Encerrou nesta quarta-feira (19) a eleição de diretoria do Senge para os próximos três anos. A votação foi massivamente pelo pelo sistema do Crea, cerca de 98% dos votos válidos, e contou com expressiva participação dos associados, exatos 1.092 votos. Em comparação a última eleição, que também foi pelo sistema eletrônico, o número deste ano representa um crescimento de cerca de 43% na participação eleitoral.

Com 624 dos votos válidos – somados os online e os presenciais – foi eleita para a Direção Estadual (Colegiada) do Senge a Chapa 1 – “Unidade e Renovação: Senge por você”. Em segundo lugar na votação ficou a Chapa 2 – “Senge de Raiz”, com 436 votos. Nas regionais, aproximadamente 440 associados participaram do pleito que elegeu as chapas únicas. Realizada em todo o Paraná, a votação definiu quem serão as chapas que assumirão a próxima gestão do Senge, no triênio 2017/2020. As cerimônias de posses serão realizadas a partir de junho deste ano. Veja abaixo como ficará a composição das diretorias Estadual (Colegiada) e das Regionais para os próximos três anos.  

 

Publicado em Notícias

Dependendo o navegador e da versão de software que você estiver utilizando pode haver incompatibilidade com o site. Sugerimos que você troque de navegador para participar da votação. Se estiver usando o Internet Explorer, por exemplo, tente no Chrome ou no Firefox. Outro ponto fundamental é a velocidade da sua internet.

O site contém muitos elementos gráficos, o que pode tornar a navegação um pouco pesada, e pode demorar alguns segundos a mais para carregar todas as informações.

Caso não esteja aparecendo algum banner ou item de votação, confira a barra de carregamento para ver se a página foi toda lida pelo seu navegador. Ao clicar para abrir as páginas da votação, aguarde carregar todos os itens.

Feito isso, é só escolher a chapa e ajudar a eleger a diretoria do Senge.

Se mesmo assim estiver com dificuldades no acesso, entre em contato com o Crea agora mesmo para ver a solução. O telefone da central de auxílio à área de serviços online do Crea-PR é o 0800-410067.

>> Outra dúvidas sobre as eleições, clique aqui.

Publicado em Notícias

Começou nesta segunda-feira (17) o processo eleitoral para as Diretorias Estadual (Colegiada) e Regionais do Senge. As chapas eleitas assumirão a direção da entidade para os próximos três anos. A votação é preferencialmente pela internet, por meio do sistema eletrônico do Crea. Não deixe para depois. Clique aqui, vote agora mesmo e eleja a diretoria do seu Sindicato.

Não sabe quem são os candidatos das chapas estaduais e das regionais? Está em dúvidas sobre sua situação associativa e se pode participar das eleições? Nunca entrou no sistema do Crea e não tem a menor ideia de como votar lá? Sem problemas, esclarecemos estas e outras dúvidas sobre as eleições e como votar nos textos abaixo.

Como será a votação?

Entre os dias 17 e 19 de abril os associados ao Senge têm um compromisso com a entidade: eleger a nova diretoria do Sindicato em Curitiba e nas regionais para o triênio 2017/2020. Se você é associado e cumpre com as obrigações estatutárias, participe das eleições para definir o futuro do seu Sindicato.

Assim como nas votações anteriores, as eleições ocorrerão preferencialmente pela plataforma digital do Crea, junto ao acesso à área restrita de serviços online. Mas também será possível votar em urnas físicas na sede do Senge em Curitiba e nas regionais em várias cidades do Paraná.

No sistema online, a votação será aberta das 9 horas do dia 17 de abril às 20 horas do dia 19 de abril, ininterruptamente. Basta acessar o sistema em qualquer hora do dia entre esses horários e escolher as chapas. Já na votação física, a votação será em horários diferenciados para cada localidade das urnas. Em Curitiba, será na sede do Senge, das 9 horas às 20 horas.

A votação segue o modelo de chapas. Portanto, o engenheiro, ao votar, irá escolher a chapa com todos os candidatos à diretoria. Quem é associado na regional de Curitiba votará apenas em uma das chapas que concorrem a Diretoria Estadual (Colegiada). Já quem está nas cidades de abrangência das regionais, escolherá, além da chapa estadual, a chapa da regional a qual pertence.

Veja AQUI quem são os candidatos que compõem as chapas e faça a sua opção. Seu voto faz a diferença e fortalece o Senge.

Publicado em Notícias

Entre os dias 17 e 19 de abril os engenheiros e engenheiras filiados ao Senge têm um compromisso importante: eleger a Diretoria Estadual (Colegiada) e das Regionais do Sindicato para o triênio 2017/20. Mas atenção! Nem todo filiado está apto a votar. Clique aqui e veja se você está de acordo com as exigências estatutárias.

A votação será preferencialmente pelo sistema eletrônico do Crea. Para participar pela internet das eleições é fácil e rápido. Confira um passo a passo que preparamos sobre como votar.

Além do sistema eletrônico, os associados também poderão votar nas urnas físicas que estarão à disposição em algumas sedes do Senge e em regionais do Crea. Cada local seguirá disponibilidade de horário diferenciado para votação. Portanto, fique atento nos endereços e horários de cada urna.

 SEDES DO SENGE

Curitiba

Horário – das 9 horas às 20 horas (direto)

Endereço – Rua Marechal Deodoro, 630, 22 andar. Edifício CCI, Centro.

Atenção! Traga um documento com foto para ter acesso ao prédio.

 

Campo Mourão

Horário – das 12 horas às 18 horas

Endereço – Avenida Capitão Índio Bandeira, 1400, sala 607, Centro

 

Cascavel

Horário – das 12h00 às 18h00

Endereço – Rua Paraná, 3056, sala 703, Centro

 

Foz do Iguaçu

Horário – das 9 horas às 18 horas (direto)

Endereço – Rua Almirante Barroso, 1293, loja 9, Centro

 

Londrina

Horário – das 9 horas às 18 horas (direto)

Endereço – Rua Senador Souza Naves, 282, sala 1001, Centro

 

Maringá

Horário – das 9 horas às 18 horas (direto)

Endereço – Travessa Guilherme de Almeida, 36, Conjunto 1304, Centro

 

REGIONAIS DO CREA

Ponta Grossa

Horário – das 9 horas às 17 horas (direto)

Endereço – Av. João Manoel dos Santos Ribas, 370, Nova Rússia, Ponta Grossa

 

Francisco Beltrão

Horário – das 9 horas às 11h30 e das 13 horas às 17 horas

Endereço – Rua Tenente Camargo, 1777, Centro

 

Pato Branco

Horário – das 9 horas às 17 horas (direto)

Endereço – Rua Caramuru, 10, Centro

 

Guarapuava

Horário – das 9 horas às 17 horas (direto)

Endereço – R. Pedro Siqueira, 1610 – Cerâmica

Publicado em Notícias

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge-PR) completa 82 anos de luta em defesa dos engenheiros, da engenharia e da sociedade. Quarto mais antigo sindicato da categoria no Brasil, o Senge foi fundado “aos seis dias do mez de abril do ano de mil e novecentos e trinta e cinco, nesta cidade de Curityba”, como revela um dos principais documentos da entidade, a “acta de fundação”.

Em uma página e meia, em amareladas folhas pautadas unidas entre uma desgastada capa preta, com uma tímida rubrica no canto superior direito imprimindo “A.Beltrão”, a assinatura de onze grandes engenheiros registram a fundação do que hoje é uma das mais respeitadas entidades sindicais da sociedade paranaense.

Dentre os nomes, estava a primeira diretoria da entidade, tendo na presidência o engenheiro Civil Alexandre Beltrão; na secretaria, o engenheiro Civil Angelo Lopes; na tesouraria, o engenheiro Civil Odilon Maeder; e no conselho fiscal os engenheiros civis Eduardo Fernando Chaves, Rosaldo Gomes de Mello Leitão e Flávio Suplicy de Lacerda.

De lá para cá, foram inúmeras lutas pela democracia, em prol da sociedade, na defesa incansável pelos direitos dos engenheiros, pela igualdade e pela justiça. São 82 anos de trabalho permanente em favor dessa categoria profissional que tem como marca a presença em todas as fases do desenvolvimento do nosso estado e do nosso País.

Neste 6 de abril de 2017, parabéns, Sindicato dos Engenheiros no Estado do Paraná pelas mais de oito décadas de sólida atuação em defesa dos engenheiros e da engenharia!

Publicado em Notícias

Em matéria publicada no portal Massa Cinzenta, especializada em notícias do setor de construção civil, o vice-presidente do Senge faz um alerta para os riscos que a recessão e o arrefecimento econômico para o mercado da engenharia.

Na reportagem, cujo foco é o impacto da reforma da previdência para os engenheiros, Fanini afirma que se a economia não voltar a aquecer, num futuro próximo, não terá vagas para os engenheiros em formação. Neste caso, “não vai ter discussão sobre reforma previdenciária que se sustente”.

“Se o país não voltar a crescer, os engenheiros mais antigos vão ficar desempregados e os engenheiros novos não vão conseguir entrar no mercado de trabalho” defende o engenheiro, para quem o setor de construção é o mais atingido pela recessão. “Ela é a que mais depende das taxas de crescimento”, frisa.

 Valter Fanini avalia que o risco da reforma da Previdência é menor que o risco que a recessão vem causando na engenharia nacional. “Se o país não voltar a crescer, os engenheiros mais antigos vão ficar desempregados e os engenheiros novos não vão conseguir entrar no mercado de trabalho. Daí, não vai ter discussão sobre reforma previdenciária que se sustente”, avalia. Para o dirigente do SENGE-PR, a engenharia civil é a mais atingida pelo atual quadro recessivo. “Ela é a que mais depende das taxas de crescimento”, frisa.

O dirigente, porém, entende que o engenheiro entre 50 anos e 60 anos será dos profissionais menos afetados pela reforma da previdência. “O engenheiro está no topo da pirâmide salarial e é das categorias que mais possuem algum tipo de previdência complementar, seja em forma de poupança, imóveis ou ganhos de capitais. O problema está nas gerações futuras, onde nem todos os engenheiros formados serão engenheiros empregados”, completa.

Leia a matéria completa AQUI

Publicado em Notícias

Senge se une à luta pela emancipação feminina e pela democracia. Em encontro regional da União Brasileira de Mulheres (UBM), realizado no sindicato, foram debatidas lutas históricas e ações das mulheres ante ao crescimento de uma onda conservadora.

O Senge-PR foi sede do encontro estadual da União Brasileira de Mulheres (UBM). No evento, realizado no sábado, 26 de novembro, houve palestras de formação sobre as lutas históricas das mulheres e os caminhos de resistência, com a participação de Lucia Rincon, coordenadora Nacional da União Brasileira de Mulheres (UBM) e professora da PUC-GO.

A coordenadora do Coletivo de Mulheres do Senge, engenheira agrônoma Mary Stella Bischoff em apresentação feita no encontro regional da UBM, em Curitiba.

“Promover um encontro estadual de mobilização das mulheres pela democracia é muito importante, num momento em que cresce o conservadorismo. Defendemos a emancipação das mulheres respeitando as diferenças e com nenhum direito a menos”, afirma a responsável pelo Coletivo de Mulheres do Senge-PR, engenheira agrônoma Mary Stella Bishof.

O evento realizado na sede do Sindicato dos Engenheiros contou com a presença da coordenadora Nacional da União Brasileira de Mulheres, Lucia Rincon.

Saiba mais sobre a União Brasileira de Mulheres (UBM). Acesse http://www.ubmulheres.org.br/index.php

 

Publicado em Notícias

Sindicatos, conselhos e federações de engenheiros, agrônomos, arquitetos, veterinários e químicos ressaltam compromisso da fiscalização do piso profissional durante lançamento de cartilha dos 50 anos da lei 4.950-A, que regulamenta o salário mínimo das categorias.

Engenheiros das mais variadas modalidades, agrônomos, químicos, arquitetos e urbanistas e médicos veterinários mantêm em comum um direito que poucas categorias profissionais conquistaram: um piso profissional. Previsto na lei federal 4.950-A, o piso das categorias completa cinco décadas neste ano. Para marcar o aniversário de um dos mais importantes direitos dos profissionais das categorias, o Senge promoveu nesta quinta-feira (20) debate e lançamento da cartilha dos “50 Anos do Salário Mínimo Profissional: lutas e desafios para sua implementação”. O evento reuniu cerca de 70 profissionais de todas as cinco categorias, estudantes e lideranças dos trabalhadores.

“Mais que um momento de celebrar o cinquentenário do Salário Mínimo Profissional, um direito que abrange milhares de trabalhadores, o cenário que vivemos atualmente é de união das categorias profissionais e das entidades que as representam pela manutenção desse direito e pela sua real efetivação. Por isso um debate com a participação de entidades que representam todas as categorias abrangidas pela lei, para reafirmar a unidade de defesa do nosso piso profissional ”, afirma o presidente do Senge-PR, engenheiro agrônomo Carlos Roberto Bittencourt.

Um dos debatedores do evento, Bittencourt ressaltou a representatividade do piso profissional durante as negociações trabalhistas, como uma ferramenta fundamental de reajuste dos salários acima da inflação, pela vinculação do piso do Salário Mínimo Nacional.

“A política de aumento do Salário Mínimo Nacional que surge com o Governo Lula, que aposta no mercado interno, também impactou positivamente no aumento do valor do piso profissional de engenharia, com percentuais maiores que os conquistados em negociações. Por anos, esse aumento foi uma política de retomada da valorização dos profissionais no mercado de trabalho. O que foi possível pela existência de uma lei que garante mínimo. Se em muitas negociações alguns profissionais criticam um achatamento do salário, o que nós ressaltamos é que justamente pelo aumento acima da inflação e a garantia por lei do Salário Mínimo, o achatamento não foi maior. Se não tivesse esse piso, certamente pela pressão do patronato, os profissionais ganhariam muito menos”.

O piso profissional é o menor valor que pode ser pago ao trabalhador, não importa qual seja sua fonte pagadora. Com isso, pela lei 4950-A/66 as categorias abrangidas por ela têm direito a uma remuneração mínima de 6 salários mínimos para jornadas de 6 horas de trabalho e 8,5 salários mínimos para jornadas de 8 horas de trabalho.

Publicada pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), a cartilha aborda a íntegra da lei federal, além de um histórico sobre o processo de idealização e aprovação da lei, textos jurídicos esclarecendo as principais dúvidas sobre quais categorias são abrangidas pela lei, quais os valores para cada carga horária, sobre cálculos de gratificação e vários outros. Confira aqui a versão digital da cartilha

Conforme resgata o diretor do Senge e da Fisenge, Ulisses Kaniak, a lei do piso nasce em um momento de cerceamento dos direitos humanos e trabalhistas no país, e é conquistada com pressão das categorias e das entidades de representação dos profissionais.

“Há 50 anos o país vivia um período de ditadura, em que se perdiam direitos básicos dos cidadãos e dos trabalhadores. Sob inspiração do engenheiro e ex-deputado Rubens Paiva, foi feito um projeto de lei para que os engenheiro e demais profissões tivessem um mínimo garantido por lei. Foi muito difícil fazer a aprovação no Congresso Nacional, especialmente em um momento de perda de direitos, infelizmente muito parecido com o que estamos vivendo hoje. A lei foi feita pelo deputado Almino Affonso, e eles conseguiram passar no congresso e derrubar um veto presidencial. E a lei é muito importante para os profissionais e reforça a cada dia a importância de ter seu trabalho valorizado”.

Cinco décadas depois, em um quadro de risco para os direitos trabalhistas, a lei do piso profissional é uma garantia mínima de remuneração digna e de direitos dos engenheiros, agrônomos, arquitetos, veterinários e químicos. Porém, sua efetivação para todos os trabalhadores ainda é um desafio.

“A lei do piso profissional traduz um avanço do trabalho sobre o capital, mas que até hoje não conseguimos fazer com que ela se estenda para todos os trabalhadores. Por isso temos que muitas vezes recorrer as ações no campo judicial”, afirma o presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Jeferson Salazar.

Para o arquiteto, a defesa coletiva, de diversas entidades, é fundamental para a luta do salário mínimo profissional. “É muito importante o enfrentamento coletivo, das profissões, na luta que é uma só, da dignidade profissional, que tem que ser para além disso. Tem que ser também a luta pra que a sociedade reconheça nesses profissionais a função social de cada profissão, que a sociedade entenda que tem que remunerar bem esses profissionais, pois eles são essenciais para a qualidade de vida da sociedade”.

Exemplo de ação conjunta de entidades em defesa do piso normativo é a postura do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), que junto com o Senge promove a fiscalização do cumprimento do salário mínimo.

“Nós temos trabalhado no Conselho com várias linhas de fiscalização, com nosso poder de policiamento, na divulgação e esclarecimento, além de ações parlamentares, no Congresso, em articulação com o Senge e com a Fisenge, para que a lei também seja de abrangência dos estatutários. Os conselhos profissionais estão aí para fazer a defesa da sociedade e das profissões. Por mais que não seja função necessariamente a defesa dos profissionais, uma vez que legalmente isso é uma responsabilidade do sindicato, mas para fazermos a defesa da profissão, temos que valorizar ela, e isso acarreta em ter uma remuneração juta, um dos pilares”, afirma o presidente do Crea-PR, engenheiro civil Joel Krüger.

Debater e ampliar a divulgação da importância do Piso - “A categoria precisa conhecer amplamente seus direitos para poder reivindicá-los”, é o que defende o diretor do Senge, engenheiro civil Victor Meireles Araújo. Para isso, Victor, que foi um dos coordenadores do evento, aponta como basilar a conscientização dos novos profissionais. “Entender o contexto de criação da Lei e sua importância para o bom exercício da engenharia em nosso país é algo essencial aos profissionais, sobretudo os recém-formados. Os profissionais de engenharia precisam compreender que a Lei do SMP representa a garantia do bom exercício profissional, uma vez que uma remuneração digna é um dos fatores condicionantes para o bom desempenho no trabalho. No atual contexto econômico, as tentativas de redução de direitos trabalhistas serão intensificadas, a categoria deve estar preparada para isso, sabendo que a Lei do SMP será alvo prioritário dessa agenda retrógrada”.

Além do Senge, o debate e lançamento da cartilha foi promovida pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), pelo Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Paraná (SindArq-PR), pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU-PR), pelo Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná (Sindivet) e pelo Sindicato dos Químicos do Paraná (Siquim). Confira as manifestações dos representantes das entidades parceiras na promoção do evento.

Fonte: Senge-PR

Publicado em Notícias

Proposta aprovada para 2016/17 prevê reajuste salarial de 9,15% e aumento do vale-alimentação pelo INPC Alimentação acumulado para data-base em outubro, de 14,15%. A aprovação foi de 65% de um total de 3.772 votos.

Com 65% dos votos das assembleias, os trabalhadores da Copel definiram pela aprovação da proposta formulada a partir da negociação entre empresa e sindicatos para o Acordo Coletivo de Trabalho 2016/17. A contagem dos votos foi realizada nesta quinta-feira (13), no Polo KM 3.

O resultado final de todas as assembleias promovidas pelo Senge e demais entidades que representam os trabalhadores da Copel foi de 3.772 participantes, dos quais 2.444 votaram pela aprovação da proposta, 1.307 (34%) pela recusa da proposta, além de 19 abstenções, um nulo e um branco.

Com a aprovação da proposta, os funcionários da Copel terão reajuste salarial de 9,15%, referente a reposição pelo INPC acumulado para data-base de outubro, além de reajuste no vale-creche, pago por filho entre 7 e 72 meses.

Apuração dos votos foi nesta quinta-feira (13) na Copel do KM 3. Dos 3.772 votos, 65% foram pela aprovação e apenas 34% pela recusa da proposta.

A proposta ainda contempla pagamento de abono de uma remuneração, com base no valor do salário de setembro deste ano, somado de parcela linear de R$ 4.450,00. O abono integrará a base de cálculo do imposto de renda dos proventos recebidos no mês de outubro próximo.

Ainda pela proposta aprovada, os trabalhadores terão reajuste no vale-alimentação de 14,37%, referente ao INPC Alimentação e Bebidas, que passará ao valor de R$ 1.086,51 para os empregados com mais de quatro horas de jornada, e de R$ 543,25 para quem exerce jornada inferior as quatro horas. O INPC Alimentação também é o índice a ser aplicado no vale-lanche, que passará ao valor de R$ 124,37.

Já o INPC, além de determinar o reajuste dos salários, também será o índice a ser aplicado para o auxílio às pessoas com deficiência dependente de empregados, que passará ao valor de R$ 623,79, e no auxílio-educação, que passará para R$ 840,45.

Fechando as cláusulas econômicas da proposta aprovada está o reajuste do piso do abono de férias, que passará de R$ 2.300,00 para R$ 2.400,00 para os empregados com carga horária maior que quatro horas e para os com carga inferior, de R$1.226,70 para R$ 1.280,00.

Das cláusulas administrativas, a nova redação do Acordo Coletivo contará com a ampliação da licença paternidade para 20 dias corridos, a contar da data do nascimento ou da adoção da criança. A licença é prevista no Artigo 7º, XIX, e artigo 10ª, parágrafo primeiro do ADCT da Constituição Federal.

A outra cláusula administrativa é da liberação dos dirigentes sindicais. A empresa concederá horas de ausência, sem reposição, aos sindicalistas para a realização de cursos de aperfeiçoamento e treinamento e para participação de eventos sindicais. A liberação será de 40 horas para o dirigente cujo sindicato representa menos de 5% do total de empregados da empresa; de 80 horas para o dirigente cujo sindicato representa entre 5% e 15% e de 120 horas para quem integra a diretoria de sindicato com representatividade maior de 15% da base dos trabalhadores.

Fundo assistencial – O Senge esclarece que não haverá desconto dos engenheiros a título de taxa de negociação. Conforme negociação com a Copel, a empresa se compromete a repassar para as entidades 2/30 avos do salário nominal dos representados, com base nos salários de setembro. Os valores NÃO serão descontados dos trabalhadores.

Fonte: Senge-PR

Publicado em Notícias

O Jornal Tribuna do Paraná, em sua versão online, e também o blog do jornalista Fernando Nandé, de Odiário.com, dão destaque ao Movimento Pró-Fortalecimento Institucional do Serviço Geológico do Paraná lançado pelos funcionários da Mineropar em defesa do órgão que o governo pretende extinguir.

O movimento dos trabalhadores da Mineropar contra a extinção da empresa, que completa 40 anos de atividade em 2017, é destaque na imprensa nesta quarta-feira, 19 de outubro. Clique nas imagens abaixo para acessar o conteúdo publicado no blog do jornalista Fernando Nandé, em O Diário de Maringpa, e também a matéria que saiu na edição online de A Tribuna do Paraná.

 

Fonte: Senge-PR

Publicado em Notícias
Pagina 1 de 12