Em virtude da transferência de postos de trabalho de cerca de 85 engenheiros, com exclusão do adicional de periculosidade, o Senge-PE se posiciona e envia carta à presidência da Companhia exigindo suspensão da decisão que penaliza a categoria.

A medida foi direcionada a engenheiros que recebem remuneração mensal igual ou superior a R$30.000,00, em sua maioria, com mais de três décadas de colaboração à Companhia.

"Depois de tamanha contribuição, os trabalhadores estão sendo perseguidos na empresa, o que reflete em assédio moral e discriminação em face da idade. Nós estamos ao lado da categoria, e não vamos permitir atitudes como esta", ressalta o presidente do Senge-PE Fernando Freitas. Para ele, tal medida surge para forçar uma adesão compulsória ao Plano de Demissão Voluntária em vigor.

O Senge-PE, em documento oficial enviado à Chesf, solicita, além da suspensão das transferências ou alteração nas atividades atuais, uma reunião com a diretoria da empresa para tratar do assunto.

 Fonte: Marine Moraes/Senge-PE

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O 11º Congresso Estadual do Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda foi realizado no dia 3 de junho. O evento foi realizado no auditório da AEVR e debateu a retirada de direitos e ataque à engenharia nacional, bem como refletiu sobre a função das ciências e tecnologias na efetivação de soluções sustentáveis para os hábitos e meios de produção modernos. O engenheiro, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e diretor do Núcleo de Estudos em Inovação, Conhecimento e Trabalho, Emmanuel Paiva de Andrade, ministrou a palestra sobre o tema “Recursos naturais e serviços públicos como fatores de soberania nacional” e a engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, falou sobre “Resistência social e sindical”.

O presidente do Senge-VR, João Thomaz da Costa, afirmou que o Brasil precisa repensar o atual modelo econômico e de educação do país, já que o número de engenheiros formados por ano é de apenas 30 mil, enquanto em outros países como Índia e China, o número ultrapassa 400 mil. “A falta de valorização e de investimento público no ensino da matemática no Ensino Médio é muito grave. Sem a matemática não existe engenharia e não se compreende a física ou a química. Discutimos muitas estratégias para atingir esses pontos e formular as questões relativas à educação”. O dirigente acrescentou, ainda, que a mobilização em Brasília é muito importante para impedir a retirada de direitos. “Estamos fazendo frentes, criando projetos de leis, trabalhando em cima dos processos de Reforma Trabalhista e da Previdência.” Para o 11º Consenge, foram eleitos 12 delegados, dentre eles três mulheres.

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A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) lançou, no dia 29/06, uma cartilha sobre a Reforma da Previdência. De acordo com o engenheiro e presidente da Fisenge, Clovis Nascimento, a publicação tem o objetivo de contribuir com informações sobre a Previdência Social e a atual reforma apresentada pelo governo Michel Temer com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287. “A Reforma da Previdência é um dos mais perversos braços de um projeto de poder que penaliza a população mais pobre e vulnerável, e aposta em um cenário macroeconômico recessivo para o Brasil nos próximos 20 anos”, afirmou Clovis, que ainda reforçou: “Todos perdem com a atual proposta: trabalhadores e a economia brasileira. Ganha o capital financeiro que, no fim das contas, nunca perdeu”.

A cartilha, produzida em parceria com o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), destaca os impactos da Reforma da Previdência em aspectos gerais e específicos, como gênero, raça, servidores públicos, pensionistas e trabalhadores rurais. “A própria existência de um déficit é controversa, já que, a despeito do que determina a Constituição, dezenas de milhões são retirados do sistema de arrecadação da Previdência Social para pagar os juros da dívida pública”, declarou Clovis.

Essa Reforma da Previdência a representa um retrocesso no Brasil e em qualquer país do mundo. “É fundamental a mobilização da sociedade. As centrais sindicais, com o apoio dos movimentos sociais, organizam e convocam greves gerais e manifestações, com o objetivo de barrar as reformas no Congresso”, afirmou Clovis.

Confira a versão digital AQUI

 

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A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) convoca engenheiros e engenheiras a aderirem a greve geral, que será realizada nesta sexta-feira (30/6). A mobilização faz parte da agenda de ações contra as reformas trabalhista e previdenciária defendidas pelo governo ilegítimo de Michel Temer. As propostas pretendem precarizar as relações de trabalho, retirar direitos, acabar com a CLT e com a aposentadoria de milhares de brasileiros e aprofundar a rotatividade, o desemprego e os baixos salários. Na reforma trabalhista, especificamente para os profissionais da engenharia, a prevalência do negociado sobre o legislado poderá, por exemplo, acabar com o Salário Mínimo Profissional da categoria. Isso porque as negociações e acordos coletivos poderão ter força de lei e ignorar toda a legislação vigente. Se um acordo coletivo trouxer como cláusula o pagamento de salários inferiores ao Salário Mínimo Profissional dos engenheiros, a lei 4.950-A/66 poderá ser ignorada.

Nesse sentido, a Fisenge também orienta que os sindicatos filiados convoquem assembleias para adesão à greve e debatam junto aos profissionais uma agenda de mobilização nos estados. Os trabalhadores não podem pagar pela atual crise política no país. Ainda alertamos para a importância do movimento “Diretas Já”, como instrumento de fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Reforçamos a necessidade de intensificarmos a pressão sobre os parlamentares, pois estes podem assinar o fim da legislação trabalhista e da aposentadoria no Brasil. A Fisenge está comprometida em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da engenharia brasileira, da soberania nacional e do desenvolvimento social. Nenhum direito a menos e diretas já!

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)
Rio de Janeiro, 28 de junho de 2017.

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Em uma atitude desrespeitosa e de falta de decoro, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior chamou os trabalhadores da empresa de "vagabundos" e "safados", em uma reunião com sindicalistas. O presidente fez estas declarações durante a apresentação de um plano de demissão voluntária e de cortes de 40% das chefias das empresas. "São 40% da Eletrobras. 40% de cara que é inútil, não serve para nada", afirmou Wilson. Indicado pelo governo ilegítimo de Michel Temer, o presidente da Eletrobras tenta implantar um programa de "desinvestimento", que tem o objetivo de privatizar a empresa que é patrimônio público de toda a sociedade brasileira.

A gestão de uma empresa pública deveria priorizar e resguardar o princípio de que os trabalhadores e as trabalhadoras são patrimônio da Eletrobras. Valorizar e defender os direitos dos trabalhadores da Eletrobras significa a garantia do fornecimento de energia e geração de serviços públicos com qualidade para a população. Ao desqualificar os trabalhadores da empresa, o presidente Wilson Ferreira desqualifica o conjunto da sociedade e ainda reforça práticas de assédio moral.

Os planos na Eletrobras são de redução do quadro de funcionários e outros cortes de custos, além da venda de imóveis administrativos e de distribuidoras de energia do grupo. Repudiamos as declarações de Wilson Ferreira Junior e também repudiamos a política entreguista e de retirada de direitos dos trabalhadores impregnada na Eletrobras. A Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) orienta a sua base a manter a mobilização nas paralisações agendadas para os próximos dias. Nenhum direito a menos.


Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge)
Rio de Janeiro, 26 de junho de 2017

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O texto base da reforma trabalhista foi rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, no dia 20/6, por apenas um voto de diferença. Este resultado representa uma vitória da classe trabalhadora empenhada na defesa de seus direitos. No entanto, o cenário ainda é incerto, uma vez que o projeto seguirá para avaliação dos senadores na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), formada por uma maioria governista golpista. O Brasil tem uma população com mais de 200 milhões de habitantes e, destes, mais de 14,2 milhões de pessoas desempregadas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O nosso país vive uma crise política e econômica forjada pela afirmação de um projeto alicerçado pela lógica de privilégios e de favorecimento aos mercados financeiro e internacional. Ao contrário da narrativa do governo ilegítimo de Michel Temer, a Reforma Trabalhista irá precarizar ainda mais as relações de trabalho e aprofundar a rotatividade, o desemprego e os baixos salários.

Especificamente para a engenharia, a prevalência do negociado sobre o legislado poderá, por exemplo, acabar com o Salário Mínimo Profissional da categoria. Isso porque as negociações e acordos coletivos poderão ter força de lei e ignorar toda a legislação vigente. Se um acordo coletivo trouxer como cláusula o pagamento de salários inferiores ao Salário Mínimo Profissional dos engenheiros, a lei 4.950-A/66 poderá ser ignorada. Hoje, os sindicatos e as entidades de classe recorrem à Justiça do Trabalho para garantir o cumprimento do Salário Mínimo Profissional. Com a reforma, uma lei histórica para a nossa categoria de engenheiros será extinta.

Essa Reforma Trabalhista representa um retrocesso no Brasil e em qualquer país do mundo. É nosso dever denunciar o desmonte da legislação trabalhista e mobilizar para a greve geral marcada para o dia 30 de junho. Também é importante pressionar os senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Nenhum direito a menos! Fora Temer!

Rio de Janeiro, 22 de junho de 2017.
Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros

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O Sindicato dos Engenheiros no Estado da Paraíba (Senge-PB) realizou a etapa estadual do 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). Dividido em três datas, as etapas aconteceram nos dias 17/5 em Patos, 18/5 em Campina Grande e 24/5 em João Pessoa. Na ocasião, foram eleitos os delegados que representarão o sindicato e também foram elaboradas as propostas, que serão encaminhadas para o debate no congresso.
No encontro regional de Patos, o tema foi “Desenvolvimento Sustentável e Segurança Alimentar” e a palestra proferida pelo ex-secretário de agricultura familiar da Paraíba, Lenildo Morais. Abordando o desmonte das políticas públicas que trabalham a segurança alimentar nos últimos 12 anos, os presentes discutiram a necessidade da retomada de medidas para que a formulação dos programas sociais que visem aperfeiçoar a segurança alimentar no estado, voltem a serem implementadas .

“Fizemos questão de enfatizar a participação política da Fisenge e dos sindicatos incorporados, na resistência e lutas em defesa da engenharia e da soberania nacional. Não existe nação sem direitos assegurados para trabalhadores e trabalhadoras”, disse a diretora da Fisenge e presidente do CREA-PB, Giucélia Figueiredo. Para ela, a expectativa é de que se possa criar um forte sentimento de mobilização e resistência contra as reformas do governo Temer. “Essas mudanças tentam, à custa dos trabalhadores e das trabalhadoras, entregar nosso país aos interesses do capital financeiro nacional e internacional”, completou.

Em João Pessoa, o principal debate foi sobre a Reforma Trabalhista, com participação do Procurador Regional do Trabalho da região, Dr. Eduardo Varandas Araruna, que falou sobre a destruição do Ministério do Trabalho com foco na retirada de direitos dos trabalhadores. De acordo com a coordenadora do Coletivo de Mulheres da Paraíba, Alméria Carniato, o recorte de gênero é essencial para analisar a atual conjuntura de retrocessos. “Quando existe uma crise política, as mulheres são as mais afetadas. O movimento de mulheres está na linha de frente de resistência social, pautando o desmonte do Estado e de políticas públicas. As reformas não têm categoria e atingem o conjunto da classe trabalhadora”, afirmou Alméria.

Já em Campina Grande, o tema foi “Gestão das Águas da Transposição do Rio São Francisco” e contou com a presença de representantes da Agência Estadual das Águas (AESA), que fizeram uma abordagem acerca de todo o processo de estiagem pelo qual a Paraíba enfrenta e também do processo de construção do eixo leste, que traz as águas do Rio São Francisco para o estado. “Para a Paraíba a transposição das águas coloca-se como um forte instrumento de sobrevivência da população e somente um presidente compromissado com o povo nordestino teria coragem de realizar tão importante e complexa obra de engenharia e o Presidente Lula , teve!”, enfatizou Giucélia.

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No próximo sábado (3/6), o Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda (Senge-VR) irá promover sua etapa regional para o Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge). De acordo com o secretário-geral da Fisenge e vice-presidente do Senge-VR, Fernando Jogaib é fundamental a participação de engenheiros e engenheiras para a formulação de propostas para a categoria e a sociedade. "Nossa expectativa é de que possamos passar para sociedade, por meio de nossa categoria, a importância dos temas em questão e das propostas elaboradas. A engenharia é pilar fundamental para o avanço social”, explicou. No encontro haverá uma palestra sobre o tema “Recursos naturais e serviços públicos como fatores de soberania nacional com o engenheiro, Emmanuel Paiva de Andrande, que também é professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e diretor do Núcleo de Estudos em Inovação, Conhecimento e Trabalho. Em seguida, haverá uma palestra sobre “Resistência social e sindical” com a engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía. O encontro acontecerá, das 9 às 18h, no auditório da AEVR.

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O Senge-PR ingressará com ação coletiva representando todos os engenheiros e engenheiras da Sanepar buscando pagamento dos 13% da implantação do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) de 2012. À época, ao iniciar o atual plano, os engenheiros que recebiam abaixo do valor do piso não receberam na prática os reflexos do reajuste concedido a todos os trabalhadores da estatal.

Com a ação do Senge, não haverá custas iniciais para os profissionais, e nem necessidade de documentação neste estágio. Uma vez finalizada a ação, a decisão abrangerá a todos os trabalhadores que têm direito ao recebimento da diferença e dos reflexos.

A medida ajuizada pelo Senge reforça o compromisso da entidade com os engenheiros da Sanepar em buscar a efetivação dos direitos e garantir a qualidade dos serviços jurídicos prestados.

Sobre a diferença do percentual – a não aplicação no salário completo aconteceu com todos os engenheiros e engenheiras que recebiam parte do salário pelo “código 112” até maio de 2012. Na época, nos reajustes, a prática da empresa era aplicar os percentuais apenas na rubrica 100.

Na justiça, no entanto, o Senge conseguiu o reconhecimento das duas rubricas como formadoras do salário base dos engenheiros. Com isso, entende-se que fica devido o percentual do reajuste aos engenheiros.

É para buscar esse direito dos engenheiros e engenheiras da Sanepar que o Senge ingressará, por meio do escritório Trindade e Arzeno, que presta assessoria jurídica para o Sindicato, ação representando todos os profissionais, associados ou não ao Senge.

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