerações onde estudantes se confraternizaram com os profissionais que completaram 50 anos de formação. Ainda na ocasião os homenageados puderam assistir a palestra “A engenharia Pavimenta o Novo Ciclo”, proferida pelo professor Ênio Padilha.

O presidente do Crea-BA, engenheiro mecânico Marco Amigo, falou na oportunidade sobre a importância de os engenheiros dedicarem um tempo para as questões relacionadas à profissão, garantindo representatividade nas entidades e fóruns de discussão. “Precisamos atravessar esse momento de crise participando mais ativamente do processo de redesenho da nossa nação. Devemos ser protagonistas e ajudar a construir políticas e acompanhar a sua execução. Não podemos deixar isso apenas nas mãos dos políticos, que desconhecem as especificidades da nossa área”, revela.

Representando o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, o conselheiro federal Alessandro Machado, destacou os esforços do Confea em garantir aperfeiçoamento e mercado aos profissionais da área tecnológica. “A organização está trabalhando no acordo de reciprocidade com outros países e viabilizando a integração também nacional dos profissionais com a criação de frentes parlamentares”.

O presidente do Instituto Politécnico da Bahia (IPB), professor Caiuby Alves da Costa, lembrou do programa Agenda Bahia de Desenvolvimento, iniciativa desenvolvida em parceria com o Crea, que propôs aos profissionais refletirem sobre temas que precisam ser discutidos para a melhoria da engenharia baiana e brasileira.

Joseval Carqueija, diretor da Mútua Bahia, lembrou que a Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea, em 2017, completará 40 anos de serviços aos profissionais da área tecnológica e que a Bahia está na terceira colocação nacional em benefícios. A diretora do Crea, Karen Daniela Melo, que na ocasião representou as profissionais e as entidades do interior do estado, enfatizou a importância de as gerações se encontrarem e de as mulheres estarem mais presentes no sistema.

Os 50 anos da cartilha do salário-mínimo profissional foram lembrados pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge-BA), Ubiratan Félix. Ele fez ainda uma homenagem especial a turma de 1966. “Esses profissionais foram além da fronteira da engenharia e fizeram grandes realizações”. Reforçando as palavras de Félix, o coordenador do CreaJrBA, Leonardo Reis, afirmou que é importante conhecer e reconhecer o passado para construir o futuro. “O CreaJrBA é o futuro do sistema Confea/Crea e nos honra muito poder participar deste momento”.

Representando as turmas de 1966, o engenheiro químico Adary Oliveira agradeceu as homenagens do Crea. “Os engenheiros da Turma Dom Hélder Câmara contribuíram substancialmente para melhorar a vida dos brasileiros. Todos acreditam que o Brasil não merece estar submerso na onda de pessimismo que o domina desmerecidamente. Todos têm certeza que o País vai superar os momentos de dificuldade com suas próprias forças e vontade de trabalho”. Todos os formados receberam placas em reconhecimento pelos serviços prestados à Bahia.

A palestra “A engenharia Pavimenta o Novo Ciclo”, proferida pelo professor Ênio Padilha, abordou o porquê e o que fazer para minimizar as crises, bem como apresentou dicas de como sair melhor de um momento ruim. “As crises são cíclicas. A credibilidade nas ações do governo e a confiança das pessoas no futuro são fundamentais para garantir a estabilidade ou o crescimento da economia”, finaliza.

Fonte: Ascom Crea-BA

Dia do Engenheiro, na Bahia, é marcado por homenagens as turmas de 1966

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Nas últimas décadas, a engenharia brasileira passou por inúmeras crises políticas e econômicas. Passamos pelo período de hiperinflação, troca de moedas e a desindustrialização dos anos 90. Os engenheiros quase viraram suco, mas resistimos. A partir de 2003, colhemos frutos com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), as obras de infraestrutura, os programas de financiamento da casa própria e de agricultura familiar, a descoberta do pré-sal e a reestruturação da indústria naval. A engenharia era um dos cursos mais disputados nos vestibulares. Tempos auspiciosos para a engenharia brasileira com o fortalecimento de empresas, geração de empregos, investimentos em infraestrutura e competitividade internacional. Agora, em 2016, vivemos uma atmosfera de instabilidade política e econômica, que devasta as nossas profissões.

Em um quadro de recessão econômica, os primeiros cortes são os investimentos em infraestrutura, justamente o setor que poderia reverter o atual cenário. Quando há aceleração da economia, a demanda por engenheiros é maior. Somos mais de um milhão de profissionais registrados no Sistema Confea/Creas. A engenharia é uma atividade intelectual e prática que contribui para a produção de um sentido útil na coletividade e para a formulação de soluções. Em uma pesquisa realizada pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), as preocupações evidentes dos engenheiros e das engenheiras são a defesa do Salário Mínimo Profissional, a atuação em questões nacionais e a defesa da engenharia. Foram ouvidos 725 profissionais numa média de 3.200 participantes, durante a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, realizada em Foz do Iguaçu, em setembro.

No mesmo ano que comemoramos os 50 anos do Salário Mínimo Profissional (lei 4.950-A/66), nossa categoria enfrenta tempos sombrios de desaceleração econômica. Contudo, sabemos que a saída da crise também é política. A institucionalidade alarga seus flancos, onerando ainda mais o processo democrático. Dentro de uma perspectiva histórica, a saída política é a disputa de narrativa pelo fortalecimento do setor público. O corte não pode ser feito em investimentos, sob o argumento de gasto. É inadiável o debate sobre a auditoria da dívida pública, bem como uma reforma tributária.

Em um exercício de cooperação, poderemos recuperar as empresas nacionais, restaurar a capacidade de arrecadação e promover uma política de redução dos juros. A retomada do círculo virtuoso da engenharia é por meio da recuperação da capacidade de investimento do setor público e os acordos de leniência com as empresas nacionais. Com a inteligência técnica da engenharia e vontade política, podemos retomar a construção de um projeto de nação comprometido com a igualdade de oportunidades, a justiça social e solidariedade.

Mais do que comemorar, 11 de dezembro é uma data para resistirmos. Resistir em defesa da engenharia e da soberania nacional.

Clovis Nascimento é engenheiro civil e sanitarista e presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)

11 de dezembro: resistir em defesa da engenharia e da soberania nacional

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Este é um momento festivo, mas também de reflexão. Se eu fosse advogado, talvez eu falasse a importância da Justiça e não apenas do cumprimento da lei. Se fosse médico, talvez falasse das dificuldades do médico em conciliar o progresso científico com os limites éticos que garanta o respeito à vida, as crenças e a cultura de cada ser humano. Mas como sou engenheiro, vou falar da importância do Engenharia para o desenvolvimento do Brasil.

O Brasil é o terceiro maior exportador de alimentos do planeta, atrás apenas dos Estados Unidos e da União Européia. Apenas para exemplificar, somos o primeiro exportador de carne bovina, de carne de frango, de café, suco de laranja e açúcar; o segundo maior exportador de soja e milho e um grande exportador de amêndoas de cacau e carne suína. Em outra frente, somos o maior exportador de minérios de ferro e de diversos outros produtos não elaborados que os economistas classificam como commodites.

Infelizmente não somos grandes exportadores de produtos finais e elaborados. O Brasil exporta amêndoas de cacau e consome chocolate suíço, que com agregação da tecnologia (o saber fazer) dos suíços tem valor de mercado 150 vezes maior do que o produto não elaborado exportado pelo Brasil (amêndoa de cacau). Logo, para consumir 200 gramas de um bom chocolate suíço, temos de exportar 30 quilos de amêndoas. Quanto mais tecnologia agregada a um produto, maior é o seu preço e mais empregos são gerados na sua fabricação. 

Os chineses, europeus, americanos e indianos sabem disso, e por este motivo investem na formação de engenheiros, na pesquisa científica e tecnológica. Eles nos vendem uma placa de computador que pesa 100g por US$ 400 e para importarmos esta mesma plaquinha eletrônica precisamos exportar cinco toneladas de minério de ferro.

Para mudarmos este quadro, precisamos de conhecimento e tecnologia, já que temos abundância de recursos naturais e energia. E quem desenvolve tecnologia somos nós, os engenheiros, nas suas diversas modalidades. É importante compreendermos que os países “donos” do conhecimento científico e tecnológico são os detentores das decisões econômicas, do dinheiro, do poderio militar e das riquezas do mundo.

A Coréia do Sul é um exemplo emblemático. Nos últimos 50 anos o país se desenvolveu e se transformou num player da economia mundial. Sua população, de 49 milhões de habitantes é quatro vezes menor que a do Brasil. Porém, este país asiático forma duas vezes e meia mais engenheiros do que nós. Enquanto formamos um engenheiro para cada 6,3 mil habitantes, os coreanos formam 1 para cada 612,5 habitantes. Os Estados Unidos formam o dobro de engenheiros do Brasil. A China forma por ano 400 mil engenheiros, enquanto que a India forma 250 mil. Em termos de investimentos em pesquisa e tecnologia, o Brasil investe 1,11% do PIB (2008). Já os Estados Unidos investem 2,68%.

As Escolas de Engenharia no Brasil, com todas as suas possíveis deficiências, formam engenheiros capazes de desenvolver tecnologias. Infelizmente, o mercado nacional nem sempre aproveita todo esse potencial científico dos nossos engenheiros. O engenheiro brasileiro tem uma grande capacidade de adaptação, criatividade e “improvisação“, no bom sentido da palavra, pois mesmo em face das dificuldades que encontramos em nossas instituições de ensino, no mercado de trabalho e na falta de recursos para desenvolvimento cientifico e tecnológico etc, ainda assim nossos profissionais conseguem ser “Mestres e Doutores“ na superação de obstáculos e dificuldades.

Finalmente, gostaria de parabenizar todos os profissionais de Engenharia pela contribuição positiva que oferecem à nossa sociedade no desenvolvimento técnico, cientifico social e econômico, pois neste dia importante de reconhecimento da nossa profissão, é fundamental reafirmamos o nosso Compromisso Com A Engenharia e Com o Brasil.


Engenheiro Civil Ubiratan Félix Pereira dos Santos, Presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia e Professor do IFBA

11 de dezembro: Dia do Engenheiro Construtor do Desenvolvimento Nacional

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Hoje (11/12), é dia do engenheiro e da engenheira. A data foi escolhida para homenagear esses profissionais, porque em 11 de dezembro de 1933, foi promulgado o Decreto Federal nº 23.569 que regula o exercício da profissão de engenheiro, arquiteto e agrimensor. "As nossas profissões têm, a cada dia, ganhado maior amplitude e valorização profissional. Isso porque nos últimos anos investimentos e obras públicas ampliaram a capilaridade da engenharia como estratégia fundamental para o desenvolvimento do país. A Fisenge parabeniza a todos os engenheiros e a todas as engenheiras", disse o presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Nascimento.

 

11 de dezembro: Dia do Engenheiro e da Engenheira

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