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O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro promoveu nesta quarta-feira, dia 28, a oficina “Atualidade Econômica, social e ambiental da Amazônia”, com os palestrantes Marcos Lemos – delegado da Divisão Especializada em Meio Ambiente do Estado do Pará, e o professor Alberto Lourenço – assessor do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e diretor de Programas da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

A palestra foi iniciada pelo professor, que explicou alguns dos problemas da Amazônia enfrenta como o desmatamento, por exemplo. De acordo com Alberto, existe uma vantagem na degradação de certas áreas. “A vantagem é que uma grande área desmatada está próxima às grandes cidades ou das rodovias. São, por tanto, áreas de fácil recuperação, pois nelas podemos implantar a agricultura familiar”, afirmou. De acordo com o professor, essas áreas possibilitam trabalhar de forma avançada a agricultura familiar. “A localização potencializa o trabalho dessas famílias e ajuda a recuperar de forma mais eficaz partes importantes do solo”, comentou.

O delegado Lemos apontou outros problemas da região Amazônica, especialmente do estado do Pará. “Os problemas mais graves que temos são a violência, associada em grande parte a disputas de terras, e os crimes ambientais”, informou. De acordo com o delegado, o governo do Pará tem efetuado uma série de ações coercivas para tentar impedir, ou minimizar, os danos ambientais. “Ao longo dos últimos anos os crimes ambientais de maior gravidade estiveram relacionados à mineração”, afirmou.

Os principais minérios explorados no Pará são a Bauxita, o caulim, o ferro e, mais recentemente, o cobre. “Infelizmente está associado à mineração um outro problema que o estado enfrenta: a pobreza. O Estado não tem capacidade de absorver toda a mão-de-obra que chega à região. Os mineradores chegam pobres e saem, depois de encerrado o trabalho de explloração, miseráveis, porque também são explorados°, afirmou.

Grilagem

O Pará, de acordo com o delegado, tem sido invadido pelas suas fronteiras. Principalmente por fazendeiros de outros estados que invadem a floresta para desmatar. “Estão geralmente associados a grandes grupos que trabalham com agropecuária”, afirmou Lemos. Ele explicou que isto acontece porque os grandes produtores de soja compram fazendas para aumentar sua produção, o que empurra os fazendeiros para a floresta”.

Criminalidade

A invasão de terras é uma das razões do elevado índice de crimes no campo. “A grilagem gera crimes por encomenda, aumento significativo de milícias no campo formados por fazendeiros e seus capatazes, assassinatos de trabalhadores rurais. É mais um impacto negativo que a atividade de grilagem proporciona ao estado”, disse Lemos.

Depois da exposição foi realizada uma rodada de debates entre os participantes e os palestrantes.

"Estados Unidos: trajetória de desenvolvimento do país, hegemonia e imperialismo". Este é o tema de um curso intensivo que será ministrado no Centro do Rio pelo professor Reginaldo Moraes, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-Ineu). As aulas serão nos dias 17, ...18, 24 e 25 de maio. Nas sextas-feiras, dias 17 e 24/5, o curso vai das 18h às 22h; nos sábados, 18 e 25/5, vai das 9h às 13h.


As aulas baseiam-se na exposição da história do país, desde o século XIX até os dias atuais, com apoio dos slides apresentados pelo professor. Elas serão realizadas no auditório do Senge, que fica na Av. Rio Branco, nº 277, 17º andar, Cinelândia. Interessados em participar devem enviar um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O investimento é de R$ 30,00, o que dá direito ao material completo e a certificado.

Outras informações em http://migre.me/ejYYo

Sexta, 03 Maio 2013 00:00

Senge-RJ inaugura sua nova sede

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Durante a festa, também foi lançado o livro contando os 80 anos do Sindicato.

Em uma cerimônia realizada nesta terça-feira (30), o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) inaugurou a nova sede. Além disso, durante o evento, também foi lançado o livro que conta a história dos 80 anos do Sindicato, “Oito Décadas de História e Luta”. A cerimônia contou com a presença dos diretores, representantes sindicais e funcionários do Senge-RJ. Além disso, ex-diretores também compareceram, como o vereador Eliomar Coelho e o deputado federal Jorge Bittar.

Segundo o presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos, os novos andares serão utilizados para atender bem aos engenheiros, com uma estrutura mais moderna. Além disso, também haverá um ambiente para cursos, com o objetivo de ajudar na formação dos profissionais. Já o 17º andar, será um espaço para atividades políticas e culturais. O presidente do Senge-RJ destacou ainda a importância do Sindicato conhecer a própria história. “Quem não conhece o passado é incapaz de construir o futuro”, afirmou Olímpio.

Bittar, que foi presidente do Sindicato, foi homenageado com uma placa na nova sede. Ele destacou a importância da ampliação das instalações do Senge-RJ. “A ampliação deste espaço, os debate culturais, ao lado da luta por salários e por dignidade, vão contribuir para o fortalecimento desta instituição e para a construção da democracia brasileira”, afirmou ele. Bittar, o presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos, e o vereador Eliomar Coelho cortaram a fita para inaugurar a nova sede, que fica no 8º e 9º andar do Edifício São Borja. Atualmente, o Sindicato está localizado no 17º andar do mesmo prédio.

Fonte: Senge- RJ

Foto: Adriana Medeiros

 

 

Cerimônia acontecerá no Museu de Arte Moderna e reunirá diretores e representantes

A posse festiva da nova Diretoria Colegiada do Senge-RJ e dos novos representante sindicais, para o triênio 2013-2016, será realizada no dia 10 de maio, às 19h, no Museu de Arte Moderna.

O presidente do Senge-RJ, Olímpio Alves dos Santos, destacou que o grupo tem uma boa sinergia. “Pretendemos fazer uma mudança na dinâmica do sindicato, com mais discussão política, e o grupo está bem receptivo a esta novidade”, afirmou Olímpio.

A chapa Construir e Avançar foi eleita para o mandato do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), para o triênio 2013/2016. A diretoria colegiada foi eleita com 93% dos votos. O Conselho Fiscal recebeu 91,5%. Esta eleição teve um percentual de participação 54,75% maior do que a votação de 2010.

Esta foi a primeira eleição para a diretoria realizada via internet.

Fonte: Senge-RJ

Segunda, 22 Julho 2013 00:00

Senge-RJ participa de Dia Nacional de Lutas

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O Dia Nacional de Lutas e Mobilizações, realizado no dia 11 de julho, ficou marcado por inúmeros atos de protestos e paralisações realizadas por diversas categorias em todo o país. No Rio de Janeiro, cerca de 20 mil pessoas participaram da manifestação convocada pelas centrais sindicais. Entre os principais pontos de reivindicação está o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho sem redução do salário e a democratização da comunicação.

A diretoria do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) marcou presença no ato. Os sindicalistas levaram faixas favoráveis à realização do plebiscito, pela reforma política e contra os leilões do petróleo e de usinas hidrelétricas.

Para Olímpio Alves dos Santos, presidente do Senge-RJ, as diversas manifestações realizadas em todo o país representaram um grande avanço e a unidade política de todas as centrais sindicais. “As entidades caminham para a construção de uma pauta nacional comum”, avalia.

Agamenon Oliveira, diretor do Senge-RJ, considera que as inúmeras atividades realizadas em todo o Brasil mostraram a capacidade de mobilização das entidades sindicais. Contudo, o também diretor da entidade, Victor Marchesini, observa que foi pequena a participação da juventude no ato. Para ele, é necessário que “os sindicatos busquem melhorar o diálogo com a juventude. Não só convocando, mas também os chamando para a construção dos atos”.

Alcebíades Fonseca, diretor do Senge-RJ, constata que os sindicalistas e as entidades atenderam a convocação das centrais e foram para as ruas. “Diferente dos outros atos, este teve uma pauta clara”, afirma.

Tentativa de desqualificar

O presidente do Senge-RJ criticou a cobertura da mídia comercial sobre os atos realizados no país ao longo do Dia Nacional de Lutas. “Como sempre a mídia estava tentando desqualificar a luta dos trabalhadores”, considera Olímpio. No Brasil, poucas famílias controlam os meios de comunicação.

O presidente do Senge-RJ lembrou que atividades nacionais pela democratização da comunicação foram organizadas em vários estados em frente à Rede Globo e suas filiadas. A emissora de televisão monopoliza 75% dos canais de comunicação no país, segundo o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

Controle econômico

Olímpio dos Santos também chama atenção para a pauta da Reforma Política, que para ele representa o avanço necessário para a democratização do país. “Vivemos em uma democracia formal onde o poder político é controlado pelos que detêm o poder econômico”.

Segundo informações divulgadas pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), 273 parlamentares (246 deputados e 27 senadores) eleitos em 2010 são empresários, donos ou sócios de algum estabelecimento comercial, industrial, de prestação de serviços ou mesmo proprietários de fazenda ou indústria agropecuária. A chamada bancada empresarial passou de 219, na eleição de 2006, para 273 integrantes em 2010.

Olímpio dos Santos acredita que as democracias representativas foram capturadas pelo sistema econômico. Ele aponta para a necessidade de modificar estruturalmente o sistema eleitoral e partidário por meio de uma Reforma Política. “Hoje campanhas são financiadas por empreiteiras, banqueiros, pela mídia etc. Os mesmos que serão beneficiados quando seus candidatos forem eleitos”.

Victor Marchesini, diretor do Senge-RJ, considera que mobilizações, como as realizadas no dia 11, fortalecem a luta para que as reivindicações da classe trabalhadora tenham prioridade na agenda do governo e do Congresso Nacional.

Ação contra sindicalistas

Durante o ato, alguns trabalhadores foram atingidos por pedras arremessadas por um pequeno grupo de jovens mascarados. Alguns manifestantes chegaram a identificá-los como anarquistas, afirmação questionada por Olímpio. “Não tenho nada contra o movimento anarquista. Na verdade, admiro a história deste grupo político. Para mim, não está claro que este pessoal, que está indo as ruas agredir sindicalistas, seja mesmo anarquista. Se for, deixou de ser e virou fascista. É inaceitável que algum grupo tente impedir qualquer manifestação”, conclui Olímpio.

Ação truculenta da polícia

Os sindicalistas afirmam que mais uma vez a polícia agiu com truculência e demonstrou-se despreparada. “A polícia vem agindo com arrogância. A primeira reação deles é agredir”, afirma Alcebíades Fonseca. “A polícia não tem um setor de inteligência adequado para tratar e separar a situação, impedindo assim a violência”, considera Olímpio dos Santos. Durante o ato foram disparadas bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e jatos de água.

Fonte: Senge-RJ

Quarta, 02 Outubro 2013 00:00

Senge-RJ promove painel sobre democracia direta

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O Sindicatos dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) irá promover nesta quinta-feira, dia 3/10, um painel sobre democracia direta. Foram convidados para o debate o deputado federal, Alessandro Molon (PT-RJ) e o dirigente da Consulta Popular, Ricardo Gebrim. Promovida pelo Comitê Rio Ficha Limpa em parceria com o Senge-RJ, a atividade terá início às 18h, no auditório do sindicato, localizado na avenida Rio Branco, 277, 17º andar, Cinelândia. 

Segunda, 07 Outubro 2013 00:00

Senge-RJ participa da negociação na Casa da Moeda

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Os engenheiros da Casa da Moeda solicitaram a participação do Senge-RJ na Negociação Coletiva 2014/2015 com a empresa.

No dia 17 de setembro, em reunião com do Sindicato dos Moedeiros, Paulo Granja, representando o Senge-RJ, informou, aos diretores do Sindicato dos Moedeiros presentes, que o Senge-RJ vinha sendo procurado por engenheiros da Casa da Moeda, no sentido que os mesmos fossem representados, na empresa, pelo Senge-RJ.

Segundo Granja, os diretores do Sindicato, no entanto, refutaram, com veemência, tal representação e informaram que não abriam mão que a representação de todos os empregados da Casa da Moeda, inclusive dos engenheiros, fosse, exclusivamente, do Sindicato dos Moedeiros.

Ao final da reunião, Paulo Granja informou aos companheiros dos Moedeiros que, na opinião do Senge-RJ, essa decisão caberia, exclusivamente, à categoria dos engenheiros e que, sendo assim, a direção do Senge-RJ iria marcar reunião com os engenheiros da Casa da Moeda e avaliar, diretamente, com eles o real interesse da representação dos engenheiros da Casa da Moeda pelo Senge-RJ.

No último dia 24 de setembro, os diretores do Senge-RJ, Olimpio dos Santos, presidente, Lusia Oliveira, diretora administrativa e financeira e Paulo Granja, diretor do Senge-RJ para Novas Negociações, se reuniram com cerca de 40 engenheiros da Casa da Moeda.

Na ocasião, os trabalhadores demonstraram preocupação com questões específicas da categoria, como a forma como vem sendo pago o Salário Mínimo Profissional (SMP), através de complementação ao salário do Plano de Cargos. Com isso, mesmo que o profissional seja promovido, ele continua recebendo o mesmo salário, já que o salário do Plano aumenta, mas a complementação para o SMP diminui.

Essa situação ocorre em razão do Plano de Cargos e Salários da Casa da Moeda, atualmente, não prever o pagamento do SMP. Além disso, outras questões específicas da categoria foram colocadas pelos presentes, tais como o pagamento, pela empresa das ART´s de cargo e função, bem como questões relativas às políticas para o setor, dentre outras, avaliando a dificuldade de serem tratadas, com a empresa, pelo Sindicato dos Moedeiros.

Ao final da reunião, foram escolhidos 5 engenheiros, dentre os presentes, formando um grupo para discutirem, com a diretoria do Senge-RJ, no dia 01 de outubro, o desdobramento das ações com vistas à implementação da representação formal do Senge-RJ na Casa da Moeda.

 

Os trabalhadores da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) decidiram, em assembleia, fazer uma paralisação de 48 horas nesta quinta (17) e sexta-feira (18). A decisão foi tomada após, mais uma vez, a empresa não apresentar nenhuma nova proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2013/2014. A empresa ofereceu apenas reajuste relativo ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Os trabalhadores realizaram uma paralisação de 24 horas no dia 18 de setembro, com adesão de mais de 90% dos funcionários. Foi a primeira greve da história da EPE. Além disso, os empregados fizeram uma nova proposta para ser entregue à empresa, com as 12 principais reivindicações. Essa nova proposta foi solicitada pela própria EPE.

Através de um informe, os empregados criticaram a posição da empresa durante o processo negocial.

“Esta foi a única saída encontrada pelo conjunto dos empregados diante do descaso e desrespeito por parte da direção da empresa ao processo negocial instaurado desde o mês de Abril”, afirmaram no documento. A pauta de reivindicações dos trabalhadores foi entregue no dia 5 de abril e, desde então, as rodadas de negociação vem sendo adiadas. Foram realizadas até o momento duas rodadas de negociação.
Trabalhadores enviam carta aberta e destacam indignação com a situação da empresa
Os trabalhadores da EPE, representantados pelos Senge-RJ, Sintergia-RJ, Sindecon-RJ e Sinaerj, divulgaram uma carta aberta à instituições governamentais, movimentos sociais e população. No documento, os empregados destacam a indignação com descaso da empresa.
"A mensagem transmitida pela direção da EPE aos seus empregados tem sido muito clara: 'quem não estiver satisfeito que vá trabalhar em outro lugar!'Indignados com esta situação absurda, em que a EPE e o Brasil só têm a perder, os empregados decidem vir a público para expor os desmandos que colocam em risco a continuidade dos excelentes serviços prestados por esta empresa, que é única em sua área de atuação, e comprometem o planejamento energético do país", afirmam no documento.

Para ler a carta completa, clique aqui.

Termina nesta hoje, às 18h, o prazo para inscrição de candidatos à representante sindical do Senge-RJ nas empresas. A eleição será realizada entre os dias 12 e 14 de novembro, através do sistema VotaSenge e de uma urna instalada na sede do Sindicato.

Para se candidatar, é preciso ser sócio do Senge-RJ há, pelo menos, seis meses, apurados até 12 de novembro de 2013 e estar em dia com as suas obrigações sociais ou quitá-las no ato da inscrição. Além disso, deve exercer suas atividades profissionais, na empresa em que trabalha, como engenheiro, agrônomo, geólogo, meteorologista ou geógrafo.

Para candidatar-se, o interessado deverá requerer sua inscrição na sede do Sindicato, situada à Av. Rio Branco, 277/17º andar - sala 1704 – Centro – Rio de Janeiro - RJ, em formulário próprio.

Para ler o edital, clique aqui.

Fonte: Senge-RJ

Sexta, 08 Novembro 2013 00:00

SENGE-RJ declara apoio à greve na EBC

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O SINDICATO DOS ENGENHEIROS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (SENGE-RJ) declara apoio à greve dos funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Os empregados rejeitaram a proposta da direção da empresa referente ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e estão paralisados desde quinta-feira (07).

A medida foi aprovada em assembleia nacional que contou com a participação de mais de 600 funcionários de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e São Luís, que se reuniram por videoconferência. Essa foi a maior assembleia da história da empresa.

Apesar de a direção ter afirmado que, caso não fosse aceita a proposta, levaria o caso à Justiça (o chamado dissídio), os trabalhadores aprovaram uma contra proposta como sinalização de que apoiam a continuidade das negociações. A assembleia também aprovou uma carta aberta ao governo federal e à sociedade brasileira, que segue anexada.

A proposta da empresa prevê um acordo de dois anos, com reajuste no valor do IPCA (índice da inflação) mais ganho real de 0,5% em 2013 e outro de 0,5% em novembro de 2014. Para os benefícios, o reajuste seria o IPCA, à exceção do auxílio-creche, que teria reajuste de mais de 11%. Seria concedido um tíquete extra de R$ 832 em dezembro de 2013 e outro corrigido pela inflação acumulada em dezembro de 2014.

De acordo com o SINDICATO DOS JORNALISTAS DO RIO DE JANEIRO, duas condições foram enfatizadas pelo diretor-presidente. A primeira é o fechamento do Acordo por dois anos. A segunda é a retirada de 10 itens que o DEST (Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais – órgão vinculado ao Ministério do Planejamento) impõe a retirada. Em relação a essas cláusulas, a direção incluiu na proposta o compromisso de garantir os pontos nas normas internas da empresa até abril de 2014.

Os trabalhadores pedem a não retirada de cláusulas edos itens vetados pelo DEST e aumento linear salarial de R$ 290,00 (Tíquete-alimentação/refeição adicional no fim do ano + Vale-Cultura + ganho real de 1% linear divido por todos os funcionários multiplicado por 1,5, que é o período de vigência do acordo proposto). Eles pedem ainda aumento de 11% no tíquete-alimentação, referente à inflação das refeições e avanço em cláusulas prioritárias, como gratificação de função, horas-extras, e acúmulo e desvio de função.

A EBC é responsável pela TV Brasil, TV Brasil Internacional, Agência Brasil, Portal EBC, Radioagência Nacional, além de oito emissoras de rádio, como as Rádios Nacional do Rio de Janeiro e de Brasília e as Rádios MEC AM e FM. Opera serviços como o canal de televisão NBr e o programa de rádio “Voz do Brasil”.

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