O Senge e demais sindicatos que representam os trabalhadores da Sanepar participaram nesta sexta-feira (31) de reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2017/18. Este foi o primeiro debate da campanha salarial com sinalização de proposta em alguns itens da pauta de reivindicações por parte da Sanepar.

“Esta é uma fase em que temos que reafirmar as reivindicações e junto com as assessorias econômica e jurídica defender os pleitos dos engenheiros para construir uma proposta vantajosa. Vamos avaliar o que a empresa apresenta e buscaremos avançar nas negociações cada vez mais”, afirma a diretora do Senge, Angela Doubek.

A proposta inicial, que será debatida pelo Senge e entidades sindicais na próxima semana, a empresa apresentou reajuste salarial pelo INPC de março, fechado em 4,69%. O percentual, segundo o diretor administrativo da Sanepar, Luciano Valério Bello Machado, também incide sobre o vale-alimentação e o auxílio-creche.

Nos demais itens econômicos não há ainda proposta para reajuste, mas apenas a manutenção de pagamento no próximo acordo. A apresentação dos itens por parte da empresa será formalizada em documento apenas ao final da tarde desta sexta-feira, após a realização dos debates com todos os sindicatos. A empresa dividiu a reunião de negociação em três equipes de sindicatos. Nesta tarde, outras entidades ouvirão as sugestões da Sanepar para o ACT.

Os sindicatos se reunirão já no início da próxima semana para avaliar os itens apresentados pela Sanepar e definir uma contraproposta que de fato contemple as reivindicações e anseios dos trabalhadores. O objetivo é unificar as entidades para pressionar as negociações e avançar em uma proposta melhor para os engenheiros e demais categorias.

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Engenheiros da Conab-PE se reuniram, em Assembleia Geral Extraordinária, no dia 18/1, para decidir sobre próximo passo a ser dado na campanha salarial iniciada em 2016. Na reunião, que aconteceu na sede do Senge-PE, os engenheiros presentes decidiram pelo ajuizamento do Dissídio Coletivo, seguindo as decisões já tomadas pelo Senge–MG e pela Fisenge. Diante dos impasses colocados pela Conab, com o não atendimento às reivindicações da categoria, principalmente no que diz respeito ao reajuste salarial, o Dissídio Coletivo tornou-se a única saída possível.

Fonte: Senge-PE



 

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Em reunião realizada na quarta-feira, 18 de janeiro de 2017, o Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais (Senge-MG) e a Fiat Chrysler Automóveis assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017 dos engenheiros e engenheiras que trabalham na empresa. Os profissionais aprovaram a proposta feita pela Fiat em Assembleia Geral realizada em 12/01, pelo Senge-MG.

O ACT garante reajuste salarial a partir de 1º de janeiro de 2017 de 9% para os salários de até R$6.224,00 (em janeiro de 2016). Já para os salários acima de R$6.224,00, o reajuste será de parcela fixa de R$560,16, a partir de 1º de janeiro de 2017. O ACT garante, ainda, abono de R$1.092,00 aos empregados com salários de até R$6.224,00 que trabalham na jornada de turnos alternantes, que deve ser pago em janeiro de 2017.

Carta de Oposição

A cláusula 80ª do ACT estipula o Desconto Negocial de 4%, sendo 2% sobre o salário corrigido em janeiro/2017 e 2% sobre o salário corrigido de fevereiro/2017. No entanto, os trabalhadores têm o direito de se opor a este desconto. Basta entregar, pessoalmente, carta de oposição onde constem NOME, CPF, CREA, TELEFONE E E-MAIL.

O Senge-MG receberá as cartas de oposição até o dia 30/01. Elas devem ser entregues na Rua Timbiras, nº2887, 3º andar.

Veja, aqui, o ACT assinado na íntegra

 

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Os engenheiros e engenheiras da CSN aprovaram a proposta da empresa de Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2018 em assembleia realizada no dia 24 de outubro, no transbordo da CSN, em Congonhas/ MG. A aprovação se deu por meio de votação por cédulas depositadas na urna. 

A proposta, que tem validade de 2 anos (2016/2017 e 2017/2018), é de reajuste salarial de 0% em 2016; reajuste de 5% no cartão alimentação, creche e kit escolar em setembro de 2016 e reajuste salarial de 5% a para janeiro de 2017. A CSN propôs, ainda, para o ACT 2017/2018 reajuste de 100% do INPC em maio de 2017 para os salários, cartão alimentação, creche e kit escolar. 

Além disso, a empresa manteve o empréstimo especial, porém com pagamento realizado em 6 parcelas e intervalo de 12 meses entre as solicitações e oferece um crédito extra no cartão alimentação de R$2.000,00, sendo pago em 3 parcelas, 1 parcela de R$ 1.000,00 em 27 de outubro e outras 2 parcelas de R$500,00 cada nos meses de novembro e dezembro de 2016.

Outro ponto da proposta é que a empresa vai deixar de praticar o desjejum constante no ACT da Namisa 2015/ 2016.
A empresa acordou e oficializará através de carta-compromisso o cumprimento da Lei 4.950-A, adequando todos os salários dos engenheiros que a partir do dia 1º de janeiro ficarem abaixo do piso salarial. 

As demais cláusulas foram mantidas como estão no ACT 2015/2016. A CSN concordou em não implantar o Banco de Horas.

Participaram da assembleia representando o Senge-MG o diretor Gilmar Santana e a gerente do setor de Negociações Coletivas, Valéria Arruda.

Fonte: Senge-MG

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Proposta aprovada para 2016/17 prevê reajuste salarial de 9,15% e aumento do vale-alimentação pelo INPC Alimentação acumulado para data-base em outubro, de 14,15%. A aprovação foi de 65% de um total de 3.772 votos.

Com 65% dos votos das assembleias, os trabalhadores da Copel definiram pela aprovação da proposta formulada a partir da negociação entre empresa e sindicatos para o Acordo Coletivo de Trabalho 2016/17. A contagem dos votos foi realizada nesta quinta-feira (13), no Polo KM 3.

O resultado final de todas as assembleias promovidas pelo Senge e demais entidades que representam os trabalhadores da Copel foi de 3.772 participantes, dos quais 2.444 votaram pela aprovação da proposta, 1.307 (34%) pela recusa da proposta, além de 19 abstenções, um nulo e um branco.

Com a aprovação da proposta, os funcionários da Copel terão reajuste salarial de 9,15%, referente a reposição pelo INPC acumulado para data-base de outubro, além de reajuste no vale-creche, pago por filho entre 7 e 72 meses.

Apuração dos votos foi nesta quinta-feira (13) na Copel do KM 3. Dos 3.772 votos, 65% foram pela aprovação e apenas 34% pela recusa da proposta.

A proposta ainda contempla pagamento de abono de uma remuneração, com base no valor do salário de setembro deste ano, somado de parcela linear de R$ 4.450,00. O abono integrará a base de cálculo do imposto de renda dos proventos recebidos no mês de outubro próximo.

Ainda pela proposta aprovada, os trabalhadores terão reajuste no vale-alimentação de 14,37%, referente ao INPC Alimentação e Bebidas, que passará ao valor de R$ 1.086,51 para os empregados com mais de quatro horas de jornada, e de R$ 543,25 para quem exerce jornada inferior as quatro horas. O INPC Alimentação também é o índice a ser aplicado no vale-lanche, que passará ao valor de R$ 124,37.

Já o INPC, além de determinar o reajuste dos salários, também será o índice a ser aplicado para o auxílio às pessoas com deficiência dependente de empregados, que passará ao valor de R$ 623,79, e no auxílio-educação, que passará para R$ 840,45.

Fechando as cláusulas econômicas da proposta aprovada está o reajuste do piso do abono de férias, que passará de R$ 2.300,00 para R$ 2.400,00 para os empregados com carga horária maior que quatro horas e para os com carga inferior, de R$1.226,70 para R$ 1.280,00.

Das cláusulas administrativas, a nova redação do Acordo Coletivo contará com a ampliação da licença paternidade para 20 dias corridos, a contar da data do nascimento ou da adoção da criança. A licença é prevista no Artigo 7º, XIX, e artigo 10ª, parágrafo primeiro do ADCT da Constituição Federal.

A outra cláusula administrativa é da liberação dos dirigentes sindicais. A empresa concederá horas de ausência, sem reposição, aos sindicalistas para a realização de cursos de aperfeiçoamento e treinamento e para participação de eventos sindicais. A liberação será de 40 horas para o dirigente cujo sindicato representa menos de 5% do total de empregados da empresa; de 80 horas para o dirigente cujo sindicato representa entre 5% e 15% e de 120 horas para quem integra a diretoria de sindicato com representatividade maior de 15% da base dos trabalhadores.

Fundo assistencial – O Senge esclarece que não haverá desconto dos engenheiros a título de taxa de negociação. Conforme negociação com a Copel, a empresa se compromete a repassar para as entidades 2/30 avos do salário nominal dos representados, com base nos salários de setembro. Os valores NÃO serão descontados dos trabalhadores.

Fonte: Senge-PR

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado de Pernambuco (Senge-PE), representando também o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas de Pernambuco (Sindurb/PE), realizou, no dia 30 de setembro, assembleia com trabalhadoras e trabalhadores do Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS, a fim de deliberar sobre a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2018.

A Intersindical ONS (leia nota abaixo) havia recomendado a rejeição da proposta da empresa e retorno das negociações, por entender que a contraproposta envolvia "uma redução na Política Salarial acordada perante o MPT em abril/2013, o que poderá trazer uma perda permanente aos trabalhadores". Em Brasília, no entanto, os trabalhadores votaram a favor da proposta (76 a 2, com 1 abstenção), deliberação igual ao da assembleia no Rio de Janeiro (125 a favor e 29 contra). Os trabalhadores de Recife acompanharam o resultado, aprovando a proposta por 26 votos a favor, 10 contra, e 1 abstenção.


NOTA DA INTERSINDICAL ONS
(Stiu-DF, Sindurb-PE, Sintergia-RJ, Sinergia-Florianópolis, Senge-RJ, Senge-PE, FNU, Fisenge e CUT)

Chegou a hora de decidirmos o nosso futuro
(ou se perde ainda mais ou se dá um basta agora)
A Intersindical ONS entende que a contraproposta da empresa representa uma nova redução na Política Salarial da empresa, conquistada a duras penas nas negociações salariais do ACT 2012/2014 na Audiência de Mediação nº 199/2013 perante o MPT-DF em abril/2013.
Relembramos a todos que na ocasião a empresa promoveu mais uma redução na Gratificação de Férias para 2/3 e a total retirada da Perda de Massa Salarial, mas em contrapartida se comprometeu perante o MPT, com o aval da Aneel participante da reunião, com uma Política Salarial conforme anexo que incluiu: a P.O. de 2 (duas) Remunerações, 2,0% da Folha Salarial Anual para Mérito e 1,5% Bianual para Desvio de Mercado.
Apesar de tudo isso, as entidades sindicais irão submeter essa contraproposta aos trabalhadores e trabalhadoras. Começaremos pela maior base, o Rio de Janeiro, lembrando a todos que foi por 2 (dois) votos de diferença em outubro/2006 nesta base que perdemos o Adicional por Tempo de Serviço (Quinquênio) e por 4 (quatro) votos de diferença em abril/2013 que perdemos a Perda de Massa Salarial. A empresa usa esse argumento de maior base para forçar as demais bases a aprovarem uma contraproposta ruim para todos, por tanto, a base Rio é de suma importância para o desfecho das negociações. É importantíssimo à presença de todos nas assembleias de hoje e amanhã da categoria.
As entidades sindicais que compõem a Intersindical ONS fazem o seguinte encaminhamento para deliberação das assembleias: Rejeição da contraproposta apresentada pela empresa com retorno a mesa de negociação, por envolver uma redução na Política Salarial acordada perante o MPT em abril/2013, o que poderá trazer uma perda permanente aos trabalhadores, bem como as cláusulas referentes ao Auxílio Alimentação, Auxílio Educacional e Representantes Sindicais.
A Intersindical solicita mais uma vez o engajamento e o comprometimento de todos os trabalhadores e trabalhadoras do ONS. Chegou o momento de deixarmos de lado os nossos interesses pessoais, temores ou qualquer outra coisa com intuito de ganharmos força para avançarmos nas nossas pretensões. Se estivemos unidos, engajados, comprometidos e mobilizados sairemos vitoriosos dessas negociações e celebraremos um bom ACT.
Retroceder jamais! Vamos avançar!!!

Fonte: Senge-PE

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Em uma assembleia com mais de 400 trabalhadores, foi aprovada a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017 da LIGHT. O acordo prevê abono de R$ 1400, a ser pago no dia 31 de agosto, além de 5% de reajuste retroativo a maio e 4,3% a partir de novembro, totalizando 9,3% a partir de novembro.

Para os diretores do Senge-RJ Nei Beserra e Clayton Vabo, a proposta é um avanço, especialmente em relação ao abono, que teve o valor praticamente dobrado durante a negociação.

Além disso, eles destacam a importância da luta política durante a negociação, especialmente o momento em o Senge-RJ e o Sintergia, com o total apoio dos trabalhadores, suspendeu uma das assembleias. O motivo foi uma tentativa de fraude por parte da LIGHT, que enviou gerentes e supervisores para pressionar os trabalhadores a aprovar a proposta, com ameaças até de demissão. O Sintergia entrou com uma ação de assédio moral contra a empresa onde se aguarda julgamento.

Fonte: Senge-RJ

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Em assembleia realizada ontem (20/7), os engenheiros da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) rejeitaram, por unanimidade, a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017 oferecida pela empresa. O Senge-VR colocou a proposta em votação para saber a opinião dos trabalhadores. A diretoria já havia se manifestado contra a proposta em mesa de reunião com a empresa no dia 19.

A oferta da CSN está muito abaixo do INPC, diminuindo o poder de compra do trabalhador e retirando direitos históricos. Os principais pontos eram:
- Reajuste de 5% a partir de janeiro de 2017
- Aumento da participação do cartão alimentação do empregado, sem reajuste do valor do benefício
- Retirada de todas as vantagens extra-CLT

Fonte: Senge-VR

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Representantes da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e do Senge-MG participaram de audiência de conciliação com a CBTU, realizada no dia 29/6, no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. Na ocasião, a empresa apresentou novamente a proposta de 8,28% de reajuste salarial, retroativo à data-base da categoria (1º de maio) e o mesmo índice para as demais cláusulas econômicas, acertadas entre a CBTU e os sindicatos antes da instauração do Dissídio Coletivo.


Com a anuência dos engenheiros e engenheiras da CBTU, dada em Assembleia Geral realizada em 28/6, a Fisenge aceitou a proposta e, com isso, foi celebrado o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017.


Participaram da audiência representando a Fisenge e o Senge-MG o diretor Ricardo Soares e o advogado Josué Melão.

 

Fonte: Senge-MG

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Foi realizada ontem (17/5), em Belo Horizonte (MG), assembleia de engenheiras e engenheiros da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Em pauta, a contraproposta da empresa sobre as reivindicações do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017, apresentada na segunda rodada de negociações, no dia 11 (leia aqui).

Segundo o engenheiro Ricardo dos Santos Soares, diretor do Senge-MG e representante da Fisenge na assembleia, os trabalhadores concordaram com a maior parte das resoluções da segunda rodada. Sobre a negativa de inclusão do Salário Mínimo Profissional (Lei 4.950-A/66) em início de carreira, os trabalhadores entenderam, apesar do aceite, que a pauta deve continuar forte em outras instâncias de negociação na CBTU, principalmente na avaliação do novo Plano de Emprego e Salário (PES) e nas mesas permanentes realizadas durante todo o ano. Em relação à cláusula de garantia de emprego, outro ponto da pauta negado pela CBTU, os trabalhadores aceitaram com a garantia de cumprimento ao já disposto na CLT. "Houve a reafirmação da necessidade da Fisenge estar presente nas negociações da categoria, fortalecendo a defesa das pautas específicas dos engenheiros e, principalmente, do salário mínimo profissional", afirmou Ricardo.

A Fisenge encaminhou ofício à diretoria da CBTU solicitando a terceira rodada de negociação ainda esta semana. Entre os pontos pendentes está a reivindicação da paridade salarial com a aposentadoria, garantindo a complementação da diferença entre o valor pago pelo INSS e a remuneração do cargo correspondente na empresa. O percentual de reajuste salarial também continua em aberto, com deliberação de que a categoria dos engenheiros acompanhará a decisão das categorias de base, que também estão realizando assembleias para discutir a contraproposta da companhia.

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