CONTRIBUIÇÃO SINDICAL 2017 (IMPOSTO SINDICAL - Fevereiro)

As guias referentes ao pagamento da Contribuição Sindical 2017, foram enviadas via correio, para todos os engenheiros agrônomos do Estado de Santa Catarina neste mês de janeiro. O valor da guia é de R$ 249,33 com vencimento no dia 28 de fevereiro/2017.

O profissional que não recebe o SMP (Salário Mínimo Profissional) ou recebe o SMP equivalente à 6h/dia poderá solicitar nova guia com o valor correspondente ao seu salário, entrando em contato pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

A guia também está disponível para impressão no site no link Imposto Sindical.

O que é a Contribuição Sindical?
A Contribuição Sindical é prevista em lei, art. 8º, inciso IV da Constituição Federal, e regulada na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, nos artigos 578 à 610. Esta contribuição também é o mecanismo de sustentação da organização e lutas dos profissionais em suas diversas categorias, através de seus respectivos sindicatos. O valor arrecadado é distribuído na seguinte proporção: 60% para o sindicato, 15% para a federação, 5% para a confederação, 10% para a central sindical e 10% para o governo (MTE). Toda vez que o sindicato negocia com uma categoria patronal, as vantagens obtidas da negociação não ficam restritas aos seus associados: por força de lei, elas são estendidas a todos os profissionais que fazem parte da mesma categoria, indistintamente, mesmo que não sejam sindicalizados.

Os profissionais liberais somam mais de 8 milhões, no Brasil, sendo representados por mais de 500 entidades sindicais. Esses sindicatos, além de realizar a negociação trabalhista, lutam por uma ampliação do seu espaço de atuação profissional, prestando ainda uma série de serviços aos seus associados. Sem a contribuição sindical, nada disso seria possível.

Reafirme o seu compromisso com o sindicato representativo da sua categoria profissional, pagando a contribuição sindical até 28 de fevereiro/2017. Caso você seja empregado, não se esqueça de apresentar o comprovante de pagamento até o dia 10 de março ao setor de Recursos Humanos do empregador, evitando o desconto de um dia de trabalho em seu salário.

Principais Dúvidas
1) O que é a contribuição sindical urbana?
Resposta: É um tributo estabelecido no art. 8º, inciso IV da Constituição Federal de 1988 e também nos artigos 578 a 591 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de pagamento obrigatório, recolhido uma vez por ano. Todos que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional ou de uma profissão liberal devem pagar independente de filiação a alguma entidade sindical.

2) Qual a diferença em relação as demais contribuições cobradas pelo sindicato?
Resposta:
a) Taxa Confederativa - Destina-se a custear o sistema confederativo de representação sindical, é deliberada em assembleia geral dos associados e sua obrigatoriedade ainda é controversa.
b) Contribuição Assistencial - Tem por finalidade cobrir os custos de negociação coletiva objetivando firmar acordo ou convenção coletiva de trabalho. O associado pode se opor ao seu pagamento.
c) Mensalidade Sindical - É cobrada dos profissionais que voluntariamente se associam ao sindicato.
d) Contribuição Sindical - Diferentemente das contribuições acima referidas, é obrigatória a todos os integrantes de uma categoria profissional, independente de ser sócio ou não do sindicato.

3) Quem deve pagar a contribuição sindical?
Resposta: O art. 579 da CLT estabelece que a contribuição sindical é devida por todos aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal.

4) Como é o modelo sindical brasileiro?
Resposta: - O modelo sindical é formado pelos sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais que representam os trabalhadores enquanto instituições. Os trabalhadores pertencentes a uma categoria profissional são os contribuintes do imposto sindical, classificados como empregados com vínculo empregatício, trabalhadores autônomos, profissionais liberais, independente da forma de contratação, ou seja, se autônomo ou com vínculo empregatício. Ministério do Trabalho e Emprego é o órgão que estabelece as normas de cobrança da Contribuição Sindical Urbana, observando as disposições e é responsável pela concessão do registro sindical.


5) Como é feita a divisão do valor arrecadado?
Resposta: Sindicato – 60%; Federação – 15%; Confederação – 5%; MTE – 10% e Centrais – 10%


6) Sou profissional liberal autônomo e não estou associado a nenhum sindicato. Estou obrigado ao pagamento da contribuição sindical?
Resposta: Sim. O pagamento da contribuição sindical é aquele devido por todo profissional, independentemente de sua vontade, que esteja no exercício de sua profissão na forma do art. 579 da CLT.


7) O profissional liberal pode ser assim considerado mesmo tendo vínculo empregatício, caracterizado com as anotações na carteira de trabalho?
Resposta: O profissional liberal exerce seu trabalho tanto de forma autônoma quanto com vínculo empregatício, pois o que o qualifica é o fato de ser possuidor de conhecimentos técnicos adquiridos em curso técnico, graduação ou por força de lei que o reconheça como detentor de tais direitos.


8) Trabalho para uma empresa privada e o RH solicita o recolhimento da contribuição sindical para o sindicato majoritário (da atividade preponderante da empresa). Para quem devo recolher a contribuição sindical: para o sindicato majoritário ou para o da minha categoria profissional?
Resposta: O art. 585 da CLT concedeu ao profissional liberal o direito de escolha no referente à destinação de sua contribuição sindical. Ele pode recolher a contribuição sindical até o dia 28/02, de cada ano, em guia própria, em favor do sindicato representativo de sua profissão. E, apresentá-la quitada a seu empregador, nos primeiros dias de março, para evitar o desconto de um dia de trabalho. Caso contrário, a empresa onde trabalha, anualmente em março, descontará do salário, tendo por base um dia de trabalho e fará o recolhimento para o sindicato representativo da profissão liberal correspondente. Em razão de que, o sindicato é o único representante legal do profissional liberal e detém condições técnicas para especificar piso salarial para a categoria, bem como lutar pelos direitos inerentes à profissão.


9) Sou servidor público com graduação em determinada área profissional classificada como liberal, a quem devo pagar a contribuição sindical?
Resposta: A Lei 8112/90 (Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis da União) foi omissa quanto à obrigatoriedade ou não do pagamento da contribuição sindical pelo servidor público. Assim, o Ministro do Trabalho e Emprego editou recentemente a Nota Técnica n° 036/2009, afirmando a necessidade de os servidores públicos pagarem a contribuição sindical pelo fato de serem trabalhadores, independentemente do regime jurídico de contratação.
O profissional liberal, com registro no conselho de classe, é vinculado à sua categoria profissional, que por sua vez, vincula-se à Confederação Nacional das Profissões Liberais. Tal fato, independentemente da função, atividade ou cargo exercido pelo profissional, inclusive na condição de servidor público. Note que a vinculação é obrigatória, conforme o enquadramento Sindical e a CLT, enquanto a associação a um determinado sindicato fica ao livre arbítrio de cada um e traz como ônus o pagamento de mensalidade social fixada em assembleia. Observe que a vinculação, por obrigatória, não se sujeita à vontade do profissional e nem à vontade do Sindicato.
Esta vinculação confere legitimidade ao Sindicato ao qual o profissional é filiado como único e legal representante da categoria profissional, para cobrar e dar quitação da Contribuição Sindical. O Sindicato fica autorizado a receber a Contribuição Sindical na condição deferida pelo registro do profissional no conselho de classe. Alguns servidores públicos só atingem determinados cargos se forem graduados em determinada profissão liberal e estejam regularmente inscritos em seus órgãos de classe, o que caracteriza não só a função de servidor público, mas também de profissional liberal de acordo com sua capacitação técnica ou por força de lei.


10) Não estou exercendo minha profissão, assim posso deixar de pagar a contribuição sindical?
Resposta: Se você não estiver exercendo a profissão, mas estiver registrado no conselho de classe, ainda assim é necessário o pagamento da contribuição sindical, uma vez que, teoricamente, o registro no órgão de classe demonstra o exercício da atividade profissional. Agora, caso o trabalhador comprove não exercer a profissão em hipótese alguma, bem como não estar inscrito no conselho de classe, a contribuição sindical não será devida, já que o fato gerador da contribuição sindical é o exercício de atividade laboral.


11) Sou graduado em mais de uma profissão classificada como de profissionais liberais e as exerço de forma concomitante. A contribuição sindical será devida para qual sindicato?
Resposta: Em conformidade com o Artigo 579 da CLT, a contribuição sindical é devida por todos aqueles que participem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato representativo da mesma categoria ou profissão. Assim, se você possui duas profissões, com registro em dois Conselhos, deverá pagar a contribuição duas vezes, uma para cada sindicato e, assim por diante, independendo de quantas titulações superiores detiver e quantas a exerça.


12) O idoso precisa pagar a Contribuição Sindical?
Resposta: O registro no conselho de classe é o que atesta o exercício da atividade profissional e constitui o fato gerador da contribuição sindical e, sendo idoso, mas estando registrado, deverá pagar o tributo. Porém, se for idoso, mas não estiver no exercício da profissão e não registrado no conselho, não será devida a contribuição sindical.

13) Nunca paguei a Contribuição Sindical. Como faço para recolher o que está em atraso?
Resposta: O profissional em atraso deverá buscar, perante o setor financeiro do sindicato, o valor do débito da contribuição sindical acrescido dos demais encargos financeiros elencados no Art. 600 da CLT. É oportuno lembrar que, por se tratar de tributo, a contribuição sindical será devida e os inadimplentes ficam sujeitos à cobrança judicial retroativa aos últimos cinco anos.


14) Se eu não pagar a Contribuição Sindical, o que pode acontecer?
Resposta: A inadimplência com a contribuição sindical consistirá na suspensão do exercício da profissão, nos termos do Artigo 599 da CLT, sem prejuízo das penalidades financeiras e cobrança judicial. Caso o profissional liberal não esteja em dia com a contribuição sindical, o exercício da atividade profissional ficará comprometido pelo cancelamento do registro profissional para o exercício da profissão. Além disso, é do sindicato representante da categoria a competência para fazer a cobrança e dar a quitação da contribuição sindical, fazer as recobranças e procedimentos extrajudiciais e judiciais.


15) Sou Profissional liberal e sócio de uma empresa Pago a contribuição sindical como pessoa jurídica. Preciso pagar, também, como pessoa física?
Resposta: Uma coisa é a contribuição sindical devida pela empresa e outra é a contribuição devida pelo profissional liberal. A contribuição sindical obrigatória para a empresa é devida conforme previsto no Artigo 580, III, CLT, calculada com base no capital social da empresa, sendo destinada aos sindicatos da categoria patronal. Já a contribuição sindical do profissional liberal, pessoa física, é devida conforme Artigo 579, sendo destinada ao sindicato de sua categoria profissional.


16) Como devo proceder ao pagamento da contribuição sindical?
Resposta: A guia é enviada para cada profissional. É pagável em qualquer banco, casa lotérica, Caixa Aqui. Em seguida, o profissional deve entregar o boleto comprovando o pagamento à sua empresa. Caso não pague individualmente, a empresa desconta automaticamente em folha de pagamento. Os autônomos devem guardar para apresentar sempre que solicitado comprovação.


17) Qual o valor da contribuição para 2017?
Resposta: O valor é R$ 249,33. As empresas não devem aceitar valores inferiores pagos pelos profissionais empregados, pois correm o risco de ter que efetuar a quitação complementar.


18) Onde posso acessar a guia para recolhimento?
Resposta: No site do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de SC (www.seagro-sc.org.br) no link Imposto Sindical.


19) Como posso fazer para ficar desobrigado do pagamento da Contribuição Sindical?
Resposta: Dar baixa do registro no Conselho Profissional respectivo e apresentar a comprovação oficial ao Sindicato.

Fonte: Seagro-SC

 

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Aconteceu durante a 3ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo do Seagro-SC, nos dias 8 e 9/12, em Florianópolis, o lançamento de duas obras literárias, ambos de engenheiros agrônomos. O Galo Extensionista - Estórias Pitorescas de Sessenta Anos do Serviço de Extensão Rural em Santa Catarina é o título do livro de autoria do Eng. Agr. Roberto Abati, publicado em dezembro de 2016 pela Editora Insular. A obra tem o prefácio assinado pelo presidente do CREA-SC, Eng. Civil e Seg. Trab. Carlos Alberto Kita Xavier, com patrocínio do Conselho, Mútua-SC e SEAGRO-SC.

O Galo Extensionista é uma coletânea de causos, fatos e boatos que retratam o lado pitoresco do dia a dia de abnegados extensionsitas que, com sua persistência e dedicação, transformaram o território catarinense e consolidaram a ACARESC/EPAGRI como empresa referência em extensão rural.

O presidente do CREA-SC destacou a importância da publicação e da extensão rural para desenvolvimento sustentável do estado, assim como o papel proeminente da Epagri, antiga ACARESC, neste processo. “O livro projeta a relevância dos engenheiros agrônomos e técnicos como agentes transformadores da sociedade por meio da aplicação do conhecimento técnico-científico nas atividades de extensão rural.”

É notório que a extensão rural transformou o cenário de Santa Catariana promovendo preservação ambiental, sustentabilidade dos recursos naturais, competitividade da agricultura catarinense e, sobretudo, melhoria da qualidade de vida das famílias catarinenses do meio rural e o livro retrata um pouco desta história, comenta Roberto Abati, autor da obra.


Outro lançamento no CD do Seagro-SC, foi A Transição Agroecológica na Agricultura Familiar, dos autores Célio Haverroth e coautoria de José Geraldo Wizniewsky, pela Editora Appris, uma obra mais técnica permeando temas que vão da sustentabilidade na ótica da agroecologia, analises do ecossistema, desenvolvimento sustentável com análises e diagnósticos de sistemas agrários e para Célio a obra busca compreender os métodos adotados pela extensão rural no Brasil e suas motivações políticas associadas a modelos teóricos de desenvolvimento e, a partir de uma base teórica e de levantamentos empíricos relatou-se como cases a realidade do Oeste de Santa Catarina, no sucesso da agricultura familiar.

Duas abordagens extensionistas sob ângulos completamente diversos, narrativas com diferentes usos de linguagem, mas que se fundem ao relatar o dia a dia e as rotinas do homem do campo e dos que promovem o desenvolvimento agrário.

Serviço:
O Galo Extensionista – Autor Roberto Abati, Editora Insular, compras: www.insular.com.br - R$ 58,00
A Transição Agroecológica na Agricultura Familiar – Autor Célio Haverroth e coautor José Geraldo Wizniewsky, Appris Editora, www.editoraappris.com.br - R$ 44,00

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Aconteceu, no dias 20 e 21 de outubro de 2016, a Semana Acadêmica da Agronomia (SEMEAGRO), organizada pelo Instituto Federal Catarinense – campus Concórdia. O evento fez parte das comemorações do dia do Engenheiro Agrônomo, na semana da Agronomia do Alto Uruguai Catarinense. O objetivo foi marcar a passagem desta data, promovendo a difusão técnico-científica de temas correlatos à ciências agrárias, contribuindo para qualificação dos profissionais e acadêmicos no enfrentamento dos desafios da profissão.

A programação contou com a realização de palestras, mesa redonda e minicursos que aprimoraram entendimentos e estimularam reflexões entre profissionais, estudantes e representantes de entidades da categoria. Na mesa redonda “Os desafios do exercício profissional do engenheiro agrônomo: diferentes visões”, a engenheira agrônoma da Epagri de Blumenau e Diretora de Formação Sindical e Aperfeiçoamento Profissional do Seagro, Adriana Padilha, falou sobre as oportunidades e dificuldades enfrentadas pelas engenheiras agrônomas ao longo de sua carreira. Os acadêmicos e profissionais presentes foram convidados à refletir sobre questões como a construção filosófica do conhecimento, que desprezava e marginalizava a inteligência da mulher, a hegemonia masculina em algumas profissões e as diferentes oportunidades de acesso e de evolução das carreiras. Foi apresentado aos participantes, os números que mostram a evolução da participação feminina nas engenharias e, de maneira especial, dentro da Agronomia. Em Santa Catarina, a maioria dos cursos de Agronomia já conta com uma expressiva participação feminina entre os matriculados. Ao longo do tempo, isso deve refletir também em um aumento no número de profissionais registradas no CREA, que ainda está bem abaixo dos homens. Ressaltou-se que as barreiras só serão totalmente superadas com o engajamento de todos na luta pela igualdade de gênero dentro dos seus ambientes profissionais, com a ocupação de espaços de poder pelas mulheres e o comprometimento com a qualidade do trabalho desenvolvido. Competência não é uma questão de gênero, como mostra o trabalho destacado que diversas engenheiras agrônomas e outras profissionais vêm realizando em seus espaços de atuação.

Fonte: Seagro-SC

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O Seagro realizou, nos dias 07 e 08 de outubro, um curso de Formação Sindical para os novos dirigentes da gestão 2015-2018, em Treze Tílias/SC.

O curso contou com a participação dos ex-presidentes Eng. Agr. Vlademir Gazoni e Raul Zucatto que apresentaram aos novos dirigentes um resgate histórico dos 33 anos de fundação do Sindicato, reforçando as principais lutas e conquistas da categoria nesta longa jornada.

Após o resgate histórico iniciaram-se as atividades com o professor da UFSM, Eng. Agr. Renato Santos de Souza. Com vasta experiência nas áreas de Administração e Economia, com ênfase em teorias e estratégias organizacionais, organizações rurais e desenvolvimento rural, especialmente relacionados às políticas públicas, abordou os seguintes temas: O “Sindicato” enquanto organização; Planejamento e estratégia sindical e o Poder, política e conflitos na atuação sindical.

Fonte: Seagro-SC

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Indignados após mais de 4 meses sem nenhum avanço nas negociações para o Acordo Coletivo de Trabalho deste ano, trabalhadores das empresas públicas da agricultura (Epagri e Cidasc) fizeram manifestação ontem (17/08 - 4ª feira) em Chapecó, durante visita do Governador Raimundo Colombo no Encontro de Jovens Empreendedores do Meio Rural e Marinho, que aconteceu no Centro de Cultura e Eventos.

O protesto foi organizado por todos os sindicatos das categorias envolvidas. Através de faixas, registraram o sentimento de indignação e revolta com o descaso do Governo do Estado. Entendendo o momento econômico, os trabalhadores já abriram mão de todas as demais reivindicações, mas não aceitam a proposta do Governo de não repor se quer a inflação do período, o que significa um arrocho salarial de quase 10% e um retrocesso na efetivação do novo Plano de Carreira já inicialmente implantado em janeiro na Epagri e na Cidasc. A folha de pagamento das empresas representa pouco mais de 2% do total de gastos do Governo com pessoal e os sindicatos já apresentaram números mostrando a viabilidade da reposição.

Apesar do forte esquema de segurança, dirigentes dos sindicatos conseguiram conversar com o Governador Colombo, que afirmou que "o trabalho da Epagri é show" e que vai discutir com sua equipe uma forma de avançar nas negociações. Entendendo que o momento ainda não é para greve, os sindicatos vão continuar fazendo manifestações em situações estratégicas."Precisamos alertar a sociedade para os riscos de um apagão tecnológico e sanitário na agropecuária catarinense. A Cidasc já está sendo desmontada e este achatamento salarial só piora ainda mais a situação nas duas empresas. A pesquisa, a extensão e a defesa agropecuária precisam de maior valorização", afirma o presidente do Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de SC (SEAGRO-SC), Eduardo Piazera.

O evento em Chapecó reúne mais de mil jovens que passaram por curso realizado pela Epagri com apoio do ‪Programa SC Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca. Eles vão apresentar seus projetos de vida para seguir construindo uma agricultura cada vez mais sustentável e pujante em SC. Diversas outras autoridades prestigiaram o encontro, entre elas o Secretário da Agricultura Moacir Sopelsa e o presidente da Epagri Luiz Hessmann.

 Fonte: Seagro-SC

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Em reunião no dia 26 de julho, dirigentes de vários sindicatos dos 14 que tem base na agricultura [de Santa Catarina] decidiram por atuar conjuntamente na Campanha Salarial 2016/17, com foco exclusivo na reposição do INPC (9,83%). Logo após a reunião, buscou-se contato com os demais sindicatos que estiveram impossibilitados de participar e todos concordaram em atuar conjuntamente com este foco.

A principal decisão tomada pelos presentes é a realização de assembleia conjunta e concentrada, das bases de todos os sindicatos, no dia 16 de agosto em Florianópolis.

No início da tarde, os dirigentes aguardaram na porta da Secretaria da Agricultura a chegada do secretário Sopelsa, que informou não ter havido nenhum avanço até o momento na proposta do governo para o ACT. Sopelsa foi taxativo ao dizer que o secretário Gavazzoni não aceita mudar a proposta de zero de reajuste.

Diante disso, foi preparado ofício solicitando audiência com o secretário da casa civil, Nelson Serpa que, segundo Sopelsa, é quem tem poderes para avançar na proposta. O ofício foi assinado por todos os 14 sindicatos e já foi protocolado.

Campanha com outdoors
A campanha com instalação de outdoors terá continuidade a partir da próxima semana. Realizada conjuntamente entre os Sindicatos com bases na Epagri e Cidasc, será veiculado em pontos estratégicos, como ao lado do portão da Epagri, na rodovia SC 401 que dá acesso ao Centro Administrativo do governo e em Chapecó no acesso ao aeroporto, denunciará o descaso e intransigência do Governo em negociar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016.

Veiculação de spots na CBN
A partir do dia 1º de agosto, segunda-feira, por decisão tirada entre Seagro, Senge e Simvet, ainda antes do acordo firmado entre os 14 sindicatos, está sendo veiculado na rádio CBN, em Florianópolis, spot de rádio denunciando o descaso do governo para com os profissionais da pesquisa, extensão e defesa sanitária animal e vegetal da Epagri e Cidasc. Por experiência no passado, este tipo de ação sempre causa boa repercussão nos meios políticos. Confira aqui o spot

Fonte: Seagro-SC

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Aprovada pela Assembleia Legislativa em 22 de junho, a Lei do Micro Produtor Rural garante tratamento diferenciado para cerca de 250 mil agricultores e pecuaristas familiares e pescadores artesanais. O impacto da medida aos cofres públicos deve ser de R$ 160 mil ao ano.

Elaborada pela Secretaria de Estado da Fazenda, Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e Vigilância Sanitária, a mudança coloca novamente Santa Catarina em destaque no cenário nacional pela prática e incentivo à agricultura familiar. A lei atende a 80% dos cerca de 300 mil produtores rurais catarinenses, que a partir da regulamentação das regras não terão mais de pagar imposto para comercializar produtos artesanais ou mesmo abrir a propriedade para a visita de turistas, o conhecido turismo rural.

Até hoje, não havia qualquer tipo de isenção para a venda de pães, bolachas, mel, geleias entre outros itens artesanais, o que obrigava o produtor a pagar os mesmos 17% de ICMS cobrados dos grandes comerciantes.

O secretário Moacir Sopelsa, da Agricultura, acredita que a Lei do Micro Produtor Rural dá mais competitividade a agricultura familiar catarinense, viabilizando e fortalecendo os empreendimentos rurais do Estado.

Para ter direito ao tratamento diferenciado, o produtor deve atender a uma lista de pré-requisitos. Mais informações nas prefeituras e escritórios da Epagri e Cidasc pelo interior do Estado; o Sebrae-SC, também tem projetos e programas de incentivo ao turismo rural e no fomento as propriedades, busque mais informações.

Fonte: Sec. Agricultura e Pesca/Seagro-SC

(Foto: Jonas Oliveira/ ANPr)

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O diretor de comunicação e imprensa do SEAGRO-SC, Jorge Dotti Cesa, participou, no dia 27, de mais uma reunião da Comissão de Regulação do Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos.

No evento o palestrante, Eng. Agr. Mário Veríssimo, da Cidasc, que atua como Fiscal Agropecuário, abordou o trabalho de fiscalização de agrotóxicos realizado pela Cidasc, destacando o novo Sistema que está sendo implantado (Sigen), que visa melhorar o controle da comercialização de agrotóxicos, centralizando e cruzando as informações das notas fiscais emitidas com os respectivos receituários agronômicos.

“Essa ferramenta irá melhorar em muito a fiscalização, evitando o aumento do uso irracional e mesmo fraudulento de agrotóxicos. Por outro lado, é indispensável a reposição do quadro de Fiscais da Cidasc, que está completamente desestruturada, visando evitar o tão falado apagão tecnológico que trará prejuízos imensuráveis e irreversíveis para a sociedade”, argumenta o engenheiro Jorge Dotti Cesa.

Fonte: Seagro-SC

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O Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de Santa Catarina – SEAGRO-SC, o SIMVET/SC – Sindicato dos Médicos Veterinários de Santa Catarina e o SENGE – Sindicato dos Engenheiros de Santa Catarina; entidades que juntas representam cerca de mil profissionais da Epagri e Cidasc, negociam diretamente com o Governo o Acordo Coletivo, com data base, 1º de maio, isto porque o Governo insiste na proposta de não conceder se quer a inflação medida pelo INPC

Como as negociações com o Governo não avançam as entidades decidiram por lançar uma Campanha Pública pela mídias sociais e outdoors, inicialmente distribuídos na Grande Florianópolis, e até não se descarta numa segunda etapa o uso de rádio e até de televisão, ampliando a manifestação e alertando a sociedade sobre o descaso do Governo e da falta de apoio e incentivos à pesquisa, extensão rural e defesa sanitária para o agronegócio e agricultura familiar catarinense. “A atividade representa 1/3 do PIB e 62% das exportações brasileiras, com forte participação da agricultura familiar, é o segmento que mais cresce (agronegócio) e não há contrapartida das autoridades”, esclarece Eduardo Piazera, presidente do SEAGRO.

Piazera alerta que sem a reposição da inflação, volta a ocorrer e de maneira ainda mais intensa, a compressão da tabela salarial para as categorias abrigadas pela Lei do Salário Mínimo Profissional (SMP) e pelas conquistas no ano passado com a implantação do Plano de Cargos e Salários, assim a proposta do governo penaliza os funcionários mais antigos e retira-lhes conquistas já adquiridas.

“Caso não ocorram avanços imediatos na proposta, as categorias não descartam uma paralização, já que há uma forte mobilização nas bases. Estamos mais conscientizados, no momento aguardamos o julgamento do dissídio na justiça e, paralelamente, estamos nos mobilizando no interior do Estado”, comenta Piazera.

Os engenheiros e médicos veterinários pedem mais atenção do Governo ao serviço público agrícola catarinense, responsável pelo patamar de excelência alcançado nas últimas décadas pelo setor agropecuário. Sucessivos planos de demissão incentivada já esvaziaram os quadros de fiscalização das empresas Cidasc e Epagri, colocando em risco o status de único estado livre da febre aftosa sem vacinação.

“Os sindicatos pretendem, com a Campanha, chamar a atenção dos políticos e alertar a sociedade para que ela se sensibilize pela causa”, finaliza Piazera.

 

Fonte: Ascom/Seagro-SC

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O Sindicato dos Engenheiros Agrônomos de Santa Catarina (Seagro-SC) comemora, hoje  (29/4), 33 anos de atuação no estado em prol da classe, bem como proporcionando ações com foco na comunidade. O presidente do sindicato, o engenheiro agrônomo Eduardo Piazera relembra que toda a história do Seagro foi construída e alicerçada na competência e nas lutas dos profissionais da área, lincadas com as melhorias tecnológicas e sociais que contribuíram para o desenvolvimento e competitividade do setor. E mais, Piazera lembra que “a data também reforça que os trabalhadores precisam estar cada vez mais unidos em sindicatos fortes e representativos”.

Nestes 33 anos, nortearam o trabalho do Seagro: a busca por melhorias salariais, melhores condições de trabalho, a valorização profissional e reconhecimento do trabalho realizado pelos engenheiros agrônomos na sociedade e a defesa do setor agropecuário como um todo.

Confira a mensagem do Seagro neste vídeo AQUI

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