Em uma atitude desrespeitosa e de falta de decoro, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior chamou os trabalhadores da empresa de "vagabundos" e "safados", em uma reunião com sindicalistas. O presidente fez estas declarações durante a apresentação de um plano de demissão voluntária e de cortes de 40% das chefias das empresas. "São 40% da Eletrobras. 40% de cara que é inútil, não serve para nada", afirmou Wilson. Indicado pelo governo ilegítimo de Michel Temer, o presidente da Eletrobras tenta implantar um programa de "desinvestimento", que tem o objetivo de privatizar a empresa que é patrimônio público de toda a sociedade brasileira.

A gestão de uma empresa pública deveria priorizar e resguardar o princípio de que os trabalhadores e as trabalhadoras são patrimônio da Eletrobras. Valorizar e defender os direitos dos trabalhadores da Eletrobras significa a garantia do fornecimento de energia e geração de serviços públicos com qualidade para a população. Ao desqualificar os trabalhadores da empresa, o presidente Wilson Ferreira desqualifica o conjunto da sociedade e ainda reforça práticas de assédio moral.

Os planos na Eletrobras são de redução do quadro de funcionários e outros cortes de custos, além da venda de imóveis administrativos e de distribuidoras de energia do grupo. Repudiamos as declarações de Wilson Ferreira Junior e também repudiamos a política entreguista e de retirada de direitos dos trabalhadores impregnada na Eletrobras. A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) orienta a sua base a manter a mobilização nas paralisações agendadas para os próximos dias. Nenhum direito a menos.


Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)
Rio de Janeiro, 26 de junho de 2017

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O texto base da reforma trabalhista foi rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, no dia 20/6, por apenas um voto de diferença. Este resultado representa uma vitória da classe trabalhadora empenhada na defesa de seus direitos. No entanto, o cenário ainda é incerto, uma vez que o projeto seguirá para avaliação dos senadores na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), formada por uma maioria governista golpista. O Brasil tem uma população com mais de 200 milhões de habitantes e, destes, mais de 14,2 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O nosso país vive uma crise política e econômica forjada pela afirmação de um projeto alicerçado pela lógica de privilégios e de favorecimento aos mercados financeiro e internacional. Ao contrário da narrativa do governo ilegítimo de Michel Temer, a Reforma Trabalhista irá precarizar ainda mais as relações de trabalho e aprofundar a rotatividade, o desemprego e os baixos salários.

Especificamente para a engenharia, a prevalência do negociado sobre o legislado poderá, por exemplo, acabar com o Salário Mínimo Profissional da categoria. Isso porque as negociações e acordos coletivos poderão ter força de lei e ignorar toda a legislação vigente. Se um acordo coletivo trouxer como cláusula o pagamento de salários inferiores ao Salário Mínimo Profissional dos engenheiros, a lei 4.950-A/66 poderá ser ignorada. Hoje, os sindicatos e as entidades de classe recorrem à Justiça do Trabalho para garantir o cumprimento do Salário Mínimo Profissional. Com a reforma, uma lei histórica para a nossa categoria de engenheiros será extinta.

Essa Reforma Trabalhista representa um retrocesso no Brasil e em qualquer país do mundo. É nosso dever denunciar o desmonte da legislação trabalhista e mobilizar para a greve geral marcada para o dia 30 de junho. Também é importante pressionar os senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Acesse aqui a lista de e-mails e envie sua mensagem. Nenhum direito a menos! Fora Temer!

Rio de Janeiro, 22 de junho de 2017.
Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado da Paraíba (Senge-PB) realizou a etapa estadual do 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). Dividido em três datas, as etapas aconteceram nos dias 17/5 em Patos, 18/5 em Campina Grande e 24/5 em João Pessoa. Na ocasião, foram eleitos os delegados que representarão o sindicato e também foram elaboradas as propostas, que serão encaminhadas para o debate no congresso.
No encontro regional de Patos, o tema foi “Desenvolvimento Sustentável e Segurança Alimentar” e a palestra proferida pelo ex-secretário de agricultura familiar da Paraíba, Lenildo Morais. Abordando o desmonte das políticas públicas que trabalham a segurança alimentar nos últimos 12 anos, os presentes discutiram a necessidade da retomada de medidas para que a formulação dos programas sociais que visem aperfeiçoar a segurança alimentar no estado, voltem a serem implementadas .

“Fizemos questão de enfatizar a participação política da Fisenge e dos sindicatos incorporados, na resistência e lutas em defesa da engenharia e da soberania nacional. Não existe nação sem direitos assegurados para trabalhadores e trabalhadoras”, disse a diretora da Fisenge e presidente do CREA-PB, Giucélia Figueiredo. Para ela, a expectativa é de que se possa criar um forte sentimento de mobilização e resistência contra as reformas do governo Temer. “Essas mudanças tentam, à custa dos trabalhadores e das trabalhadoras, entregar nosso país aos interesses do capital financeiro nacional e internacional”, completou.

Em João Pessoa, o principal debate foi sobre a Reforma Trabalhista, com participação do Procurador Regional do Trabalho da região, Dr. Eduardo Varandas Araruna, que falou sobre a destruição do Ministério do Trabalho com foco na retirada de direitos dos trabalhadores. De acordo com a coordenadora do Coletivo de Mulheres da Paraíba, Alméria Carniato, o recorte de gênero é essencial para analisar a atual conjuntura de retrocessos. “Quando existe uma crise política, as mulheres são as mais afetadas. O movimento de mulheres está na linha de frente de resistência social, pautando o desmonte do Estado e de políticas públicas. As reformas não têm categoria e atingem o conjunto da classe trabalhadora”, afirmou Alméria.

Já em Campina Grande, o tema foi “Gestão das Águas da Transposição do Rio São Francisco” e contou com a presença de representantes da Agência Estadual das Águas (AESA), que fizeram uma abordagem acerca de todo o processo de estiagem pelo qual a Paraíba enfrenta e também do processo de construção do eixo leste, que traz as águas do Rio São Francisco para o estado. “Para a Paraíba a transposição das águas coloca-se como um forte instrumento de sobrevivência da população e somente um presidente compromissado com o povo nordestino teria coragem de realizar tão importante e complexa obra de engenharia e o Presidente Lula , teve!”, enfatizou Giucélia.

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No próximo sábado (3/6), o Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda (Senge-VR) irá promover sua etapa regional para o Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). De acordo com o secretário-geral da Fisenge e vice-presidente do Senge-VR, Fernando Jogaib é fundamental a participação de engenheiros e engenheiras para a formulação de propostas para a categoria e a sociedade. "Nossa expectativa é de que possamos passar para sociedade, por meio de nossa categoria, a importância dos temas em questão e das propostas elaboradas. A engenharia é pilar fundamental para o avanço social”, explicou. No encontro haverá uma palestra sobre o tema “Recursos naturais e serviços públicos como fatores de soberania nacional com o engenheiro, Emmanuel Paiva de Andrande, que também é professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e diretor do Núcleo de Estudos em Inovação, Conhecimento e Trabalho. Em seguida, haverá uma palestra sobre “Resistência social e sindical” com a engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía. O encontro acontecerá, das 9 às 18h, no auditório da AEVR.

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O Senge-PR ingressará com ação coletiva representando todos os engenheiros e engenheiras da Sanepar buscando pagamento dos 13% da implantação do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) de 2012. À época, ao iniciar o atual plano, os engenheiros que recebiam abaixo do valor do piso não receberam na prática os reflexos do reajuste concedido a todos os trabalhadores da estatal.

Com a ação do Senge, não haverá custas iniciais para os profissionais, e nem necessidade de documentação neste estágio. Uma vez finalizada a ação, a decisão abrangerá a todos os trabalhadores que têm direito ao recebimento da diferença e dos reflexos.

A medida ajuizada pelo Senge reforça o compromisso da entidade com os engenheiros da Sanepar em buscar a efetivação dos direitos e garantir a qualidade dos serviços jurídicos prestados.

Sobre a diferença do percentual – a não aplicação no salário completo aconteceu com todos os engenheiros e engenheiras que recebiam parte do salário pelo “código 112” até maio de 2012. Na época, nos reajustes, a prática da empresa era aplicar os percentuais apenas na rubrica 100.

Na justiça, no entanto, o Senge conseguiu o reconhecimento das duas rubricas como formadoras do salário base dos engenheiros. Com isso, entende-se que fica devido o percentual do reajuste aos engenheiros.

É para buscar esse direito dos engenheiros e engenheiras da Sanepar que o Senge ingressará, por meio do escritório Trindade e Arzeno, que presta assessoria jurídica para o Sindicato, ação representando todos os profissionais, associados ou não ao Senge.

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O IV Congresso Estadual dos Engenheiros – Eng. Alfredo Nogueira Passos, teve início ontem a noite e contou com a mesa de abertura composta pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia, o engenheiro civil Ubiratan Félix, o diretor executivo da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicato de Engenheiros), engenheiro de Minas Gilson Luiz Teixeira Neri, que também participou de todo evento como observador pela Federação, e a estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFBA, Aline Hojiron do SENGE-BA Estudante. A palestra da noite foi proferida pelo economista, professor da UFBA e ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, responsável por facilitar o debate sobre o tema Desenvolvimento e Soberania Nacional. A mesa contou com a coordenação da vice-presidente do Senge-Ba, a engenheira de Alimentos Márcia Ângela Nori e relatoria do diretor do Sindicato, Allan Yukio Hayama.

“Estamos vivendo uma situação de destruição da engenharia brasileira. E sua recuperação vai demorar muito tempo”, foi o que afirmou logo de início Gabrielli. Para entender o momento atual do país, sua apresentação abordou principalmente os impactos da crise cíclica do capitalismo, que teve início em 2008, e gerou crise fiscal em muitos governos. Aquele período predominou a política de austeridade na maioria desses países, cortes do estado de bem-estar social e disputas acirradas no mercado de trabalho (nível alto de desemprego). Essas características se assemelham ao que acontece agora no Brasil – diante de uma crise social e fiscal, a aprovação de reformas e leis que diminuem o estado, cortam investimentos em serviços públicos e flexibilizam as leis trabalhistas. Antes, o Brasil conseguiu dar uma resposta contra cíclica, a partir da aceleração de investimentos, estímulo ao consumo e também por uma aliança rentista, que manteve altas taxas de juros para atrair investimentos de empresas privadas.

Em 2010, o governo continuou apostando no rentismo, na conciliação de classes e não promoveu mudanças estruturais, inclusive no que tange políticas para soberania do país, apesar de reafirmar o compromisso com a distribuição de renda. Já em 2013, a crise econômica chega ao Brasil e houve uma mudança da matriz econômica com a substituição de investimentos públicos pelo privado, desonerações fiscais e uso dos bancos públicos para estimular investimentos. A população começou a sentir os impactos da austeridade fiscal e promoveu grandes mobilizações (jun/jul 2013) para reivindicar a ampliação das conquistas dos anos anteriores. As elites brasileiras também demonstraram insatisfação com a política de conciliação, mas no sentido contrário, com o desejo de diminuir cada vez mais o estado. O ano de 2015 foi o marco do rompimento da aliança e com o fim do apoio no Congresso, consolidou-se o golpe parlamentar.

“A direita ideológica, que é a minoria, está trabalhando para mudar a estrutura do estado brasileiro”, explica o professor. Os desmontes do Estado já começaram a acontecer: concessões ao capital privado, entreguismo (pré-sal, esfacelamento da Petrobras) e as políticas de estado mínimo para população. A maioria do grupo que promoveu o golpe é uma direita pragmática, que trabalha em beneficio próprio ou dos seus pares. Mas ainda assim caminham juntos e representam mais de 75% da base de apoio ao governo de Michel Temer. O desafio é superar a crise econômica para que volte os investimentos externos no país, mas Gabrielli ressalta que isso vai de encontro com a política entreguista. “O Brasil está na contramão da tendência global de proteção da indústria nacional e estatização”, enfatiza.

Após a palestra, o debate teve início com muitas perguntas e colocações sobre saídas e possíveis formas de enfrentar a crise instaurada no país, inclusive reposicionando a Engenharia como fundamental para o desenvolvimento e soberania nacional.

O Congresso, promovido pelo Senge-BA juntamente com a Fisenge, segue até o dia 07 (domingo) para discutir e aprovar diretrizes de atuação da entidade, indicar propostas e eleger delegados para o XI Congresso Nacional, que ocorrerá em Curitiba, de 06 a 09 de setembro.

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Lugar de engenheira também é no Consenge! Este é o mote da campanha, que tem o objetivo de estimular a participação de mulheres engenheiras nos encontros/congressos estaduais e no Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). "A engenharia é um dos motores do desenvolvimento e tem sido alvo de ataques do atual governo federal, principalmente, com o desmonte de políticas públicas fundamentais como a política de conteúdo local, venda de ativos da Petrobras e Eletrobras, parque de indústria naval e a destruição das empresas nacionais. Esse cenário desastroso para a engenharia nacional é acompanhado por uma agenda de retrocessos sociais como a extinção do caráter de Ministério da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, as terceirizações, as reformas trabalhista e da previdência e a privatização de empresas públicas sob a justificativa de renegociação das dívidas dos estados e municípios. Diante de uma grave crise econômica e política, as mulheres são as mais atingidas e as primeiras a compor um quadro de vulnerabilidade social diante do desemprego e de relações de trabalho precárias. Nós, mulheres engenheiras, podemos contribuir muito com a formulação de políticas na engenharia que beneficiem todas as mulheres e o conjunto da sociedade", afirmou a engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

Sobre o Consenge

O 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) - com o tema central “Resistir! Em defesa da engenharia e da soberania nacional” - tem o objetivo de orientar a atuação da federação nos temas sociais de interesse nacional, promover o intercâmbio de ideias entre engenheiros(as) sobre a profissão, provocando, também, a reflexão sobre as transformações no mundo do trabalho e o atual processo político.

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A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) elaborou para leitura, reflexão e debate o caderno de teses do 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge), que será realizado entre 6 e 9 de setembro, em Curitiba (PR). O material está disponível para download no site www.fisenge.org.br.

Acompanhando a temática central do Congresso “Resistir! Em defesa da engenharia e da soberania nacional”, o material irá subsidiar a realização dos debates, a elaboração de propostas para a ação sindical no próximo período e contribuir para a formulação de políticas públicas, seja nos Encontros/Congressos Regionais, seja no Congresso Nacional.

O caderno reúne as três teses escolhidas, pelo Conselho Deliberativo da Fisenge, para serem debatidas no evento: “Desenvolvimento, Soberania e Engenharia”, “O desenvolvimento e a soberania nacional” e “Proteção social e do trabalho”, respectivamente formuladas pelo embaixador, professor do Instituto Rio Branco e ex-secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, pelo historiador e professor de Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC, Valter Pomar e pelo professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas, Marcio Pochmann.

“Nossa tarefa é construir o diálogo necessário e ampliar a mobilização nas ruas. A nossa memória nos dá força para organizar, resistir e avançar. Esse Consenge tem o objetivo de provocar a reflexão, o debate e também possibilitar a formulação coletiva de propostas para um projeto de País. Queremos um Brasil desenvolvido, igualitário, fraterno e soberano”, diz o presidente da Fisenge, Clovis Nascimento. 

 

Confira as teses AQUI 

Confira os vídeos no canal da Fisenge no YouTube:

 

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) completa 82 anos de luta em defesa dos engenheiros, da engenharia e da sociedade. Quarto mais antigo sindicato da categoria no Brasil, o Senge foi fundado “aos seis dias do mez de abril do ano de mil e novecentos e trinta e cinco, nesta cidade de Curityba”, como revela um dos principais documentos da entidade, a “acta de fundação”.

Em uma página e meia, em amareladas folhas pautadas unidas entre uma desgastada capa preta, com uma tímida rubrica no canto superior direito imprimindo “A.Beltrão”, a assinatura de onze grandes engenheiros registram a fundação do que hoje é uma das mais respeitadas entidades sindicais da sociedade paranaense.

Dentre os nomes, estava a primeira diretoria da entidade, tendo na presidência o engenheiro Civil Alexandre Beltrão; na secretaria, o engenheiro Civil Angelo Lopes; na tesouraria, o engenheiro Civil Odilon Maeder; e no conselho fiscal os engenheiros civis Eduardo Fernando Chaves, Rosaldo Gomes de Mello Leitão e Flávio Suplicy de Lacerda.

De lá para cá, foram inúmeras lutas pela democracia, em prol da sociedade, na defesa incansável pelos direitos dos engenheiros, pela igualdade e pela justiça. São 82 anos de trabalho permanente em favor dessa categoria profissional que tem como marca a presença em todas as fases do desenvolvimento do nosso estado e do nosso País.

Neste 6 de abril de 2017, parabéns, Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná pelas mais de oito décadas de sólida atuação em defesa dos engenheiros e da engenharia!

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