O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro de convoca para a eleição de representantes sindicais que serão realizadas nos dias 26 e 27 de abril de 2017. Confira o edital abaixo: 

Eleição de Representantes Sindicais

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro - SENGE-RJ, convoca seus associados, da empresa AMPLA, em dia com suas Contribuições Sociais para participarem da eleição de Representante Sindical, para o mandato 2016/2019. A eleição do(s) Representante(s) Sindical(is), em cada empresa onde exista(m) candidato(s), serão realizadas nos dias 26 e 27 de abril de 2017, utilizando o Sistema VotaSenge, via Web, e em urna que fica instalada na Sede do Senge-RJ, situada à Av. Rio Branco, 277/17º andar, sala 1704 - Centro - Rio de Janeiro - RJ. O período da votação via web iniciará à 0h00min do dia 26 de abril de 2017 e encerra às 23h59min do dia 27 de abril de 2017. A urna fixa funcionará nos mesmos dias (26 e 27 de Abril de 2017) das 10h até às 17h. Somente poderão ser candidatos os associados que atendam às seguintes exigências estatutárias: a) Ser sócio do Senge-RJ há, pelo menos, 6 (seis) meses, apurados até o dia 20 de abril de 2017 e estar em dia com suas obrigações sociais ou quitá-las no ato da inscrição; b) Exercer suas atividades profissionais, na empresa em que trabalha, como engenheiro, agrônomo, geólogo, meteorologista, geógrafo ou outra profissão correlata ou conexa à engenharia, conforme definido no art. 1º do estatuto da entidade. Para se candidatar, o interessado deverá requerer sua inscrição, preenchendo formulário próprio, disponibilizado no site do Sindicato e remeter para o endereço eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou na sede do Sindicato, situada à Av. Rio Branco, 277/17º andar - sala 1704 - Centro - Rio de Janeiro - RJ, a partir da publicação deste edital e até às 18h do dia 20 de abril de 2017.

 

Rio de Janeiro, 10 de abril de 2017.

 

Olímpio Alves dos Santos
Presidente

Para baixar a ficha de inscrição, clique aqui

 

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O presidente do SENGE-RJ, Olímpio Alves dos Santos abriu, na manhã desta sexta-feira (31), o I Simpósio SOS Brasil Soberano. O evento busca soluções práticas para a crise que ocorre no país. Para Olímpio, o principal objetivo é construir uma discussão de projeto de nação. “Precisamos de um projeto de emergência e formular ações que contribuam para a construção de um projeto de Nação. O debate é fundamental para fortalecermos a nossa resistência diante do atual desmonte do Estado”, criticou.

Por Marcelle Pacheco (Senge-RJ)

O presidente da Fisenge e vice-presidente do SENGE-RJ, Clovis Nascimento afirmou que o Brasil vive uma crise sem precedentes na História do país. “É uma crise institucional e política, que partiu de um golpe muito bem engendrado, que traz prejuízos inestimáveis para a sociedade. Nosso objetivo é aprofundar a discussão e formular ações para melhorar as condições de vida da população, defender a engenharia brasileira e a soberania nacional. Esta é mais uma frente de resistência na atual conjuntura”, defende Clovis.

"A jornada de hoje é parte integrante do dia nacional de luta (31/3) contra as reformas e retrocessos", disse um dos coordenadores do projeto, o professor Francisco Teixeira, que também lembrou da menina Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, que morreu vítima de bala perdida dentro da própria escola, na Pavuna, no Rio de Janeiro. 

Também participaram da mesa de abertura Pedro Celestino, presidente do Clube de Engenharia, Newton Augusto Cardoso de Oliveira, coordenador geral da pós-graduação da Faculdade Presbiteriana Mackenzie, e Duda Quiroga, secretária de comunicação da CUT-Rio.

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (SENGE-RJ) convida para a primeira Roda de Conversas ‘A luta pelo direito à moradia no Rio de Janeiro’, que será realizada no dia 30 de março, às 18h, no auditório do Senge.
Esse será o primeiro dia da série de encontros que discutirá o direito à cidade que o sindicato irá realizar durante o ano de 2017. O objetivo é fazer uma análise em conjunto sobre o assunto e saber como, por exemplo, o próprio sindicato dos Engenheiros pode apoiar nessa luta histórica.
Convidamos diversos movimentos sociais e pessoas responsáveis e atuantes na luta pelo direito a moradia e habitação. Venha conosco! 

Data: 30 de março de 2017
Horário: 18h
Local: Auditório do Senge
Avenida Rio Branco, número 277, 17 andar

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Virgínia Brandão esteve no 8 de março, realizado no Rio de Janeiro, ao lado do Coletivo de Mulheres da CUT

A diretora do SENGE-RJ Virgínia Brandão esteve, nesta quarta-feitra (08), no ato do Dia da Mulher, realizado no Rio de Janeiro. Virigina esteve ao lado do Coletivo de Mulheres da CUT. As manifestantes andaram da Candelária até a porta da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A passeata teve como um dos objetivos protestar contra a reforma trabalhista do governo de Michel Temer, queignora o fato de que elas realizam trabalho doméstico não remunerado, chegando a trabalhar em média cinco horas a mais que homens numa semana. As manifestantes também protestaram pela legalização do aborto, contra a terceirização e contra a diferença salarial entre homens e mulheres, pelas pautas LGBT, entre outras pautas.

Para Virgínia, o ato foi muito bonito pois mostrou a união das mulheres:

"O que vimos foi uma ampla diversidade. Meninas mais novas e mulheres mais velhas, juntas. A mídia diz que as mulheres competem entre si, mas mostramos que somos unidas. Isso é representativo para indicar que todas podem se manifestar e serem respeitadas. Porque é isso que defendemos: que as mulheres sejam ouvidas e respeitadas", afirmou a diretora do SENGE-RJ.

A diretora do SENGE-RJ Virgínia Brandão

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Faleceu, no dia 21/1, a engenheira Elsa Parreira, no Rio de Janeiro. Elsa lutou, bravamente, pela democratização no Brasil na época da ditadura militar, integrou o Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA) e atuou pelo fortalecimento do movimento sindical nos anos 80 até os dias atuais. Durante todos esses, Elsa sempre resistiu, esteve ao lado da classe trabalhadora, contribuiu para a construção de nossa democracia e também atuou em defesa dos direitos das mulheres. Em 2009, ela integrou o Coletivo de Mulheres da Fisenge. Elsa Parreira é nossa companheira corajosa, amiga generosa e lutadora resistente sempre disposta. Elsa deixa uma marca em nossos corações e mentes e nos ensina que a vida é obra de resistência, afeto e coragem. Nos solidarizamos com colegas e familiares e deixamos a nossa homenagem a nossa companheira, que ficará sempre em nossa memória e em nossos passos pela construção de um mundo solidário, igualitário e fraterno. Elsa Parreira, presente!

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros
Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2017

Homenagem a Elsa Parreira: lembrar para resistir!
Confira abaixo a matéria publicada na revista da Fisenge, em 2014:

Engenheiras e engenheiros resistem à ditadura militar

Por Camila Marins

"Acreditar na força transformadora dos trabalhadores e da sociedade civil". Foi desta forma que a engenheira Elsa Parreira seguiu resistindo e lutando contra a ditadura militar instaurada no Brasil. De norte a sul do país, engenheiros e engenheiras tiveram papel fundamental na luta contra o golpe de Estado dado pelos militares. Elsa começou a militar no movimento estudantil aos 19 anos, quando estudava engenharia civil, no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo. "Vivíamos o auge da repressão. Nós tínhamos preocupação com o ensino voltado para melhores condições ao povo brasileiro e a engenharia teria papel essencial nas áreas de habitação, saneamento, infraestrutura. O Brasil iniciou um marketing político de combate ao comunismo e a todas as propostas com viés social apoiadas na movimentação popular", contou Elsa, que era apostileira. Ou seja, ela, ao lado de outros companheiros, anotavam toda a aula de uma determinada matéria e depois rodavam no mimeógrafo. Esta era uma forma de estabelecer um vínculo com os demais alunos.


Em paralelo, também promoviam atividades culturais, como a peça de teatro "Os fuzis da senhora Carrar". Isso tudo visando à união dos estudantes, à discussão sobre ensino, ao combate à interferência dos Estados Unidos no modelo estudantil brasileiro e às funções da engenharia em um projeto para o povo.


Já, na Bahia, o engenheiro civil José Fidelis, então estudante da Escola Politécnica da Bahia, iniciava no movimento estudantil. "Os anos 1962 e 1963 eram de imensa efervescência política. Comecei a participar do movimento de educação de base e sindicalismo rural, viajando pelas cidades do recôncavo", afirmou Fidelis, que participou da Greve por um Terço em 1964.

O diretório acadêmico da Escola Politécnica foi invadido. Em maio de 1965, Fidelis encabeçou a chapa para o diretório acadêmico com as forças da esquerda. Venceram. Em junho, começou a articular o 1º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). "Também fui para São Paulo preparar o Congresso com chapa com Antonio Xavier na presidência e fui eleito primeiro vice-presidente. Veio uma repressão muito forte e o movimento teve que ser clandestino. A sede da UNE no Flamengo foi queimada e, em novembro, veio o AI-2 com forte repressão e muitas lideranças presas", recordou Fidelis. No final do ano, Antonio Xavier não continuou e Fidelis assumiu a presidência da UNE. Nesse momento, trancou sua matrícula na Politécnica e seguiu na articulação nacional do movimento estudantil.

Em março de 1966, Fidelis, participava de uma reunião da UNE, na Bahia. "Havia protesto sobre o restaurante universitário e fui para lá junto com Renato Rabelo. A rua estava ocupada, veio o carro de Juracy Magalhães, então ministro de Relações Exteriores. O pessoal não deixou passar o carro dele, todo mundo chutando e jogando pedra. Eu tive ferimento no supercílio e recebi nesse momento voz de prisão preventiva. Entrei oficialmente na clandestinidade", detalhou. Em junho do mesmo ano, aconteceu o Congresso da UNE, em Belo Horizonte. Nessa época, quem não tinha carteira de trabalho não entrava na cidade, justamente para impedir a entrada de estudantes. O Congresso se desdobrou com a eleição de Jorge Luís Guedes. "Eu estava no Congresso Latino-Americano de Estudantes, em Cuba. Para chegar lá tive que dar a volta ao mundo: Uruguai, Argentina, Paris, Praga e, finalmente, Havana. Saímos de lá com o objetivo de organizar o movimento operário camponês", disse Fidelis.

Repressão 
Elsa Parreira, já formada e ao lado do companheiro Sidney Lianza, muda-se para o Rio de Janeiro para fazer mestrado na COPPE/UFRJ. "Havia um grupo de pós-graduandos resistentes à ditadura, com destaque para o Teatro de Resistência dos Alunos da COPPE (TRAC). Enquanto estudantes de pós-graduação, iniciamos a militância dentro do Senge-RJ com o engenheiro Jorge Bittar, sendo ponta de lança do processo de retomada do sindicato, que estava nas mãos de pelegos e era controlado pela ditadura", contou Elsa, que era integrante do Movimento pela Emancipação do Proletariado (MEP).

Em 14 de abril de 1972, Fidelis, já em Porto Alegre, foi levado pelos militares. "Ficharam mais de mil militantes estudantis e pediam para a gente identificar. Em Porto Alegre, foi uma enorme tortura psicológica. Em São Paulo, fui torturado pelo ‘Doutor’, ‘especialista’ em militantes da Ação Popular. Fiquei dois dias no pau de arara, levando choque, fogo, e dias sem comer. Eu negava tudo. Tínhamos uma regra que deveríamos resistir até determinado dia e depois admitir", rememorou Fidelis. Foram dois dias de tortura. Fidelis foi preso no dia do aniversário do filho e solto quatro meses depois, na primeira semana de agosto.

Em 20 de julho de 1977, Elsa foi presa dentro de sua casa, na presença do pai, da mãe e de sua madrinha. "Fui levada encapuzada para o centro de torturas no DOI-CODI, na rua Barão de Mesquita, Rio de Janeiro. No DOI-CODI, me foram mostradas várias fotos. Verifiquei que vários companheiros que se reuniam no sindicato dos engenheiros também haviam sido presos, dentre eles Marilita Gnecco, Ricardo Paniago, Sidney Lianza, Artur Obino, entre outros", relembrou. Elsa foi torturada na frente do companheiro Sidney Lianza e conta: "Nesse tempo de torturas, ouvi vários gritos de outros companheiros torturados, além de mim. Do DOI-CODI, fomos levados para o DOPS, na rua da Relação, com ameaças constantes de volta ao DOI-CODI".

O MEP mobilizou a primeira greve nacional de fome dos presos políticos, que sensibilizou entidades internacionais de direitos humanos. "Alguns foram liberados e os demais foram para o presídio, no meu caso presídio Talavera Bruce, em Bangu. Fomos para julgamento na 1ª Auditoria da Aeronáutica , no dia 10 de novembro, com bombas, num momento em que eles diziam que não havia tortura", recordou.

A luta pela anistia
Após a prisão, Elsa retomou a vida acadêmica e concluiu o mestrado na COPPE/URFJ em engenharia de produção. Foi mãe no ano de 1979 e passou a militar no Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA), que teve papel fundamental na ampliação pelo território nacional da luta pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita. "Tínhamos como referência a companheira Iramaya, mãe dos militantes exilados Cid e Cesar Benjamim, cobrando do Estado a responsabilidade por todas as prisões, as torturas, os sequestros e o direito de todas as famílias brasileiras saberem o paradeiro dos presos e de enterrá-los quando mortos. Começou, então, um processo lento de abertura, com pressão de entidades internacionais, com destaque para Anistia Internacional. As denúncias começavam a circular e o CBA editava panfletos e distribuía no metrô, nas ruas e em todos os eventos possíveis", afirmou Elsa, que, naquele momento, voltou a militar no Sindicato dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro. "O Senge-RJ funcionou como vanguarda de um processo de participação e ampliação de outros movimentos de base", pontuou.

Fidelis, depois de solto, terminou a faculdade de engenharia e iniciou sua militância no movimento sindical. "Os sindicatos sofriam com intervenção e, em 1981, retomamos o sindicato dos engenheiros da Bahia pelas forças de esquerda. Em 1986/87, fui eleito presidente. Fora o movimento sindical, me integrei ao Partido dos Trabalhadores (PT) e fui membro da executiva do partido e da CUT", detalhou Fidelis.

Quando questionados sobre o motivo pelo qual tiveram tanta força e coragem, Elsa e Fidelis são enfáticos. "A ideologia é fundamental para a nossa luta. Por acreditar num Brasil melhor; saber que o Brasil tinha possibilidades; ser contra a ditadura em todas as suas formas, desde a tortura, passando pela corrupção, pela censura, pelo sequestro de direitos básicos de cidadania", disse Elsa. Fidelis afirmou: "Lutar e resistir sempre. A essência da vida humana é transformação".

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Caio Barbosa

Na manhã de sol do último sábado (15), a bola rolou pela primeira rodada da 3ª Copa Senge - RJ de Futebol Society. O tradicional torneio nesse ano conta com novidades: duas equipes femininas inscritas. Nas últimas edições da Copa somente houve adesão entre os engenheiros. Porém, as engenheiras e outras profissionais agora pedem passagem para mostrar toda habilidade com a bola. No sábado antes da primeira rodada masculina, aconteceu o jogo inaugural entre os dois times formados por mulheres, um verdadeiro show de garra e disposição. Logo em seguida ao jogo feminino, foram realizadas as quatro primeiras rodadas da competição, que é disputada no campo da Associação Atlética Light, no Grajaú.

A cada ano que é realizada a Copa Senge - RJ de Futebol Society, o evento se consolida como uma ferramenta democrática e integradora na categoria dos engenheiros e engenheiras. Nesta edição são mais de 200 profissionais que se confraternizam durante o torneio. Para além das 12 equipes masculinas, o destaque desse ano são as mais de 36 mulheres que se inscreveram para montar as duas equipes femininas.

Esse número expressivo de atletas e a mobilização das engenheiras chamam atenção da diretora do Senge-RJ, Maria Virgínia que destaca a garra das engenheiras em quebrarem os preconceitos, primeiro dentro da profissão e depois no campo, dois espaços de predominância dos homens. “As engenheiras já deram o primeiro passo na vida, ter uma profissão nitidamente masculina, são mulheres acostumadas a enfrentar esse mundo masculino”, destaca Virgínia durante o jogo inaugural da Copa.

Uma das atletas que participou do jogo, foi Gabriele Calcado, engenheira civil que demonstrou total empolgação com os jogos “É a primeira vez que participo desse tipo de evento, achei fantástico para quebrar o preconceito sobre as mulheres tanto na profissão como no futebol. Ótimo também para interagir com as colegas de profissão”, afirmou a engenheira após a partida, durante o famoso terceiro tempo.

Apoio olímpico para valorizar o futebol feminino
Além da busca por mais espaços dentro da categoria, a participação das mulheres na 3ª Copa Senge - RJ, valoriza indiretamente o futebol feminino no país. Nesta edição serão dois times, “Integradas” e “Derivadas” formados por engenheiras e outras profissionais convidadas. Uma delas é Carol, estudante de fisioterapia convidada pela sua irmã para participar. Para ela é fundamental esse tipo de evento na tentativa de acabar com o machismo e valorizar cada dia mais o futebol feminino. Nesse mesmo sentimento, o Senge - RJ convidou a ex-atleta olímpica, Mariza Pires Nogueira, para ser treinadora de um dos times do torneio “Tenho 4 cursos profissionais de técnica de futebol, e abracei o convite, por acreditar na vontade das meninas, quero com a minha experiência ajudar a organizar esse torneio”, comenta Mariza ao falar dos seus 35 anos de envolvimento com esporte e sobre alegria de ajudar as engenheiras, numa luta de valorização do futebol feminino, algo que a ex-jogadora e atualmente técnica sabe o quanto é difícil.

Os atletas do torneio masculino também se empolgaram com a participação das mulheres. Carlos Peçanha, engenheiro de petróleo participou de todas as edições da Copa Senge – RJ avaliou que “O evento vem crescendo e ganhado credibilidade, agora na terceira Copa com a inclusão das mulheres é muito importante. Para que tenhamos espaços para homens e mulheres jogarem”, ele ainda destaca “o futebol feminino no Brasil tem muito para crescer, tem muitas jogadoras com talento e já podemos ver isso aqui”.

Integração cultural e política
Jorge Antônio diretor de eventos do Senge - RJ, acredita que a Copa vem cumprindo seus objetivos que é ser uma articulação profissional, técnica, política e cultura “A ideia central é aproximar os profissionais que estavam longe do sindicato. E agora esse ano a novidade é adesão das mulheres” ele comenta que até a “grande final” haverá em todas as rodadas jogos das equipes femininas, “Serão 4 jogos das mulheres neste campeonato, e a consequência natural é que no próximo ano, tenhamos um torneio somente delas”. Essa também é a torcida de Karine Priscila, engenheira que participa do torneio “Estamos tendo encontros semanais, e vamos ter outros jogos até o encerramento do torneio. E quem sabe nas próximas Copas, não fazemos um campeonato só para as meninas”.

A integração dos atletas também atinge o torneio masculino, o exemplo é que nesse ano a equipe Time Livre, formado por profissionais do TCU participar do torneio. Leandro é jogador da equipe e destacou que o objetivo maior não é ser campeão “Todos querem ganhar o título, mas no meu modo de ver é secundário, o importante é fazer novos amigos e confraternizar”. Ele também acha importante a participação das mulheres, “É muito bom ver as meninas jogando futebol é uma interação muito boa, elas ficam mais amigas, é um espaço importante para todos”.

Nesse sábado além do jogo das mulheres, ocorreu os quatro primeiros jogos das chaves masculinas da Copa. A 3ª edição do torneio é disputada no campo da Associação Atlética Light, aos sábados pela manhã. A final do torneio será no dia 26 de novembro, com um churrasco de confraternização entre os jogadores e jogadoras.

Fonte: Senge-RJ

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No início de outubro, os trabalhadores em assembleia aprovaram o Acordo Coletivo de Trabalho 2016-2018(ACT) com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A proposta reajusta os salários de acordo com a inflação do período, em 8,97%, mas diminui pela metade a promoção por mérito dos trabalhadores. Antes havia uma verba de 2% (aplicada em Janeiro de cada ano) para a meritocracia (PGCR), a ONS propõe agora apenas 1% (aplicado a partir de Julho/2017).

Segundo o diretor da Federação Interestadual de Sindicato de Engenheiros (Fisenge) e do Senge-RJ, Gunter Angelkorte, a perda de direitos em acordos com a ONS tem sido um histórico. “A intersindical indicou a recusa da proposta, mas a gente sabe que há pressão aos trabalhadores. No passado foi perdida a gratificação de férias de 100% para ⅔ e a cláusula de reposição da perda de massa salarial”, explicou.

Só o Rio de Janeiro abarca a maioria dos trabalhadores do ONS. O operador atua ainda em Recife, Brasília e Florianópolis. A decisão na capital carioca influencia o quadro nacional dos trabalhadores. O ACT vale por dois anos (a cada ano discute-se a parte econômica), sendo a data base considerada para agosto.

Fonte: Senge-RJ

 

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A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) não avançou desde a última reunião com a empresa, no dia 21 de julho. O motivo do impasse é a pauta econômica. O proposto pelos trabalhadores inicialmente era a correção do INPC desse ano em 100%, o que daria o reajuste de 9,48% sem ganho real. A empresa rejeitou a pauta ainda em maio. Para o Sinaenco, o oferecido deveria ser 6% dividido em duas parcelas e sem retroativo.

A contra-proposta apresentada pelos trabalhadores foi a parcela do INPC de 9,48% em 4 vezes sem retroativo. Ainda assim, o Sinaenco não firmou acordo. Um ofício requerendo nova rodada de negociação foi enviada para o Sinaenco no dia 27 de setembro e até hoje não obteve resposta.

Além da demora, o Sinaenco fechou a CCT para 2016/2017 com o Sindicato dos Trabalhadores em Consultoria de Engenharia e Projetos do Estado do Rio de Janeiro (SINTCON-RJ). Os marcos da convenção é reajuste salarial de 3% de 1º de maio até 31 de dezembro de 2016 e de mais 3% de 1º de janeiro a 30 de abril de 2017. A resolução deve dificultar as próximas negociações com a Sinaenco.

Fonte: Senge-RJ

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Em uma assembleia com mais de 400 trabalhadores, foi aprovada a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017 da LIGHT. O acordo prevê abono de R$ 1400, a ser pago no dia 31 de agosto, além de 5% de reajuste retroativo a maio e 4,3% a partir de novembro, totalizando 9,3% a partir de novembro.

Para os diretores do Senge-RJ Nei Beserra e Clayton Vabo, a proposta é um avanço, especialmente em relação ao abono, que teve o valor praticamente dobrado durante a negociação.

Além disso, eles destacam a importância da luta política durante a negociação, especialmente o momento em o Senge-RJ e o Sintergia, com o total apoio dos trabalhadores, suspendeu uma das assembleias. O motivo foi uma tentativa de fraude por parte da LIGHT, que enviou gerentes e supervisores para pressionar os trabalhadores a aprovar a proposta, com ameaças até de demissão. O Sintergia entrou com uma ação de assédio moral contra a empresa onde se aguarda julgamento.

Fonte: Senge-RJ

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